AMANHÃ, quarta: @jeannecallegari + @waldomiromugrelise + @trchmnn
Primeira edição do Meia Página Convida, em que os editores chamam outros músicos e artistas para tocar junto.
Os outros dois sets da noite serão:
• @bia_sano + @jjjulianar r + @ines_terra_
• bloika + @_romulo_alexis_
Até lá! ⚡️
MEIA PÁGINA CONVIDA
📍Porta - Rua Horácio Lane, 95
🗓 29/04 - quarta-feira
🕖 19h
R$ 20
ERRATA: o endereço do estúdio Mitra é Rua Dr. Augusto de Miranda n.83 :)
Um dos principais nomes do free jazz, Milford Graves (1941-2021) foi um baterista americano, um dos primeiros a libertar a percussão do seu papel de marcar o tempo. Sua influência não se restringiu à música: foi também professor, escultor, inventor, pesquisador, jardineiro e professor de artes marciais.
Graves foi um dos integrantes do New York Art Quartet, cuja 1ª gravação, de 1964, traz o poeta LeRoi Jones (que mudaria seu nome para Amiri Baraka em 1965, após o assassinato de Malcolm X) dizendo seu poema “Black dada Nihilismus”. Além do seu trabalho solo, Graves colaborou com nomes como Albert Ayler, Paul Bley e Sonny Sharrock, e tocou no funeral de John Coltrane, em 1967.
Ele criou uma forma própria de arte marcial, Yara, baseada nos movimentos do louva-a-deus, do lindy hop e de dança africana ocidental. A ideia surgiu quando ele quis aprender o estilo chinês de kung fu baseado no louva-a-deus, e lhe disseram que o professor não ensinava certas técnicas a não-chineses. “Vou direto ao louva-a-deus. Ele é o chefe, não algum humano”, disse. E passou a estudar o animal. De 1971 até 2000, Graves ensinou Yara no porão de sua casa de três andares no Queens.
Graves é o tema do documentário MILFORD GRAVES FULL MANTIS, de 2018, considerado um dos melhores documentários sobre jazz já feitos e dirigido por um ex aluno seu, Jake Meginsky, e por Neil Young.
Sem entrevistas ou ordem cronológica, o filme é uma ode sonora e visual ao pensamento único e à curiosidade incessante do artista. Mostrando o jardim de sua casa, seu dojo, e o seu laboratório no porão, onde usava estetoscópios eletrônicos para processar o som do coração, o segue também ao Japão, onde se apresenta com o dançarino de vanguarda Min Tanaka em uma escola para crianças autistas.
Nessa quarta, o filme será exibido na 1ª edição do Meia Página Apresenta, seguido de show de @negroleodepindare e @sergiomachadoplim e debate com editores e convidados. Link p/ ingressos na bio e stories.
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Sexta feira passada saiu pela @brava.etc.br o FLOR NASCE NOITE, um ep com dois registros do duo com Rogério Martins, um gravado ao vivo no @_____porta_____ no ano passado, e outro gravado a distância e às cegas para o podcast CHIADO para o @festivalchiii , ainda durante a pandemia a convite da Ângela @brava.etc.br e do @juliano.gentile . É um registo breve de um encontro que continua. Link na bio e nos stories
NO AR ✧ OUT NOW
Bruno Trchmnn e Rogério Martins
'FLOR, NASCE e NOITE'
(2026, Brava Edições)
Esse lançamento traz 2 registros da parceria entre Bruno Trchmnn e Rogério Martins, um de uma apresentação ao vivo do duo, outro de sua interação às cegas e à distância.
FLOR, NASCE e NOITE são parte de uma mesma gravação, feita com um ZOOM H6 em uma noite de improvisação no Porta em São Paulo, dia 6 de Março de 2025.
Bruno Trchmnn – rabeca
Rogério Martins – clarone
MATÃO foi gravado para o programa Chiado, de Angela Novaes e Juliano Gentile, como parte do Festival CHIII em 2021, ainda durante a pandemia. No que viria a ser sua primeira colaboração, os artistas compuseram essa faixa em conjunto, porém sem saberem com quem estavam interagindo.
