Aproveitando o embalo das reflexões da semana do meu aniversário, usei minha conta no Soundcloud e decidi apresentar, pela primeira vez, gravações de guitarra solo que fiz 15 anos atrás, depois de muitos anos sem reescuta-las.
Em 2010, tinha 18 anos e estava em um momento de transição na minha vida, havia finalizado o ensino médio no ano anterior, e ingressaria na Universidade de Brasília apenas no ano seguinte. Depois de uma adolescência imerso no Rock e no Hip-Hop, foi nesse ano que descobri o Free Jazz e a Improvisação Livre e estava particularmente empolgado com o uso de técnicas extendidas na guitarra, e todo o repertório de artistas e a exploração musical que se abria. Exploração musical essa que infelizmente foi, na maior parte dos anos que se seguiram, solitária e incompreendida por praticamente todos os músicos e artistas que conhecia.
Naquele momento, já levava 9 anos tocando violão e 4 anos tocando guitarra, e aprenderia saxofone apenas 6 anos depois. As 13 faixas que formam essa coletânea foram gravadas com celular no meu quarto e apresentam, além de sessões de improvisação livre, composições mais ou menos espontâneas, em que eu partia de pequenos temas e ia criando novas estrofes, solos e partes. Tudo isso, diga-se de passagem, feito de forma bem tosca e diletante, ouve-se até a voz da minha mãe no fim de uma das faixas.
Munido de guitarra, amp, violão, ferramentas, slide e pedaços de metal, essas sessões foram gravadas de forma totalmente amadora, sem pedais de efeitos, loops ou qualquer trabalho de produção adicional.
Depois de muito refletir sobre o que fazer com esse material e considerando meu atual momento artístico e de vida, penso que seja interessante publicá-lo da forma despretensiosa tal qual foi feito, vendo que muito dele ainda está na continuidade do que faço hoje e no que ainda busco realizar no futuro.
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Link também na Bio.
Sexta-feira (24/04) eu, @vitormarsula e @arthurmontenegrrr estrearemos um novo trio no @belezagaragem ! Na noite ainda toca a queridissima @nome_e_sobrenome com seu show solo!
Cole cedo e talvez você nos ajude a escolher um nome!
Rômulo França - Sax alto e flauta transversal
Vitor Marsula - Saz e Synth
Arthur Montenegro - Kantele
Av. Prof. Afonso Bovero 725
Casa abre as 19h, shows a partir das 20h
Crise Crítica é um exercício de propostas estéticas criado por nossa equipe pra gerar novas reflexões na cena de música experimental brasileira.
Nessa edição propomos um olhar sobre a música tradicional de todo mundo. Uma observação das raízes populares pelo prisma da vanguarda urbana periférica.
Bloika sampleia e reinterpreta a música tradicional sob a ótica do free jazz, dub e illhop.
The Marsilacs mixa de forma abstrata LPs de todo mundo em busca de uma outra escuta.
*entrada livre!
**dois drinks por R$40 até as 22h
***cerveja de 600ml a partir de R$20
***consumam no nosso bar. dependemos dele pra continuar existindo.
Nesta sexta-feira (20/02) toco no evento/aniversário da queridíssima @jumo_omuj no Lugar Sem Nome.
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Dia 20 de fevereiro, nesta sexta, lhes convido cordialmente pro primeiro baile de botões da @editoracachorra , que acontecerá a partir das 19h no LSN (Lugar Sem Nome, na Brigadeiro Luis Antônio 3928) com a presença ilustre dos seguintes @berradoandrea@criancasenior@mauricio_a_caetano e esta q vos fala.
Estaremos portando comidinhas do também incrível, ilustre e respeitável @festim_gastronomia .
NO AR ✧ OUT NOW
Bloika
‘Bloika’
(2026, Brava Edições)
Igor Souza – samples
Reuben da Rocha – voz, samples e eletrônicos
Rômulo França – saxofone e efeitos
Gravado ao vivo no Estúdio Mitra, em apresentação no Silver Tape de 13 de junho de 2025, por Henrique Berrocal
Masterizado por Igor Souza
Capa por Camila de Moura
Lançado por Brava Edições no Verão de 2026
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Bloika é um ensemble de música espontânea.
