Pedro Gramaxo

@pedrogramaxo

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Convite! Inauguração da exposição “Indelével” 18 de Abril - 24 de Maio (com visita guiada) No Espaço Pontes @ars_arteeciencia Rua João Franco 33, Fundão - A exposição “Indelével” dá continuidade à exploração territorial da série “Cronoesculturas”, desenvolvidas pelo artista in loco desde 2021 em território nacional e ilhas, cartografando um imaginário de paisagem, a partir de arquivos topográficos, cartas militares e imagens satélite, sobre o lento processo de desaparecimento toponímico e sua descaracterização, o artista desenvolve este corpo de trabalho como Morfocronologias plásticas.
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1 month ago
Topografia Psicossomática, 2025 Cronoescultura # 7 Peça integrada o ano passado na exposição colectiva “Pensar como a Montanha” no Círculo Sede do @capc_coimbra , Coimbra. Curadoria de Sara Antónia Matos @saramatos185 Fotografias do Daniel Silva @dannielsilvva / Jorge das Neves - Um formato construtivo que retrata o artificial, o efémero e o indelével da paisagem. - Obrigado a toda a equipa!
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2 months ago
Programa Educativo «Corpos que são bordas: fronteiras» de Luis Felipe Ortega Workshop & Experiência Criativa «Poéticas de hibridismos em arte contemporânea« Com Pedro Gramaxo Esta formação teórica e prática contextualiza-se na exposição de Luis Felipe Ortega, no Círculo Sereia, que permite refletir a partir de referências teóricas e artísticas em questões contemporâneas que dizem respeito a hibridismos instalativos e expressões de fronteira. Círculo Sereia 14 FEV (sábado) 9h30–12h30 Inscrições ver ligação na bio Valor 8 € Limitado a 20 participantes _______| Pedro Gramaxo é um artista multidisciplinar land-based que trabalha em arte construtiva, instalação e fotografia, analisando e aprofundando a nossa relação com o espaço, o tempo, a memória, os recursos naturais e estados alterados de perceção. O seu trabalho tem sido apresentado internacionalmente em exposições individuais, coletivas, residências e espaços públicos desde 2012: da Itália à Holanda, Bósnia-Herzegovina, Brasil, China, Rússia, Argentina, Coreia do Sul, Estados Unidos, Roménia e Islândia. É licenciado em Arquitetura pela Universidade Lusíada de Lisboa (2010), com mestrado em Arquitetura e Artes (2012). __________ «Corpos que são bordas: fronteiras» de Luis Felipe Ortega Círculo Sereia Até 21 de março Terça a sábado, 14h00 às 18h00 Entrada livre. Encerrado nos feriados.
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3 months ago
2025 - 1. Landscape #15, 2025 Vlora, Albania Had the amazing opportunity to travel to Albania to be part of @momafad II , invited by the talented @elian.stefa curated by @dionisis_christofilogiannis_ . What an honor to be among these artists and have my name on the same exhibition poster as boss Malevich. 2. - 4. Momafad II Tragjasi i Vjetër 5. - 10. Substracto #5 at @zaratan.arte.contemporanea An artwork as a geological portrait in a primary format, a soil sample as a symbol of constructive, plastic and pictorial potential, and a search for the veiled gesture. Piece developed during my residency at @cultivamoscultura . 2,00 x 1,00 m 1 cubic meter sample of clayey soil, glass. Photos @opedrocovas ,Nuno Direitinho 11. - 12. Open class at Colégio das Artes, Coimbra. “Anti White cube” - New contexts for artistic practice. Thank you @olaioantonio
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4 months ago
Save the date! ‘The Extractive Gaze: Data, Soil & Body ’ Vernissage 28.11 - 17h - 21h no @gaatmuseum Rua Casimiro Freire 9A - Garagem - Lisboa - Exposição coletiva com os artistas Fernando Moletta, Flavia Regaldo, Natália Loyola, Pedro Gramaxo, Pedro Pedrosa Fonseca, Stephanie Monica e Diogo Amorim. Curadoria de JP Galvão. [PT] A pele da Terra e a pele humana espelham-se uma na outra — ambas locais de memória, extração e resistência. Através da pedra, do solo, do óleo, do som e do toque, os artistas convidam-nos a reconsiderar a forma como vemos, sentimos e habitamos o mundo. Numa época em que os dados e o «eu virtual» são o novo