FLEXA

@flexa.galeria

seg—sex, 10h às 19h [Mon—Fri, 10am to 7pm] sáb, 12h às 17h [Sat, 12pm—5pm]
Followers
25.3k
Following
2,062
Account Insight
Score
38.26%
Index
Health Rate
%
Users Ratio
12:1
Weeks posts
EM CARTAZ | Reunindo artistas de diferentes gerações, “Morar na cor”, se organiza em três núcleos que exploram distintas aproximações com a cor. Em um deles, a investigação cromática se dá pela observação empírica e pela variação sutil entre tons, aproximando-se de uma experiência quase tátil. Em outro, a cor emerge dos signos do cotidiano e das arquiteturas populares, incorporando referências visuais de contextos urbanos e vernaculares. O terceiro eixo questiona certo pudor diante da cor. Nesse conjunto, cores saturadas e avivadas comparecem nos lembrando da complexidade cromática e sua capacidade de produzir conexões enérgicas. A exposição propõe, assim, uma aproximação expandida da cor, entendida como experiência viva, situada entre o olhar, o corpo e o mundo. Curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar. Em cartaz até 18 de julho. – ON VIEW | Bringing together artists from different generations, “To Inhabit Color” is organized into three sections that explore distinct approaches to color. In one of them, chromatic investigation takes place through empirical observation and subtle variations between tones, approaching an almost tactile experience. In another, color emerges from the signs of everyday life and popular architectures, incorporating visual references from urban and vernacular contexts. The third axis questions a certain restraint toward color. In this group of works, saturated and vivid colors appear, reminding us of chromatic complexity and its capacity to create energetic connections. The exhibition thus proposes an expanded approach to color, understood as a living experience situated between the gaze, the body, and the world. Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar. On view until July 18. – @luisamduarte @daniela_avellar #FLEXA #FLEXAGaleria
337 5
25 days ago
DESTAQUE | #RafaelKamada desenvolve uma prática pictórica que se constrói no limiar entre figuração e abstração, evocando vestígios de paisagens e atmosferas naturais. A partir de uma pesquisa atenta à luz, a cor e o espaço, Kamada aplica a tinta em diferentes faturas, criando superfícies que alternam entre densidade e transparência. Nesse jogo de ocultação e revelação, as imagens nunca se oferecem de imediato: são construídas de forma gradual, exigindo do olhar um tempo de aproximação. Duas obras do artista integram a coletiva “Morar na cor”, que conta com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar. Em cartaz na FLEXA até 18 de julho. Mais informações sobre estas e outras obras disponíveis, escreva para [email protected]. – HIGHLIGHT | #RafaelKamada develops a pictorial practice that is built on the threshold between figuration and abstraction, evoking traces of landscapes and natural atmospheres. Based on careful research of light, color, and space, Kamada applies paint with different textures, creating surfaces that alternate between density and transparency. In this play of concealment and revelation, the images never present themselves immediately: they are gradually constructed, requiring the viewer to spend time in close observation. Two works by the artist are part of the group exhibition “To Inhabit Color,” curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar. On view at FLEXA through until July 18. For more information about these and other available works, contact [email protected]. – @rafael.kamada | ft [ph]: Mario Grisolli #FLEXA #FLEXAGaleria
0 10
2 days ago
EM CARTAZ | “Fato é que, no Brasil, cor sempre foi questão política. Das aquarelas de Debret às ‘Tintas polvo’ (2013), de Adriana Varejão, das fotografias de Luiz Braga às texturas erodidas das obras de Marcone Moreira, não há espaço para cor pacificada, amena, dócil. Nem mesmo no turbilhão de cor e matéria das pinturas de Beatriz Milhazes ou de Jorge Guinle se vê qualquer esperança de alegria imparcial e conciliadora. Delas sempre irrompe uma espécie de tensionamento crítico que reforça, na imagem do Brasil, os estereótipos da tropicalidade carnavalesca e da exuberância dos corpos mestiços para, no instante seguinte, fazer emergir, no “espetáculo das raças”, os traços indeléveis de violência colonial (...)” — Renato Menezes, em texto que acompanha a exposição. Com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar, “Morar na cor” propõe uma aproximação expandida