Com uma pesquisa calcada na poesia sonora, na música eletrônica e na improvisação livre, o projeto vem se desenvolvendo, desde 2023, com uma sonoridade marcada pela coesão intuitiva, quase-grooves abstratos e melodias hipnóticas, como um filme sem imagens entre o delírio místico e o humor boca do lixo.
O nome do trio é adaptado do verso “egiga higo bloiko”, do poeta dadaísta Hugo Ball, que não possui significado, mas visa apenas ao transe encantatório por meio da vibração das sílabas ditas em voz alta.
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disponível no Bandcamp do selo - brava.bandcamp.com/album/bloika
↑ link na bio
@igorsouzadbk@rohlupercus@reubentheorganizer@mitrarecs@berrocal_henrique
novo grupo no selo:
Bloika
ensemble de música espontânea composto por Igor Souza (samples), Reuben da Rocha (voz, samples e eletrônicos) e Rômulo França (saxofone e efeitos).
Com uma pesquisa calcada na poesia sonora, na música eletrônica e na improvisação livre, o projeto vem se desenvolvendo, desde 2023, com uma sonoridade marcada pela coesão intuitiva, quase-grooves abstratos e melodias hipnóticas, como um filme sem imagens entre o delírio místico e o humor boca do lixo.
em Janeiro lançam seu álbum de estreia, que leva o mesmo nome do trio, gravado ao vivo em sua apresentação no Silver Tape de 13 de Junho de 2025, organizado pela mesma Brava que agora os recebe no selo.
show de lançamento dia 01 de Fevereiro no lugar sem nome
@igorsouzadbk@reubentheorganizer@rohlupercus #bravaedições #bravaetc
Hoje (27/12) faço a última play do ano no Lugar Sem Nome no já tradicional Ano Sem Fim organizado por @berradoandrea !
Ó o elenco!
ANO SEM FIM 4
Barulho Max
Bernardo Pacheco
David Xavinho
Igor Celestino
João Viegas
Lea Taragona
Lucia Esteves
Pancho Trackman
Pedro Blanco
Ritamaria
Romulo França
Sofia Amante
Zambonelli
Horário: 18h
Entrada: pague quanto puder, se puder
Lugar Sem Nome - Brigadeiro Luis Antônio, 3928
Arte de divulgação: Nova Buttler @supernovissima
acoplamento: união, ligação, junção ou engate de dois ou mais corpos, peças, sistemas ou mecanismos.
inominável: que não pode ser expresso por palavras devido à sua natureza (geralmente por ser demasiado terrível, sublime, ediondo ou extraordinário)
Desde o começo da Pandemia do Sars-Cov-2, todas as publicações do Vértice incluíram a hashtag #bolsonaronacadeia pelos crimes perpetrados pelo genocida, corrupto e obscurantista.
Para comemorar a prisão dele e dos seus cúmplices, o Vértice realizará o evento "Acoplamento Inominável" no Espaço Sem Nome.
O festejo começará com um trio formado por Alex Dias (contrabaixo), Richard Fermino (sopros) e Wagner Ramos (bateria).
Depois acontecerão 4 apresentações de dois duos acoplados.
Um dos duos proporá uma ideia através de um improviso; na sequência, o segundo duo responderá; para concluir, ambas duplas se acoplarão para realizar uma síntese.
Acoplamento Dual 1: Bugio | Thomas Rohrer + Seth
Acoplamento Dual 2: Arthur Sardinha e Gabriel Ribeiro | Daniel Verano e Leandro Conejo
Acoplamento Dual 3: Lea Arafah e Bruno Iasi | Elke Lamers e Flavio Moon
Acoplamento Dual 4: Guilherme Peluci e Lucia Esteves | Fabio Machado e André Vilé
O solstício de verão foi escolhido como símbolo da oposição ao obscurantismo proposto por Steve Bannon e os seus capangas locais.
Por esse motivo, a celebração começará cedo e convidamos o público a chegar no começo da tarde.
$$$ - Não será cobrado um ingresso, mas solicitaremos uma contribuição que será destinada integralmente para cobrir os custos des artistas - $$$
@alexdias420@richardfermino@wagner0ramos@bugio_duo@setherian@tutisardinha@gabriel.a_ribeiro@rohlupercus@c0n3j0_l@barulhomax@luciaestves@andre.vile@amusicadofabio@lea_arafah@e.lamers@flaviongc
#verticeshows
#experimentalmusic
#improvisaçãolivre
#improvisedmusic
#bolsonaronacadeia