As relações entre o acervo do MAC USP e a COLEÇÃO VERBUND, Vienna, ampliam a compreensão sobre o trabalho das artistas da exposição “Insurgências – Vanguarda Feminista da década de 1970: obras da COLEÇÃO VERBUND, Viena”. A Profa. Dra. Ana Magalhães comenta esse diálogo entre as coleções.
Visite a exposição no 3º andar do MAC USP até 28 de junho. Classificação indicativa: 18 anos.
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The relationships between the MAC USP collection and the VERBUND COLLECTION, Vienna, broaden the understanding of the work of the artists featured in the exhibition “Insurgencies – Feminist Avant-Garde of the 1970s: Works from the VERBUND COLLECTION, Vienna.” Ana Magalhães comments on this dialogue between the collections.
Visit the exhibition on the 3rd floor of MAC USP until June 28. Age rating: 18+.
#MACUSP #Insurgencias #VERBUND
Destruir para fazer a obra. Onde o passado está no presente? ✋
💬 Na entrevista realizada em 31 de agosto de 2023 para a série “Conversa de acervo: obras e artistas do MAC USP”, o artista @laercioredondo comenta a obra “Restauro” (2012), da série “Lembrança de Brasília”. Confira o trecho e assista à entrevista completa em nosso canal do Youtube! (link na bio).
👩🎨 Laércio Redondo (Brasil, PR, Paranavaí, 1967) é um artista visual que trabalha com instalações, site-specifics e imagens em movimento, promovendo o envolvimento do espectador na ativação das obras. A partir de eventos relacionados à cidade, à arquitetura e às narrativas da história, pesquisa a memória coletiva e seus apagamentos na cultura brasileira, buscando transformar a percepção do presente. #MACUSP #conversadeacervo #artecontemporanea #LaercioRedondo
🎼 | O Chorus Brasilicus – uma canção em tupi antigo que foi apresentada numa peça teatral durante a entrada do rei Felipe III, em Lisboa, em 1619 – será analisado por pesquisadores do Brasil e do exterior no Workshop Multidisciplinar Ressonâncias Coloniais, que acontece nesta semana, nos dias 14, 15 e 16, na Cátedra Jaime Cortesão da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e no Museu de Arte Contemporânea (MAC), também da USP. Ligados às áreas de música, história, literatura e linguística, os pesquisadores vão examinar “o papel da música tanto na promoção quanto na perturbação dos processos de evangelização e expansão imperial portuguesa na América no início da era moderna”, de acordo com os organizadores do evento. A entrada é grátis.
O workshop começa às 10hs30 do dia 14, quinta-feira, na Cátedra Jaime Cortesão, com a sessão intitulada Abordando o Chorus Brasilicus. Às 14 horas, também na cátedra, pesquisadores do Brasil, Estados Unidos e Portugal farão a sessão (Des)encontros no Teatro e na Festa, com moderação da professora Lisa Voigt, da Universidade Yale.
No dia 15, sexta-feira, as atividades serão realizadas no MAC. Às 10h30, acontece a sessão (Des)encontros Tupis-Jesuítas I. Às 13h30, outra sessão, intitulada (Des)encontros Tupis-Jesuítas II. Encontros Musicais é o nome da sessão que acontecerá às 15h30, com moderação do professor Guillermo Wilde, da Argentina, e participação de músicos do Brasil e de Portugal – entre eles, o violeiro, compositor e professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP Ivan Vilela.
Já no dia 16, sábado, às 15 horas, no MAC, haverá um concerto. Utilizando instrumentos de época – como guitarra barroca, arquialaúde, viola da gamba e flauta de bico -, um grupo musical executará o Chorus Brasilicus e Que He o Que Vejo, outra canção renascentista.
⚠️ Não é preciso fazer inscrição
🔍 Mais informações estão disponíveis no site da FFLCH
💡 Para saber mais, leia a matéria completa através do link disponível nos stories e na bio em “Cultura” ou acesse jornal.usp.br
📝: Editoria de Cultura
📸: Wikimedia Commons
#jornaldausp #universidadedesaopaulo #usp #musicabrasileira
No dia 14 de maio, quinta-feira, o MAC USP recebe o lançamento do livro “A Gênese da Curadoria no Brasil”, de Cristiana Tejo, publicado pela editora Propágulo. O evento ocorre no mezanino do Museu, ao lado da livraria da Edusp, e haverá bate-papo com a autora e com Guilherme Moraes, Ana Maria Maia, André Pitol e Helouise Costa. A entrada é gratuita, e haverá sessão de autógrafos após a conversa.
No livro “A gênese da curadoria no Brasil”, Cristiana Tejo revela como a curadoria brasileira nasceu da crítica de arte e se consolidou como prática de legitimação da arte contemporânea em uma história de ousadia, disputas e invenção essencial para a construção do nosso modo de ver e viver a arte na atualidade.
