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Dárida Rodrigues

@darida

Artist & Researcher Production Design & Art direction >>Lisbon • São Paulo<<
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Lab Onírico at MultipliCities Symposium @catalyst.berlin May, 2025. Multichannel installation and lecture performance 🛸🌌. Thank you @bobo_in_white_wooden_house @vocalworkshops @thaisgmancini @anita.araujo.poem
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9 months ago
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2 years ago
Enfim, a revolução. A solar aqui do meu micro mundo, pelo menos. Mas não sem antes caminhar entre o sol, a arrábida. E a lua. Morar contente em amizades. Mais uma entre tantas primaveras e outonos em dois hemisférios. Escrever uma lista com a mão esquerda que poupei para (des)organizar o cosmo que me escapa e arriscar ainda mais, sonhar, investigar e escutar ✨ *Registros de um inferno astral e tanto: Sombras e fachadas lisboetas. Cruzar o o Tejo com ela @fetricoli . Residência RAIA no delicioso espaço @alkantaralisboa . Apresentar as onírico partituras e conhecer trabalhos tão necessários no incrível @soundinmuseums__ International Conference. E sim, #freepalestine
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6 months ago
um antes e depois de respeito. ❤️ @darida
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7 months ago
"À Deriva” da Dárida Rodrigues e Victor Gonçalves @vixuz @darida Obrigade para esta performance em duo muito especial ⛵ " Por causa da reificação das subjetividades e da inação meticulosamente planeada deparamo-nos com o nosso grande paradigma. As certezas, as afirmações e as evidências cá estão e então? Dados, dados, dados, dados, dados, dados, dados, dados. E Então? No limite, na (pós)verdade, estamos meio à deriva." // Due to the reification of subjectivities and the meticulously planned inaction, we are faced with our great paradigm. The certainties, the affirmations, and the evidence are all here—so what? Data, data, data, data, data, data, data, data. So what? At the limit, in (post-)truth, we are somewhat adrift. https://youtu.be/o5mYp5fWdvU?si=MX2tigV6lBCSS63I 📷 mais uma vez Obrigade @lilia_liilys 👁️
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10 months ago
Ainda sobre Maio em presenças, investigações, imaginação e paisagens ☁️✨
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11 months ago
“Com o sangue de quem foram feitos os meus olhos?” A questão levantada por Donna Haraway no artigo de uma publicação de estudos feministas de 1988 ecoou aqui dentro muitas vezes no processo de encontrar uma posição para olhar, à bordo do 42 ou do expresso ancestral que eu viria a apanhar neste trabalho. Uma posição para ver, onde a auto-identidade não é assim tão boa companheira. Ver, que é o que se pode fazer quando não se pode ser e que com toda a violência entranhada nos nossos modos de visualização, seduzia, fragmentava e contradizia. 42 (Video instalação HD Cor 16:9 Som Stereo 7’) é uma instalação que mediada por um espelho, investiga a vulnerabilidade e a identidade à partir de um encontro que se dá no autocarro/ônibus 742 que cruza Lisboa, da Ajuda a Madredeus. O fascínio despertado por uma presença feminina desencadeia um procedimento para que o trabalho aconteça, apenas e aleatoriamente, quando este encontro do cotidiano se repete, registrado através de imagens e áudios furtivos e textos de diálogos imaginários. Outra viagem, percorrida na intermitência dos encontros no 42, atravessa ainda este processo em curso e insurge de um sonho, em direção à terra e ao inconsciente ancestral, integrando a pesquisa sobre a demanda por gerar e cuidar, o envelhecer e morrer na condição de mulher e sobre os códigos genéticos, sociais e morais por carregar e quebrar. Até 27/07 na exposição Amostra/24 no @nowherelisboa (Edição de imagens @ggabi.limaa )
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1 year ago
Participo nesta edição da Amostra do Nowhere, com uma perfomance audiovisual que é parte de um processo em trânsito, apenas iniciado e partilhado com esse grupo de artistas abertos ao afeto e sob os olhos e ouvidos atentos e sensíveis da @luiza.baldan ♥️ Agradecimento especial à Maria José e à parceira @ggabi.limaa pela edição de imagens ✨ E se avizinha o fechamento de mais um ciclo do Laboratório de Processos Artísticos coordenado por @luiza.baldan e que conta com as colaborações preciosas de nico_espinoza @vixuz @rafael_moretti e @cristianatejo . A nova colheita será apresentada a partir do dia 29 de junho, das 18h às 21h. Será um lindo momento de celebração e congregação! Apareçam!
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1 year ago
Uma bolha espaço temporal para receber o onírico e a partir dele co-criar o jogo encontro - da ficção pessoal com o elemento real, do tempo aberto do sonho com o espaço poroso da mente, do inconsciente que escapa com o coletivo que integra. Um olhar em relação para a economia e para a ecologia do sonhar no tempo de hoje. Função cerebral, fundamental ferramenta cognitiva ancestral, necessidade vital de restaurar e reconfigurar. Como experimentamos o sonhar? (Não)aleatoriedade inconsciente, chave micropolítica, direito ou privilégio, em meio ao pico e ao colapso do sonho/pesadelo do Capital? Semana passada teve Fórum dos Sonhos, 2 sessões na @supermarketart em Estocolmo que aconteceram no espaço-domo-instalação criada na deliciosa parceria entre a @eulengasse e @nowherelisboa com curadoria de @cristianatejo e com a presença dos trabalhos de @dudaffonso @buxwerke e @gozde_ju e da dupla magia @haracidffm e @vladcombre . Fora a participação especial dos meus amores parceiros mais surreais @paula_junqueira_pelo_mundo e @castro_gayatree que também se manifestaram por lá! 🛸🤍✨ Apoio à internacionalização da @fcgulbenkian
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2 years ago
Teria sido uma residência artística relâmpago, não fosse na verdade um laboratório de ocupação onírica, um mergulho nesse infinito oceano em que me lanço à deriva há algum tempo, a semana passada no @nowherelisboa . Investigar a permeabilidade do real (e das imagens) é mesmo um delicioso exercício! Obrigada @rafael_moretti @cristianatejo e as parcerias da roda de conversa com o oráculo ✨
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2 years ago
A memória da articulação entre o espaço temporal suspenso e a experiência tão real e tão onírica em Igatu - Bahia no começo do ano ficou gravada, especialmente em meus joelhos, Eles, que ao redesenharem o movimento e ao se dobrarem no atravessar da dor e da poesia dos dias, carregam no presente os tantos afetos, levantam pesos imateriais de pedras e pedras em camadas de tempo, imagem e sentido, Da incongruência entre o desejo de percorrer, subir e descer, e a delicadeza da estrutura e do contato direto com a pele e o pulso do território, dos caminhos, dos olhos, das trilhas e tocas. Fluxo sonhado, repartido e refletido em água boa (Igatu) Percorrer essas imagens sons, imagens sonho, é lubrificar articulações de um corpo processo que se dobra em vias de reencontro com sua força. Emplastro de mastruz sobre os joelhos do tempo dilatado e cristalino da Chapada Diamantina 🌵 Alguns (muitos) meses depois e a vontade de revisitar o processo tão rico da residência artística @programapororoca no @mirante_xiquexique
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2 years ago
Janeiro..quase um ano inteiro
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4 years ago