casa triângulo

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O Museu Oscar Niemeyer abriu ao público a escultura “afenufu vivalulu amulufu fufulufu”, de avaf (assume vivid astro focus), que integra escorregador, balanço e outros elementos para interação das crianças, como parte do projeto “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre”. Democrático e inclusivo, o projeto “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre”, com curadoria de Marc Pottier, inaugurado em 2024, rompeu o limite físico das paredes do Museu e abraçou a população. A iniciativa se transformou num convite permanente para que o público externo se inspire e se sinta instigado a entrar no Museu. @assumevividastrofocus #avaf @marcpottierart @museuoscarniemeyer
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10 hours ago
Sandra Cinto: Dois Infinitos . Exposição individual . Textos críticos de Josué Mattos e Priscyla Gomes . Último dia sábado 16.05.2026 “A mostra emerge como um espaço suspenso entre dois infinitos. De um lado, o azul profundo, noturno e recolhido, onde a paisagem se densifica e se volta para dentro, como se tocasse uma zona de silêncio e interioridade. De outro, o dourado luminoso, aberto e expansivo, onde a imagem se projeta, se irradia e se desfaz em horizonte. Entre esses dois polos, a pintura não fixa um lugar; ela vibra, alterna, se desloca. Há nela um ritmo respiratório, um movimento de contração e expansão que sustenta sua própria existência. Nesse sentido, essas paisagens também configuram uma imagem do tempo, não um tempo linear e progressivo, mas um tempo circular, que retorna e se dobra sobre si. Amanhecer e anoitecer deixam de ser extremos para se tornarem passagens de uma mesma duração contínua. A luz que desponta já carrega a memória da sombra, assim como a noite abriga, em latência, a iminência do dia. A série se constrói, assim, como um ciclo, um movimento incessante entre dois estados do mundo, entre duas intensidades do visível, onde cada imagem parece conter, em si, o começo e o fim.” Priscyla Gomes, março 2026 Fotos: Ana Pigosso @sandracinto_oficial #sandracinto @josueemattos @priscyla @a.pigosso @casatriangulo
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2 days ago
[PT/ENG] Entre gestos intensos, formas em transformação e campos cromáticos vibrantes, Fernanda Galvão constrói pinturas que parecem existir em suspensão. Suas composições articulam paisagem, corpo e matéria em ambientes instáveis, onde elementos vegetais, líquidos e quase anatômicos emergem sem hierarquia definida, criando ecossistemas que oscilam entre o íntimo e o desconhecido. Em “Green Wind”, 2026, apresentada na ABERTO5, fluxos orgânicos e cores densas se entrelaçam em uma composição marcada por intensidade e instabilidade. Mais do que representar uma paisagem, a obra parece propor um território próprio — um espaço onde diferentes formas de vida, percepção e imaginação coexistem em permanente transformação. — Through intense gestures, shifting forms, and vibrant chromatic fields, Fernanda Galvão creates paintings that seem to exist in suspension. Her compositions intertwine landscape, body, and matter within unstable environments, where vegetal, liquid, and almost anatomical elements emerge without defined hierarchy, creating ecosystems that oscillate between the intimate and the unknown. In Green Wind, 2026, presented at ABERTO5, organic flows and dense colors intertwine in a composition marked by intensity and instability. More than depicting a landscape, the work seems to propose a territory of its own — a space where different forms of life, perception, and imagination coexist in constant transformation.
