Sthorm

@sthorm.io

People & Planet | We use science and technology to tackle global problems | Building tools for a better future | #FindTheOthers ⚡️
Followers
37.9k
Following
23
Account Insight
Score
39.85%
Index
Health Rate
%
Users Ratio
1650:1
Weeks posts
O LEGADO DO STHORM FESTIVAL PEOPLE + PLANET + CREATIVE ECONOMY. Em 2022, @mattsorum e Pablo Lobo criaram algo inédito. Reuniram @billyfgibbons , @sebastianbach , @gilbygtr na Usina Monte Alegre. Música encontrou ciência. Rock encontrou breakthroughs. Passaram por aqui: @glennhughesonline , @lzzyhale , @stevestevens , [@robinzander ], @macygray @agnesnunes , @osgemeos , @transpiratranspira @dirimapatche . Com @zecacamargomundo comandando, provamos: convergência gera capital. PEOPLE @carolini_kaid : Zika → cura câncer cerebral. "Em 3 dias, matou tudo." [@davidwatkins ], [@mikerricciardi ]: 1º medicamento BR em trials (@mabloc_ @titimuller_ + Dra Glaucia e Beatriz: Rosalind Test - detecta tumores antes da mamografia. @fer_cbarbosa @biotimize : 1ª CDMO do Brasil. @tiago_md_silva : ecossistema conectado. @alcenirguerra : formulador do SUS. @espergkallas : R$70M salvaram o HC. PLANET @bob.richards.isu , @peterdiamandis : visão espacial + XPRIZE. @profgustavobaptista , [@natematthews ] @planetaryx.io : biodiversidade em blockchain - pagando quem preserva floresta. CREATIVE ECONOMY @dora.varella resiliência. @correrua_ , @luizetavaress @paulakkim @marcelo_zizu ; @popokebrasil : economia criativa. @pedro_and : "ciência precisa conversar". @ferrrr_tedde : vida no centro. @driteixeira : marca é responsabilidade. [@marcosvinicius ]: conectando pontas. @lemos_ronaldo : "O SXSW do Brasil." PEOPLE + PLANET + CREATIVE ECONOMY = CONVERGÊNCIA QUE FUNCIONA. VEM AÍ 2026 🔥 Usina Monte Alegre, Piracicaba | #SthormFestival2026 #PeoplePlanetCreativeEconomy
155 27
2 months ago
Uma novidade no cuidado com a saúde da mulher chega ao campo: o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), em parceria com instituições de pesquisa e tecnologia, lança em novembro um projeto-piloto que leva o RosalindTest — um exame de sangue inovador para detecção precoce do câncer de mama — até mulheres que vivem em áreas rurais de São Paulo e Ceará. O programa deve beneficiar cerca de 600 mulheres, dentro das ações “Semear é Cuidar” (SP) e “Saúde da Mulher Rural” (Quixadá-CE). O exame de sangue detecta o câncer de mama precocemente, oferecendo uma tecnologia complementar à mamografia tradicional, e especialmente voltada para quem mora longe dos grandes centros e não tem fácil acesso a mamógrafos. Em estudos realizados previamente, o RosalindTest apresentou cerca de 95% de acurácia para identificar mulheres com ou sem câncer de mama — ou seja, mostra-se bastante confiável como indicador de quando deve haver encaminhamento para exames confirmatórios de diagnóstico como mamografia ou biópsia. Segundo o Senar, a iniciativa reforça o compromisso de “cuidar de quem produz alimento” e de trazer respostas com a ajuda de inovação para reduzir a mortalidade por câncer de mama nas áreas rurais. Além disso, a ação-piloto vai permitir avaliar como é a experiência das mulheres, como funcionam os fluxos de atendimento e se a operação pode ser ampliada para outras regiões no futuro. Esse projeto mostra que a saúde preventiva pode e deve caminhar ao lado da tecnologia e chegar onde o cuidado precisa estar: perto de todas as mulheres. #RosalindTest foi desenvolvido pela #LiqSci e powered by #Sthorm. #News #Senar #RosalindTest #CNA #CâncerdeMamanoBrasil #DiagnósticoPrecoce #SaúdeDaMulherDoCampo
64 8
6 months ago
Hoje publicamos um manifesto escrito por @cleicipataua — liderança indígena, advogada e Head de Community Engagement da PlanetaryX. Sua atuação conecta direitos territoriais, economia da floresta e a presença qualificada dos povos indígenas nos espaços de decisão da COP30. Neste texto, Cleici empresta sua voz para a própria Terra. É a Mãe Terra falando em primeira pessoa sobre a Marcha de Belém — e sobre o que precisa acontecer depois dela. Manifesto completo: “Filhos e filhas… Na semana passada, eu marchei com vocês em Belém. Em cada passo que vocês deram, era o meu coração pedindo socorro. Em cada canto das ruas, era meu próprio grito ecoando pelas vozes do mundo inteiro. Vocês marcharam por mim — pelo planeta que aquece, pelo ar que pesa, pelas florestas que queimam, pelo as águas que transbordam, pelas vidas que já não podem esperar. Marcharam pelos povos indígenas, guardiões da vida. Pelas mulheres que sustentam territórios. Pelas juventudes que não