Andrea Lalli

@lalli.andreaa

☆ Dignidade e Luta •16/05 - 22/11 @ims.paulista ☆ Mormaço • 23/05 - 04/07 @galeriamamute doutoranda @iaunicamp [email protected]
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Quando eu era criança, meu pai me levou algumas vezes pra visitar o CCSP, lembro de vermos as exposições nas férias, quando pegávamos metrô pro centro, me contando como aquele espaço fazia parte da sua história quando mais novo. Meu avô, que foi por anos cobrador de ônibus em linhas do centro de SP, apesar de sempre passar na frente do CCSP, nunca tinha entrado ali. E entrou pela primeira vez com 89 anos, se vendo em linhas de cultivo de jardim e preparo de salada de fruta, vendo as mãos de minha vó preparando uma pimenta que a gente amava, e uma homenagem que meu pai escreveu sobre ela num relato que ele partilhou. "Tecituras de fé" é um sonho se realizando - que antes eu nem sabia que podia sonhar com isso - na base de fé, confiança, paciência e de tecituras de imagens que firmam historias que queremos contar, com imagens que fiz de tudo pra que fossem algo que eu também gostaria de ver. A maior herança que recebi foi a fé dos meus antigos, passadas pelos meus avós, pelos meus pais, e por pessoas que confiam em mim uma história e que tbm confio nelas, num exercício de cuidado de ambas as partes - de quem a enuncia e de quem a costura. Agradeço às pessoas que participam dessa exposição através da contribuição de seus relatos: @_danirampe @danipitchula @crlorrane @inanteles @nieta_____ @ateliesexta @ceramicacelia @linhac0ntinua @t44te_ @tetymovie @bru.vitorino e meu pai Valdir Freitas Agradeço à equipe de artes visuais do CCSP: Adelaide, Victor Hugo, Karen, Laura Agradeço à equipe de montagem: Alexandre, Júlio, Gabriel, Ronis. @luccacalves pela edição dos áudios @nieta_____ por construir junto em cerâmica um dos trabalhos da mostra Agradeço à minha família, amigues, meu parceiro de vida @sonhaderek cada pessoa que foi lá lá sábado celebrar isso comigo. ✨️✨️✨️✨️ quem tiver por SP, convido vcs a vivenciarem um pouco desse processo visitando a exposição e dos 23 artistas maravilhoses desssa 33a edição do Programa de Exposições do CCSP, que fica em cartaz até 16/06. ✨️✨️✨️✨️ As fotos lindas são da minha irmãzinha @beatrizlalli Última foto: @natamediniz
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2 years ago
Com muita alegria venho fazer um convite para virem na abertura da minha primeira exposição individual, como parte do 33o Programa de Exposições do @ccspoficial Tenho a honra de estar nesse espaço com mais 23 artistas incríveis. O projeto que vou expor, "Tecituras de fé", faz parte de uma pesquisa que desenvolvo desde 2021, quando fiz um chamamento convidando pessoas cujas histórias de vida são atravessadas pelo apagamento histórico, a me enviarem um relato em áudio ou texto sobre uma memória ou história sua. Essa pesquisa inclui um processo autobiográfico meu, feito a partir de memórias de minha família paterna. Estou realizando um sonho em compartilhar esse processo de muita paciência, força, escuta e construção coletiva num espaço tão importante pra minha trajetória. Faço esse convite a virem celebrar esse momento comigo e prestigiarem os trabalhos dos 23 artistas presentes na mostra. A expo fica em cartaz de 16/3 até 16/6. ✨️✨️✨️ A abertura é esse sábado, 16/3, das 15h00 às 20h00 ✨️✨️✨️
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2 years ago