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4 days ago
Última semana . Sandra Cinto: Dois Infinitos . Exposição individual . Textos críticos de Josué Mattos e Priscyla Gomes . Até sábado 16.05.2026 “Ao longo de mais de trinta anos, Sandra Cinto elege o espaço interior de cada ser vivo como residência do que define como Grande Sol e Noites de Esperança, duas forças que atravessam sua construção poética. No contexto da exposição Dois infinitos, a artista lida com esses paradoxos da experiência sensível na passagem da obscuridade para o calor dourado que acolhe suas constelações, formações rochosas e paisagens oceânicas. Afluentes e correntes se encontram nesse território de transição, como se cada imagem habitasse o limiar entre um campo e outro. A paisagem interna e sagrada, organizada em oito atos contínuos, transporta o público para um território sensível no qual a luz permite a diversidade cromática, a profundidade e a sobreposição de montanhas e quedas d’água. É nesse campo que a linha surge como gesto emancipador: o mesmo traço que atravessa superfícies e horizontes instaura espaços de passagem entre o visível e o imaginado. A exposição acolhe cada sujeito em um espaço íntimo, fazendo de sua longa trajetória na Casa Triângulo um momento singular, quando o infinitesimal encontra o infinito que assombra por sua força incomensurável e encanta por sua beleza que chama à devoção.” Josué Mattos, março 2026 Vistas da exposição: Ana Pigosso @sandracinto_oficial #sandracinto @josueemattos @priscyla @a.pigosso @casatriangulo
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6 days ago
SAVE THE DATE | Sábado, 23 de maio, a Casa Triângulo apresenta a primeira exposição individual de Thix, reunindo um conjunto inédito de 40 pinturas, objetos e desdobramentos instalativos produzidos especialmente para a ocasiao. A mostra apresenta um mergulho no imaginário da artista, atravessado por processos de transformação, luto e fabulação e articulando referências da pintura acadêmica, do artifício performático e de imaginários queer em composições levadas a explorar a fronteira entre o humano, o monstruoso e o alegórico, abarcando o desconforto de existir. Produzir presença no limiar do desaparecimento. A exposição também inaugura o interesse da artista pela pintura como território expandido, não apenas enquanto técnica, mas como linguagem capaz de contaminar objetos. Trazendo referências da cultura queer, do barroco, da moda e da iconografia religiosa, Thix articula sedução e estranhamento, elaborando uma mitologia própria construída através da artificialidade assumida e da autoficção. A exposição conta com texto do crítico Maykson Cardoso. @thix @maykson________ @casatriangulo
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7 days ago
Andy Villela @andyvillela_ investiga, em Embrião, as primeiras fases do desenvolvimento embrionário como superfície de tensionamento dos discursos que sustentam as narrativas ocidentais sobre corpo, identidade e sujeito. As formas orgânicas e instáveis que atravessam a tela evocam um corpo anterior à linguagem, ainda não capturado pelas estruturas que o definem. A embriologia não é ilustrada, mas mobilizada como crítica: as fases do desenvolvimento se tornam símbolos de uma subjetividade em aberto, anterior à normatividade e ao mito de um eu linear e estável. Embrião Acrílica Tastão oleoso, spray e carvão sobre tela 200 x 170 cm | 2023 Obrigada @casatriangulo Catálogo disponível via DM - [EN] Andy Villela investigates, in Embrião, the early stages of embryonic development as a surface through which Western narratives on body, identity, and subject are brought into tension. The organic, unstable forms that move across the canvas evoke a body prior to language not yet captured by the structures that define it. Embryology is not illustrated, but mobilized as critique: the stages of development become symbols of an open subjectivity, preceding normativity and the myth of a linear, stable self. Embrião Acrylic Oil stick, spray and charcoal on canvas 200 x 170 cm | 2023 Thank you @casatriangulo Catalogue available via DM - #galeriarefresco R. do Rosário, 26 - Centro, Rio de Janeiro horário de visitação/ visitation: ter-sex | tue-fri 11h-18h sáb | sat 10-16h
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8 days ago
Matias Duville: Monitor Yin Yang . Curadoria de [Curated by] Josefina Barcia . Argentine Pavilion . La Biennale di Venezia 2026 . 09.05.2026 - 22.11.2026 O Pavilhão da Argentina na 61ª Bienal de Veneza apresenta Monitor Yin Yang, uma instalação site-specific de Matías Duville (Buenos Aires, 1974), com curadoria de Josefina Barcia. O projeto transforma o pavilhão em uma paisagem atravéssavel feita de sal e carvão, expandindo o desenho - linguagem central na prática do artista - para um campo espacial, sonoro e performativo. Pensada como uma experiência imersiva, a instalação não parte da representação de um lugar, mas da construção de um território em permanente ativação. O visitante atravessa um ambiente instável, onde matéria, som e tempo se entrelaçam e reorganizam continuamente a percepção. A partir da ideia de yin e yang, Duville propõe um espaço em que forças opostas coexistem sem se resolver: luz e