Celebrando mais uma volta em torno do sol. 🎉✨
Dividir as comemorações também celebrando a vida do meu irmão. Final de semana que também cai no dia das mães.
Aaaaaa, quantos motivos pra festejar, né?!
Abundância e bem viver como horizonte. 🌱🌀
#TBT da III Marcha Transmasculina de São Paulo organizada pelo @ibratsp chamando as ruas por respeito e dignidade! 🏳️⚧️💥🌿
@_enraize marcou presença e representou Basuras colando lambes no trajeto da marcha na Av. Paulista e Rua Augusta. Nos encuentros com parceires y amigues, as artes se somaram às criações com @parquinhografico
Também seguimos distribuindo zines aborteiras numa perspectiva transfeminista @legalizamg
Somam na colagem e registros @_enraize@_lorotta@gab.anfibia@samuel.pogum@sereno_sgr@pequenomarginal
Colamos, existimos y resistimos 💥💥💥
Recebendo hoje os registros desse casamento lindo (18/10/2025).
Ainnn, dá pra voltar nesse dia?!
🎉🍹🪩🥂✨
@lariferreira3 as boas vindas a família já veio tem anos né, mas reforço a alegria dessa família que cresce.
@ronaalty orgulho de você irmão, gatíssimo!
Família lindaaa, amo vocês!
Luta PositHIVa é o combate aos estigmas e preconceitos com o HIV/Aids. Quando a epidemia do HIV/Aids surgiu em 1981, o medo pela falta de informações veio acompanhado por uma espetacularização e exposição das pessoas infectadas.
Manchetes como "Cazuza: Uma vítima da Aids agoniza em praça pública” e “"Policia civil ‘combate’ a Aids prendendo travestis" foram vistas em jornais e revistas. Essas manchetes mostram como a mídia e as políticas públicas disseminavam pânico moral e preconceitos, que dentre outras coisas relacionavam as dissidências de gênero e sexualidade com promiscuidade e vetor de doenças. Fomentando assim na população o ódio, o medo e a desinformação.
A feminização da epidemia de HIV/Aids, acontece a partir da década de 1990, quando a proporção de casos em homens começou a diminuir em relação ao de mulheres. Esta situação surge como reflexo de vulnerabilidades sociais e desigualdades de gênero.
No enfrentamento à epidemia e aos estigmas, através da coletividade e do acolhimento, temos a população trans e periférica. A história de Brenda Lee demonstra como a comunidade trans e travesti, criou práticas de cuidado que são referência até hoje nas políticas e estratégias de redução de danos.
O enfrentamento requer políticas públicas e ações de saúde que considerem as especificidades de gênero, socioeconômicas e culturais, com foco na prevenção, acesso integral à saúde, combate à violência e garantia de direitos.
Hoje, em 2025, sabemos que o HIV ainda não tem cura. Mas tem tratamento. A Aids é a doença que aparece quando o HIV não está sendo tratado. Uma pessoa com tratamento em dia não transmite o vírus do HIV.
O maior problema é o estigma, porque mantém a desinformação e tabu, que impedem o diálogo e a autonomia na construção de um cuidado individualizado e autônomo que faça sentido para cada um. (Aproveita e dá um alô na Mandala de Prevenção Combinada).
Continua nos comentários...
“Aborto é sim papo de mesa de bar e de jantares em família.”
A “Zine Aborteira _ Autonomia e aborto acompanhado” é lançamento de Basuras e Legaliza MG, nesse setembro verde, mês de luta por autonomia sexual e (não) reprodutiva.
Queremos popularizar informações sobre o aborto legal e autogestionado, a partir de uma perspectiva trans aborteira.
Bora tirar o aborto do armário?!
Por uma política de cuidados em abortamento. ✊🏼🌿
Realização: Basuras Coletiva e Frente Mineira Legaliza o Aborto
Redação: Ráiz Policarpo @_enraize
Diagramação e ilustrações: Beatriz Lago @bealake
Apoio e revisão: Coletiva Juntes! saúde sexual e (não) reprodutiva para todes (Ale Mujica Rodriguez; Anto Barone Guzmán; Aline Ribeiro Soares) @juntes.coletiva
A convite do @crpmg Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais, participamos do Cine Diversidade com o tema de Visibilidade Não-Binária. Somamos com a exposição Cuir Ocupa Calle e compondo a roda de conversa, através da participação de @_enraize . Celebramos dividir esse espaço com @tuty_vcoura e @oatalzaira , e agradecemos @hojelucas e CRP-MG pelo espaço e pelas pontes. O Cine Diversidade acontece mensalmente já tem 10 anos, e dialoga nas intersecções com a diversidade e o movimento social, expandindo as ideias sobre o fazer na psicologia. Na roda, trocas sobre construções de afeto, coletividades, processos de transição, fluidez, reivindicações e desistência dos padrões e imposições de gênero.
Cuir Ocupa Calle recorta construções coletivas. A partir da linguagem do lambe lambe, corpos cuir trazem suas dissidências, lutas, vidas e narrativas. As fotografias registram as impermanências da arte de rua e retratam as travessias pelos espaços. As fotografias compõem um acervo de temas como memória trans, justiça não reprodutiva, gênero e suas desistências, pelo Brasil, com foco nas redes e ruas de Beagá.
@bealake na edição 💥💥💥
parte 3.3, em Bogotrans _ ⚡🍁🫰🏼😋
dos meus olhos saem faiscas_chamas
como partes em labaredas_solares
que se expandem em pétalas_linguas
habita em mim oceanos_imensidões
me inundo em oceano_mar
fuego_rayo_furia_caliente
transmasculindos
fuego_luta
criar imaginarios outros
calle
tecer redes
hambre
fome de que?
ler sonhos bonitos
rebeldia
fuego_furia
estar / canasto
nessa posição, como um canasto, recebem saberes divinos
mariquito
mar
conhece sobre a Ley Integral Trans?
Bogotranss 🏳️⚧️❤️🔥
Bogotransss 🏳️⚧️
Domingo, 29 de julho
"Contra Marcha, No pedimos permiso, pedimos justicia
Mientras Bogotá celebraba la Marcha del Orgullo, cientos de voces se reunieron en la Contra Marcha para visibilizar lo que no se quiere mostrar: la violencia que aún persiste, los cuerpos trans asesinados, las luchas que no caben en los discursos oficiales."
@contra_marcha 🔥