JONÍ

@joniricos

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• Artista visual, fotógrafo e pesquisador. Retratos @arquivoricco
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Inventor do Inventário Inventante; que alegria foi dividir a história de quem faz parte da minha. Viva o abraço em minha eterna pequenez :) Prod.: @grp.educar Pic: @dcardoso84
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1 month ago
Em fevereiro, o Ocup_AR em família acontece nos dias 8, 14 e 22, sempre das 10h30 às 12h00, com manhãs pensadas para crianças, famílias e pessoas curiosas. Neste domingo, dia 08, a programação começa com a apresentação da exposição trimestral “Inventários Inventantes”, de Joni Riccos. Um encontro com as obras e com os temas que atravessam o trabalho do artista: memórias, sonhos, movimento e transformação. A partir das 11h00, seguimos para a contação de história “O Sono das Marés”, texto de Joni Riccos com adaptação de Gabriela Lima, indicada para crianças a partir dos 7 anos. A história abre caminho para a visita, ajudando a reconhecer nas obras os ecos da narrativa e do seu imaginário. Às 12h00, encerramos com uma oficina criativa em família. Um tempo de experimentação e partilha, onde crianças e adultos criam juntos a partir do que viram, ouviram e imaginaram. Um convite para olhar, escutar e criar em família, com tempo, atenção e curiosidade. Com entrada livre. Para escolas, instituições e grupos que querem visitar a exposição, a marcação pode ser feita através do formulário que está no link da bio. As fotos são da visita de estudantes da Associação Cultural Moinho da Juventude. @moinhodajuventude 📷: @fliponraw
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3 months ago
Quando danço, transformo movimento em presença, raiz e liberdade. Neste Dia Mundial da Dança, celebro o corpo como território de cultura, ancestralidade e expressão. . . 🎥 @joniriccos @arquivoricco Assistência de produção @p.barbosa16 . . . #diamundialdadança #arteancestral #corpoemmovimento #ọ̀kànrànévida #dançadaresistência
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18 days ago
PIRARUCU - Filho de peixe, peixe é. Em homenagem a minha vó Joveniana Gomes da Silva e todes nossos guias e encantados. O pirarucu é um peixe amazônico misterioso, guardião dos segredos e memórias do rio, é considerado dos maiores peixes de água doce do mundo, tem escamas resistentes e respiração aérea que o faz sobreviver mesmo em águas densas e com baixo oxigênio, ele já foi gente e hoje é rei do fundo dos rios. Em “Pirarucu - Filho de peixe, peixe é”, Mandí Kaibô tece no corpo vivo do barro, memórias e saberes ancestrais da sua vivência em comunidade e principalmente com a sua avó Joveniana, costureira e inventora de mundos imaginários, que lhe ensinou os primeiros e mais preciosos fundamentos de vida. Enquanto se transforma em peixe, entoa um gozo telúrico entre fios de corda e miçangas de barro que, em sua repetição, desmantelam a imposição do esquecimento colonial, fazendo emergir o indizível. ——————— Obrigado à todes que estiveram nessa partilha implicando com presença suas memórias e confluindo com a feitura desse peixe que estou me tornando, estou muito emocionado com o que foi e é todo o transbordo que fizemos acontecer. Agradeço as minhas tias e mãe (As Jovenianas) pelas memórias partilhadas, principalmente tia Deca @adely.aninha que me presenteou anos atrás com esse vestido feito pela minha vozinha e me espiralou essa dança com ela. Performance, Escultura, Criação e direção @mandikaibo Luz @luilabbate Direção de movimento @jorgecipriannooficial Som @gadutra Orientação espiritual @p.barbosa16 Figurino e Cenário @mandikaibo Tranças @mar_ydez @crespodara_ Preparação vocal @ma________du Foto e vídeo @joniriccos Obrigado a essa equipe de amores/família, sem vocês não seria. Agradeço @alkantaralisboa pelo acolhimento casa. Também obrigado pelas trocas cuidadosas de @bibianistic e @joycesouzaatriz . Nos vemos daqui uns tempos pra fazer mais corpo, fazer cabeça, fazer barbatana, fazer rabo, fazer memória. 🤎🐡🪶✨🌪️🌀
