Ainda estou processando tudo o que aconteceu ontem.
Na verdade, estou sem palavras. Depois de uma travessia, voltar para casa e poder compartilhar um pouco do que aprendi, unir tantos mundos, através de um show é algo que realmente só pode acontecer quando é para acontecer.
Esse show não foi só uma apresentação. Foi um encontro. Entre caminhos que venho trilhando há anos na música, no cinema, nas cordas, na cultura popular especialmente Maranhão e na imersão que vivi na Índia — e que ontem se cruzaram de uma forma muito viva, muito presente.
Muito obrigada
@re_o_cupa por proporcionar tamanha graça.
Poder tocar o sitar, abrindo espaço, o diálogo com João Simas
@simas_joao , e a força de estar junto a mulheres no coletivo
@babacueira (
@_mayarasucupira @_gessica.cristina @bya_santoz_orilewa … tudo isso construiu algo que eu ainda estou entendendo. Tem algo nas semelhanças — nos ritmos, nas escalas, na forma de sentir o som — que não se explica, só se vive.
“O mundo real é mais humano do que o mundo que nos contam”. Sim.
Tantas pessoas estavam comigo ontem no coração. Das quais destaco as pessoas que foram fundamentais para que os caminhos na Índia se abrissem
@nadabrahmaninternational @pelvanaik @sitarmitanag @madhuvanti_rudraveena @devimusicashram.rishikesh (ouçam)
E aqui, sempre a força de nossos tambores, bumba meu bois, terreiros, a nutrição espiritual desse território, em especial claro
@boidafloresta @ileaxealagbedeolodumare2003 @casa.fanti.ashanti
Sou muito grata tod
@s que foram prestigiar, aqueles que enviaram energias, a quem construiu isso comigo e a tudo que permitiu que esse momento existisse.
Ainda ecoa. Tantas pessoas estavam comigo, no coração, na música.
E essa matéria feita pela
@tvmirante marca esse momento especial — lugar que tenho muito carinho.
Obrigada
@tharcilacastro pela linda reportagem, com imagens do Márcio Cruz .
Agora sim, cheguei!
Obrigada universo!