Leide Jacob

@leidejacob

O+ positivos, contem comigo! Cursei ESPM. Produzi teatro, artes plásticas, literatura e cinema. Atualmente, escrevo.
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Sem se comunicar oralmente com a mãe, portadora de ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), Leide Jacob descobriu um método para poder conversar com ela: a tabela visual. Assim começaram a surgir lindos poemas.
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1 month ago
No segundo semestre de 2025, como aluna especial, cursei a disciplina “Arte e Vídeo”, do Programa de Pós-graduação em Meios e Processos Audiovisuais do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da ECA-USP, no MAC (Museu de Arte Contemporânea), com as Prof. Dra Esther Hamburger e Prof. Dra Heloísa Espada. O trabalho de conclusão da disciplina era produzir um projeto de curadoria sobre a videoarte dos anos 70 e 80. Coincidentemente, no primeiro semestre de 2025, eu fui colega de classe da Lucila Meirelles, uma das pioneiras da videoarte no Brasil, nas aulas da disciplina “Semiosfera”, com o Prof. Dr. Almir Almas, que frequentamos juntas na ECA-USP. Lucila realizou diversos trabalhos com o artista José Roberto Aguilar, com quem foi casada durante a década de 1970. Naquela época, apesar de ter realizado e participado de inúmeras obras, ela não assinou nenhuma, o que veio a acontecer só no início da década de 1980. Antes de ser colega de turma da Lucila, eu já a conhecia. Em 2019, o Antônio Peticov, amigo em comum, me convidou para assistir ao filme “Rito do amor selvagem”, no Teatro Oficina. E, quando surgiu o desafio de realizar o projeto de curadoria para a matéria “Arte e Vídeo”, não pensei duas vezes, entrei em contato com ela, que imediatamente se colocou à disposição para me abastecer de informações sobre a sua vida e trabalhos. E assim foi. Mergulhei nas pesquisas, assisti aos seus filmes, selecionei algumas obras e produzi um projeto de curadoria. Durante esse processo, nos encontramos para que ela me contasse detalhes sobre o seu trabalho e sua história. Na oportunidade, resolvi produzir uma entrevista e montar o filme “FORMA É CONTEÚDO NA VIDEOARTE - obras selecionadas de Lucila Meirelles” para complementar o projeto de curadoria. Foram muitos aprendizados. Obrigada, Lucila! O filme, curta de 17 minutos, está disponível no YouTube: https://youtu.be/6aI5NQtxyH4 Escrevi mais no meu blog: /2026/03/03/forma-e-conteudo-na-videoarte/ @lucilajmeirelles @aguilar.arte @leidejacob @heloisa.espada @estherhamburger @almiralmas @apeticov @mac_usp #videoarte #lucilameirelles #usp #mac #leidejacob
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2 months ago
Olha só que legal: minha mãe, Leide Moreira, está em uma página no gibi “Dona Ciência - esclerose lateral amiotrófica”, desenvolvida pela ABrELA (Associação Brasileira de Esclerose Lateral Amiotrófica), em conjunto com a AFIP (Associação Fundo de Incentivo à Pesquisa) e Softex. A publicação faz parte de uma série muito interessante de gibis (Dona Ciência) que apresenta, de forma lúdica e simplificada, os diversos temas da Ciência, seus conceitos e descobertas. Ah, achei bonito demais! O gibi sobre a ELA - esclerose lateral amiotrófica está aqui: .br/dona-ciencia-edicao-65/ E a coleção completa, aqui: .br/gibis_dona_ciencia/ “Beija flor”, música desse post, foi composta por Leide Moreira e Rafael Toledo, e faz parte do Álbum “Minha Janela”, disponível no Spotify. @dona.ciencia @abrela.sp @softex.nacional @cesarmoreirajr @ccqmoreira @leidejacob @dr.acaryoliveira #leidemoreira #leidejacob #poesia #inclusao ela
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2 months ago
Nosso engenheiro ambiental pela Unicamp🙌🏻🙌🏽🙌🏿 ❤️ @gabrieljacob_ @jacobbatemeta @leidejacob @yvetejacob @pepejacob_ #unicamp #faculdadetecnologia #engenhariaambiental #familiafeliz #avidapresta
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2 months ago