petróleo, extraído, refinado e distribuído através de circuitos invisíveis de poder. Eles perguntam: podemos olhar sem tirar? Podemos tocar sem extrair? À medida que percorremos o espaço, somos encorajados a ouvir, a observar as texturas e o zumbido dos dados. Aqui somos convidados a permanecer — a olhar por mais tempo, a sentir a porosidade da nossa presença. A terra, nas suas múltiplas formas, não é um cenário passivo. Ela olha de volta para nós com firmeza. Imagem: Natália Loyola, Sem título, 2025 [EN] The Earth’s skin and human skin mirror one another — both sites of memory, extraction, and resistance. Through stone, soil, oil, sound, and touch, the artists invite us to reconsider how we see, sense, and inhabit the world. In a time when data and the “virtual you” is the new oil, mined, refined, and distributed through invisible circuits of power. They ask: can we look without taking? Can we touch without extracting? As you move through the space, you are encouraged to listen, to observe the textures and the hum of data. Here we are invited to linger — to look longer, to feel the porousness of our presence. The earth, in its many forms, is not a passive backdrop. It steadily gazes back. Image: Natália Loyola, Untitled, 2025
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6 months ago
Save the date! Inauguração da exposição colectiva “Pensar como a Montanha”, esta sexta-feira dia 25 de Outubro às 16h00, no Círculo Sede do @capc_coimbra , com os artistas: Ana Frois Catarina de Oliveira Coletivo Esfinge Ancestral Eduardo Mota e Tiago Martins Gabriela Carvalho e Cunha Hilda de Paulo Colectivo Inverso Nuno Silas Pedro Gramaxo Curadoria Sara Antónia Matos @saramatos185 — A exposição propõe uma escuta atenta do tempo das coisas, das pedras e dos silêncios — um convite a pensar o mundo a partir da sua profundidade e espessura.Reunindo nove projetos de artistas de diversas geografias e gerações — a mostra inspira-se no ensaio de Aldo Leopold, «Think Like a Mountain» (1949), para propor abordagens conceptuais, poéticas e sensoriais à relação entre humanidade e natureza. Com obras que atravessam pintura, instalação e meios digitais, as propostas evocam camadas, sedimentos e vibrações da montanha, em diálogo com o pensamento ecológico de Alberto Carneiro, Timothy Morton e Ailton Krenak, explorando a ideia de que arte e mundo são inseparáveis.Mais do que refletir sobre crises ambientais e civilizacionais, “Pensar como a Montanha” imagina outras formas de coexistência e de escuta, sugerindo que adiar o fim do mundo pode significar reaprender a sonhar coletivamente. - “Pensar como a Montanha” 25 de outubro a 20 de Dezembro
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6 months ago
. 2025 cansado / profícuo 1. Em processo, fotografia do amigo @opedrocovas . 2. - 4. Última semana para visitar a intervenção na @vidroduplo , no Porto. Curadoria das incríveis @inesvhperez e @mariasoutodemoura.studio 5. Desde Maio a fazer mentoria e acompanhamento aos jovens artistas em residência na @zaratan.arte.contemporanea 6. bonito Jantar-obra do @umbacalhau e @chica_____________________ . Contente por ter feito parte dos acontecimentos do primeiro ciclo “Comer com os olhos”, um projecto @cortex.frontal @plato_pt e Fabrico Próprio. 7. - 12. Diversos formatos impressos, diversos lugares. 13. Convite para a inauguração da Instalação “Substrato #5” na @zaratan.arte.contemporanea Quinta-feira, 4 de Setembro - 18h00. 14. O maior projecto de todos ❤️
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8 months ago
Em 2024, na ocasião dos 50 anos do 25 de Abril, fui convidado pela Underdogs e pela Câmara Municipal de Almada a participar na exposição colectiva “Portais do Tempo”, nos antigos estaleiros da Lisnave, em Almada, onde criei uma obra que teve como ponto de partida a reinterpretação de uma fotografia histórica de Alfredo Cunha aquando dos acontecimentos revolucionário de 1974. “Bright Hour #8” ilustra como acontecimentos históricos e políticos podem influenciar o desenvolvimento e criação artística em linguagens contemporâneas e linhas temporais dissidentes. Este ano, voltamos a celebrar a liberdade com a @underdogs_gallery , com um evento de lançamento desta edição limitada de /12 de todos os artistas envolvidos. O lançamento será na Galeria, esta quarta-feira 23 Abril às 18h00, e estarei presente para partilhar este momento, falar sobre este projecto artístico e comemorar mais cedo os 51 anos do 25 de Abril. Artistas: @inesteles.artist , @rqlbelli , @fidelevora , @sarafonsecadagraca , @num.para , @marciocarvalho.artist.curator . Até já
