At the end of this month, I’ll be giving the online course “The Task of Criticism: Theoretical, Methodological, Aesthetic & Ethical Foundations of #ArtCriticism from a Benjaminian Perspective” (held in Portuguese). I’m quite excited to be writing the syllabus as a sort of #manifesto. It’s coming soon to my Substack: thecriticalapproach.substack.com
#WalterBenjamin #CriticalTheory #Criticism
Ariano que sou, gosto das metáforas de batalha. E, sem dúvida, batalhas não nos faltam, mas a covardia pulula nesse mundo “pós-crítica” (Hal Foster), em que o neoliberalismo avança a passos largos, não mais cassando a palavra crítica, mas absorvendo-a até que ela se torne mais um slogan que uma palavra de ordem a seu favor. Nada novo. Também nessas “treze teses”, Walter Benjamin asseverava, há quase um século, que “os chavões de uma crítica medíocre vendem os pensamentos à moda, e ao desbarato”. E cá estamos, hoje ainda, a fazer coro com ele para dizer que, minha gente: precisamos de um pouco mais! Bora afiar a palavra (e as ideias!) juntes!
*Utilizo aqui a tradução de João Barrento.
My favourite place up north in Berlin is a field that reminds me of many happy moments from my childhood in Minas Gerais, running barefoot and free, collecting berries, swimming in brooks.
Compartilhando um pouco das notas manuscritas do meu texto para a exposição da @thix , “Quarto de não dormir, sala de não estar”, na Casa Triângulo (@casatriangulo ). | Quem fez o curso “A tarefa da crítica” pôde ver um pouco como opera o método benjaminiano da “crítica imanente”. No espírito das vanguardas, Benjamin defendia que a obra porta as chaves para sua própria crítica. Escrever sobre o trabalho de Thix me fez pensar, mais uma vez, na pertinência desse método. O procedimento pictórico que Thix traz da pintura acadêmica — isto é: começar pintando o retrato a partir da “camada morta” e, aos poucos, trazer vida ao que é retratado no processo da “velatura” — está intrinsecamente ligado aos conceitos que sua obra opera e atualiza. A tese central do meu texto sobre seu trabalho vai fundo na influência do barroco em seu modo de pintar e compor (também instalações, como se verá na exposição)… O barroco é marcado pelo excesso da ornamentação, do contraste na pintura e, como nos lembra Benjamin, pela “alegoria”, ou seja: a composição de uma nova totalidade a partir de fragmentos de altíssima significação. A morte era o topos privilegiado do barroco e tinha sua expressão no lema melancólico “memento mori” (“lembra-te de que morres”) e na imagem da Vanitas — a caveira a nos lembrar biblicamente que tudo é vaidade. O uso desse topos no barroco sintetizava o conceito da “transitoriedade”. Na obra de Thix, a “transitoriedade” (negativa no barroco), ganha uma feição positiva: a artista nos lembra da morte como condição inescapável para uma nova vida. Foi preciso morrer (e matar) o homem para nascer a mulher. — A exposição abre, na Casa Triângulo, dia 23. Save the date!
Repostando por motivos de: quero. — Sábado lemos este fragmento de Walter Benjamin em seu "Programa para a crítica literária" (1930) em nosso curso "A tarefa da crítica". Bem a calhar para o fim de semana de Páscoa, fez-me lembrar também desses outros textos nos quais o autor menciona essa mesma imagem ou jogo da tradição pascalina alemã. Intrigante ver como ele insiste nessa imagem como paradigma de um método... Boa Páscoa! — A tela da primeira foto, "A noite espessa", é de @alvaroseixas .
“A cidadania das bonecas de pano”, novo livro de Ricardo Domeneck pela @arsetvita , está em pré-venda no site da editora.
Foto do autor por Paul Mecky (@mecky_paul )
#RicardoDomeneck
“Rolf Behm, Funambulist: A Studio Visit *Anecdote” just came out in English. You can also check it out on my Substack: , where you can find more content like this and see more snaps from Rolf Behm’s studio. Subscribe!
Primeiro e-mail do curso “A tarefa da crítica” enviado, e feliz demais com o grupo que vamos formando. 🥸 — “Tomaremos os fragmentos que Benjamin escreveu sobre crítica de literatura no final dos anos 1920 e início dos 1930 como fio condutor para escarafunchar, em outros de seus textos, as questões que nos interessam: o que ele teorizou sobre a crítica? O que pensou sobre o método e que métodos aplicou, ele mesmo, ao escrever críticas? Que formas — gêneros e tipos textuais — escolheu para fazê-lo? Que posição ética sustentou — em relação às obras analisadas, mas não só! — ao longo desses textos?”
A Ars et Vita anuncia o lançamento de “A cidadania das bonecas de pano”, novo livro de Ricardo Domeneck — vencedor do Prêmio Jabuti e do Prêmio Alphonsus de Guimaraens (2024) que aprofunda e radicaliza uma investigação central em sua obra: a relação entre linguagem, corpo e pertencimento. Ao tensionar formas de subjetividade e inscrição no mundo, os poemas propõem uma ideia de cidadania que se constrói a partir do deslocamento — entre vozes, territórios e regimes de visibilidade.
Entre o íntimo e o político, “A cidadania das bonecas de pano” articula uma poética que confronta normatividades e expõe zonas de fricção, onde identidade e linguagem permanecem em constante negociação.
Integrando a Coleção Polyphonia da Ars et Vita, o volume conta ainda com posfácio assinado por Maykson Cardoso, que amplia as leituras possíveis da obra e situa sua potência no campo contemporâneo.
A cidadania das bonecas de pano já encontra-se em pré-venda. Garanta já seu exemplar com desconto através do site da editora Ars et Vita.
@dome_neck@maykson________
#arsetvita #RicardoDomeneck #ColeçãoPolyphonia #poesiacontemporanea
👉🏽 Texto completo publicado no meu Substack “The Critical Approach. Link na bio! — Quinta-feira tive o prazer de visitar o ateliê de @rolf.behm . Essa anedota, ou “crônica de ateliê”, resulta da boa conversa que tivemos.
#rolfbehm #pintura #artesvisuais #historiadaarte #críticadearte