daniela avellar

@daniela_avellar

curadoria, ensino, pesquisa etc.
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EM CARTAZ | “Como lembra Luiz Antonio Simas, o carnaval que triunfou não foi o dos salões elitizados, mas o das ruas, das comunidades negras que, no pós-abolição, afirmaram um modo de estar junto que recusava a normatividade disciplinadora. No ato de carnavalizar, podemos identificar uma espécie de manifesto: a defesa de um Brasil possível, diverso, solidário, inventivo. Assim, como diz Simas, não fomos nós que inventamos o carnaval; foi o carnaval que inventou uma ideia de Brasil que talvez só exista plenamente quando o país se permite carnavalizar.” – Daniela Avellar Com curadoria de Avellar, a exposição “Carnavalizar: método e invenção” está aberta para visitação na Flexa, Rio de Janeiro, de segunda a sexta, das 10h às 19h, e, aos sábados, das 12h às 17h. – ON VIEW | “As Luiz Antonio Simas reminds us, the carnival that triumphed was not the one of elite ballrooms, but that of the streets — of Black communities who, in the post-abolition period, affirmed a way of being together that rejected disciplining normativity. In the act of carnivalizing, we can identify a kind of manifesto: the defense of a possible Brazil—diverse, solidaristic, inventive. Thus, as Simas says, it was not we who invented carnival; it was carnival that invented an idea of Brazil that perhaps only fully exists when the country allows itself to carnivalize.” – Daniela Avellar Curated by Avellar, the exhibition “Carnavalizar: Method and Invention” is on view at Flexa, Rio de Janeiro, from Monday through Friday, 10am to 7pm, and on Saturdays, 12pm to 5pm. – @daniela_avellar @luizantoniosimas | ft [ph]: Edouard Fraipont #Flexa #FlexaGaleria
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2 months ago
Há uma troca energética fundamental para o exercício profundamente hipotético que é a curadoria. Em 'Mais brincar', ideias iniciais ganharam muito mais cola e corpo em rede. Agradeço a cada um dos artistas por toparem, e muito mais. Em especial agradeço à @galeriarefresco pelo anteparo aos meus devaneios, e @_martuccigabriel por traduzir anseios em formas (as referências da arte minimalista foram precisas e surpreendentes, novas e antigas coordenadas). De resto, fica a convicção de que é preciso não deixar calcificar por completo as possibilidades interpretativas. Mais brincar nos lembra, no limite, de dissolver a relação fóbica que criamos com o devaneio. Esse tempo me fez revisitar regiões de outro tempo, buscando na infância o insumo para que hoje possa cultivar versões mais instáveis e intercambiantes de mim mesma. Obrigada @alexandrebaltazarurgente @marirachacon @raphael_tepedino @rafael.kamada @arauj.owill @marinhogabriella @ygorlandarin @mmannuellaa @passoszoe @mltoral @_otoferreira_ @danielmelloart @aclaratito @amoriamrm @guilhermesantosdasilva_ @galeriacavalo @kubik_gallery @deborahzapata_ @ma___maia @domo.damo Fotos de @estudioquadrante
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7 months ago
MARGEM E CONTINGÊNCIA Gabriel Ribeiro e Juan Casemiro Centro Cultural dos Correios do Rio de Janeiro Ambos os artistas compartilham o interesse por aquilo que se transforma por meio de certa instabilidade; por um gestual que conjuga certa margem projetual à inevitabilidade do desvio, aquilo que escapa da lógica unidirecional entre intenção e matéria. Em uma espécie de crisopeia contemporânea, arrisco dizer, os artistas podem ser agentes de transformação desde um limiar ambíguo e marcadamente experimental, habitado por objetos e coisas que, ao serem tocados, friccionados, manipulados, e enfim expostos, ativam, cada um à sua maneira, um sensível que transforma o imaginário e o olhar. - Daniela Avellar curadoria Daniela Avellar A mostra é uma iniciativa entre a Galeria Refresco e Marli Matsumoto Arte Contemporânea. horário de visitação ter a sáb - das 12h às 19h Centro Cultural dos Correios do Rio de Janeiro Rua Visconde de Itaboraí, n. 20 Centro Rio de Janeiro @gbrlrbr @juancasemiro_ @galeriarefresco @daniela_avellar @marlimatsumoto_ @correioscultural vistas @estudioquadrante