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1 year ago
2024 - Eidos, Eikon, Eidolon
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1 year ago
Cronoescultura #6 2024 Dimensões variáveis Jardim de S.Roque, Funchal - Recebi estas bonitas fotografias da Instalação pública que desenvolvi no âmbito do inigulável Fractal Funchal @fractalfunchal que aconteceu no início de setembro. Da continuidade da série “Cronoesculturas”, esta peça manifesta-se como expositor geológico/temporal e incorpora espécimens vulcânicos recolhidos em várias pontas da ilha. No arranque do festival, tive também a oportunidade de falar com os Alunos da Universidade da Madeira @masters_design_uma e fazer uma visita guiada. Foi um festival em família e de alegria “a metro”, obrigado a todos! @carol_caldeira Beijinhos e abraços - Fotografias: Carolina Santiago
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1 year ago
Landscape #14 2024 Arges, Romania - A beautiful experience in the mountains of the Arges and Sibiu Romanian counties. On view at Galeria @plato_pt from 26/10 to the 16/11 on the group show “Ailleurs”, alongside the talent artists @antonio.guerra_ , @filippominelli and @marcio.vilela , whom I share some “site driven” artistic processes and tools, curated by @fredericovicente_ . - “Ailleurs” In a post-globalized world of rapid technological change, climate emergency, and thickening borders, and virtual boundaries, ailleurs (elsewhere) connect us to a universal idea of displacement: an escape both exterior and interior; both physical and figurative. “Ailleurs” is to be somewhere between here and there. Therefore, elsewhere is a remote and undefined place, inherent in it is the will to travel, to the sweet escape of evasion. The journey begins between the threshold of the gallery and the other side of the black mirror of the television, set next to the window. For Antonio Guerra, Filippo Minelli, Márcio Vilela, and Pedro Gramaxo, the common ground is somewhere, and photography is the tool for making the journey possible. - Special thanks to @diogoramlh , Frederico, @andrevaillant and @wildlifechorus . Photos by: @fuwasframed
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1 year ago
“Hyperstate #1” A 35mm essay that represents the transfiguration of time and space during a hallucinogenic experience. A ritualistic vision born from the artist’s trip archive and the ephemerality of an altered state of perception. From individuality to multitude, silence to electronic ecstasy, the natural to the artificial, the psychedelic journey tells of an appreciative and clinical evolution outside of its idiosyncratic creative capacity and illustrates a variety of perceptions and interpretations. The narrative transposes the intersection of two rolls of 35 mm KODAK 500T film, one of which was introduced in “reverse” and filmed on the opposite side of the emulsion (“Red Filter” phenomenon), creating two parallel lines of the “I” in different states of consciousness, which represent the duality of this ritualistic experience around two protagonists - the subject and his work. - Dir: Pedro Gramaxo Dop: Duarte Domingos @duartecore Assist. Câmera: Fernando Tavares @ferna_tavares Light / Gaffer: STP Produções Produção: Stagetech Drone: 4K Fly @4kfly_pt Edição / Cor: Pedro Covas @opedrocovas Som: Jezek & Kurepa Assistentes: Carlos Malta, Bernardo Gramaxo Agradecimentos: Tiago Nabais, Sara Eugénio, Inês Lopes, Sérgio Pontes, José Júlio, Maria Santos, Rodrigo Vilela, Miguel Vilela, Jorge, Chico, Manuel Ventura, Galeto. - This film piece is currently displayed at the group show “Ailleurs” in Galeria PLATO @plato_pt , curated by @fredericovicente_ . Photos by: @fuwasframed
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1 year ago