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18 days ago
✨ No dia 5 de maio, Coimbra recebe o espetáculo “Aqui eu posso sonhar”, integrado no ciclo de teatro e artes performativas Mimesis✨ Uma criação de teatro-dança onde o corpo, tantas vezes silenciado, encontra no sonho um espaço de reinvenção. Entre delicadeza e urgência política, Jorge Copriano convoca memórias íntimas para dar forma a infâncias queer invisibilizadas, transformando dor em potência, presença e futuro. 📍 Local: CITAC – Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra -Rua Padre António Vieira, nº 1, Edifício da AAC, Coimbra ⏰20h00 🎟️ Bilheteira: • 5,00€ (inteira) • 2,50€ (desconto para pessoas desempregadas, famílias com mais de 3 pessoas e pessoas com deficiência) 🎭 Ficha técnica: Criação e Interpretação — Jorge Ciprianno Produção e Dramaturgia — Pedro Barbosa Direção de Imagem e Vídeo — Joni Ricos Cenografia e Figurino — Manu Curtiss Design de Luz — Lui L’Abbate Design de Som — DIDI Artista Convidade — Faroxê Produção — Mais Cultura Um convite sensível para sentir, refletir e sonhar em coletivo.
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25 days ago
um coração rico- pro coração ser rico ele carece de chão fértil. de um tempo que caminha e, antes de tudo: de rega de cuidado. Segurar o coração alheio exige atenção, segurar o meu exige carinho e escuta. Precisava que a reza e o grito no silêncio do meu peito fossem entendidos - era o achava até conhecer o outro. E foi o óbvio. o justo, o reconhecimento do espelho. Uma parceira de vida - ou até o máximo que está nos permitir ter juntas. com quem invento o milagre de querer comprar um castelo que talvez a gente nunca pague, mas que já habitamos em sonho. Planejar viagens que só poderíamos ir de foguete para aterrizar em campos - de ideias - que ás vezes nos levam para cima de um cometa prestes a explodir a desgraça do mundo todo. E se der medo da explosão ela me abraça rápido. Pega meu coração feito argila e molda nele seu compasso / ainda bem. bem-querer disfarçado de risada entre nuvens de fumaça. eu dei o chão De um manuscrito. Ela fertilizou o solo regando-o com atenção e fúria/ pois somos humanos (ainda que) e entender que um coração não pode ficar solto na terra nos fez ter a calma para juntas esperarmos ele criar raiz e brilhar ao sol - meu coração sempre está preso a mim, ainda que as vezes ele possa ter se partido e lascas se espalhem no mundo feito glitter no tapete depois do carnaval, pode ser que carregue consigo um pouco do agora “nosso” brilho. Se eu tivesse apenas um amor não saberia o seu nome, mas se a dúvida fizer sombra então me deitarei sob a sombra do nosso em dias quentes também. Obrigado minha amiga Laima ❤️
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1 month ago
PARA OFERENTES DO FUTURO Há um tempo em que o mundo deixa de ser chão e vira encruzilhada. Um tempo em que o corpo entende que não caminha. ATRAVessa. E que cada passo é também código, frequência, portal. Minha Ori tem me chamado para esse lugar. Um lugar onde o passado não é memória e sim motor. Onde o futuro não é promessa, é vibração. Onde cada cabeça acesa é uma estrela que se lembra de si. Eu venho de uma linhagem que nunca precisou de permissão para existir. Que sempre soube que o mundo é maior do que o mundo. Que aprendeu a ler o invisível como quem lê o vento. Que carrega na cabeça mapas que não cabem em nenhum governo. Agora, eu abro esse caminho para quem quiser atravessar comigo. Aqui somos Oferentes Corpas que sabem que criar é também entregar. Dançamos para decodificar e deslocar universos. Cantamos para abrir