sombra, resíduo e energia, ruína e promessa. O desenho surge aqui como um campo aberto, compartilhado, atravessado por improvisação e instabilidade. [The Argentine Pavilion at the 61st Venice Biennale presents Monitor Yin Yang, a site-specific installation by artist Matías Duville (Buenos Aires, 1974) curated by Josefina Barcia. The project transforms the pavilion into a traversable landscape constructed from salt and charcoal, expanding drawing—one of the central languages in Duville’s practice—into a spatial, sonic, and performative environment. Conceived as an immersive installation, Monitor Yin Yang proposes an open cartography that does not represent a specific place but unfolds as a territory activated by movement. Visitors traverse a fragile landscape where materials, sound, and time interact, producing a shifting field of perception. Drawing on the philosophical notion of yin and yang, the project imagines a space where opposing forces coexist: light and shadow, residue and energy, ruin and promise. Rather than resolving these tensions, the installation sustains them, suggesting drawing as a shared ground of improvisation and instability.] Ph: Estrella Herrera . Cortesia [Courtesy] Barro Galeria @matiasduville @monitoryinyang @labiennale
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8 days ago
Dois Infinitos . Conversa com Sandra Cinto e Priscyla Gomes . Sábado 09.05.2026 às 11h . Não percam! @sandracinto_oficial #doisinfinitos @priscyla @casatriangulo
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9 days ago
#Repost @monitoryinyang ・・・ “When I think about salt, I think about the slowness of geological time, the ocean, permanence. I’ve created a huge salt bed for the show, and I’ve spread charcoal dust over it. Charcoal possesses an oppositional valence: It’s energy, combustion—it symbolizes a different way of understanding time.” —— Matías Duville vía @artforum 📷 @g.i.a.c.o.m.o.b.i.a.n.c.o @matiasduville @josebarcia #BiennaleArte2026 #MatiasDuville #MonitorYinYang #ArgentinePavilion2026
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10 days ago
[PT/ENG] Atravessando diferentes linguagens, do desenho à escultura, Marina Hachem articula materiais como cimento, argamassa e aço em composições que evocam arquiteturas em estado de transformação. Suas obras operam no limite entre construção e desgaste, sugerindo paisagens onde elementos industriais e orgânicos coexistem como vestígios de processos mais amplos ligados à ação humana sobre o ambiente. Desenvolvida a partir de uma pesquisa realizada durante sua residência na Cité Internationale des Arts, em Paris, “Jardim de Sceaux”, 2026, parte da observação e do estudo dos jardins históricos franceses e de seus desenhos formais. Ao transpor essas referências para o campo escultórico, Hachem desloca a lógica de organização desses espaços, articulando volumes e materiais como brita, aço e tinta emborrachada. Ph: @pedrobucher — Working across different languages, from drawing to sculpture, Marina Hachem articulates materials such as cement, mortar and steel in compositions that evoke architectures in a state of transformation. Her works operate at the threshold between construction and decay, suggesting landscapes where industrial and organic elements coexist as traces of broader processes related to human intervention in the environment. Developed from research conducted during her residency at the Cité Internationale des Arts in Paris, Jardin de Sceaux, 2026, stems from the observation and study of historic French gardens and their formal layouts. By transposing these references into the sculptural field, Hachem shifts the logic of organization of these spaces, articulating volumes and materials such as gravel, steel and rubberized paint.
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12 days ago
#Repost @monitoryinyang ・・・ 🎬 Behind the scenes Matías Duville. Monitor Yin Yang Countdown para la apertura del Pabellón Argentino en la Bienal de Venecia 🙌🏻🙌🏻 📍Arsenale @labiennale 09.05.2026 Video @furioganz @matiasduville @josebarcia @agomau @anfibio_venezia #BiennaleArte2026 #MatiasDuville #MonitorYinYang #ArgentinePavilion2026
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13 days ago
Matías Duville: Monitor Yin Yang vía @e_flux The Argentine Pavilion at the 61st International Venice Biennale presents Monitor Yin Yang, a site-specific installation by artist Matías Duville (Buenos Aires, 1974) curated by Josefina Barcia. The project transforms the pavilion into a traversable landscape constructed from salt and charcoal, expanding drawing—one of the central languages in Duville’s practice—into a spatial, sonic, and performative environment. Conceived as an immersive installation, Monitor Yin Yang proposes an open cartography that does not represent a specific place but unfolds as a territory activated by movement. Visitors traverse a fragile landscape where materials, sound, and time interact, producing a shifting field of perception. 🔗 Full announcement in bio Ph: @estrella_herrera__ Courtesy Galería Barro @culturalesarg @culturalesarg #BiennaleArte2026 #MatiasDuville #MonitorYinYang #ArgentinePavilion2026
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14 days ago