O álbum completo com essa faixa e as demais da 1ª edição do Chiado pode ser ouvido aqui: chiado.bandcamp.com/album/chiado-edi-o-01
Rogério Martins - clarinete, clarinete baixo, sinos, voz e caixa
Bruno Trochmann - rabeca, tintone, gravações de campo
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FLOR, NASCE e NOITE - gravado ao vivo por Bruno Trchmnn em uma noite de improvisação no Porta em São Paulo, Março de 2025
MATÃO - Rogério Martins - clarinete, clarinete baixo, sinos, voz e caixa
Bruno Trochmann - rabeca, tintone, gravações de campo, edição e mixagem
masterização por Bernardo Pacheco
A imagem da capa é a gravura Night blowing cereus, a partir da pintura de Robert John Thornton (1768-1837), parte do livro The Temple of Flora, publicado em Londres em 1799.
Imagem em domínio público.
Lançado por Brava Edições no Verão de 2026
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Bruno Trchmnn explora construções baseadas em drone, improvisação e formas/estruturas da música popular de diversos lugares do mundo. Também se dedica à pesquisa e produção teórica sobre esta prática sonora e suas intersecções/contradições políticas, à artistas como Tony Conrad, Henry Flynt e Guilherme Vaz, e à idéia do artista-trabalhador e da cultura revolucionária.
Rogério Martins toca percussão e clarinete. É integrante da banda Hurtmold.
一
disponível no Bandcamp do selo - brava.bandcamp.com/album/flor-nasce-noite
↑ link na bio
@trchmnn@rogerio____martins
📻🐚🔇
Alguns registros da minha parte no happening no lançamento da edição de Música da série MUSICAGE - John Cage em conversações com Joan Retallack pela @numaeditora
Obrigado @nervo_optico pelo convite e @pauloaranhha pelos vídeos ✨✨✨
[NO AR!] Ajítẹnà & bruno trchmnn - Jaboticabas
(CRON028/25)
dizem que jaboticaba só existe no brasil, mas talvez seja um brasil que só existe na jaboticaba, no raio de sua presença. de fato existe chão, de fato existe planta, e seu fruto. não é possível separar o fruto de todos elementos que o compõe ~, chuva, húmus, madeira, tempo e clima. tudo que existe acima e abaixo da terra, se faz presente na fruta. a terra é a pele entre tudo e tudo mais.
a rabeca e a viola de cocho são frutas (bichos) estranhas. sem forma definida: existe no máximo um limite, um ponto em que a viola de cocho deixa de ser uma viola de cocho, que uma rabeca deixa de ser uma rabeca. sua forma existe como percurso entre o que é e o que não é, uma forma que se move, que cresce no tempo através das mãos de muitos, no sentido mais rente ao chão da palavra tradição. dentro dessa forma-pulmão, permanece a intenção que garante seu nome-contorno.
para ver em um objeto algo vivo, é um salto breve, basta atenção (e alguma humildade). A rabeca e o cocho facilitam esse salto. parece que nasceram direto da terra. por um tempo parecem quase verdes. mesmo sendo feitos por pessoas diferentes, em regiões diferentes, quando eu vi a pássara-cocha eu achei que tinha esse mesmo verde da minha rabeca de jaqueira, esculpida em uma concha tão fina pelo Seu Nelson.
um dos grandes limites da experiência é que esta é intransferível, o homem sempre experimenta sua experiência de si mesmo, incapaz de compartilhar as infinitas experiências que se movem em seu entorno. olhar o mundo pelos olhos de outras coisas (vivas ou não), completar a compreensão de tudo. essa sempre foi uma habilidade valiosa.
improvisar junto a um instrumento, apagar a intenção de eu, deixar que o instrumento indique o caminho, não em seu soar e ranger, mas na própria direção de sua existência no mundo - desde a água no fundo da terra que é carregada ao topo da planta, até a ponta do sol, esse vetor vital. olhar o mundo pelos olhos desse instrumento-bicho, por alguns minutos, buscando o outro mundo deste mundo.
