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Aline Bei

@alinebei

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Manca pochissimo: da domenica avremo Aline Bei con noi per il tour di presentazioni di "Una delicata collezione di assenze" che parte al @salonelibro di Torino, continua a Padova, Rovereto, Milano e si conclude a Roma 🚂 Noi non vediamo l'ora, e voi?
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3 days ago
Matéria completa no @publico.pt ♥️ Obrigada por compartilhar comigo essa notícia linda, @leituragenera
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4 days ago
“Em “Uma delicada coleção de ausências”, Aline Bei narra a trajetória de Margarida. Na juventude, ela foge de casa para viver com um circo, onde trabalha como assistente do mágico Oberon e aprende, com um palhaço, a ler o destino na palma das mãos  (prática que se tornaria, mais tarde, seu meio de sustento). Já idosa, Margarida mora na antiga casa da mãe, onde passa a criar a neta Laura. Glória partira, deixando mãe e filha para trás, e Margarida assume esse papel com atenção e afeto. Laura, em seus medos e desejos, confere à narrativa uma camada a mais de delicadeza. Figura constante na vida de Margarida, Camilo integra-se ao cotidiano como um apoio silencioso, ajudando com as contas e atenuando a solidão. Esse cotidiano, contudo, é atravessado por tensões que nunca se dissipam. O retorno de Filipa, mãe de Margarida, cuja religiosidade rigorosa reintroduz no espaço doméstico uma dimensão moral densa, intensifica os conflitos latentes. Essas presenças, inicialmente marcadas pela rigidez na definição, revelam outras camadas, contribuindo para uma inversão delicada (e por vezes perturbadora) das expectativas projetadas sobre cada personagem. A narrativa tece, da sutileza à intensidade, um território saturado de memórias e afetos interrompidos. Com uma escrita altamente sensível, próxima de um registro clariceano (penso eu), a obra evidencia que as ausências não se limitam àquilo que falta, mas agem como forças que moldam trajetórias, atravessam gerações e, por vezes, se impõem de maneira quase inevitável. Ao final, o que permanece não é apenas a história de Margarida, Laura e Filipa, mas a percepção de uma condição dolorosamente humana, marcada pela mancha que não sai. Essa condição, que se insinua primeiramente de forma discreta, atravessa toda a narrativa, atravessa toda a vida. Faz-nos experimentar a dor de permanecer e, sobretudo, faz-nos partilhar a dor de ser.” #umadelicadacoleçãodeausências #alinebei #literatura #indicaçãodelivro * Muito obrigada pela leitura, @prof.giselepissurno ♥️
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5 days ago
— Alguns registros da minha participação na @flitifeiraliterariatiradentes 🩵 Muito obrigada, @biancaramoneda @ribas.martha pelo convite ✨e @su_amelia pela mediação dedicada. Obrigada aos leitores e leitoras que esperaram pacientemente nossa chegada. Ficamos presos num longo congestionamento, mas conseguimos chegar e foi maravilhoso. — Até breve, Tiradentes!
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7 days ago
Alguns trechos da minha conversa com o @oliterall 💛 O vídeo na íntegra está disponível no YouTube. #repost @oliterall ✨Conversamos com a escritora @alinebei , no Dia Mundial do Livro (23/04). Na entrevista, a autora de Peso do Pássaro Morto, Pequena Coreografia do Adeus e Uma Delicada Coleção de Ausências, falou sobre as mulheres em sua obra, inspirações para suas histórias e como a subjetividade está presente em sua obra. A entrevista completa está no canal no Youtube. Vai lá conferir 😊
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9 days ago
Grazie mille, @heavy_reader80 🥹🧡 *A resenha original em italiano está disponível no ig dele. #repost @heavy_reader80 “Una delicata collezione di assenze” è, senza troppi giri di parole, una piccola e perfetta opera d’arte. Un libro che si muove con una grazia quasi impalpabile, ma che sotto la superficie nasconde una forza brutale, capace di colpire il lettore con una precisione chirurgica. Lo stile frammentato, fatto di brevi lampi, silenzi e scatti improvvisi, non è mai un ostacolo: al contrario, diventa lo strumento ideale per restituire la complessità emotiva della storia. Ciò che rende questo romanzo così potente è il modo in cui racconta le assenze. Non sono mai semplici vuoti: sono presenze deformate, ombre che continuano a influenzare chi resta. Le piccole e grandi tragedie personali che attraversano le pagine si costruiscono proprio su ciò che manca, persone che non ci sono più, parole non dette, gesti mai compiuti, e che proprio per questo diventano il vero motore della narrazione. È un libro che parla di perdita senza indulgere nel sentimentalismo, scegliendo invece una via più sottile, e per questo ancora più dolorosa. Le emozioni arrivano dritte, senza filtri. Ogni frammento è un colpo secco, un cazzotto nello stomaco che non lascia il tempo di difendersi. L’autrice riesce in qualcosa di raro: trasformare la delicatezza in un’arma narrativa, capace di ferire in profondità senza mai alzare la voce. E poi c’è il finale. Sconvolgente, crudele, quasi spietato. Arriva come un’onda che travolge tutto, lasciando il lettore immobile. Eppure, a ripensarci, ogni elemento era lì fin dall’inizio, disseminato con una precisione quasi invisibile. È uno di quei finali che costringono a tornare indietro con la memoria, a rileggere mentalmente ogni passaggio, scoprendo che nulla era casuale. Fino a questo momento dell’anno, è senza dubbio il libro più bello che mi sia capitato di leggere. Un romanzo che resta addosso, che continua a lavorare anche dopo aver chiuso l’ultima pagina, come tutte le storie che hanno davvero qualcosa da dire. Aline Bei, Una delicata collezione di assenze
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10 days ago
Belo estudo sobre o ofício da Escrita. Rigoroso e poético em voz de professor que enche a sala de alunos pois parece dizer sempre um pouco além do que diz. Entrou para minha coleção de melhores livros sobre o Assunto.
