𝕡𝕠𝕣𝕠𝕣𝕠𝕔𝕒 𝕟𝕒 𝕔𝕒𝕓𝕣𝕒 🐐
abrimos esse carrossel pra responder algumas perguntas que chegaram por aqui e contar um pouco melhor como funciona a residência na Ilha do Ferro.
não é viagem de turismo, nem imersão acelerada de produtividade 🥲
a ideia é compartilhar tempo, cotidiano, conversa, caminhada, almoço demorado, calor, rio, pesquisa e processo.
a residência acontece dentro da vida do lugar — acompanhando os ritmos do povoado, as pessoas queridas, os deslocamentos e tudo aquilo que atravessa a criação quando a gente sai um pouco do automático.
se você tem interesse em práticas situadas, convivência e pesquisa em território, talvez faça sentido pra você 🌅🌵🏜️
inscrições abertas até 08 de junho.
convocatória completa no link da bio.
Arte gráfica: @floracmagalhaes
𝕡𝕠𝕣𝕠𝕣𝕠𝕔𝕒 𝕟𝕒 𝕔𝕒𝕓𝕣𝕒 🐐segunda edição
Toda segunda-feira, 6h, nosso trajeto até a feira de Pão de Açúcar, na lancha Norma, conduzida pelo Bene!
Estamos com convocatória aberta para programa de residência artística na Ilha do Ferro. Acesse o link na bio. Quem vem com a gente?
⋰ Ilha do Ferro — AL
𓆟 Residência: 01 a 20 de setembro de 2026
𓇢 Inscrições: 11 de maio a 08 de junho
✺ Vagas limitadas a 05 participantes
Dúvidas? [email protected]
#programapororoca #residenciaartistica #ilhadoferro
𝕡𝕠𝕣𝕠𝕣𝕠𝕔𝕒 𝕟𝕒 𝕔𝕒𝕓𝕣𝕒 🐐segunda edição
Entre os dias 01 e 20 de setembro de 2026, o Programa Pororoca retorna à Ilha do Ferro para realizar a segunda edição da residência artística com o apoio da Cabra Ilha do Ferro.
Serão 20 dias de convivência às margens do rio São Francisco, no sertão de Alagoas, acompanhando os ritmos do povoado, seus modos de vida, suas paisagens e as relações que atravessam a criação.
Nesta edição, serão selecionadas 05 pessoas participantes para uma experiência de permanência temporária, acompanhamento coletivo de processos, caminhadas, encontros, oficina com artistas locais e mostra aberta ao final da residência.
A convocatória já está disponível no link da bio.
⋰ Ilha do Ferro — AL
𓆟 Residência: 01 a 20 de setembro de 2026
𓇢 Inscrições: 11 de maio a 08 de junho
✺ Vagas limitadas a 05 participantes
Dúvidas? [email protected]
Arte Gráfica: @floracmagalhaes
#programapororoca #residenciaartistica #ilhadoferro
𝗣𝗥𝗢𝗚𝗥𝗔𝗠𝗔 𝗣𝗢𝗥𝗢𝗥𝗢𝗖𝗔 + 𝗜𝗥𝗢
𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘈𝘳𝘵𝘪́𝘴𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘊𝘰𝘭𝘦𝘵𝘪𝘷𝘰 – 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘢𝘴 𝘦 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘰𝘨𝘳𝘢𝘧𝘪𝘢𝘴
Uso da carta e da correspondência como dispositivo para a criação: esse será o motor para o 𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘈𝘳𝘵𝘪́𝘴𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘊𝘰𝘭𝘦𝘵𝘪𝘷𝘰 do Programa Pororoca + IRO. No processo de acompanhamento faremos leituras de cartas e textos sobre a escrita epistolar como motor para a criação. Cada artista traz sua materialidade de pesquisa – que pode ser uma carta, ou não – para experimentar endereçar ao mundo ou a quem desejar, sua criação.
Carta ao pai (2015) de Elida Tessler tem como referência a obra homônima de Franz Kafka. Nesta instalação feita com 617 peças de máquina datilográfica sobre PS branco e 1500 imãs em mesa de ferro (dimensões: 216 x 279 x 80 cm). Segundo informações do site da autora, o trabalho foi concebido a partir da desmontagem da máquina de escrever que pertenceu ao pai da artista. Todas as peças foram organizadas linearmente sobre a extensão do tampo da mesa, como uma carta escrita, exceto as hastes das teclas correspondentes às letras do alfabeto e aos sinais gráficos”. Elida Tessler é uma artista em que suas obras visuais são conectadas com a escrita.
As inscrições seguem abertas até amanhã! Ainda dá tempo!
