“Aborto é sim papo de mesa de bar e de jantares em família.”
A “Zine Aborteira _ Autonomia e aborto acompanhado” é lançamento de Basuras e Legaliza MG, nesse setembro verde, mês de luta por autonomia sexual e (não) reprodutiva.
Queremos popularizar informações sobre o aborto legal e autogestionado, a partir de uma perspectiva trans aborteira.
Bora tirar o aborto do armário?!
Por uma política de cuidados em abortamento. ✊🏼🌿
Realização: Basuras Coletiva e Frente Mineira Legaliza o Aborto
Redação: Ráiz Policarpo @_enraize
Diagramação e ilustrações: Beatriz Lago @bealake
Apoio e revisão: Coletiva Juntes! saúde sexual e (não) reprodutiva para todes (Ale Mujica Rodriguez; Anto Barone Guzmán; Aline Ribeiro Soares) @juntes.coletiva
O Dia de Luta pela Descriminalização e Legalização do Aborto na América Latina e Caribe está chegando e vamos lamber as ruas de todo o Brasil pelo Direito de Decidir! Quer somar na colagem de lambes, mas nunca colou? Se liga nestas dicas!
🔗 Os lambes da chamada estão disponíveis no link da bio.
Marca o seu bondy da colagem que com este passo a passo é só sair colando! 👅
#direitodedecidir #lambelambe #intervencaourbana #descriminalizaçãodoaborto #abortolegaljá
Somos uma coletiva de comunicação popular que okupa as ruas com arte e informações, estamos espalhades pelo brasil e articulades em ações de lambe lambe. Diante de tantos retrocessos no acesso a direitos reprodutivos já conquistados, como o aborto legal para vítimas de estupro, fazemos esse chamado a todes, BORA JUNTES?!
💥 Acesse o link da nossa bio para baixar materiais grátis e lamber pela sua cidade.
#lambelambe #basuras #feministart #pastup #criançanãoémãe
#TBT da III Marcha Transmasculina de São Paulo organizada pelo @ibratsp chamando as ruas por respeito e dignidade! 🏳️⚧️💥🌿
@_enraize marcou presença e representou Basuras colando lambes no trajeto da marcha na Av. Paulista e Rua Augusta. Nos encuentros com parceires y amigues, as artes se somaram às criações com @parquinhografico
Também seguimos distribuindo zines aborteiras numa perspectiva transfeminista @legalizamg
Somam na colagem e registros @_enraize@_lorotta@gab.anfibia@samuel.pogum@sereno_sgr@pequenomarginal
Colamos, existimos y resistimos 💥💥💥
Hoje o FOCCA (Fabulações Ondulatórias de Criação Convivial em Águas), junto com a Basuras Coletiva, participou da IV Jornada do GT Ensino de História e Educação (ANPUH-GO), que acontece de 14 a 17 de abril de 2026.
Apresentamos experiências de um encontro realizado em agosto de 2024 com os quilombos Vó Rita e Vovó Teresa, em Trindade - GO (realizado com apoio da LPG de Goiás 2023).
Um encontro potente, atravessado por presenças diversas — estudantes e professora da Licenciatura em Dança da UFG, pessoas indígenas, negras, brancas, LGBTQIAPN+, quilombolas, artistas e ativistas.
Destacamos o lambe lambe, criação coletiva “Aqui tem Quilombo”, como gesto de afirmação e resistência frente aos processos coloniais, racistas e de apagamento que estruturam a cidade.
Consideramos como uma ação anticolonial que tensiona as lógicas de ocupação do território e reivindica outras formas de existência, memória e futuro.
Entre arte, educação e política, o encontro ativou práticas coletivas, saberes situados e modos de fazer comprometidos com a justiça social, o antirracismo e a continuidade das lutas quilombolas.
Seguimos em movimento 🌊🔥
#aquitemquilombo
Ação vinculada ao projeto de pesquisa Pedagogiros: transfigurando sentidos, corpas e territórios em dança do Instituto de Artes da Cena, UFG.