Últimos dias pra visitar a exposição "Tecituras de fé", em cartaz no CCSP como parte do 33º Programa de Exposições do CCSP. Gostaria de agradecer todas as pessoas que colaram ao longo desses três meses pra prestigiar meu trabalho e dos 23 artistas com suas exposições individuais. Foi especial demais poder expor essa pesquisa tecida em coletivo num espaço público e gratuito tão importante na minha trajetória e de tantas pessoas que se deslocam por SP. Encerrando esse ciclo com fé nos caminhos, sonhos e mtos corres por vir 💫 ____________________ ✨️✨️Se vc tá por SP e ainda não viu, dá pra visitar até esse domingo 16/6 no CCSP. ✨️✨️ visitação: terça a sexta, das 10:00 às 20:00, sábado, domingo e feriados: das 10:00 às 18:00. ____________________ Fotos 1 a 4: @daisy_aserena ✨️ Foto 10: "Ponto atrás", trabalho feito em parceria com @nieta_____ ✨️
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1 year ago
"Quinta-feira”, bordado, costura, pigmento de terra, bijuteria, acrílica e ripa de madeira sobre lona, 29 x 76 cm, 2026.  –  Trabalho feito a partir de uma imersão na residência Casco Pós Balsa, @cascoresidencia em 2025. Durante a residência, me dediquei a olhar histórias e memórias relacionadas à pesca e às águas da represa Billings, particularmente no território do Pós Balsa, em São Bernardo do Campo. Sherley foi uma das pessoas com quem conversei, e que generosamente compartilhou um pouco do costume da pesca na sua família, tradição que herdou do seu pai, seu Salvador. Hoje em dia Sherley pesca na própria represa, mas também viaja até Anhembi, interior de São Paulo, e vende tilápias numa feira que tem às quintas, no Pós-balsa.  Tenho tecido “Quinta-feira” desde setembro de 2025. São mais de oito meses convivendo com as costuras, bordados e suturas que envolvem essa ideia. Muita coisa mudou na minha vida de lá para cá; talvez, por isso, hoje eu resolvesse esse trabalho de outra maneira. Me dedicar a um fazer artesanal e lento - muitas vezes incompreendido dentro do sistema da arte - acaba sendo uma fissura na dinâmica de um “produto”. Os pontos firmados me lembram quem já fui, o que já pensei. Mesmo em um processo contínuo de descosturar - muitas vezes necessário -, chega um momento em que já não dou conta de toda a mudança que acontece ao longo de oito meses de trabalho. Uma feitura que envolve escuta, um deslocamento de mim mesma e ser atravessada pelas mudanças territoriais e estruturais que perpassam minha vida nesse período. De toda forma, vale lembrar do tempo alargado que presenciei na feira do Pós-balsa, onde não há uma pressa aparente. Tal como o tempo que envolve a pesca feita por Sherley e sua família, talvez seja esse demorar-se nas imagens que tenho buscado também.
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5 days ago
"Você não se esqueça", bordado, costura, crochê e bijuteria sobre cerâmica com argila coletada do Pós-balsa, 18 x 10,5 cm, 2026. Esse trabalho integra uma pequena série de três trabalhos que produzi durante a 5a edição da residência @luis_maluf . Durante esse período, olhei algumas fotos de família pra pensar a presença do bordado como um sonho, a partir de três sonhos que tive na primeira semana de residência. No terceiro sonho vi esse objeto - que se sustenta junto às duas imagens de pinturas bordadas, tecidas durante os dois últimos meses. Tenho me interessado por camadas de invenções que posso atribuir à memória, parece que quando me dei conta de que os trabalhos que tenho feito não se pretendem presentificar algo, mas inventar, pude iniciar uma outra experiência no meu processo de criação. -- Dia 19/03 encerrou a exposição Voragem e Vertigem - com a curadoria cuidadosa de Igor Simões, Melissa Alves, Rodrigo Lopes e Walter Arcela-, que reuniu os trabalhos e pesquisas desenvolvidas durante a residência. Finalizando esse ciclo, agradeço às trocas especiais com os curadores, artistas, à equipe da galeria, e a cada pessoa com quem pude conviver nesses últimos meses. "Você não se esqueça", "Chovia muito naquele tempo, e "Nós cuidavamos das abelhas e elas cuidavam de nós" - títulos dos trabalhos desenvolvidos nesse contexto - são frases do meu vô, seu Luiz, com quem tenho tido a sorte de conviver e escutá-lo em vida, nas suas próprias invenções e memórias importantes de serem firmadas. Terceiro sonho de três. Foto 5: @jeybrds