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11 days ago
— Alguns registros da minha participação de ontem na 2ª edição da Feira do Livro da Rocha. Que evento sensacional! A rua tomada por leitores, livros e afetos. Obrigada, @livraria_simples , pelo convite. Tenho muito orgulho de vcs🧡 Obrigada, @rhasna__ e @bruninho.souz4 pela linda mediação & trocas poéticas 📝 Um beijo para os leitores que estiveram presentes ✨ E para os amigos @bel.santos.mayer @camillaeseuslivros @nazarians @alexandrestaut Natália e Marília 🧡 — Até sempre, Rua Rocha! Ps: fiquei com a impressão, pela 1ª foto, que da janela do @mercadinhosimples se vê o mar.
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12 days ago
Aniversário da Pequena 🎈 Muito obrigada, @companhiadasletras 💛✨ #repost @companhiadasletras 5 ANOS DE “PEQUENA COREOGRAFIA DO ADEUS” Há 5 anos, em 2021, Aline Bei despontava como uma das grandes revelações da literatura brasileira e consolidava seu estilo único — que explora habilmente ritmo, imagens e forma narrativa — ao construir uma trama inesquecível sobre autodescoberta, amor e trauma: “Pequena coreografia do adeus”. Com o talento capaz de conjugar em uma única frase opostos como beleza e feiura, sofrimento e afeto, leveza e violência, Aline Bei emociona ao capturar beleza até mesmo dos sentimentos mais dolorosos. Por toda sensibilidade poética, “Pequena coreografia do adeus” já é um dos grandes acontecimentos da literatura contemporânea. ✨ Ao lado de “O peso do pássaro morto” e “Uma delicada coleção de ausências”, este romance forma uma trilogia involuntária que conquistou uma legião de fãs. Conheça e complete sua coleção! Os três títulos estão disponíveis em livros físicos, e-books e audiobooks. 🎨 Capas de Julia Masagão com artes de Louise Bourgeois #companhiadasletras #alinebei #literaturabrasileira
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16 days ago
“Livro – Uma Delicada Coleção de Ausências Autora – Aline Bei Sabe aquela velha mania de se apaixonar por um autor e sair devorando tudo que ele escreve? Pois é… aconteceu comigo de novo — e dessa vez foi com Aline Bei. E quando isso acontece, já sei: fui completamente arrebatada. Uma delicada coleção de ausências mergulha em um trauma que atravessa gerações. Neta, avó e bisavó dividem não só a mesma casa, mas também os silêncios, as dores e os vazios deixados pelo abandono. É um livro sobre a ausência — mas, principalmente, sobre o peso do que nunca foi dito. Aline Bei tem esse talento raro: falar de temas duros com uma delicadeza que não suaviza a dor, mas a torna suportável de encarar. Existe uma espécie de beleza no desconforto que ela provoca — e isso é quase mágico. Esse é o super poder dela com certeza! É uma leitura densa, sim. Mas também fluida, envolvente e profundamente reflexiva. Daquelas que ficam ecoando depois da última página. Se você ainda não leu Aline Bei… talvez esteja na hora de começar — e, quem sabe, também maratonar como eu fiz.” #repost @dani.assis.ponciano.leitora Muito obrigada pela leitura, Dani🤍
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17 days ago
— Alguns registros do evento que aconteceu na semana passada no @sescbirigui 🧡 Muito obrigada @cintia_brasileiro pela mediação maravilhosa e @kelly.0liveira___ por todo acolhimento e profissionalismo ✨ Um beijo para os leitores que estiveram presentes. Adorei conversar com vcs📚 — Até breve, Birigui! #leiturascirculantes
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18 days ago
— Alguns registros da minha participação de ontem no “Hilstianas” no @instituto_hilda_hilst 🔮 Foi emocionante estar novamente na casa de Hilda para celebrar seu aniversário e honrar sua Memória. Muito obrigada, @juravalenca7 e @joaoanzanellocarrascoza pelo bate papo maravilhoso. Obrigada, @olgabilenky , Daniel e @livrariacandeeiro pelo convite. Agradeço também aos leitores que estiveram presentes e fizeram essa tarde/noite ser tão especial🥹 (Um beijo para a minha amiga @andressaleonar que tirou a primeira e a última foto desse carrossel. Amei nossa conversa ao pé da Figueira🌛) — Até breve, Casa do Sol!
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20 days ago