@anpuhgoias@basurassss@marta_quintiliano_@ana.alonsa
No último domingo, realizamos uma colagem de lambes para o “9° Aidê como tá vósmicê?” realizado pela Mestra Alcione, a primeira mestra de capoeira Angola de Minas Gerais. O evento visa celebrar y fortalecer a presença das mulheres na capoeira Angola.
Acreditamos no lambe como uma ponte de encontro entre mundos, ferramenta de memória no espaço. Em conexão com a Mestra Alcione @cici.floresta , ilustrações de @l.ucasa__ , frases e colagem Basuras, @autonomiayalegria_ e @bealake
📎 Lambe-Lambe para baixar e imprimir no link da bio.
Música @mestrenegoativo
Letras e Diagramação @bealake
[8 de março] Dia Internacional de Luta das Mulheres. Por um 8M diverso e plurinacional, somos transfeministas autoconvocades.
Diversidade é reflorestar.
Toda monocultura é falha.
Celebrar a diversidade das mulheres. Reconhecer a diversidade. Ouvir e aprender com negras, lésbicas, gordas, com deficiências, indígenas, quilombolas, ribeirinhas, putas… Enxergar as especificidades das mulheres trans e travestis. Enxergar as violências que as perpassam. Nunca esquecer das travestis que estão e as que não estão mais aqui. Mulheres trans e travestis são mulheres: acostumar com sua presença em todos os espaços.
Saúde sexual e não reprodutiva é assunto também para transmasculinos. Existe uma pluralidade de corpos que gestam. Desbinarizar o olhar. Desbinarizar a linguagem. Acostumar com homens gestantes, paternidades ativas e famílias diversas livres.
Criança não é mãe.
Somam na ação e registros: @bealake@_enraize@autonomiayalegria_@possosersol@vulgokakaw@marinaestanis@marxvinicius_@kio.zaz@mugrrra@pintelute.floripa
Diagramação @bealake
A luta das mulheres segue viva nas ruas.
Por dignidade, pelos nossos corpos, pelos territórios e pelo futuro das nossas crianças.
Registros: @marinaestanis@bealake@vulgokakaw@_enraize@possosersol
Edição: @marinaestanis
#8M #mulherestrabalhadoras #direitodasmulheres #feminismobh
8M nas ruas de BH
Em um país onde as taxas de feminicídio seguem crescendo, o Dia Internacional das Mulheres não é apenas uma data simbólica — é também um dia de denúncia. A violência contra mulheres e pessoas queer não é exceção, é parte de uma estrutura que organiza a sociedade a partir do controle dos nossos corpos, da nossa autonomia e das nossas vidas.
Não se trata de casos isolados. Trata-se de uma violência sistêmica sustentada por desigualdades profundas e por um Estado que, muitas vezes, falha em garantir proteção, justiça e condições dignas de existência.
Embora todas as mulheres sejam atravessadas por essa realidade, ela pesa de forma ainda mais brutal sobre aquelas que vivem em situações de maior vulnerabilidade: mulheres negras, indígenas, periféricas, mulheres racializadas, mulheres que dependem financeiramente de seus agressores e tantas outras que enfrentam não só a violência, mas também a ausência de proteção e de acesso à justiça.
Ir às ruas no 8 de março é lembrar que essa luta é coletiva. Enquanto a violência estrutural seguir organizando a sociedade, seguir lutando também será necessário.
#8m #diadasmulheres
Mulheres e todes nas ruas pelo fim da violência ✊✊🏽✊🏿✊🏻 @basurassss ⚡️
🔻O Brasil está no 5º lugar no ranking mundial de feminicídios
🔻A cada 7h uma mulher é vítima de feminicídio
🔻70% das agressões acontecem dentro de casa
🔻Mais de 1 milhão de mulheres relataram ter sido espancadas só no último ano
🔻Em 2024, 1 em cada 4 brasileiras diz ter medo de ser morta pelo próprio companheiro.
Os dados foram divulgados pela @midianinja e @planetaella