O futuro não surge do nada, ele deixa pistas no presente!
No painel “Leitores do Tempo MMXXVI”, o Rio2C reúne vozes que ajudam a interpretar os sinais que moldam comportamento, consumo e cultura. Um convite para entender como as tendências emergem, se consolidam e apontam para novos cenários.
Com destaque para André Carvalhal, ao lado de Obirin Odara e com mediação de Juliana Wallauer, o encontro conecta pensamento crítico, visão de futuro e leitura de contexto para quem quer antecipar movimentos e tomar decisões mais estratégicas. Ele vai acontecer no dia 27 de maio, às 10:15, no Palco Future-U.
Garanta a sua credencial para assistir esse painel!
Onde tem patrocínio, tem Governo do Brasil.
@petrobras@govbr #Rio2C #Rio2C2026
Mamileiros e Mamiletes, bora ser o algoritmo que a gente quer ver no mundo? 💖
Para ficarmos ainda mais pertinho, criamos o Canal de Transmissão do Mamilos.
Uma comunidade só nossa, feita de muita troca e diálogo!
Lá vai ter:
🎙️ Episódios novos em primeira mão
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💬 Canal direto para você sugerir pautas, convidados e dar pitaco nos programas
Vamos deixar o algoritmo de fora e construir esse espaço juntos?
Só nós e vocês!
Qual é o verdadeiro custo de uma fraude bilionária?
No episódio dessa semana, @jwallauer traz uma reflexão importante sobre o Caso Master: mais do que o dinheiro, o que se destrói é a nossa crença nas instituições.
Confiança é o lastro da sociedade. Sem ela, não existe mercado, nem relações que parem de pé.
Quando esquemas gigantescos acontecem e parecem corromper todo o sistema, é fácil cair num niilismo perigoso e achar que “nada mais tem jeito no Brasil”.
Mas fechar os olhos e ceder a essa descrença também não é o caminho.
Vem refletir com a gente e entender mais sobre o início e os desdobramentos do Caso Master.
Já disponível no YouTube e no Spotify 🎙️
Uma menina não é um problema a ser “resolvido” com um casamento. Ela é o futuro da família, e no futuro a gente investe com educação, tempo e cuidado.
Mudar a realidade do casamento infantil passa diretamente por como enxergamos as nossas meninas. No episódio da semana, @jwallauer trouxe um ponto central para a mesa: a gente precisa puxar essa conversa pela valorização.
Já deu o play no episódio? O papo completo com o pessoal da @planbrasil já está no ar no YouTube e no Spotify
Estarei no @Rio2C oferecendo mentoria durante uma manhã inteira. Quer falar sobre transição de carreira, sobre estratégia de comunicação ou sobre empreendedorismo comigo? Então corre pra se inscrever ❤️
O @sxsw ainda aponta o futuro ou só organiza o que já aconteceu? 🧠
O Braincast voltou de Austin pra fazer o que a gente faz há mais de uma década no @b9.com.br : separar o que é sinal do que é só barulho.
Começamos pelas primeiras impressões da edição 2026 — o clima, as mudanças e a presença brasileira (cada vez maior… e mais questionada).
E depois mergulhamos nos 10 grandes temas que atravessaram o festival. Sem hype pelo hype. Sem oba-oba.
Pra essa conversa, @cmerigo recebe @danisarden , do @picpay , @beatrizguarezi , da @bitstobrands , @julianavnascimento , do @_brivia , e @jwallauer , do @mamilospod
Pra quem foi, pra quem quer ir ou só quer entender que bicho é esse SXSW.
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Tem uma sensação estranha no ar: de que tudo está ficando igual. A mesma arquitetura, os mesmos logos, os mesmos vídeos, o mesmo jeito de falar.
No @sxsw 2026, Gulay Ozkan propôs uma virada importante: talvez o problema não seja falta de criatividade individual. Talvez seja o ambiente.
Mercados, mídia e algoritmos formam um ecossistema que empurra tudo para a média.
Não elimina a diferença, mas torna ela cada vez mais rara, menos visível, menos sustentável.
E tem um agravante: a tecnologia acelera tudo, menos a nossa capacidade de processar, sentir e dar sentido. Nesse descompasso, a criatividade não desaparece, ela fica sitiada.
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Sam Jordan, estrategista da @futuretodaystrategygroup , foi ao @sxsw 2026 com uma tese incômoda: a IA não está apenas acelerando indústrias, está invertendo a lógica de como elas funcionam.
Três fluxos estão sendo virados de cabeça para baixo simultaneamente: como as coisas são criadas, como o conhecimento é produzido e como líderes são formados.
O último é o mais preocupante. Se a IA já ocupa boa parte do trabalho júnior — justamente o trabalho que sempre serviu de treino, erro e formação — onde vamos fabricar experiência? Caráter vem da pressão, de estar errado na frente dos outros, de ter que permanecer no desconforto. Automatizar essa etapa pode aumentar produtividade e esvaziar o lugar onde líderes eram forjados ao mesmo tempo.
A proposta de Jordan: fazer uma auditoria de fricção dentro das organizações. Mapear o que os processos antigos geravam como subproduto e pensar como recolocar isso de propósito nos novos fluxos.
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A sensação é comum: comparação constante, pressão econômica e a IA mudando o jogo mais rápido do que dá para acompanhar. Resultado: muita gente se sente perdida na própria carreira.
No @sxsw 2026, o futurista Mike Bechtel propôs um caminho mais prático: transformar o conceito de ikigai em um dashboard de carreira, que cruza paixão, competência, propósito e dinheiro — não como ideal abstrato, mas como ferramenta de decisão.
A ideia não é prever o futuro, mas criar direção, medir progresso e ajustar a rota ao longo do caminho. Com a IA como copiloto, não como ameaça.
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Durante muito tempo, a conversa sobre IA nas empresas girou em torno de engenharia de prompt: aprender a escrever bons comandos para extrair melhores respostas dos modelos.
No @sxsw 2026, @neilredding propôs outra virada: isso já ficou pequeno.
À medida que agentes de IA começam a raciocinar, lembrar contexto e participar das decisões, o verdadeiro diferencial deixa de ser o prompt e passa a ser o contexto que a organização consegue organizar, compartilhar e usar.
No novo cenário, liderar não é apenas distribuir tarefas. É orquestrar humanos, agentes e sistemas que aprendem em tempo real.
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Durante anos, excesso foi vendido como sinônimo de liberdade: beber mais, produzir mais, consumir mais, estar sempre online.
No @sxsw 2026, o cientista comportamental Jon Levy sugeriu que esse modelo começou a perder prestígio. Para ele, a moderação está ganhando espaço não como penitência temporária, mas como mudança de identidade — um jeito mais sustentável de organizar hábitos, atenção e relações.
No fundo, a questão não é só saúde ou autocontrole. É também uma crise de conexão: quanto menos vínculos sociais temos, mais difícil fica reorganizar a própria vida.
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Antes da primeira palavra, a roupa já disse muita coisa. Segundo a neurocientista Heather Collins, o cérebro leva cerca de 100 milissegundos para começar a formar julgamentos sobre quem somos — e o que vestimos pesa nessa leitura.
No @sxsw 2026, ela explicou como o look pode gerar confiança, chamar atenção ou até servir como âncora emocional para entrar no estado mental que queremos.
No fim das contas, escolher roupa também é escolher que tipo de cérebro queremos ativar nos outros — e em nós mesmos.
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