aceitam herdar um planeta doente. Eu senti vocês vibrarem. E, por um momento, mesmo doente, senti esperança. Porque quando vocês caminham juntos, eu respiro. Mas eu preciso que essa marcha não termine nas ruas. Preciso que entre nas decisões. Nas políticas. Nos acordos. Nas mãos daqueles que hoje decidem o futuro da humanidade dentro da COP30. Quem marchou em Belém mostrou ao mundo que eu ainda posso ser curada. Que a força da humanidade é maior do que a crise. Eu sou a Terra. E quando vocês marcham… eu marcho junto.” texto : @cleicipataua imagens : @tiagomari edição : @vcntx_ #COP30 #Belem #MarchaPelaTerra #IndigenousLeadership #PovosIndígenas #ClimateJustice #JustiçaClimática #PlanetaryX #Sthorm #FlorestaViva #Amazônia #NatureFinance #EconomiaDaFloresta #VoicesOfTheEarth #MaeTerra #ClimateAction #NatureBasedSolutions #cúpuladospovos
41 7
5 months ago
Um estudo recente mostrou que o moringa, uma árvore muito comum em regiões tropicais e conhecida como “árvore milagrosa”, pode ajudar a resolver um problema moderno gigantesco: a presença de microplásticos na água da torneira. O que os cientistas descobriram é que não é a árvore inteira que “filtra” a água, mas sim as sementes dela. Dentro dessas sementes existem substâncias naturais que funcionam como um tipo de “cola biológica”. Quando essas sementes são trituradas e colocadas na água, acontece algo interessante: as partículas de microplástico (que são tão pequenas que passam pelos filtros comuns) têm cargas elétricas que fazem elas ficarem dispersas na água. A substância da moringa neutraliza essa carga e faz com que os microplásticos grudem uns nos outros, formando aglomerados maiores. Esses aglomerados ficam pesados o suficiente para serem removidos depois por filtragem simples, como areia ou decantação. Em testes de laboratório, esse processo conseguiu remover mais de 98% dos microplásticos da água. O mais impressionante é que isso acontece sem precisar de produtos químicos industriais: é um método natural, biodegradável e barato. Inclusive, em algumas condições, a moringa funcionou até melhor do que substâncias usadas em estações de tratamento de água. Em resumo: a moringa não “engole” os microplásticos. Ela faz com que eles se juntem e fiquem grandes o bastante para serem filtrados facilmente, funcionando como uma espécie de organizador natural da sujeira invisível da água. Fonte: CNN Edition #Moringa #MicroPlastics #BioSolutions #PlanetEarth
76 4
2 days ago
Entre guerras, crise climática e timelines dominadas por más notícias, a ciência segue produzindo algo poderoso: o progresso. A revista científica Nature reuniu algumas das descobertas e avanços mais animadores dos últimos meses, e eles mostram que ainda existem motivos concretos para ter esperança no futuro. Na lista estão vacinas personalizadas contra o câncer com resultados promissores em pacientes com melanoma, espécies ameaçadas voltando à natureza após décadas de extinção local, novos combustíveis produzidos a partir de resíduos agrícolas e o crescimento recorde da energia solar ao redor do mundo. Um dos casos mais impressionantes é o do cavalo-de-Przewalski, considerado extinto na natureza nos anos 1960 e hoje reintroduzido nas estepes da Mongólia graças a programas de conservação. Enquanto o noticiário costuma destacar o caos, laboratórios e pesquisadores continuam trabalhando silenciosamente (e muitas vezes com baixo orçamento) em soluções que podem transformar saúde, energia e meio ambiente nas próximas décadas. Nem toda grande notícia vem acompanhada de desastre. Às vezes, ela chega em forma de descoberta científica. #ScienceHope #ScienceChangeTheWorld
51 3
6 days ago
Os cachorros podem ser nossos melhores amigos há muito mais tempo do que a ciência imaginava. Um novo estudo genético internacional revelou que cães domesticados já conviviam com humanos há cerca de 15.800 anos — ou seja, 5 mil anos antes do que os registros anteriores indicavam. A descoberta veio da análise de DNA antigo extraído de ossos encontrados em sítios arqueológicos na atual Turquia e no Reino Unido. O mais antigo pertence a uma filhote encontrada em Pınarbaşı, na Turquia. Mesmo separados por milhares de quilômetros, os cães estudados tinham genética muito parecida, indicando que esses animais já acompanhavam grupos humanos por boa parte da Eurásia. O mais fofo (e emocionante) é que alguns filhotes foram encontrados enterrados próximos a humanos, sugerindo que já existia um vínculo afetivo entre as espécies muito antes da agricultura ou das cidades existirem. Na época, humanos ainda eram caçadores-coletores nômades. Os cientistas acreditam que os primeiros cães ajudavam como “alarmas naturais”, avisando sobre perigos e auxiliando em caçadas. Em troca, recebiam comida, abrigo e companhia. Essa parceria deu tão certo que atravessou milênios — e hoje continua firme no sofá da nossa casa. Fonte: G1, Nature