Qualquer coisa que causasse indignação e comoção, para o meu finado tio Benedito, já era caso de polícia. Ele ainda conferia ao termo uma definição ampliada. Podia ser o que fosse, briga de casal, birra de criança mimada e até a chuva fora de hora ou o sol escaldante do verão. Tudo o que era problema ele considerava um caso de polícia. Com um rigor mais apurado e com um pezinho na ficção, o livro “Casos de polícia - contos e minicontos”, semifinalista no concurso Escritoras Brasileiras, de Linei Matz, lançado em 2025 pela Editora Polifonia, reúne histórias que também nos fazem clamar por justiça.  Com textos curtos, a autora descreve, cria e recria situações onde a violência se faz presente em histórias marcantes, que mostram a bruta e dura realidade do que o ser humano é capaz. Escrevi sobre no meu blog - link na bio, mas já adianto que, pela amplitude de assuntos e diversidade de personagens, somados ao pé na realidade e mão na ficção, Linei Matz comprova que o meu finado tio Benedito estava certo, a nossa vida está cheia de casos de polícia. O livro pode ser adquirido na loja online da Editora Polifonia ou na Amazon, também no formato eBook. Linei Matz é escritora, professora de línguas, feminista e mãe. Além de “Casos de Polícia”, tem publicados: “uma gramática de Português para Estrangeiros”, os romances “Filho Meu” (semifinalista no Loba Festival) e “Filhas de Gaia”. Seu terceiro romance, “Gaia sob o mar”, está em pré-vendas pela Editora Polifonia e em breve será lançado. Seu site é .br/ #literatura #mulher #lineimatz @lineimatz #leidejacob #editorapolifonia @editorapolifonia
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2 months ago
Hoje minha mãe faria 78 anos. Era uma data sempre comemorada. Quando eu era pequena, lá com meus sete anos, eu e meu irmão @cesarmoreirajr , um belo dia, inventamos de fazer uma festa surpresa para nossa mãe no aniversário dela. Convidamos duas tias e não fizemos mais nada. Rsrsrsrs A gente não sabia que tinha que produzir a festa. Minha mãe faleceu no dia 22/11/2018 aos 70 anos. Deixou muito amor, poesias, livros, filmes, músicas e saudades. Esse filme é antigo, montei no aniversário de 64 anos dela, em 2012. Não rodou aqui, entrou como foto. Acho que foi devido ao formato. Tudo bem, tá valendo! Ele tá no YouTube, se alguém se interessar… #leidemoreira #leidejacob #poesia #poetry #inclusao #inclusion #ela #als #love #amor #humanrights #direitoshumanos #documentary #documentario #documentaryfilm #shortdocumentary #film #short #movie #filmaker #screenwriting #moviemaker #filmediting
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2 months ago
“Caminhos e atalhos” - a vida em ficção, nua e crua Li recentemente “Caminhos e atalhos”, Editora Polifonia. É o terceiro livro da escritora, professora e pesquisadora Ivania Rocha.  São 24 contos e minicontos que retratam a vida no Sertão e abordam questões universais como amor, educação, casamento, maternidade, religiosidade e outras, nas quais, a autora, invariavelmente, destaca o protagonismo feminino.  Ivania utiliza-se do humor e, em algumas vezes, da ironia. Surpreende e desafia o leitor a ir além do que está escrito, em exercício de imaginação, mas sempre com uma linguagem simples e coloquial. “Tantinho”, “feito o diabo”, “belezura”, “oxe, homi”, “teteia”, “admoestou”, “assuntou”, “aperreada” e inúmeras outras expressões estão presentes na sua escrita, que, por sua vez, nos apresenta tramas da vida da mulher sertaneja, suas inquietações e dificuldades, como, por exemplo, com o machismo que permeia as - nossas - histórias. Nordestina, Ivania não apenas descreve, mas expõe vivências que lhe são caras, o que confere originalidade à obra. A diversidade temática e social estão presentes na vida em ficção, nua e crua. Então, deixo como a dica de leitura: “Caminhos e atalhos”, de Ivania Rocha. Ah, só para complementar, a autora é profunda conhecedora da cultura brasileira, nordestina e sertaneja. Seu primeiro livro, “Páginas do Sertão”, publicado pela Editora Appris em 2023, é a sua dissertação de mestrado, na qual, revela a potência da literatura a partir da experiência de um grupo de dezessete mulheres leitoras, moradoras da região do sertão de Irecê-BA. Sobre esse livro, escrevi uma resenha, que pode ser lida no meu blog (/2025/05/07/venha-dar-uma-bisbilhotada/). “Porreta” essa Ivania, hein?! #literatura #sertão #mulher #ivaniarocha #leidejacob @ivanianunesmachadorocha @coletivo_lendo_mulheres_irece
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3 months ago
