Quando falam de cultura da favela, muita gente ainda pensa em uma coisa só.
Mas quem é da quebrada sabe: a cultura da periferia é muito maior que isso.
Da música ao grafite, da literatura ao passinho, da moda às tendências da internet… a favela é um lugar de criação o tempo todo.
É vivência, é expressão e é identidade.
A favela é plural.
E na sua visão, o que mais nasce culturalmente na quebrada que pouca gente fala?
A arte urbana da periferia sempre foi linguagem, identidade, resistência e memória.
Esse projeto nasce para reconhecer e legitimar a pintura de rua como uma expressão cultural potente dentro da Rocinha, valorizando artistas, histórias e territórios que transformam o cotidiano através da cor e da arte.
Foi muito especial executar esse trabalho ao lado de Tintas Coral e a UPMMR (Associação dos Moradores da Rocinha), fortalecendo iniciativas que olham para a favela com respeito, protagonismo e construção coletiva.
Nosso agradecimento também à agência VML confiança nesse projeto , aos artistas envolvidos e a todas as pessoas que contribuíram e cederam imagens para que esse projeto ganhasse vida.
A arte da favela existe, resiste e merece ocupar todos os espaços.
@maluvibe@nobruwerneck@___pegaso
A rua fala, a gente colore!
Dessa vez, a missão foi na Rocinha (RJ). Junto com a @tintascoral , ocupamos mais de 200 metros de rua para resgatar aquela tradição que é o coração do Brasil: pintar o chão para a Copa do Mundo. 🇧🇷
Para nós, não é "apenas mais um trampo". É sobre território. É sobre entender que a periferia é o berço da criatividade e que a cultura de rua merece ser celebrada com a melhor qualidade e as melhores cores.
Ver a comunidade engajada e o asfalto ganhando vida é o que dá sentido ao nosso corre.
O asfalto virou tela, e a tradição voltou pro lugar de onde nunca deveria ter saído.
E por aí, quem também tem essa memória viva?
Quem aí lembra da galera se reunindo para pintar a rua em época de Copa? Comenta aqui embaixo!
Do cordel ao pagodão, muita coisa que vira tendência no Brasil nasce nos territórios periféricos.
São linguagens, estéticas e movimentos culturais que surgem da vivência, da criatividade e da mistura de referências.
Esses movimentos não aparecem do nada. Eles nascem da vivência, da criatividade e da produção cultural das periferias, e depois ganham o país inteiro.
A periferia não só consome cultura. Ela cria, transforma e dita tendências.
Qual outro movimento da quebrada você colocaria nessa lista?
CRÉDITOS CARROSSEL
Davessa Case Coca-cola DF - Slide 3 Crédito: Fernando Lucania - Slide 5
(Garotos de azul)Da esquerda para a direita: Eduardo Baroni (@duardobaroni ) Wendel (@tioneguin ) Kauê (@tiomaiia ) Paulo (@_paulohenri ) - Slide 5
Enquanto muita gente fala de minimalismo, a periferia sempre foi maximalista.
Aqui tudo tem identidade: na música, na moda, nas cores, na forma de se expressar.
A quebrada mistura referências, cria novas estéticas e transforma cultura em tendência.
Favela sempre foi potência criativa.
Solta a voz: qual sua estética periférica favorita?
Quando a conversa é com mães reais, a comunicação precisa ser real também
Na parceria entre @nestlemucilon e Digital Favela, usamos nossa expertise em creators e território para levar informação de forma simples, próxima e com a linguagem do dia a dia.
Falamos dos benefícios de Mucilon dentro da rotina, das dúvidas, dos corres e das escolhas que fazem parte da maternidade, sempre com vozes que têm conexão de verdade com essa audiência.
Porque quem vive a realidade, sabe como contar melhor essa história. 🖤
A gente faz a economia girar!
Tivemos um papo necessário aqui na @sunounitedcreators sobre o poder do público periférico. Não estamos falando apenas de representatividade, mas de uma potência de consumo e influência que as marcas não podem mais ignorar.
A periferia dita tendência, cria cultura e movimenta bilhões. Se a sua estratégia não olha para o território, ela está incompleta. Valeu, time Suno, pela troca e por abrir espaço para esse Road Show essencial!
Bora construir com a gente?!
Quem cresceu na quebrada sabe que tem umas memórias que todo mundo compartilha.
Coisas simples, mas que marcaram uma geração: a TV com bombril na antena, o gol de chinelo na rua, o bar da quebrada cheio na hora do jogo…
A periferia também é feita dessas histórias que todo mundo viveu junto.
Qual dessas você lembra?
Um dia de Lolla com a Digital Favela
Foi dia de corre, bastidor, gravação e muita troca com os creators que tavam com a gente no festival.
Entre um palco e outro, a gente foi registrando tudo e mostrando como a periferia também ocupa esses espaços.
Trampo, vivência e conteúdo acontecendo ao mesmo tempo.
Quem mais queria estar nesse corre com a gente?
A criatividade da favela colou no @SXSW e deixou seu recado.
No palco do maior evento de inovação do mundo, Fernanda Corre Rua e Tiago Trindade falaram da capacidade de criar e inovar das favelas e como as marcas podem somar e potencializar ainda mais a economia criativa das quebradas.
Criatividade, identificação, coletividade.
É a favela no centro da inovação global.
Valeu Sabesp e InvestSP pelo convite!
Créditos: @zest.ag@fabicph
Domingo foi Dia do Consumidor , e a gente não pode esquecer: a periferia movimenta cerca de R$300 bilhões por ano em consumo (Data Favela).
Mais do que números, existe uma potência cultural e criativa que impacta o mercado inteiro.
Na Digital Favela, temos orgulho das marcas que já estão construindo essa conexão com a gente e seguimos abrindo caminhos para novas parcerias.
Quer fazer parte disso? Vamos conversar. 🖤🔥
Quando dois crias se encontram nos EUA dá nisso.
Grajaú - Capão- Austin
Amanhã teremos um painel no maior evento de inovação do mundo. Mas não dá pra falar de inovação sem falar de favela.
E não estamos sozinhos. Temos a responsa de representar todas as mentes criativas e inovadoras das quebradas.
TMJ @correrua_
Bora @digitalfavela