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1 month ago
“Nós cuidávamos das abelhas e elas cuidavam de nós”, acrílica, pigmento de terra, bordado, costura, bijuteria e ripa de madeira sobre lona, 19 × 25 cm, 2026. -- Um dos três trabalhos desenvolvidos durante a 5ª edição do Programa de Residência Luis Maluf. A partir de um interesse em investigar aspectos oníricos no meu trabalho, olhei para algumas fotos de família e experimentei sobreposição de imagens e assuntos que apareceram em três sonhos que tive na primeira semana da residência. Sonhei que um antigo familiar me visitava e me contava algo sobre a presença dos meus avós nas imagens que crio. Meu avô me disse que lembra de como meu bisavô, João Piaba, quando ainda viviam em Jacobina (BA), tinha um cuidado profundo com as abelhas e com a produção de mel, que eles cuidavam delas e elas cuidavam deles. Na fotografia (foto 11) estão meus bisavós, D. Angelina e João Piaba, junto do meu avô, seu Luiz, já na casa onde passaram a viver em Pirituba, após a migração para São Paulo. Segundo sonho de três. Um agradecimento especial à @vanessaaciolyart , com quem pude conviver durante esse período de residência e que generosamente me deu um pigmento de terra branca, por ela coletado. Depois, conversando, nos demos conta da bonita coincidência de que esse pigmento veio da Chapada Diamantina, território de origem dos meus avós. ✨️ A exposição coletiva Voragem e Vertigem reúne os trabalhos e pesquisas desenvolvidos pelos 12 artistas residentes durante o período da residência, com coordenação de curadoria de Igor Simões, e curadoria de Melissa Alves, Rodrigo Lopes e Walter Arcela. A mostra fica em cartaz até 21/03 na @luis_maluf . Deixo o convite para quem estiver em SP visitar. ✨️
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2 months ago
Desde o início de janeiro tive a oportunidade de participar da 5ª edição do Programa de Residência Luis Maluf, compartilhando um espaço coletivo de ateliê com artistas que muito admiro, além de conversas generosas com a coordenação de curadoria de Igor Simões e com os curadores residentes Melissa Alves, Rodrigo Lopes e Walter Arcela. A residência também foi constituída por visitas a instituições e encontros com artistas referências, como Cinthia Marcelle, Dalton Paula e Sônia Gomes. O tempo tem sido desafio e força no meu processo. Bordados ornamentados demandam um tempo suspenso, de estar entre lugares, exercícios de se demorar. A fotografia sempre foi um terreno sensível pra mim, a partir dela posso inventar e atribuir camadas de tempo e de imagem para além do que está contido ali. Há algum tempo eu queria trazer uma dimensão mais onírica pro meu trabalho, experimentar outras construções de imagem. Curiosamente, pensando o bordado como um lugar de sonho e invenção, fui presenteada com três sonhos durante a primeira semana de residência. A partir deles surgiu a ideia para os trabalhos desenvolvidos ao longo desses dois meses: três sonhos, três trabalhos. No primeiro sonho eu via um rio no céu. Peixes transparentes nadavam lentamente. Dentro de mim eu sabia qual rio era aquele, mas me perguntava como aqueles seres encantados podiam habitar um rio que foi tão negligenciado. Havia vida acima da minha cabeça - quanto mais eu questionava, mais seres surgiam naquele rio suspenso. Na fotografia (foto 13) estão minha vó Edite, minha tia Zane e minha tia-avó Creusa, na casa em Pirituba, já anos depois do processo de migração de Jacobina (Bahia) para São Paulo - na casa que meus avós construíram, onde meu vô mora até hoje. Como disse generosamente @igormsimoes em uma de nossas conversas: tenho olhado a fotografia para poder sonhar imagens. Primeiro sonho de três. "Chovia muito naquele tempo", acrílica, pigmento de terra, bordado, costura, bijuteria e ripa de madeira sobre lona, 53 x 24 cm, 2026. ✨️A exposição coletiva Voragem e Vertigem reúne os trabalhos desenvolvidos durante esse período de residência, fica em cartaz até 23/03 na @luis_maluf ✨️
