O skate além do óbvio por
@instacold .
A trajetória de
@hevertonribeiros começa nos anos 80, quando o skate surgiu como ruptura dentro da própria casa e como afirmação de identidade. A fotografia entrou primeiro como fascínio por revistas estrangeiras difíceis de encontrar no Brasil, depois como ferramenta concreta de trabalho a partir do fim dos anos 90. São mais de duas décadas vivendo exclusivamente de registrar skate, atravessando a transição do impresso para o digital sem abandonar a ideia de que imagem precisa ter contexto, circulação e permanência.
Em 2009, depois de uma temporada trabalhando em Los Angeles para títulos como
@thrashermag e Skateboarder Magazine, ele estrutura o que vinha maturando desde 2005: a Cold Skateboard. Hoje, com 15 edições publicadas e registros em lugares como Mongólia, Cazaquistão, Sibéria e Amazônia, a Cold funciona como arquivo de uma geração que entende o skate como deslocamento, intercâmbio cultural e construção coletiva. O design do livro foi feito por
@byluantanaka , ligando os locais com as coordenadas e bandeiras.
Heverton nos contou a sobre origem, método, estrada, tecnologia, valores e o que ainda o mantém produzindo em um cenário cada vez mais acelerado e digital. Para saber mais sobre a história completa da revista e as viagens pelo mundo atrás do skate, confira a entrevista completa em nosso site. Link na bio.