portais. Nosso movimento é também reescrever o tempo. E algo, agora, começou a se mover de novo. Não em mim — em nós. Não é obra. Não é anúncio. Não é estreia. É sinal. É rastro. É fragmento de um sistema que pulsa antes de nós e depois de nós. As imagens que vocês veem são só a superfície. O brilho é só aviso. Kaibô é a coroa que dobra o tempo e ativa memórias vibracionais. A corpa é só veículo. O que importa é o que vibra por baixo: o chamado para mundos que ainda não aprenderam a nascer. Quem sente, sabe. Quem sabe, já está dentro. E quem está dentro, segue. Estamos abrindo rotas. Estamos ativando portais. Estamos preparando o terreno para o que ainda não tem nome. Isso é sobre os Oráculos que nos atravessam e as frequências que nos guiam. Sobre os futuros que nos pertencem. Eu sigo ativando o que precisa ser ativado. E sei que não caminho só. BARBOSA, Pedro. Abrace o Infinito - Oráculos 2255 Fotos: @joniricos Coroa vibracional: @kaibo____ Apoio à produção: @jorgecipriannooficial
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1 month ago
Criar não é um gesto isolado, é um ajuntamento. Em 2024, vi de perto a construção de Kabeça Ori enquanto viajava com Joyce e Aaoni. Foi lindo o que você vê no palco, juntas ela criaram um fruto de tecnologia do afeto, de uma amizade que fundamenta a existência e a obra. Este ano, o projeto volta a ser partilhado em Lisboa, no Teatro São Luiz. No vídeo, elas narram o trajeto desse encontro. Não deixem de presenciar.
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1 month ago
E l e g ân c i a  n o  c o r r e d o r  3 . Lisboa, 2024. Hair: @_guioliv Style: @vescah
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2 months ago
A nossa Serei/Afrodiaspórica @zuaa_isabel atravessou mares e chegou ao Oscar. Haja axé, resiliência e gingado nessa caminha, Zuaa. Registro da participação bombástica de Zuaa na performance/desfile Serei/Afrodiaspórica, de minha concepção, com apoio criativo e afetivo de @paulokalabacas no festival @alkantaralisboa , Lisboa. Imagem de @joniricos Som @iamdidibee
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2 months ago
Se estar perdido é negar as formas já existentes, então afirmo: estamos perdidos. ✨ Mostra do curta ficcional “Lá no imaginário” Passando pra convidar vocês para a exibição do curta “Lá no imaginário”, seguida de uma roda de carinho com chá e escuta sobre o processo de criação do filme. O curta foi pensado e construído em 2024, durante a residência artística @cau_cortem Filmagem: @joniricos Roteiro: Luan Okun Edição: @tui.imagem “Se estar perdido é negar as formas já existentes, afirmo: estou perdido!” Lá no imaginário nasce do desejo de experimentar outras possibilidades de existência diante das formas dadas pelo CIS-tema capitalista — através da fantasia da fantasia, da criação de outros mundos possíveis. Aqui, o imaginário se torna um território onde tudo pode — inclusive nada. Um espaço para o descanso. Para o não-humano. Para a não-linearidade. Para a escuridão. Para a bichificação. Para a estranheza, o asco e a desaceleração. Ou até mesmo para a destruição do tempo enquanto horas contadas pelos relógios. O filme é um convite para mergulharmos nesse mundo ficcional e co-criarmos outras realidades, outras corporalidades — mesmo que impossíveis. Após a exibição, abriremos uma roda de conversa, carinho e escuta, para compartilhar os caminhos, imaginários e processos que atravessaram a criação do filme. 📍 Espaço Santa Catarina — Junta de Freguesia da Misericórdia @espacosantacatarina @jf_misericordia 🗓 23 de março de 2026 🕖 19h Venha imaginar com a gente. #cinemaexperimental #curtametragem #cinemaindependente #artecontemporanea #processocriativo
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2 months ago
Onde queria 🌟
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2 months ago