da cor, entendida como experiência viva, situada entre o olhar, o corpo e o mundo. A coletiva permanece em cartaz na FLEXA até o dia 18 de julho. – NOW ON VIEW | “The fact is that, in Brazil, color has always been a political matter. From Debret’s watercolors to Adriana Varejão’s 'Tintas polvo’ (2013), from Luiz Braga’s photographs to the eroded textures of Marcone Moreira’s works, there is no room for pacified, gentle, docile color. Even amid the whirlwind of color and matter in the paintings of Beatriz Milhazes or Jorge Guinle, there is no trace of impartial, conciliatory joy. From them always erupts a kind of critical tension that reinforces, in the image of Brazil, the stereotypes of carnivalesque tropicality and the exuberance of mixed-race bodies, only to reveal, in the very next moment, within the ‘spectacle of races,’ the indelible marks of colonial violence (...)” — Renato Menezes, in the text accompanying the exhibition. Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar, “To Inhabit Color” proposes an expanded approach to color, understood as a living experience situated between the gaze, the body, and the world. The group show remains on view at FLEXA through July 18. – @remenezes9 @luisamduarte @daniela_avellar | ft [ph]: Edouard Fraipont #FLEXA #FLEXAGaleria
0 3
3 days ago
DESTAQUE | A obra de #FrankStella é marcada pela investigação entre cor e forma e pela exploração da materialidade da pintura e já foi objeto de duas retrospectivas no MoMA — a primeira em 1970, quando o artista tinha apenas 34 anos, e a segunda em 1987. Iniciada em 1999, a série “Hacilar” reúne pinturas de presença escultórica. O título remete a sítios arqueológicos na Turquia, evocando superfícies escavadas e formações ancestrais, aqui reinterpretadas por meio de materiais contemporâneos. Superfícies espessas e irregulares incorporam fragmentos metálicos que projetam a obra no espaço. A cor, aplicada em camadas densas, percorre esses relevos e potencializa seus contrastes. “Hacilar Level IIA” (2000) pode ser vista na exposição “Morar na cor”, em cartaz na FLEXA até 18 de julho. Curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar. – HIGHLIGHT | The work of #FrankStella is marked by an investigation of the relationship between color and form, as well as by an exploration of the materiality of painting, and has been the subject of two retrospectives at MoMA — the first in 1970, when the artist was only 34 years old, and the second in 1987. Initiated in 1999, the series”Hacilar” brings together paintings with a sculptural presence. The title refers to archaeological sites in Turkey, evoking excavated surfaces and ancestral formations, here reinterpreted through contemporary materials. Thick, irregular surfaces incorporate metallic fragments that project the work into space. Color, applied in dense layers, moves across these reliefs and intensifies their contrasts. “Hacilar Level IIA” (2000) can be seen in the exhibition Living in Color, on view at FLEXA through July 18. Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar. – @luisamduarte @danielaavellar | ft [ph]: Edouard Fraipont #FLEXA #FLEXAGaleria
0 0
9 days ago
DESTAQUE | #AntonioBandeira foi um dos pioneiros da abstração lírica no Brasil. Sua trajetória se desenvolveu entre seu país natal e Paris, cidade onde o artista viveu e consolidou sua linguagem. Bandeira participou de quatro edições da Bienal de Veneza (1952, 1954, 1960 e 1964), além de sete edições da Bienal de São Paulo. Sua pintura se destaca pelo lirismo e pela força cromática, construída a partir de gestos rápidos e espatuladas vigorosas que estruturam toda a superfície da tela. As composições se organizam em tramas densas e dinâmicas, nas quais formas e cores se expandem em diferentes direções. Duas pinturas do artista integram “Morar na cor”, exposição em cartaz na Flexa, que conta com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar e texto crítico assinado por Renato Menezes. – HIGHLIGHT | #AntonioBandeira was one of the pioneers of lyrical abstraction in Brazil. His career developed between his native country and Paris, the city where the artist lived and consolidated his visual language. Bandeira participated in four editions of the Venice Biennale (1952, 1954, 1960, and 1964), as well as seven editions of the São Paulo Biennial. His painting stands out for its lyricism and chromatic strength, built through rapid gestures and vigorous palette-knife strokes that structure the entire surface of the canvas. The compositions are organized into dense and dynamic networks, in which forms and colors expand in different directions. Two paintings by the artist are included in “To Inhabit Color”, the exhibition currently on view at Flexa, curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar, with a critical text by Renato Menezes. – (1-2): “O Dia”, 1962 (3-4) “Sem título [Untitled] - Vermelho”, 1959 | ft [ph]: Edouard Fraipont, Mario Grisolli #Flexa #FlexaGaleria