25 0
9 days ago
O Instituto Butantan foi autorizado pela Anvisa a produzir no Brasil a primeira vacina nacional contra a chikungunya, chamada Butantan-Chik. A decisão marca um avanço importante para a autonomia do país na produção de imunizantes e abre caminho para a inclusão da vacina no SUS. Desenvolvida em parceria com a farmacêutica Valneva, a vacina já havia sido aprovada anteriormente e demonstrou alta eficácia nos estudos clínicos, com forte resposta imunológica na maioria dos voluntários. Agora, com a fabricação local, o acesso tende a ser ampliado, reduzindo a dependência de importações e facilitando campanhas de vacinação em larga escala. O público-alvo inicial são adultos entre 18 e 59 anos. A chikungunya é uma doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue e do zika, e pode causar dores intensas e crônicas nas articulações. A produção nacional também fortalece o papel do Butantan como um dos principais centros de pesquisa e fabricação de vacinas do mundo, além de representar um passo estratégico para o enfrentamento de arboviroses no Brasil. Fonte: Agência Brasil
38 2
11 days ago
Imagina um mundo onde roupas, óculos e até couro não vêm do petróleo, mas de microrganismos vivos. Esse é o universo que cientistas e designers estão explorando com as chamadas cianobactérias (ou “algas azul-esverdeadas”) seres minúsculos que já ajudaram a criar a atmosfera da Terra ao produzir oxigênio por bilhões de anos. De acordo com um artigo da revista Atmos, essas bactérias estão sendo reimaginadas pela moda como uma espécie de “fábrica natural”. Em vez de serem só vistas como problema (já que podem formar blooms tóxicos em lagos quentes), elas estão virando solução para um dos setores mais poluentes do mundo. O segredo está na forma como elas fazem fotossíntese: elas produzem oxigênio, energia e até lipídios que podem virar óleos e materiais. Designers já conseguiram transformar esses subprodutos em plástico biodegradável para fazer óculos, usando ainda minerais como o carbonato de cálcio (o mesmo da pedra calcária) e pigmentos naturais como o azul intenso da ficocianina. O mais interessante: esses materiais não são “fabricados e descartados”, mas podem ser reprocessados, como na natureza. Ou seja, uma peça poderia virar matéria-prima para outra. Outro protagonista dessa revolução é o micélio — a rede de fungos que cresce rápido e pode virar uma espécie de couro sustentável. Marcas como Gucci, Adidas e Stella McCartney já testaram materiais assim. Mas existe um desafio importante: tudo isso cresce devagar. Produzir leva tempo, exige controle e ainda não escala facilmente. A moda, acostumada à velocidade, precisa aprender a pensar mais como a natureza: com paciência, ciclos e colaboração. No fim, a ideia central é simples e poderosa: em vez de dominar a natureza, a moda pode começar a trabalhar com ela: criando um sistema mais circular, vivo e menos tóxico para o planeta. Fonte: Reportagem Atmos #SustainableProduction #BioFabrics #FutureOfFashion #BioSolutions
67 4
13 days ago
A renaturalização de rios urbanos vem ganhando destaque como uma estratégia eficaz para enfrentar enchentes nas cidades brasileiras, cada vez mais afetadas por chuvas intensas. Em reportagem de Rafael Cardoso, especialistas explicam que recuperar cursos d’água e ampliar áreas verdes pode tornar os centros urbanos mais resilientes às mudanças climáticas. Segundo a paisagista Cecília Herzog, o modelo urbano baseado em concreto e asfalto agravou os alagamentos ao impedir a absorção da água pelo solo. Sem áreas permeáveis, a chuva escoa rapidamente e se acumula em regiões baixas, causando inundações. A solução, portanto, passa por reverter esse processo: reabrir rios, restaurar vegetação ciliar e criar espaços que permitam a infiltração da água. Além disso, a renaturalização deve ser combinada com outras medidas, como telhados verdes, jardins de chuva e sistemas de drenagem natural. Essas ações ajudam a reter a água temporariamente, reduzindo o impacto das chuvas e também amenizando o calor nas cidades. Projetos já começam a sair do papel. Em São Paulo, o futuro Parque do Bixiga prevê a reabertura de um córrego, enquanto no Rio de Janeiro há estudos para recuperar o Rio Maracanã com base em soluções naturais. Especialistas reforçam que não existe solução única: é preciso um conjunto de ações adaptadas a cada território. A proposta é reconstruir uma relação mais equilibrada entre cidade e natureza, devolvendo funções ecológicas essenciais hoje comprometidas pela urbanização. Fonte: Agencia Brasil #UrbanismoSustentável #Enchentes #RiosUrbanos #ClimaExtremo #CidadesEsponja