Presencial – Vila Savoya (Barra Funda – SP)
Encontros semanais — quartas-feiras, das 10h às 12h
Período: de 15 de abril a 12 de julho de 2026
Total: 13 encontros + 2 dias de ateliê aberto
Articulação: Juliana Pautilla e Haroldo Saboia
Investimento: R$ 1580 (à vista) ou 4 parcelas de R$ 395 (1 entrada + 3)
Quem já participou de atividades do Programa Pororoca ou da Iro tem direito a 10% de desconto (1422 a vista, 1 entrada + 3 parcelas de 355,50)
Precisa de uma facilitação para o pagamento? Mande uma mensagem 🙂
𝗣𝗥𝗢𝗚𝗥𝗔𝗠𝗔 𝗣𝗢𝗥𝗢𝗥𝗢𝗖𝗔 + 𝗜𝗥𝗢
𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘈𝘳𝘵𝘪́𝘴𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘊𝘰𝘭𝘦𝘵𝘪𝘷𝘰 – 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘢𝘴 𝘦 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘰𝘨𝘳𝘢𝘧𝘪𝘢𝘴
Jaider Esbell (1979–2021) foi um artista, curador e escritor indígena do povo Makuxi, nascido em Normandia, no estado de Roraima. Reconhecido por seu papel fundamental na inserção da arte indígena no circuito contemporâneo brasileiro e internacional, Esbell se tornou um dos principais nomes da arte decolonial, desafiando as fronteiras entre arte contemporânea e tradição ancestral. Sua obra, profundamente conectada à cosmologia Makuxi, mescla pintura, performance, instalação e literatura, trazendo narrativas que questionam a colonialidade, o apagamento histórico e a relação entre humanidade e natureza.
Em seu trabalho, a carta aparece como gesto de enfrentamento e deslocamento — um modo de reescrever endereçamentos, tensionar narrativas coloniais e reposicionar quem fala, de onde fala e para quem fala.
No Acompanhamento Artístico Coletivo, tomamos a carta como dispositivo e utilizamos algumas obras como referências. As inscrições estão se encerrando e ja já começamos os encontros!
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Presencial — Vila Savoya (Barra Funda, SP)
Quartas, 10h–12h
15 de abril a 12 de julho de 2026
13 encontros + 2 dias de ateliê aberto
Precisa de uma facilitação com o pagamento? Escreve pra gente!
Mais informações:
𝗣𝗥𝗢𝗚𝗥𝗔𝗠𝗔 𝗣𝗢𝗥𝗢𝗥𝗢𝗖𝗔 + 𝗜𝗥𝗢
𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘈𝘳𝘵𝘪́𝘴𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘊𝘰𝘭𝘦𝘵𝘪𝘷𝘰 – 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘢𝘴 𝘦 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘰𝘨𝘳𝘢𝘧𝘪𝘢𝘴
Frantz Fanon (1925–1961) foi um psiquiatra, filósofo e revolucionário martinicano, fundamental para os estudos pós-coloniais e anticoloniais. Autor de Pele Negra, Máscaras Brancas (1952), Em defesa da Revolução Africana (1956), Os Condenados da Terra (1961), analisou os impactos psicológicos do racismo e defendeu a libertação dos povos oprimidos. Atuou na guerra de independência da Argélia. Faleceu aos 36 anos de leucemia.
Uma das referências que utilizamos como provocação no acompanhamento parte da carta de demissão de Frantz Fanon do hospital psiquiátrico de Blida-Joinville, em 1956, publicada em ‘’Em defesa da Revolução Africana.’’
Um gesto radical que recusa a neutralidade institucional diante da violência colonial e afirma que não há prática possível dissociada das condições do mundo.
Como sustentar um trabalho que não se acomode dentro das estruturas que o adoecem?
𝗣𝗥𝗢𝗚𝗥𝗔𝗠𝗔 𝗣𝗢𝗥𝗢𝗥𝗢𝗖𝗔 + 𝗜𝗥𝗢
𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘈𝘳𝘵𝘪́𝘴𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘊𝘰𝘭𝘦𝘵𝘪𝘷𝘰 – 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘢𝘴 𝘦 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘰𝘨𝘳𝘢𝘧𝘪𝘢𝘴
No terceiro dia de referências que atravessam o acompanhamento, partimos de Gloria Anzaldúa, pensadora que tensiona fronteiras — entre línguas, territórios, corpos e identidades — para imaginar outras formas de existência.
Seus escritos nos interessam como prática de deslocamento: escrever como quem atravessa, como quem habita zonas híbridas, como quem inventa linguagem para dar conta do que ainda não tem nome.
