Eva Gaspar na Galeria Salto: Até que a morte nos volte a unir
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“Neste exercício artístico, que é a primeira exposição individual de Eva Gaspar, a artista cruza a teologia, a dança dos corpos e a reconstrução da memória, a partir de um contexto de perda. A problemática da exposição opera num campo híbrido, onde a relíquia - artefato religioso e objeto de veneração - é deslocada da sua função canónica para um regime especulativo e intimista, problematizando a morte, a matéria viva (o excedente, o apêndice) como experiência fenomenológica que, mais do que representação visual, é efetivamente sensorial.”
Os estímulos dos sentidos, a polissemia e a genealogia estética das peças de
@evagaspaar estarão patentes na
@salto_lisboa até dia 07 de fevereiro.
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Eva Gaspar at Salto: Until death does us part again
“In this artistic exercise, which is Eva Gaspar’s first solo exhibition, the artist intertwines theology, the dance of bodies, and the reconstruction of memory, starting from a context of loss. The exhibition’s problematic operates in a hybrid field, where the relic – religious artifact and object of veneration – is displaced from its canonical function to a speculative and intimate regime, problematizing death, living matter (the surplus, the appendage) as a phenomenological experience that, more than a visual representation, is effectively sensory.”
The sensory stimuli, polysemy, and aesthetic genealogy of Eva Gaspar’s pieces will be on display at Galeria Salto until February 7th.
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📝 Texto de
@fredericovicente_ disponível em umbigo.space, secção On Going // Text by
@fredericovicente_ available at umbigo.space/en, On Going section.
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