A inovação nasce quando diferentes vozes se encontram para questionar, propor e transformar. É nesse espaço de pluralidade que novas ideias florescem e ganham força para impactar o futuro.
É com essa visão que a Fast Company Brasil anuncia seu novo time de colunistas, trazendo perspectivas diversas sobre temas que merecem atenção. Entre eles, nomes que inspiram pela trajetória e pela capacidade de provocar mudanças reais.
@genesson é psicólogo com olhar para a psicanálise, tem formação em Marketing e Design Digital pela ESPM e MBA em inovação pela University Of Akron, nos Estados Unidos. Atualmente é Sócio-Diretor de Inovação da Kuba Audio, Professor na Fundação Dom Cabral, Mentor e Palestrante. Tem mais de 10 anos de experiência em multinacionais nas áreas de RH, Marketing e Inovação. 👉Leia agora a nova coluna: Sociedade do cansaço: estamos cansados demais para perceber?
#colunistas25 #fastcompany #fastcompanybrasil
Estamos economizando tempo ao custo de abreviar significados, ganhando velocidade e perdendo profundidade.
Nosso colunista @genesson conversou com o neurocientista @rafanunes.brain sobre o que a fragmentação da atenção está fazendo com nossas memórias. A conclusão é inquietante: o cérebro para de lembrar o que sabe e passa a lembrar apenas onde procurar. A memória migra do que é vivido para o lugar onde está armazenada.
Sem retenção, sem aprendizado. Sem memória, sem identidade.
Leia a coluna completa em nosso canal aqui do Instagram.
#FastCompany #FastCompanyBrasil
O futuro do trabalho passa por olhar para o passado, pela cultura, urbanismo e humanidade.
No dia 26/05, às 9h00, nos reunimos presencialmente no STATE para discutir o tema. Inscrições gratuitas pelo link na bio!
▪️ A linha do tempo - @danijunco (CEO @b2mamy ) | A evolução do trabalho na era da atenção
▪️ A visão biológica - @genesson Honorato (Psicólogo | Colunista | Professor) | O que nos torna humanos no trabalho
▪️ Urbanismo & Trabalho - Rodrigo Ohtake (Sócio-diretor @__ohtake ) | Como o urbanismo pode ser repensado para melhorar a qualidade de vida nas cidades
▪️ Cultura & Trabalho - @carolromano (Cofundadora @futuro.co_ ) | A saúde social como a nova fronteira do bem-estar no trabalho
A mediação fica por conta de Camila de Lira, editora da @fastcompanybrasil
Chega mais!
Qual o tamanho da nossa dificuldade de imaginar uma vida minimamente distante das redes sociais, mesmo sabendo do impacto que elas causam em nossa saúde e bem-estar?
O estudo Social Media Detox and Youth Mental Health, conduzido por pesquisadores de Harvard, mostra que o problema não é simplesmente a tecnologia.
Confira no carrossel.
A nova era do trabalho já começou — e quem usa tecnologia sai na frente.
Você que empreende pode aprender como usar inteligência artificial e estratégia para aumentar seus resultados na prática.
E o melhor: sem precisar trabalhar mais por isso.
Descubra como automatizar tarefas, focar no que realmente gera lucro e crescer com mais estratégia e menos esforço.
É hora de transformar sua rotina em resultado e seu trabalho em faturamento.
Digite “EU QUERO” nos comentários e receba o link no seu direct para acessar o conteúdo e se inscrever gratuitamente!
Hoje tive a oportunidade de trocar sobre o tema: “Vínculo, poder e pertencimento nas organizações de hoje.” Para um público tão importante como é para mim a comunidade de RH.
Muito feliz também por estar com esse time de pessoa sensíveis e inteligentes.
Gosto das reflexões profundas, e esse papo foi sobre isso.
Agradecimentos:
@congressorhrio@human.are
Avante! 🌻
Como criar para mentes distraídas?
Esse ano estarei na Writers Room no @rio2c para uma conversa sobre os desafios da narrativa na era da fragmentação da atenção.
A ideia é discutir como as histórias estão mudando e o que acontece com a linguagem, a estética e com a forma quando a atenção se torna um dos recursos mais disputados do nosso tempo.
Nessa edição será uma alegria dividir o palco e a conversa com Thalita Rebouças, o roteirista Raul Perez e o criador Pedro Ivo para discutir os desafios de prender o público em uma rotina dominada por vídeos curtos, multitela e estímulos constantes.
Vivemos hoje a era do second-screen viewing, em que conteúdos e experiências disputam a atenção com a segunda tela, o celular, e precisam coexistir de forma estratégica. Essa tensão impacta diretamente a forma como as histórias são construídas: não se trata de preguiça criativa, mas sim de resposta a mentes distraídas. O painel reflete sobre como a divisão da atenção afeta a experiência narrativa e abre espaço para debater ajustes estéticos, de linguagem e de formato na criação de conteúdos para esse novo contexto.
