🖼️ Últimas semanas para visitar “Existências paralelas - acervo em (des)construção”
Aproveite até o dia 31 de maio! ❤️
Uma mostra que eu tive o imenso prazer de realizar graças a confiança de @rianfontenele que me convidou a pensar o significado de um acervo público dentro de um equipamento deslumbrante @pinacotecadoceara
Com quase 500 obras, a mostra na Pinacoteca do Ceará discute os modos de constituir um museu público a partir do conceito de vizinhança, reunindo trabalhos de 63 artistas cearenses.
Meus agradecimentos desmedidos à toda a equipe do museu, aos artistas e colaboradores e aos meus colegas de estrada @jose.eduardo.ferreira.santos
e Yuri Firmeza, a mostra ainda conta com uma curadoria compartilhada com pesquisadores e lideranças de diversos territórios e comunidades do Ceará. Entre as parcerias que guiam a pesquisa estão o Núcleo de Patrimônio Cultural do Moura Brasil (Nupac), o Acervo Mucuripe, o Quilombo Água Preta (Tururu), o Minimuseu Firmeza (Mondubim) e o Grupo Uirapuru Orquestra de Barro (Moita Redonda).
Uma instituição que sabe trabalhar junto! Vivaaaaa!
📸 Confira alguns momentos marcantes da exposição nas fotos de Marília Camelo!
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A curadora Lisette Lagnado examinando as obras de Broodthaers. Reencontrei esta imagem no site do Fórum Permanente ao preparar uma aula sobre a crise das representações e a politização da arte na 27 Bienal de São Paulo. Vinte anos depois da mudança de regulamento da Bienal de São Paulo. E agora você, Veneza?
Curadoria minha a convite de @roberthablatt para uma exposição no Museu de Belas-Artes, Rio de Janeiro. Ativação de crianças a partir de uma proposição de @jucafiis Produção da gigante @rosamelo.arte
“My Dear One! When you are lying in the grass, with your head thrown back, there is no one around you, and only the sound of the wind can be heard and you look up into the open sky - there, up above, is the blue sky and the clouds floating by - perhaps this is the very best thing that you have ever done or seen in your life.” Ilya & Emilia Kabakov. Looking up, reading the words… 1997. Collection city of Münster. @okigonster@skulpturprojekte
Reflexão para quem busca a terceira via:
“Ninguém vai nos devolver esses anos que nos roubaram. A única maneira de cobrar é isolar a extrema-direita e impedir que isto aconteça de novo. Não é uma tarefa só para políticos…
Quem dará o balanço dos projetos humanos que se frustraram, dos abraços que se negaram, dos beijos paralisados, tudo por medo? …”
Fernando Gabeira, 1979. Uma entrevista, um artigo e uma carta.
A Pinacoteca de São Paulo recebe a extraordinária pesquisa de @gustavo.caboco que revisita o Modernismo brasileiro a partir da transmissão de mitos e cultura de povos indígenas amazônicos para o etnólogo alemão Theodor Koch-Grünberg. O debate em torno de Makunaimã foi lançado em 2018 com o artista e ativista Makuxi Jaider Esbell. Em 2022, na exposição « A parábola do Progresso», Caboco levou adiante esse desafio ancestral e fez uma obra-vitrine « meu avô em mim, nosso avô em nós» que já nasce histórica e também pode ser conferida na exposição atual. Uma joia em mil sentidos!
Hoje meu dia foi de encontros com artistas que acessam a dimensão espiritual. E eu agradeço.
Denilson Baniwa abriu uma individual repleta de fábulas de muitas geografias e épocas, «Yawara Akanga» (cabeça de cachorro, em tradução livre). @agentilcarioca
E a esplêndida exposição «Mestre Didi, invenção e ancestralidade na arte afro-brasileira», que brindou o público com uma pequena cerimônia do terreiro Ilê Axé Asipá, fundado em Salvador. Curadoria de Ayrson Heráclito e Rodrigo Moura. @itaucultural