0 6
10 days ago
BIENAL DE VENEZA 2026 O Pavilhão do Brasil na 61ª Bienal de Arte de Veneza (2026) apresentará as artistas #AdrianaVarejão (1964) e Rosana Paulino (1967) na exposição “Comigo ninguém pode”, com curadoria de Diane Lima (1986), focando em reflexões sobre as feridas coloniais e a reinscrição da história em processos de metamorfose, imaginação e liberação poética. Celebramos hoje a força da arte brasileira no cenário internacional, com obras que atravessam tempo, matéria e memória. Com uma presença incontornável, Adriana Varejão reafirma seu lugar como uma das vozes mais relevantes da arte contemporânea. A 61ª La Biennale di Venezia — “In Minor Keys”, concebida pela curadora camaronesa-suíça Koyo Kouoh (1967–2025), será inaugurada ao público no dia 9 de maio e permanecerá em cartaz até 22 de novembro de 2026. – The Brazil Pavilion at the 61st Venice Art Biennale (2026) will present artists #AdrianaVarejão (1964) and Rosana Paulino (1967) in the exhibition “Comigo ninguém pode” [“Nobody can handle me”], curated by Diane Lima (1986). The show focuses on reflections on colonial wounds and the reinscription of history through processes of metamorphosis, imagination, and poetic liberation. Today we celebrate the power of Brazilian art on the international stage, with works that traverse time, matter, and memory. With an undeniable presence, Adriana Varejão reaffirms her place as one of the most relevant voices in contemporary art. The 61st La Biennale di Venezia — “In Minor Keys”, conceived by Cameroonian-Swiss curator Koyo Kouoh (1967–2025), will open to the public on May 9 and remain on view until November 22, 2026. _ @adrianavarejao @rosanapaulino.oficial @dianelima @madamekoyo #Flexa #FlexaGaleria #LaBiennalediVenezia
1,650 55
12 days ago
EM CARTAZ | Com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar, “Morar na cor”, a décima exposição realizada pela FLEXA, reúne artistas de diferentes gerações em torno da cor enquanto uma experiência vital. A mostra conta com texto crítico assinado por Renato Menezes e expografia de Julio Shalders. Ao adentrar o andar térreo da coletiva, anuncia-se a face insuspeitadamente crítica e também poética implicada nos diferentes usos da cor. Códigos culturais e identitários aparecem nas obras de Nam June Paik e Adriana Varejão. A abstração de Rodrigo Cass e Antonio Ballester Moreno transmite, através da cor, sensações ora mais meditativas, ora mais intensas. As composições geométricas ganham vida por meio do rigor sensível de Alfredo Volpi, Ione Saldanha e Aluísio Carvão. O movimento está presente em Lucia Koch e Antonio Bandeira, onde a luminosidade aparece através de gestos fotográficos e pictóricos. Em Dudi Maia Rosa, a luz torna a experiência cromática ímpar por meio do uso da resina. – ON VIEW | Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar, “To Inhabit Color”, the tenth exhibition organized by FLEXA, brings together artists from different generations around color as a vital experience. The show features a critical essay by Renato Menezes and exhibition design by Julio Shalders. Upon entering the ground floor of the group exhibition, an unexpectedly critical yet poetic dimension emerges, embedded in the various uses of color. Cultural and identity codes appear in the works of Nam June Paik and Adriana Varejão. The abstraction of Rodrigo Cass and Antonio Ballester Moreno conveys, through color, sensations that are at times more meditative, at others more intense. Geometric compositions come to life through the sensitive rigor of Alfredo Volpi, Ione Saldanha, and Aluísio Carvão. Movement is present in Lucia Koch and Antonio Bandeira, where luminosity emerges through photographic and pictorial gestures. In Dudi Maia Rosa, light renders the chromatic experience unique through the use of resin. – ft [ph]: Edouard Fraipont #FLEXA #FLEXAGaleria
0 6
13 days ago