Muito antes de a palavra “curador” ganhar prestígio, três nomes já transformavam a forma de pensar e apresentar a arte no Brasil. Aracy Amaral, Frederico Morais e Walter Zanini romperam limites e ajudaram a fundar o papel do curador no país, consolidando a curadoria como força legitimadora da arte contemporânea.
#MACUSP #Curadoria #Eventos
Nos dias 14, 15 e 16 de maio acontece o colóquio “Ressonâncias coloniais: Abordando os (des)encontros musicais do Atlântico Moderno por meio da performance e da pesquisa”. O evento acontece no dia 14 na Cátedra Jaime Cortesão e nos dias 15 e 16 no MAC USP, com debates e apresentações musicais sobre o tema. Confira a programação completa em nosso site.
#MACUSP #Eventos
👀 | “Meu pai diz que somos da cor da cerâmica. Então eu relacionei pela arte a argila, a história e a tradição ancestral do meu povo Terena”, afirma Irineu N’je Terena, artista indígena que assina a exposição Boca do Sertão, em cartaz até 28 de junho no Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP. Na mostra, ele explora as contradições entre as narrativas sobre o progresso promovido pelo homem branco e a morte de indígenas no interior de São Paulo, ao mesmo tempo em que constrói arte como forma de expressão da identidade do povo Terena, do qual é originário. “Estou usando a arte para divulgar a história indígena esquecida”, disse Irineu ao Jornal da USP.
A curadora Fernanda Pitta explica que a exposição conta um pouco do que representaram para o sertão paulista, a partir da segunda metade do século 19, a chegada do progresso e o avanço das ferrovias, das cidades e das fazendas de gado, sempre na perspectiva indígena – incluindo a morte de indígenas, o envenenamento de rios e a derrubada de florestas. “É a partir da presença do trem, da linha, do barro e das estradas de ferro que o artista amarra esses elementos para contar essa história invisibilizada”, afirma Pitta. A ideia da exposição surgiu depois que ela se sensibilizou com uma performance em vídeo de Irineu – exibida numa televisão na exposição -, que mostra o corpo do indígena jogado sobre dormentes empilhados.
O nome Boca do Sertão – como indica a exposição – evoca a ideia de entender as origens profundas daquilo que está à beira, quase lá, ainda sem atravessar por completo, como a divisa subjetiva entre o mundo urbano construído por colonizadores e a vida indígena que existe e resiste no interior de São Paulo.
📅 Em cartaz até 28 de junho de 2026
⌚ De terça-feira a domingo, das 10 às 21 horas
📌No Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP (Avenida Pedro Álvares Cabral, 1.301, Ibirapuera, em São Paulo)
🎫 Entrada grátis
📝: Nina Nassar
📸: Nina Nassar
#jornaldausp #universidadedesaopaulo #usp #arteindigena #macusp
A exposição “Boca do Sertão: Irineu Nje’a Terena” representa uma movimentação do MAC USP para ampliar a representação de artistas indígenas no Museu e na Universidade. A Profa. Dra. Fernanda Pitta comenta sobre a importância da exposição e das pesquisas sobre o tema.
Irineu Nje’a Terena é artista indígena e convidado do projeto internacional Decay Without Mourning: Future-Thinking Heritage Practices, no qual desenvolve investigações sobre memória e agência da cerâmica terena.
A exposição constrói uma narrativa autoral sobre um passado sistematicamente silenciado: o genocídio dos povos indígenas do Centro-Oeste paulista. Confira a exposição até o dia 07 de junho no 3º andar do MAC USP.
#MACUSP #Exposicoes #BocaDoSertao
No dia 14 de maio, às 17h, o livro A gênese da curadoria no Brasil, de @cristianatejo , será lançado no @mac_usp , em São Paulo!
Na instituição que marca tanto a trajetória de Walter Zanini quanto de Aracy Amaral, dois dos curadores pioneiros investigados na obra, a autora contará sobre a pesquisa em conversa com @anamariamaia , @pitol.andre , @helouisecosta e @moraes_guilherme_ .
serviço:
das 17h-19h
Av. Pedro Álvares Cabral, 1301
A doação de 46 obras de Gilvan Samico oferecidas pelo casal Vivianne e Joaquim Falcão ao MAC USP representa novas possibilidades de pesquisa no acervo do Museu. A Profa. Dra. Ana Magalhães, curadora da exposição, comenta mais sobre o tema.
A exposição “Gilvan Samico: doação Vivianne e Joaquim Falcão” apresenta ao público esse conjunto de obras, destacando todo o arco da vida artística de um dos principais gravuristas brasileiros do século XX. Você confere essa trajetória até o dia 07 de junho no 4º andar do MAC USP.
#MACUSP #Xilogravura #GilvanSamico
O passeio pela região do Ibirapuera pede uma parada no MAC USP! Os 5 andares de exposições em cartaz são onde você se encontra com arte, pesquisa e um dos mais importantes acervos do país, com o adicional de uma vista única da cidade.
Abrimos de terça a domingo, das 10 às 21 horas, e a entrada é gratuita.
#MACUSP #Ibirapuera #ArteContemporanea