É nesse sentido que operamos com dispositivos:
agenciamentos práticos e teóricos que desestabilizam formas fixas de criação e produzem novas possibilidades de viver e fazer arte.
Ao longo dos encontros, ativamos: — cartas e endereçamentos como gesto de criação — leitura de portfólios e textos — discussões coletivas — trocas de referências — apresentação e acompanhamento de projetos — e um ateliê aberto como desdobramento final
Para quem você endereça sua criação?
O que emerge quando ela encontra um outro?
📍 Vila Savoya — Barra Funda (SP) 📅 Abril a Julho de 2026
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𝗣𝗥𝗢𝗚𝗥𝗔𝗠𝗔 𝗣𝗢𝗥𝗢𝗥𝗢𝗖𝗔 + 𝗜𝗥𝗢
𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘈𝘳𝘵𝘪́𝘴𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘊𝘰𝘭𝘦𝘵𝘪𝘷𝘰 – 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘢𝘴 𝘦 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘰𝘨𝘳𝘢𝘧𝘪𝘢𝘴
Félix Guattari, Gilles Deleuze e Suely Rolnik são algumas das referências que atravessam os encontros que teremos a partir da semana que vem na Vila Savoya.
Partimos da carta como dispositivo: um gesto de endereçamento de afeto — para quem, com quem, por quê? Mais do que comunicação, interessa o que emerge da subjetividade quando uma criação se dirige a alguém.
A cartografia aparece em como acompanhar processos, mapear desejos, deslocar pontos de partida e colocar em circulação aquilo que cada prática já carrega. Um espaço de escuta, troca e elaboração, onde cada participante tensiona e singulariza seu próprio percurso.
Sobre as referências:
▪︎ Félix Guattari (1930 –1992) foi psicanalista, filósofo, ativista político e semioticista francês, conhecido por seu papel no Maio de 68, pela criação da esquizoanálise e pela colaboração com Gilles Deleuze em obras clássicas como "O Anti-Édipo". Trabalhou na clínica La Borde, promovendo uma reforma psiquiátrica antimanicomial e a "transversalidade"
▪︎ Gilles Deleuze (1925 –1995) professor e filósofo, conhecido por sua filosofia da diferença. Conheceu o psicanalista Félix Guattari em 1969, iniciando uma das produções intelectuais mais importantes do século XX, focada na crítica ao capitalismo, psicanálise tradicional e na criação de conceitos como "rizoma" e "desterritorialização".
▪︎ Suely Rolnik (1948) é filósofa, escritora, psicanalista, curadora, crítica de arte e da cultura e professora universitária. Perseguida pelo regime militar, viveu exilada na França entre 1970 e 1979. Retornou ao Brasil em 1979 e fundou o Núcleo de Estudos da Subjetividade da PUC-SP, onde é professora até hoje. Foi paciente e posteriormente trabalhou com Félix Guattari na Clínica Experimental de La Borde.
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Presencial — Vila Savoya (Barra Funda, SP)
Quartas, 10h–12h
15 de abril a 12 de julho de 2026
13 encontros + 2 dias de ateliê aberto
Mais informações:
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𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘈𝘳𝘵𝘪́𝘴𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘊𝘰𝘭𝘦𝘵𝘪𝘷𝘰 – 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘢𝘴 𝘦 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘰𝘨𝘳𝘢𝘧𝘪𝘢𝘴
Michel Foucault (1926–1984) foi um filósofo, historiador e teórico social francês, reconhecido por analisar as relações entre poder, saber e discurso. Sua obra desloca a forma como compreendemos instituições como prisões, hospitais e escolas, evidenciando como operam na normalização dos corpos e comportamentos.
Ao longo de sua trajetória, desenvolveu três eixos principais de pensamento – arqueologia, genealogia e ética — sendo influenciado por autores como Nietzsche e Marx. Foucault recusava classificações como “pós-estruturalista”, preferindo compreender seu trabalho como uma história crítica da modernidade. Faleceu em 1984, em Paris.
Sua escrita, assim como reflexões sobre a carta como prática de si, atravessam o pensamento que nos interessa aqui.
No processo de acompanhamento, faremos leituras de cartas e textos que pensam a escrita epistolar como motor para a criação. Cada artista traz sua materialidade de pesquisa — que pode ser uma carta, ou não — para experimentar endereçar ao mundo, ou a quem desejar, sua criação.
Quem vem?
Feriado.
E você ainda adiando aquilo que precisa ser dito no seu trabalho?
Enquanto isso, Chantal Akerman atravessa a cidade em News from Home lendo cartas que nunca foram respondidas à altura.