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2 months ago
"Seu Salvador e a pesca de lambaris", acrílica, pigmento de terra coletado da represa Billings, bordado, miçangas, crochê e costura sobre lona, 39 x 56 cm, 2026. Seu Salvador é pai de Sherley, moradora do Pós Balsa, Riacho Grande, em São Bernardo do Campo. Sherley, que vive da pesca até os dias de hoje, me contou que, durante sua infância, seu Salvador pescava lambaris de madrugada - uma pesca que atualmente é proibida no Pós Balsa, por conta do tamanho da trama rede de pesca. Lambari é outro nome pra piaba - que dá o nome do meu bisavô, João Piaba. Esse trabalho compõe uma série de trabalhos que desenvolvi durante a residência @cascoresidencia em 2025, finalizado recentemente. Em breve teremos uma exposição coletiva com os trabalhos desenvolvidos durante esse período de pesquisa e imersão ✨️
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3 months ago
Muito feliz em compartilhar que nos dias 10 - 13 de fevereiro, das 14h às 17h, estarei no @sescbelenzinho propondo a vivência Ornamento, Matéria e Memória, como parte da programação educativa da exposição Ònà Irin: caminho de ferro, da artista Nádia Taquary, em cartaz na unidade. Nessa oficina vou propor uma imersão prática e reflexiva acerca de memórias de objetos e relicários familiares que antecederam nossa história. Com base nessas lembranças, as pessoas participantes serão convidadas a criar pequenas imagens ou esculturas ornamentadas, utilizando materiais diversos – como linhas, tecidos, miçangas, fios metálicos e outros elementos de bordado e bijuteria – disponibilizados durante a atividade. Agradeço @bruna.dejesus.37 pelo convite pra essa partilha ✨️ Gratuito e não precisa de inscrição prévia. Vem? ✨️✨️
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3 months ago
Ao olhar pontas isoladas da represa Billings, um dos meus incômodos insurgentes foi a ideia de águas represadas e enfurecidas, desvios de rios. Em conversa com meu pai - que sempre traz um olhar generoso pra questões aparentemente não retornáveis - passei a me dar conta de que a construção de uma represa, entre tantos tensionamentos de gestões políticas, tinha um intuito em sua provocação: guardar água.  Durante a @cascoresidencia me aproximei dos detalhes que constituem sua margem: pedras que brilham, terras avermelhadas e uma argila laranja, arenosa, que respondeu muito bem quando acrescentei pigmentos que coletei da sua própria margem. Minha ideia impulsiva era fazer uma moringa - não foi de hoje que elas me apareceram em sonhos, mas, desde então, quebradas e insustentáveis no mundo onírico.  Após dias imersa nessa moldagem, eu insistia em “fechá-la”, fazendo alusão a algo do meu imaginário. Depois de uma insistência de quase teimosia, sempre que estava encerrando a peça, ela desmoronava pela metade. Um topo insustentável. @laurakhalloub , que compartilhou tempo e presença comigo nesse período, já atenta aos tempos de outros microrganismos, me disse calmamente: “Lalli, às vezes a gente quer que as coisas saiam de um jeito que está na nossa cabeça, mas elas não se dão assim. Você quer fechar a argila, mas ela não quer ser fechada, ela quer estar aberta, porque ainda é água.” Essas palavras - firmes e bem posicionadas -  abriram um processo de maior porosidade, sobre como eu também poderia me moldar diante dessa matéria. Fiquei dias fazendo miçangas com o mesmo barro, misturando pigmentos brilhantes das margens da represa. Em sonho me vieram as cores - sutis - que estariam ali. Um crochê intuitivo, uma costura que fluiu como um rio que sabe seu percurso depois que parei de tentar moldá-lo.  