Data: 27/05
Horário: 10h às 11h
Local: Sala Writers Room (Cidade das Artes - RJ)
Estou animado para criar junto com vocês!
Te vejo lá?
Avante! 🌻
@thalitareboucas@pedroivob_@raaulp
O tempo das coisas.
Faz uma semana que eu vi uma planta muito bonita aqui no condomínio e decidi pegar uma muda e plantar.
Foi um movimento de apaixonamento por ela.
Vamos combinar que plantar uma planta não é algo tão comum nos nossos dias.
A gente prefere já comprar pronta, grande, nutrida.
Tudo pronto, tudo na hora, tudo já resolvido, fast food, fast planta, fast vida.
O reflexo disso?
Desde que eu plantei essa muda, eu passo lá todos os dias pra ver se ela já cresceu como a outra.
MAS ELA PARECE NÃO CRESCER!
Ao menos não no tempo acelerado que minha cabeça vive.
Não imaginava que fosse nascer em mim ansiedade tão grande, um imenso incômodo de olhar todo dia para a planta e parecer que nada mudou!
Até que parei e pensei: Genesson, é uma planta.
Não é uma entrega de aplicativo, não é a mensagem que tem que responder na hora, muito menos a compra que você rastreia a entrega.
Ela tem o processo.
Precisa chegar naquela terra, fixar as raízes, criar vínculo ali, se nutrir, e tudo isso no tempo dela.
Pode parecer até uma reflexão boba, mas me incomodou mesmo. Porque nem tudo na vida vai ser pra ontem, pra agora, sem raízes!
Vai ser só a vida acontecendo, sem correr, bem devagar…
E você, já fincou bem suas raízes?
Avante!
Nos vemos no RH Rio!
Falamos muito sobre inovação, ferramentas e produtividade. Mas, no meio de tudo isso, existem relações sendo construídas, vínculos sendo tensionados e uma busca constante por pertencimento.
Por isso, o tema do nosso encontro será “Tecnologia e Pessoas | Vínculos, poder e pertencimento nas organizações de hoje.”
Nenhuma tecnologia resolve aquilo que é, essencialmente, humano.
Bora conversarmos? Nos encontramos por lá.
Avante! 🌻
Como amanhã é dia de descanso, vamos falar sobre 1º DE MAIO hoje?
Seguimos inventando diversas soluções para o mundo do trabalho, criando novas tecnologias, processos e metodologias na tentativa de resolver problemas cada vez mais complexos.
Mas, no meio de tudo isso, a principal solução continua sendo deixada de lado: mais inteligência emocional, mais afeto, mais acolhimento.
É a partir disso que o engajamento acontece, que a produtividade se sustenta e que a saúde no trabalho deixa de ser discurso e passa a ser vivida.
Quanto mais a tecnologia avança, mais o humano deixa de ser opcional.
Comprei um abafador de ruído daqueles de obra.
A ideia era não ter mais um eletrônico tentando resolver o barulho dos outros eletrônicos. Já temos tecnologia suficiente fazendo isso.
A ideia era outra, diminuir o som de fora de um jeito mais simples, quase bruto. E ver o que acontecia.
Funcionou.
Quando o ruído externo baixa, outras coisas começam a aparecer. A respiração, o ritmo do corpo, pensamentos que antes passavam batidos.
A gente passa o dia lidando com excesso de estímulo, mas cria pouco espaço para o silêncio.
E sem silêncio, fica difícil perceber o que está acontecendo dentro.
E se a concentração não for só uma questão de foco, mas também uma questão de escuta e saúde?
Estudos tem demonstrado.
E você o que faz para manter a atenção focada?
Sua atenção também foi hackeada?
Hoje no Rio e em outras cidades (claro) é uma data bem importante, tá todo mundo de folga e possivelmente comendo feijoada.
Se vc não sabe, graças a Deus, sinal que a globalização não pegou essa data e jogou no ventilador.
Mas a questão aqui é outra: a importância dessas tradições, de como elas são propulsoras pra memórias, pra momentos, de fato, verdadeiros e vividos. Ouvi boas histórias hoje.
Em um tempo em que os dias começam a se parecer, essas pausas criam marca. Interrompem o automático, juntam pessoas, dão algum contorno ao tempo.
Ficam na conversa, no encontro, na lembrança que aparece depois.
E são essas lembranças que vão costurando a nossa história, dando forma ao que a gente viveu e ao que ainda faz sentido carregar.
Pensou nisso hoje? Eu pensei!