A pergunta é simples:
𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝘃𝗼𝗰𝗲̂ 𝗮𝗶𝗻𝗱𝗮 𝗻𝗮̃𝗼 𝗰𝗼𝗻𝘀𝗲𝗴𝘂𝗶𝘂 𝗲𝗻𝗱𝗲𝗿𝗲𝗰̧𝗮𝗿 𝗻𝗮 𝘀𝘂𝗮 𝗽𝗿𝗮́𝘁𝗶𝗰𝗮?
Pra quem não conhece, Chantal Akerman é uma das principais cineastas da história. Aos 25 anos, realizou seu filme mais aclamado, Jeanne Dielman. Em News from Home, nos conduz pela Nova York dos anos 70 a partir da leitura de cartas enviadas por sua mãe. Imagens quase estáticas da cidade contrastam com a intimidade da voz: saudade, silêncio, deslocamento, escolhas, impossibilidade de retorno.
A carta como dispositivo de criação é o motor do 𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘈𝘳𝘵𝘪́𝘴𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘊𝘰𝘭𝘦𝘵𝘪𝘷𝘰 – 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘢𝘴 𝘦 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘰𝘨𝘳𝘢𝘧𝘪𝘢𝘴, uma parceria do Programa Pororoca + IRO.
Ao longo do processo, vamos trabalhar leituras e práticas da escrita epistolar como ativadora de pesquisa. Cada artista traz sua materialidade — carta ou não — para experimentar endereçar sua criação ao mundo, ao outro ou a si mesma.
𝗣𝗥𝗢𝗚𝗥𝗔𝗠𝗔 𝗣𝗢𝗥𝗢𝗥𝗢𝗖𝗔 + 𝗜𝗥𝗢 𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘈𝘳𝘵𝘪́𝘴𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘊𝘰𝘭𝘦𝘵𝘪𝘷𝘰 – 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘢𝘴 𝘦 𝘊𝘢𝘳𝘵𝘰𝘨𝘳𝘢𝘧𝘪𝘢𝘴
Uso da carta e da correspondência como dispositivo para a criação: esse será o motor para o 𝘈𝘤𝘰𝘮𝘱𝘢𝘯𝘩𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘈𝘳𝘵𝘪́𝘴𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘊𝘰𝘭𝘦𝘵𝘪𝘷𝘰 do Programa Pororoca + IRO. No processo de acompanhamento faremos leituras de cartas e textos sobre a escrita epistolar como motor para a criação. Cada artista traz sua materialidade de pesquisa – que pode ser uma carta, ou não – para experimentar endereçar ao mundo ou a quem desejar, sua criação.
Carta ao pai (2015) de Elida Tessler tem como referência a obra homônima de Franz Kafka nesta instalação feita com 617 peças de máquina datilográfica sobre PS branco e 1500 imãs em mesa de ferro (dimensões: 216 x 279 x 80 cm). Segundo informações do site da autora, o trabalho foi concebido a partir da desmontagem da máquina de escrever que pertenceu ao pai da artista. Todas as peças foram organizadas linearmente sobre a extensão do tampo da mesa, como uma carta escrita, exceto as hastes das teclas correspondentes às letras do alfabeto e aos sinais gráficos. Elida Tessler é uma artista em que suas obras visuais são conectadas com a escrita.
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As inscrições para os acompanhamentos seguem abertas!
Presencial – Vila Savoya (Barra Funda – SP)
Encontros semanais — quartas-feiras, das 10h às 12h
Período: de 15 de abril a 12 de julho de 2026
Total: 13 encontros + 2 dias de ateliê aberto
Articulação: Juliana Pautilla e Haroldo Saboia
Investimento: R$ 1580 (à vista) ou 4 parcelas de R$ 395 (1 entrada + 3)
Quem já participou de atividades do Programa Pororoca ou da Iro tem direito a 10% de desconto (1422 a vista, 1 entrada + 3 parcelas de 355,50)
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Conheça a Vila Savoya ✹
Construída na década de 1930, na Barra Funda, a Vila Savoya preserva a atmosfera de uma São Paulo mais silenciosa e coletiva. Hoje, abriga a IRO — projeto que promove atividades de estudo a partir da psicanálise e arte — e recebe, em parceria com o Programa Pororoca, o Acompanhamento Artístico Coletivo – Cartas e Cartografias.
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Encontros presenciais, semanais
📍 Vila Savoya – Barra Funda (próxima à Marechal Deodoro)
📅 15 de abril a 12 de julho de 2026
🕙 Quartas, das 10h às 12h
Inclui ateliê aberto ao final do ciclo
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Mais informações: programapororoca.com
Inscrições via formulário + envio de portfólio (link na bio)
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