DESTAQUE | Figura central para o desenvolvimento da arte conceitual e minimalista, #SolLeWitt estabelece sistemas e instruções que orientam a realização de suas obras, subordinando a execução à ideia que a estrutura. Em “Sem título” (1992) – que participa da exposição em cartaz na FLEXA –, LeWitt parte de pinceladas verticais em cores primárias (vermelho, amarelo e azul), além do preto, que, ao se sobreporem, geram novas tonalidades e ritmos visuais, evidenciando o processo como elemento constitutivo do trabalho. Como afirmou, “se o artista leva adiante sua ideia e a transforma em forma visível, então todas as etapas do processo são importantes”, sendo a própria ideia, mesmo que não realizada, já compreendida como obra. Mais informações sobre esta e outras obras disponíveis via [email protected]. – HIGHLIGHT | A central figure in the development of conceptual and minimalist art, #SolLeWitt established systems and instructions that guide the realization of his works, subordinating execution to the idea that structures it. In “Untitled” (1992) — currently featured in the exhibition on view at FLEXA — LeWitt begins with vertical brushstrokes in primary colors (red, yellow, and blue), along with black, which, when layered, generate new tonalities and visual rhythms, revealing process as a constitutive element of the work. As he stated, “if the artist carries through his idea and makes it into visible form, then all the steps in the process are important”, with the idea itself, even if unrealized, already understood as a work of art. For more information about this and other available works, please contact [email protected]. – @luisamduarte @danielaavellar | ft [ph]: Mario Grisolli #FLEXA #FLEXAGaleria
0 0
17 days ago
#RubemValentim | Em cartaz no MAM Rio, a exposição “Rubem Valentim: a ordem do sensível” foi desenvolvida em colaboração com o Museu de Arte Moderna da Bahia e com o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo. Curadoria de Raquel Barreto e Phelipe Rezende. Reunindo pinturas, relevos e esculturas, a mostra evidencia a amplitude da produção do artista baiano e a consistência de um pensamento que atravessa diferentes suportes com rigor e coerência. Valentim constrói uma linguagem singular ao articular geometria, cor e sistemas simbólicos oriundos de tradições religiosas e filosóficas, sobretudo afro-brasileiras e indígenas. Assim, ao reunir e recombinar diferentes signos, o artista constrói um sincretismo de caráter universal. A FLEXA teve o prazer de colaborar com o projeto mediando a aquisição e o empréstimo de dezenas de trabalhos que integram a retrospectiva. — #RubemValentim | Now on view at MAM Rio, the exhibition “Rubem Valentim: a ordem do sensível” was developed in collaboration with the Museum of Modern Art of Bahia and the Museu Afro Brasil Emanoel Araujo. Curated by Raquel Barreto and Phelipe Rezende. Bringing together paintings, reliefs, and sculptures, the exhibition highlights the breadth of the Bahian artist’s production and the consistency of a body of thought that moves across different media with rigor and coherence. Valentim constructs a singular visual language by articulating geometry, color, and symbolic systems rooted in religious and philosophical traditions, especially Afro-Brazilian and Indigenous ones. By bringing together and recombining different signs, the artist creates a syncretism of universal character. FLEXA had the pleasure of collaborating with the project by facilitating the acquisition and loan of dozens of works included in the retrospective. – @mam.rio @eu_raquelb @pheliperezende @rubemvalentiminstituto | ft [ph]: Fabio Souza / MAM Rio; vídeo [video]: Mateus Freitas / MAM Rio #FLEXA #FLEXAGaleria
0 3
18 days ago
DESTAQUE | #AbrahamPalatnik ocupou um papel central na consolidação da arte cinética e óptica no Brasil, sendo um dos pioneiros na articulação entre arte e tecnologia na história da arte global. O artista representou o país na 32ª Bienal de Veneza (1964) e participou de diversas edições da Bienal de São Paulo. Presente na exposição em cartaz na FLEXA, “Objeto Cinético CK-8” (1966–2005) é uma obra de grande importância no conjunto da produção de Palatnik, tendo integrado relevantes retrospectivas do artista. Nesses trabalhos, luz, cor e movimento se articulam de forma precisa, envolvendo o espectador em um campo visual dinâmico, ao mesmo tempo sedutor e hipnótico. Com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar, “Morar na cor” permanece aberta para visitação até 18 de julho. – HIGHLIGHT | #AbrahamPalatnik played a central role in the consolidation of kinetic and optical art in Brazil, being one of the pioneers in connecting art and technology in the history of global art. The artist represented the country at the 32nd Venice Biennale (1964) and participated in several editions of the São Paulo Biennial. Currently featured in the exhibition on view at FLEXA, “Objeto Cinético CK-8” (1966–2005) is a work of great importance within Palatnik’s body of work, having been included in significant retrospectives of the artist. In these works, light, color, and movement are articulated with precision, engaging the viewer in a dynamic visual field that is at once seductive and hypnotic. Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar, “To Inhabit Color” remains open to visitors until July 18. – @luisamduarte @daniela_avellar | ft [ph]: Edouard Fraipont, Mario Grisolli #FLEXA #FLEXAGaleria
0 3
20 days ago
ABERTURA | Amanhã, sábado, 18 de abril, das 15h às 19h, a FLEXA inaugura “Morar na cor”, exposição que propõe pensar a cor para além de sua dimensão estritamente formal. Com curadoria de Luisa Duarte e Daniela Avellar, a mostra parte da compreensão de que os cromatismos são atravessados pela experiência, pela subjetividade e pelo cotidiano. A exposição é acompanhada de texto assinado por Renato Menezes, curador da Pinacoteca de São Paulo, e reúne artistas de diferentes gerações que, a partir de perspectivas diversas, nos indicam toda paleta cromática como um campo ativo, capaz de produzir uma miríade de afetos e percepções. – Abdias Nascimento, Abraham Palatnik, Adriana Varejão, Alberto da Veiga Guignard, Aluísio Carvão, Amelia Toledo, Ana Claudia Almeida, André Ricardo, Antonio Ballester Moreno, Antonio Bandeira, AVAF, Beatriz Milhazes, Carlos Vergara, Cícero Dias, Dudi Maia Rosa, Elvis Almeida, Erika Verzutti, Frank Stella, Hélio Oiticica, Ione Saldanha, Janaina Tschäpe, Jorge Guinle, Judith Lauand, Lucia Koch, Luiz Braga, Luiz Zerbini, Lygia Pape, Marcone Moreira, Maria Leontina, Mariana Palma, Miguel Rio Branco, Milton Dacosta, Montez Magno, Nam June Paik, Paulo Pasta, Rafael Kamada, Rodrigo Cass, Rubem Valentim, Sol LeWitt, Tomie Ohtake e Yves Klein. – OPENING | Tomorrow, Saturday, April 18, from 3pm to 7pm, FLEXA opens “To Inhabit Color”, an exhibition that proposes thinking about color beyond its strictly formal dimension. Curated by Luisa Duarte and Daniela Avellar, the show is based on the understanding that chromatic experiences are shaped by lived experience, subjectivity, and everyday life. The exhibition is accompanied by a text written by Renato Menezes, curator at the Pinacoteca de São Paulo, and brings together artists from different generations who, from diverse perspectives, suggest the full chromatic palette as an active field capable of producing a myriad of affects and perceptions. – @luisamduarte @danielaavellar @julioshalders #Flexa
148 3
1 month ago
Nosso projeto para a @flexa.galeria , no Rio de Janeiro, partiu de uma lógica nada usual em readequações espaciais: transformar uma construção existente por meio da adição e da sobreposição de novas camadas, evitando ao máximo as supressões e as demolições. Dessa forma pudemos alcançar as duas premissas que nos foram colocadas; 1) a de realizar a obra dentro do prazo de três meses e 2) a de garantir a possibilidade de reversão total do espaço à sua configuração original. As camadas adicionadas, executadas em placas de madeira masseadas e pintadas de branco, geraram planos e volumes que modificaram profundamente as espacialidades existentes. No pátio de pé-direito quádruplo, por exemplo, os vidros dos guarda-corpos e paredes foram envelopados pelas placas concebendo uma atmosfera mais contínua, limpa e abstrata. Exteriormente, as placas adicionadas criaram um novo plano vertical na antiga fachada então composta por uma única grande reentrância que constituía uma varanda associada a grandes planos de vidros. No entanto, o alto nível de incidência solar fazia com que a varanda fosse pouquíssimo utilizada e as persianas estivessem sempre fechadas. Englobada para dentro do espaço, a varanda transformou-se em uma sala de reuniões com pé-direito duplo e uma janela horizontal na altura das copas das árvores. Essa janela e as duas outras novas aberturas da fachada foram precisamente desenhadas para enquadrar vistas e trazer a luz de forma controlada. A intervenção mais radical do ponto de vista construtivo foi realizada no térreo, antes inteiramente fechado para a rua. A substituição das paredes cegas por uma caixilharia propõe um diálogo franco e aberto com a rua que revela vistas internas das exposições e convida as pessoas a adentram na galeria. - Fotos @rafaelsalimestudio
593 22
1 month ago