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Vik Muniz

@vikmuniz

Visual Artist, Student of Media, Maker of Delicious Pasta @escolavidigal @spectaculu @artolution @unesco @orabodogalo @lugarcomumsj @serradosletreiros
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Nada supera um bom figurino de vilão do tokusatsu japonês. Tenho um carinho especial pelo design de figurinos exagerado e direto ao ponto, característico do gênero tokusatsu. Um gênero de cinema e televisão singularmente japonês, o tokusatsu é muito amado pelo uso de efeitos especiais práticos. Nada de tela verde, nada de CGI. Cada figurino é vestido por um ator humano e projetado para o movimento. Eles são feitos para serem usados ​​em combate. Há uma variedade hilária de motivos visuais quando se trata dos trajes dos vilões. Eles podem assumir a forma de uma bola de basquete, de um piano ou de um vegetal fantasticamente grotesco. Tudo é muito literal. Os figurinos são desenhados para comunicar de forma óbvia um tema ao público mais jovem, que talvez queira comprar a versão em brinquedo. Tematicamente, os vilões do tokusatsu frequentemente representam a corrupção de algo puro ou natural: a ciência que deu errado, a natureza deturpada pela poluição, a tradição pervertida pela ganância. Os figurinos são interpretações muito literais da maldade que cada vilão encarna, sendo singularmente japoneses tanto no tema quanto na execução. Esta é uma seleção de figurinos que abrange das décadas de 1970 a 1990. A maioria deles vem de *Super Sentai*, a franquia arquetípica do tokusatsu (e uma inspiração óbvia para *spin-offs* ocidentais como *Power Rangers*). É difícil escolher um favorito, mas o vilão com tema de basquete certamente está entre os melhores. É difícil escolher um favorito, mas o vilão com tema de basquete certamente está entre os melhores. Via @theinhibitionist
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1 day ago
Come tonight to my opening in Chelsea!!!
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2 days ago
🔙 #têbêtêCCBB Já pode sentir saudades de A Olho Nu? 💖🥹 Hoje relembramos essa mostra que ocupou o MAC_Bahia e despertou olhares curiosos, atentos e cheios de imaginação durante os meses em que esteve na capital baiana.   Através de suas obras, Vik Muniz transformou a visão em convite: perceber detalhes e redescobrir diferentes formas de enxergar a arte. Foi incrível!  • Onde tem patrocínio, tem Governo do Brasil (@govbr ) • #CCBBSalvador #CCBBSalvadorBahia #CulturaNoCCBB #Museu GovernodoBrasil
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2 days ago
0 indiscreto ícone da moda finalmente recebe a atenção que sempre mereceu! Eu conheci Isabella em uma abertura de exposição no MAM, em Salvador em 1999. Aquela pessoa estranha passou por mim e eu reconheci o vestido que ela usava, pois o havia fotografado para um editorial da Time Magazine no ano anterior. Eu havia botado o vestido emprestado em mim mesmo para fazer graça depois do shoot e o manchei de vinho no forro. Junya Watanabe! Disse a ela, e ela surpresa, respondeu: como é que você sabe? Porque eu já usei esse vestido aí, retruquei! Impossível! É um único modelo, respondeu ela um pouco irritada! Eu disse a ela que havia manchado o forro da peça emprestada e pedi licença para lhe mostrar. Quando ela viu a mancha, berrou para o seu amigo, Michael Roberts, para que esperasse pois havia encontrado um futuro amigo. E assim permanecemos amigos até a sua morte em 2007. Sempre que ia para Londres, a encontrava mais excêntrica e maravilhosa. Isabella foi uma das pessoas mais fascinantes que eu já conheci. Acaba de ser anunciado que Olivia Colman interpretará Isabella Blow, ao lado de Russell Tovey como Alexander McQueen! Trata-se de um curta-metragem; no entanto, há também uma cinebiografia em produção prevista para breve. Neste filme, Isabella será interpretada por Andrea Riseborough, Alexander McQueen por Joe Cole, Philip Treacy por Fionn O’Shea e Daphne Guinness por Stacy Martin. É maravilhoso ver os holofotes voltados para Isabella e ver sua história sendo contada! Ela fez tanto pela moda e inspirou tantos designers e artistas! ♥️✨ Fotos de @mariotestino , @diegouchitel , @miguelreveriego , @ellenvonunwerth , @helmut_newton_photography e @showstudio ! Via @sonchapeau