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9 months ago
"Entre sarcasmo e invenção, o amor, enquanto afeto enérgico, desprende-se, assim, de uma condição de ornamento sentimental, ou pior, perfumaria. Antes de servir apenas para suavizar o peso do mundo, aparece nessas obras porque participa ativamente das condições da vida comum. Se esta exposição é como um filme, ela é certamente nostálgica (...) Aqui, contudo, a paleta é por vezes fria, metálica, quando de repente somos capazes de flagrar a presença de um vermelho, de diferentes matizes do azul, como pinceladas que nos fazem acreditar na capacidade do afeto como produtor de mudança (...) Em Jusqu'ici tout va bien (2025) há um porta-retrato de plástico na forma de um coração, sobreposto por uma estrela ninja (fazendo reincidir a forma pontiaguda), ambos dispostos sobre um feltro escuro, material cuja densidade remonta a gestos profundos. Bólido, na astronomia, é aquilo que explode através de um rápido facho luminoso. Inaugura-se a cena: nossa potência cresce. O cultivo das relações, apesar do mundo e de sua pontiaguda aridez, é diretamente proporcional à nossa capacidade de agir. Eu escolho acreditar." Curadoria e texto para @alexandrebaltazarurgente , últimos dias de visitação 🌪️ Fotos: Marcelo Lince
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13 days ago
Nesse sábado, “ENCOSTA”, uma individual de Pedro Gutierres com curadoria de Daniela Avellar, em uma realização da Galeria Geral na Casa Voa. Esperamos você ✨ 25/04/26 das 16h às 21h Casa Voa Rua Marquês de São Vicente, 456 Gávea, Rio de Janeiro - Brasil
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23 days ago
ABERTURA | Amanhã, sábado, 18 de abril, das 15h às 19h, a FLEXA inaugura “Morar na cor”, exposição que propõe pensar a cor para além de sua dimensão estritamente formal. Com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar, a mostra parte da compreensão de que os cromatismos são atravessados pela experiência, pela subjetividade e pelo cotidiano. A exposição é acompanhada de texto assinado por Renato Menezes, curador da Pinacoteca de São Paulo, e reúne artistas de diferentes gerações que, a partir de perspectivas diversas, nos indicam toda paleta cromática como um campo ativo, capaz de produzir uma miríade de afetos e percepções. – Abdias Nascimento, Abraham Palatnik, Adriana Varejão, Alberto da Veiga Guignard, Aluísio Carvão, Amelia Toledo, Ana Claudia Almeida, André Ricardo, Antonio Ballester Moreno, Antonio Bandeira, AVAF, Beatriz Milhazes, Carlos Vergara, Cícero Dias, Dudi Maia Rosa, Elvis Almeida, Erika Verzutti, Frank Stella, Hélio Oiticica, Ione Saldanha, Janaina Tschäpe, Jorge Guinle, Judith Lauand, Lucia Koch, Luiz Braga, Luiz Zerbini, Lygia Pape, Marcone Moreira, Maria Leontina, Mariana Palma, Miguel Rio Branco, Milton Dacosta, Montez Magno, Nam June Paik, Paulo Pasta, Rafael Kamada, Rodrigo Cass, Rubem Valentim, Sol LeWitt, Tomie Ohtake e Yves Klein. – OPENING | Tomorrow, Saturday, April 18, from 3pm to 7pm, FLEXA opens “To Inhabit Color”, an exhibition that proposes thinking about color beyond its strictly formal dimension. Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar, the show is based on the understanding that chromatic experiences are shaped by lived experience, subjectivity, and everyday life. The exhibition is accompanied by a text written by Renato Menezes, curator at the Pinacoteca de São Paulo, and brings together artists from different generations who, from diverse perspectives, suggest the full chromatic palette as an active field capable of producing a myriad of affects and perceptions. – @luisamduarte @danielaavellar @julioshalders #Flexa
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1 month ago