Agradeço às trocas com @laurakhalloub @nieta_____ @artes.mak , @anitakraggio que fez o registro da última foto, @nadia.bosque pela queima da peça @dereks.ouzas que esteve comigo nessa tarde bonita pra fazermos os registros na represa ✨️Represar [dentro] - cerâmica com argila do Pós Balsa, crochê, costura e miçangas, 2025. Registros foram feitas no prainha, Grajaú✨️
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5 months ago
“Marias - Domingo no Grajaú”, acrílica, pigmento de terra, bordado, costura, tecido, bijuteria e  ripa de madeira sobre lona, 30 x 53 cm, 2025. Desde 2022 moro no Grajaú. Por estar próxima de um dos maiores reservatórios de água doce da região metropolitana de São Paulo - a represa Billings -, venho pensando sobre nossa relação com essas águas, particularmente de pessoas de meu convívio que vivenciam a represa. Neste trabalho, investiguei imagens de um cotidiano de frente à Billings, que, em algumas tardes de domingos, pude presenciar a relação de D. Maria do Rosário e D. Maria Aparecida -  moradoras do Cocaia, no Grajaú -, com seus quintais e possíveis transbordamentos da presença da represa no seu dia a dia.  ✨️ Este trabalho faz parte de uma pequena série que tenho desenvolvido ao longo desse ano a partir da oportunidade de ser uma das artistas convidadas da residência Casco pós-Balsa - @cascoresidencia -, um projeto que atua na região do Pós-Balsa, em São Bernardo do Campo, São Paulo, às margens da Represa Billings. Em breve trago mais novidades sobre esse processo e um pouco da pesquisa que tenho me dedicado nos últimos meses ✨️
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7 months ago
A represa Billings tem estado presente na minha vida: acompanhei de perto o processo de desapropriação das casas nas margens do Cantinho do Céu, no Grajaú e, por morar perto dela, frequentemente penso nas contradições de estar ao lado do maior reservatório de água de SP, cidade que escolheu enterrar muitas de suas águas em nome do "progresso", e que pouco cuida das águas que sobrevivem abertas. Num constante exercício de retorno aos fluxos de rios que permearam minha história familiar, descobri também que meu avô nos anos 1950 visitou a Balsa II, buscando opções de moradia no processo de migração pra SP Caminhos que se costuram. Nas últimas semanas estive como artista convidada da residência Casco Pós-balsa @cascoresidencia um projeto para incentivar produções artísticas a partir do território Pós-balsa, no distrito de Riacho Grande, em São Bernardo do Campo - outra ponta da represa. Nesse momento estou em fase de reflexão e elaboração, sedimentando tudo o que significou esse processo de imersão e pesquisa a partir de trocas que já venho estabelecendo com pessoas que moram nas margens da represa e, agora, em diálogo com memórias em torno da pesca - que ainda é feita como subsistência e resistência de conhecimentos tradicionais. Agradeço à @cascoresidencia , aos artistas e estudantes com quem convivi nas últimas semanas e a cada pessoa que possibilitou essa proposta de prática de integração da comunidade do Pós-Balsa com a produção de conhecimento na UFABC. Mando um salve ao Pós-balsa e à revisitação de águas represadas como estratégia de sobrevivência. ✨️ pra honrar rios que ainda são ✨️ Fotos 1 a 4: olhar generoso e sensível de @anitakraggio ✨️🤍✨️
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8 months ago