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3 days ago
Mutações Botânicas! Via @fuckmyeyes
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4 days ago
Casa Vicens, Antoni Gaudí – Gràcia, Barcelona, ​​Espanha, 1883–1885 Antes que o mundo conhecesse Gaudí, ele construiu esta casa, a qual demonstra que, não importa quanto tempo passe, aquilo que é bem-feito desde o início perdurará por anos, no caso, séculos. Este foi o primeiro projeto de Gaudí, realizado logo após sua graduação na faculdade de arquitetura, aos 31 anos. Manuel Vicens encomendou-lhe uma casa de veraneio no que era, à época, um vilarejo tranquilo nos arredores de Barcelona, ​​chamado Gràcia. O arquiteto entregou uma obra-prima. A fachada, por si só, já é uma declaração. O estilo foi fortemente influenciado pelas arquiteturas moura, islâmica, japonesa e indiana. O que torna a Casa Vicens notável é que ela não parece uma tentativa inicial; parece, sim, o trabalho de alguém que já sabia exatamente o que estava fazendo. *Este conteúdo destina-se exclusivamente a fins educacionais. Todas as informações foram obtidas no site oficial da Casa Vicens, no *This is Colossal* e na *AD Magazine*. Via @archived.spaces Fotografia de David Cardelús e Laura Staugaitis
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5 days ago
Feliz Dia das Mães para a Celeste, que é a melhor pessoa que eu conheci em toda a minha vida.
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6 days ago
Uma Homenagem a Um dos Mais Queridos Arquitetos Paisagistas. Nigel Dunnett figura entre as principais referências do que hoje se conhece como design de plantio naturalista — um movimento que transcende a mera estética de jardins para estabelecer uma verdadeira ecologia do design. Seu recente falecimento, após um período de enfermidade, marca a perda de uma voz decisiva na prática paisagística contemporânea. Seu trabalho fundamenta-se no conceito de comunidades vegetais projetadas, entendidas como arranjos botânicos concebidos como sistemas funcionais — inspirados na dinâmica dos ecossistemas naturais, porém plenamente integrados aos contextos urbanos. Essa abordagem combina rigor científico, uma leitura precisa da sucessão ecológica e uma ambição estética plenamente articulada. Ela estabelece a paisagem viva, evolutiva e sazonal como um novo paradigma, no qual a biodiversidade atua simultaneamente como estrutura e expressão. Suas colaborações institucionais — inclusive em proeminentes ambientes da realeza britânica — reforçam uma visão da paisagem resiliente, concebida tanto como performance ecológica quanto como uma linguagem visual controlada. Em projetos como os Jardins do Barbican, a transformação do fosso da Torre de Londres e seu próprio jardim-laboratório experimental, Dunnett emprega uma gramática vegetal baseada em matrizes de gramíneas, perenes e anuais, capazes de auto-organização ecológica. No Barbican, ele estabelece gradientes microclimáticos estruturados que revelam uma leitura quase arquitetônica do mundo vivo. Na Torre de Londres, o projeto *Superbloom* intensifica essa lógica de explosão temporal, na qual a floração se converte tanto em um evento paisagístico projetado quanto em uma experiência espacial coletiva. Obrigado, Dr. Dunnett, por restituir à paisagem sua própria inteligência. 🕊️🌿 📸 Créditos: Rachel Warne, Jac Semmler, Nigel Dunnett, Historic Royal Palaces, RHS. Via @1day1architect
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8 days ago
Eclipse Solar em Veneza, 8 de julho de 1842. Por Ippolito Caffi (1809–1866). Coleção particular. Óleo sobre tela, aproximadamente 84 × 152 cm. Caffi capturou um momento único: toda a cidade mergulhada em uma sombra misteriosa enquanto a lua cobria o sol. Da Fondamenta Nove, uma pequena multidão observa em silêncio a transição do céu de um azul brilhante para um crepúsculo repentino. Um raio de luz corta a escuridão, criando um contraste quase teatral. Em vez de buscar um registro científico preciso, Caffi concentrou-se em transmitir o deslumbramento e a emoção de testemunhar um evento tão raro. O mais impressionante é que Caffi pintou esta cena apenas algumas semanas depois de presenciá-la. A memória estava