para mim o carnaval se encerra somente hoje. o período momesco, esse ano, foi estendido por motivo de grande alegria. a festa teve seu último rufar esse sábado, na @flexa.galeria , que me possibilitou acrescentar novos tons e timbres para uma celebração que desde muito tem um lugar cativo no meu coração. a foto, recebida, é de uma das derradeiras visitas, essa audiência infantil que eu tanto amo, e ajuda a pensar em como a aposta no verbo "carnavalizar", no lugar do substantivo "carnaval", indica uma brincadeira perpétua com os códigos estabelecidos. ao me propor, enfim, carnavalizar uma exposição, entendi a festa como portadora de uma grande complexidade de procedimentos, gestos, atitudes - sendo assim, carnavalizamos, mas também deliramos, praticamos, dilatamos os possíveis e impossíveis carnavais que habitam o espaço da cidade, do país, e os nossos próprios espaços internos. o "meu" carnaval é um carnaval, evidentemente, multitudinário, coletivo, e agradeço primeiramente à @luisamduarte e @julioshalders , por tudo (!) a toda equipe da flexa, por tornarem essa carnavalização a altura de uma exposição coletiva, aos artistas (💚), à @mangueira_oficial por me ensinar muitas coisas, às escola de samba, aos foliões... nos vemos na próxima e doce ilusão...
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1 month ago
A Refresco convida para a abertura de AMORES BÓLIDOS, a segunda individual de Alexandre Baltazar @alexandrebaltazarurgente , no sábado, dia 28/03 a partir das 16h. Com curadoria de Daniela Avellar @daniela_avellar e produção de Zé Tepedino @zetepedino , a mostra reúne trabalhos dos últimos 5 anos da produção do artista. “(…) para aprender a multidão, o comum e a coletividade, é preciso entender o amor.” AMORES BÓLIDOS Abertura: Sábado, 28/03, 16h-20h Rua Silvio Romero 52 Visitação com hora marcada em [email protected]
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1 month ago
CONVERSA PÚBLICA | No dia 19 de março, quinta-feira, às 19h, receberemos o artista Mulambö, o arquiteto Miguel Pinto Guimarães e a curadora Daniela Avellar para uma conversa ao redor da exposição “Carnavalizar: método e invenção”, em cartaz na Flexa até o dia 28 de março. O evento é aberto ao público e contará com a mediação de Luisa Duarte, curadora e Diretora Artística da galeria. – PUBLIC CONVERSATION | On Thursday, March 19, at 7 pm, we will welcome the artist Mulambö, the architect Miguel Pinto Guimarães, and the curator Daniela Avellar for a conversation around the exhibition “Carnavalizar: Method and Invention”, on view at Flexa through March 28. The event is open to the public and will be moderated by Luisa Duarte, curator and Artistic Director of the gallery. – @mulambeta @miguelpg @daniela_avellar @luisamduarte #Flexa #FlexaGaleria
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2 months ago
Carnaval é esse instante em que a cidade veste memórias para imaginar outros amanhãs. 🎭✨ No blog da Bazar do Tempo, a folia ganha outra cadência. Reunimos dois textos que atravessam o Carnaval como território político e poético: lugar onde a história é cantada. Daniela Avellar assina a curadoria da exposição “Carnavalizar: método e invenção”. No texto que apresenta a mostra, a autora propõe deslocar o carnaval do campo do substantivo para o do verbo — entendendo-o como ação contínua, inventiva e intrinsecamente política. A exposição se estrutura a partir da noção de “carnavalizar” como método: uma prática ancorada na presença, no improviso e na alegria em seu sentido mais radical, capaz de reorganizar corpos, espaços e sensibilidades. 🎨✨ Em “Próxima parada: os primórdios do samba”, Pedro Paulo Malta conduz o leitor a uma viagem pela memória da antiga Praça Onze, berço histórico do samba carioca e epicentro da convivência entre judeus, ciganos e negros libertos no início do século XX. Mais do que um espaço físico, a praça era um território de encontros culturais, onde ecoaram os primeiros acordes de “Pelo telefone” e aconteceram os desfiles inaugurais das escolas de samba. 