Você lê no banheiro? ;-) LARANAJA TANAJURA em áudiovideo book pode ser acessado pelo YouTube (canal da autora, link na bio). O LIVRO físico está disponível no site da Editora Polifonia ou na Amazon, também na versão ebook Kindle unlimited. expediente © Leide Jacob, 2024 @leidejacob Edição: Débora Porto @deboraportoescritora Coordenação gráfica: Alpe Schneider @alpeschneider Design de capa: Antônio Peticov @apeticov Projeto e direção de arte: Denize de Moura Velloso @denizevellosofigueiredo Locução: Palomaris @palomaris_cantriz  e Leide Jacob @leidejacob Estúdio de som: JLS @estudio.jls Técnico de som: Daniel Sasso  Edição e finalização de som: João Godoy joao_godoy_60 Tradução para Libras: Ednilson dos Santos @ednilson.tilsp Montagem, produção executiva e direção: Leide Jacob Lei de Incentivo à Cultura Patrocínio: Cadernos Jandaia @cadernosjandaia Apoio: Grupo Bignardi Realização: Ministério da Cultura @minc Governo Federal - União e Reconstrução Produção: Ladies Produções Audiovisuais Editora Polifonia @editorapolifonia #laranjatanajura #leidejacob #haikai #haiku #poesia #literatura #literaturabrasileira #ministeriodacultura #leideincentivoacultura #jandaia #cadernosjandaia #bignardipapeis #editorapolifonia #flip #paraty #escritora
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6 months ago
Considerada a protetora da identidade de gênero, Santa Marina foi Marino, que viveu no século VI em um monastério no Líbano. O filme estreou em 1º de novembro, Dia de Todos os Santos, e pode ser visto no YouTube, no canal da diretora Leide Jacob (@leidejacob ). A obra é produzida pela Filmes de Abril (@paulapripas ). Quem narra a história é o padre Júlio Lancellotti (@padrejulio.lancellotti ), enquanto o Santo é representado pelo ator Ariel Nobre. Um grupo de pessoas transmasculines também interage com a história: Daniel Veiga (@odanielveiga ), Gabriel Lodi (@gabriel_lodi ), Leo Moreira Sá (@leo_moreira_sa ), Omo Afefe (@all.iceee ) e Rosa Caldeira (@orosacaldeira ) comentam e traçam paralelos com suas vidas. O filme promove sensíveis discussões contemporâneas sobre, por exemplo, o respeito ao nome social. Marino tinha um corpo culturalmente reconhecido como sendo do gênero feminino. Na tentativa de reparar seus erros e injustiças, a Igreja o canonizou como Santa Marina - a santa das perseguições, calúnias, humilhações e difamações -, tendo-lhe sido atribuídos, desde então, diversos milagres. O documentário São Marino ressignifica a Santa em Santo.
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6 months ago
Delícia comemorar 27 anos juntos (mais 5 de namoro😬), com dois filhos maravilhosos. Nossa família 😍 @leidejacob @jacobbatemeta @gabrieljacob_ @pepejacob_
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6 months ago
vida na pauta CHORO e RISO em caixa alta #poesia #literatura #arte #leidejacob
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6 months ago
AMOR é um dos oito capítulos do áudiovideo book LARANAJA TANAJURA, que pode ser acessado pelo YouTube, no meu canal (link na bio). O LIVRO físico está disponível no site da Editora Polifonia ou na Amazon, também na versão ebook Kindle unlimited. expediente © Leide Jacob, 2024 @leidejacob Edição: Débora Porto @deboraportoescritora Coordenação gráfica: Alpe Schneider @alpeschneider Design de capa: Antônio Peticov @apeticov Projeto e direção de arte: Denize de Moura Velloso @denizevellosofigueiredo Locução: Palomaris @palomaris_cantriz  e Leide Jacob @leidejacob Estúdio de som: JLS @estudio.jls Técnico de som: Daniel Sasso  Edição e finalização de som: João Godoy joao_godoy_60 Tradução para Libras: Ednilson dos Santos @ednilson.tilsp Montagem, produção executiva e direção: Leide Jacob Lei de Incentivo à Cultura Patrocínio: Cadernos Jandaia @cadernosjandaia Apoio: Grupo Bignardi Realização: Ministério da Cultura @minc Governo Federal - União e Reconstrução Produção: Ladies Produções Audiovisuais Editora Polifonia @editorapolifonia #laranjatanajura #leidejacob #haikai #haiku #poesia #literatura #literaturabrasileira #ministeriodacultura #leideincentivoacultura #jandaia #cadernosjandaia #bignardipapeis #editorapolifonia #flip #paraty #escritora
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6 months ago