tão fresca que a tela parece carregada daquela mistura de admiração e reverência que um eclipse total pode inspirar. Quase se pode sentir o silêncio, o frio repentino e a sensação de testemunhar algo que une o céu e a terra. Caffi capturou um momento único: a cidade inteira mergulhada em uma sombra misteriosa enquanto a lua cobre o sol. O evento real pode não ter sido exatamente assim, mas Caffi exagerou a luz e a sombra para intensificar o drama. Ele não queria mostrar o que viu literalmente, mas o que sentiu: a força quase mística de um momento em que a luz desaparece e tudo fica suspenso, como se o próprio tempo tivesse parado sobre a lagoa veneziana. Via @inspiraggio
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11 days ago
Artista Coreano transforma tecidos de jeans em complexas paisagens urbanas. À primeira vista, essas paisagens urbanas parecem pinturas ou fotografias de notável precisão. No entanto, são inteiramente feitas de jeans reciclados. Através de seu trabalho, a artista sul-coreana Choi So-Young transforma um material cotidiano em impressionantes cenas arquitetônicas de notável riqueza. Seu processo é baseado em uma técnica meticulosa: ela corta diferentes partes do jeans — costuras, bolsos, áreas desgastadas ou desbotadas — para aproveitar todos os tons de azul. Sem usar tinta, ela recria luz, sombras e profundidade unicamente através das variações naturais do tecido. Cada fragmento é então cuidadosamente montado para formar composições complexas e imersivas. Suas obras frequentemente retratam ambientes urbanos densos: escadarias vertiginosas, fachadas entrelaçadas, vielas estreitas e arquiteturas sobrepostas. O nível de detalhe é tão alto que o olhar hesita entre colagem têxtil e imagem realista. De longe, tudo parece perfeitamente coerente; de ​​perto, o tecido revela toda a construção da imagem. Além da proeza técnica, seu trabalho também carrega uma forte dimensão ecológica. Ao reutilizar calças jeans desgastadas, ela dá uma segunda vida a materiais que seriam descartados, ao mesmo tempo que questiona nossa relação com o consumo e os objetos do cotidiano. Via @curious.e.y.e
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15 days ago
ARTE | A mostra “Vik Muniz – A olho nu”, a maior retrospectiva do artista, chega ao Rio de Janeiro em maio. Em cartaz de 20 de maio a 7 de setembro no CCBB, a exposição apresenta mais de 200 obras que percorrem mais de três décadas da trajetória do paulistano, conhecido internacionalmente por investigar os limites entre imagem, matéria e percepção. Sob curadoria de Daniel Rangel, diretor do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da Bahia, a mostra reúne esculturas do início de carreira, pouco conhecidas do grande público, às célebres séries fotográficas que marcaram a popularização do trabalho de Muniz. Dentre os destaques, estão duas obras de “Imagens de sucata”, série que inspirou a arte produzida para a abertura da novela das 21h da TV Globo “Passione” (2010). 📍 CCBB, Centro. 🗓️ De 20 de maio a 7 de setembro. Qua a seg, das 9h às 20h. 💲Grátis. 💻📱Para mais informações, confira o site do @rioshowoglobo . LINK NA BIO
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19 days ago
Os pombos são os piores construtores de ninhos de todas as aves. Eles estão por toda parte, mas suas habilidades para construir ninhos são surpreendentemente precárias. Enquanto a maioria das aves constrói ninhos cuidadosamente isolados e estruturados, os pombos frequentemente põem seus ovos em concreto exposto, galhos soltos, varandas ou até mesmo em objetos domésticos aleatórios. Seus ninhos geralmente parecem acidentais em vez de construídos. Pesquisadores afirmam que isso acontece porque os pombos se adaptaram à vida urbana ao longo de gerações. Em vez de dependerem de materiais naturais como outras aves, eles aprenderam a depender de edifícios e estruturas humanas que já oferecem superfícies planas e seguras. A conveniência tornou-se mais importante do que a habilidade. Mesmo com esses ninhos desarrumados, os filhotes de pombo ainda conseguem sobreviver, o que demonstra o quão bem a espécie se adaptou aos ambientes urbanos. Via @future_biotechnology
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21 days ago