O Sertão Negro celebra a presença de artistas brasileiros na 61ª Bienal de Veneza, intitulada “In Minor Keys”, concebida a partir do legado curatorial de Koyo Kouoh. A camaronesa foi a primeira pessoa de origem africana responsável pela curadoria da Bienal, em que buscou explorar, nos tons menores e frequências mais baixas, a atenção nas poesias insurgentes de vida em meio a épocas turbulentas.
Na última semana, foi aberta ao público a mostra geral e também o Pavilhão do Brasil com a exposição “Comigo Ninguém Pode”, com curadoria de
@dianelima , onde a curadoria buscou tecer diálogos entre as artistas
@adrianavarejao e
@rosanapaulino.oficial
Celebramos, em especial uma de nossas maiores referências, que conta nossas histórias densas com maestria e sensibilidade, e que dá nome à nossa Biblioteca Rosana Paulino, no Sertão Negro.
Destacamos, ainda, a presença de em
@eustaquioseven e suas camadas de alquimías sobrespostas de nossas memórias, parceiro de residências, trocas e muitos projetos que ainda florescerão dentro do Sertão Negro. Além disso, celebramos a presença do artista
@ayrsonheraclito , na exposição principal.
Representando o Sertão Negro, a curadora Melissa Alves esteve presencialmente em Veneza de 6 a 11 de maio, prestigiando os artistas brasileiros nessa importante edição da Bienal. Melissa cita que a presença de artistas no cenário internacional potencializa e amplifica nossas narrativas, a partir dos menores tons, estratégicos para que hajam espaços de escuta, continuidade e reelaborações de histórias.
Parabenizamos a todos e todas as artistas, curadores e equipes envolvidas.