🥁👑 A Bazar do Tempo entrou de vez na avenida e segue no compasso da folia com uma ação especial para você celebrar o feriado do jeito que a gente mais gosta: com livros nas mãos e ideias em movimento. 🥁✨ Durante todo o Carnaval, o site inteiro segue sambando com descontos progressivos de até 40%. 💃🏽🛍️🎉 É a deixa perfeita para renovar a estante, descobrir novas vozes, reencontrar autoras queridas e mergulhar em temas que atravessam o nosso tempo. Vale aproveitar na pausa entre um bloco e outro, no respiro da quarta-feira ou naquele descanso merecido — porque a festa também acontece quando a leitura puxa o enredo e a imaginação ganha a rua. 🎊📖 Link na bio 🔗 🗓️📍A exposição "Carnavalizar: método e invenção" está em cartaz na @flexa.galeria até 01 de abril de 2026. 📸Foto de Pedro Malta: Ariel Cavotti ⚠️ERRATA: No card 2 informamos incorretamente que @pedropaulomalta é compositor. Ele é cantor, jornalista e pesquisador. #CarnavalLiterário #BazarDoTempo #foliadeleitura
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3 months ago
ABRE EM BREVE | A Flexa tem o prazer de anunciar “Carnavalizar: método e invenção”, coletiva que inaugura o programa de 2026 da galeria, sob direção artística de Luisa Duarte. Com curadoria de Daniela Avellar e expografia de Júlio Shalders, a mostra investiga o carnaval como verbo. Carnavalizar, nesse contexto, é entendido como um estado e uma ação capazes de reorganizar corpos, espaços e formas de convivência. Ao reunir artistas de diferentes gerações – como Di Cavalcanti, Maria Auxiliadora, Vik Muniz, Heitor dos Prazeres, Mulambô, Edu de Barros, Miriam Inez da Silva, Raul Mourão, Rubem Valentim, entre outros –, a exposição articula temporalidades, referências e repertórios que atravessam a experiência do corpo coletivo, as materialidades da festa, ritmos como o samba, o funk, e as arquiteturas vernaculares. A abertura será no dia 11 de fevereiro, quarta-feira, das 18h às 21h na Flexa, Rio de Janeiro. Evento aberto ao público. – OPENING SOON | Flexa is pleased to announce “Carnavalizar: Method and Invention”, a group show that inaugurates the gallery’s 2026 program, under the artistic direction of Luisa Duarte. Curated by Daniela Avellar and exhibition design by Julio Shalders, the exhibit investigates carnival as a verb. Within this context, carnavalizar is understood as both a state and an action capable of reorganizing bodies, spaces, and forms of coexistence. Bringing together artists from different generations — such as Di Cavalcanti, Maria Auxiliadora, Vik Muniz, Heitor dos Prazeres, Mulambô, Edu de Barros, Miriam Inez da Silva, Raul Mourão, Rubem Valentim, among others — the show weaves together temporalities, references, and repertoires that traverse the experience of the collective body, the materialities of celebration, rhythms such as samba and funk, and vernacular architectures. The opening will take place on Wednesday, February 11, from 6 to 9pm, at Flexa, Rio de Janeiro. Open to the public. – @daniela_avellar @luisamduarte @julioshalders @vikmuniz @mulambeta @edudebarros_ @raulmourao @rubemvalentiminstituto #Flexa #FlexaGaleria
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3 months ago
"Marlene Almeida pratica uma escuta profunda em contato direto com o ambiente. No lugar da dominação e da extração, entra em cena a ideia de cooperação. Em um processo minucioso e ritualístico, adota uma postura alquímica, como se respondesse à convocação de Gaia mencionada anteriormente. Isabelle Stengers (1949), filósofa e historiadora belga, propõe reativarmos o termo 'magia', nos desprendendo de seu uso metafórico e pensando-o como uma dimensão capaz de nos colocar em relação com as coisas. Há um gesto ético no fazer da artista, que é a um só tempo mágico e político, quando instaura um método do encantamento diante do contato entre sujeito e os elementos não humanos. Sua prática se tece junto à terra que respira." trecho de texto escrito para a individual de @marlenecostadealmeida em cartaz na @flexa.galeria foto: Edouard Fraipont
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4 months ago