51 3
18 days ago
Um estudo recente publicado na revista #Nature revela uma descoberta promissora para o futuro das florestas tropicais: mesmo após sofrerem degradação intensa, essas áreas têm grande capacidade de regeneração natural. Ao analisar diferentes grupos de plantas, animais e microrganismos em florestas em recuperação no Equador, os pesquisadores observaram que, em cerca de 30 anos, essas florestas conseguem recuperar mais de 90% da biodiversidade total e aproximadamente 75% das espécies originais. O estudo também mostra que animais como aves e insetos retornam mais rapidamente, contribuindo para o processo ao dispersar sementes e polinizar plantas, enquanto árvores e vegetação levam mais tempo para se restabelecer. Embora a recuperação completa ainda possa levar muitas décadas, os resultados reforçam a importância de proteger florestas secundárias, áreas em regeneração natural que desempenham papel fundamental na restauração dos ecossistemas. A pesquisa traz uma mensagem clara: dar espaço para a natureza se recuperar pode ser uma das estratégias mais eficazes para enfrentar a crise da biodiversidade. #Nature #ClimateHope #TropicalForests #BiodiversityResilience
43 2
24 days ago
#News Um estudo em fase inicial da Universidade de Brasília (UnB) identificou que o ômega-3 DHA — o mesmo ácido graxo encontrado em peixes como salmão e sardinha — pode ser aliado no combate ao câncer de ovário. A pesquisa, conduzida pela professora Kelly Grace no Laboratório de Imunologia e Inflamação do Instituto de Biologia, mostrou que a substância induz a morte programada de células cancerígenas sem causar grandes danos às saudáveis. O mecanismo observado se chama #Piroptose: o ômega-3 rompe a membrana da célula tumoral e, ao fazê-lo, aciona o próprio sistema imunológico para atacar o tumor. Nos testes em laboratório, o efeito foi seletivo: o composto agiu nas células doentes e preservou as sadias. A pesquisa ainda está na fase pré-clínica, com experimentos em camundongos. A próxima etapa seria testar o efeito em humanos, mas a equipe depende de financiamento para avançar. A descoberta não representa um tratamento disponível ainda, mas abre uma direção de investigação para um dos cânceres com menor taxa de sobrevida entre as mulheres. #MulheresNaPesquisa #UniversidadePública #Omega3 CâncerDeOvário Fonte: Reportagem do G1
37 0
26 days ago
Há décadas, pesquisadores ao redor do mundo travam uma batalha silenciosa contra doenças que parecem não ter fim: bactérias que evoluem mais rápido do que os remédios conseguem acompanhar. Em reportagem na BBC, vimos que esse cenário começa a mudar de poucos anos pra cá: pesquisadores passaram a usar ferramentas de inteligência artificial para fazer em dias o que antes levava anos! No MIT, o professor James Collins e sua equipe vasculharam 45 milhões de estruturas químicas com ajuda de IA e identificaram dois compostos inéditos capazes de combater bactérias altamente resistentes a antibióticos — incluindo a gonorreia e o SARM. No Reino Unido, pesquisadores da Universidade de Cambridge usaram Machine Learning para encontrar cinco compostos promissores contra o Parkinson em tempo recorde. No Canadá, a Universidade McGill simulou o avanço de uma doença pulmonar rara e descobriu que um medicamento barato e já aprovado para tratar pressão alta pode ser a chave para combatê-la. Em Harvard, cientistas mapearam cerca de 8 mil remédios existentes com potencial para tratar até 17 mil doenças diferentes. Os especialistas estão otimistas, mas cautelosos. A IA acelera a fase inicial da pesquisa, a identificação de compostos promissores, mas o caminho até um remédio chegar às farmácias ainda é longo. Testes clínicos, aprovações regulatórias e financiamento continuam sendo obstáculos reais. Mesmo assim, a direção é clara: em 5 a 10 anos, a maior parte do desenvolvimento de novos medicamentos deve contar com esse tipo de ferramenta. Não porque a IA vai substituir os cientistas, mas sim porque, nas mãos deles, ela está tornando o impossível apenas uma questão de tempo. Fonte: BBC News #IA #PesquisaMédica #Discoveries #MachineLearning
36 1
1 month ago