Bruno trchmnn - rabeca de seu nelson
Ajítẹnà (aka Marco Scarassatti) - pássara-cocho
15-25 қазан аралығында «Целинный» заманауи мәдениет орталығында СТМ фестиваль және Қазақстандағы Гёте-институт қолдауымен «Жел ышқынады» тақырыбында «Дәстүрліні ресинтездеу» шығармашылық зертханасы өтті. Зертхана барысында халықаралық ашық байқау нәтижесінде таңдалған музыканттар мен саунд әртістер шығармашылық процесс барысында тәжірибе, білім алмасып, болашақ коллаборациялар үшін ынтымақтастық орнатты. Зертхана «Korkut Sonic Arts: Мәңгілік жел салтанаты» жобасының ажырамас бөлшегі.
Зертхананың жұмысы нәтижеге емес, процеске бағытталып, көпке жарияланбағанымен, осы уақыт ішінде екі концерт және бір бұқаралық талқы өтті. Бұл видеода қатысушылар процесс барысы және Алматыда өткен «Дәстүрліні ресинтездеу: Жел ышқынады» зертханасы туралы өз сезімдерін ортаға салады.
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С 15 по 25 октября в Центре современной культуры «Целинный» совместно с фестивалем СТМ и при поддержке Гёте-института в Казахстане прошла художественная лаборатория «Ресинтез традиционного» на тему «Ветер воет». В ходе лаборатории музыкант:ки и звуковые художни:цы, отобранные международным открытым конкурсом, в творческом процессе обменивались опытом, знаниями, налаживали взаимодействие для будущих коллабораций. Лаборатория является неотъемлемой частью проекта Korkut Sonic Arts: Церемонии вечного ветра.
И хотя основная часть работы лаборатории, нацеленной не на результат, но на процесс, оставалась непубличной, за это время прошло два концерта и одна публичная дискуссия. В этом видео участни:цы говорят о процессе и своих ощущениях о лаборатории «Ресинтез традиционного: Ветер воет» в Алматы.
Video: @whois_boris
Felipe Ferla Da Costa (POA)
é arquiteto, compositor e performer. Sua prática musical é focada em processos graduais, sistemas precisos de afinação aplicados em estruturas temporais expandidas, na musique concrète e no uso de sintetizadores analógicos, assim como no emprego de materiais melódicos/harmônicos derivados do folclore gaúcho reimaginados em contextos diversos daqueles considerados típicos. Teve composições apresentadas em eventos como Música de Poa, Germina Cciones, Encun e Woodstockhausen (Canadá) por intérpretes individuais e grupos de câmara. Possui lançamentos nacionais e internacionais independentes desde 2012, ganhou o concurso de compositores do conjunto Tempo-Câmara de SP e foi selecionado para uma residência artística nos Estúdios de Música Eletrônica de Estocolmo na Suécia (Elektronmusikstudion, EMS) 2022.
Juliana R.
é artista sonora e musicista. Seu trabalho investiga as formas de escutar, falar e cantar em relação direta com o corpo, o ambiente e o outro. Sua prática envolve performance ao vivo, peças sonoras, experimentação radiofônica e ações colaborativas, explorando a improvisação como ferramenta criativa e sensível. Atua entre práticas experimentais e processos relacionais, com foco em formas de escuta expandidas, narrativas invisíveis e materialidades sonoras.
Bruno Trchmnn
explora construções baseadas em drone, improvisação e formas/estruturas da música popular de diversos lugares do mundo. Também se dedica à pesquisa e produção teórica sobre esta prática sonora e suas intersecções/contradições políticas, à artistas como Tony Conrad, Henry Flynt e Guilherme Vaz, e à idéia do artista-trabalhador e da cultura revolucionária.
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Felipe Ferla, Juliana R. e Bruno Trchmnn tocam juntos no próximo Silver Tape
Felipe Ferla – bandura
Juliana R. – voz, synth
Bruno Trchmnn – rabeca
● 07 de Novembro, sexta
✧ Misha Marks (NZ/MEX)
✧ Felipe Ferla + Juliana R. + Bruno Trchmnn
✧ SOPETEAR_
19h casa/bar
20h apresentações
lugar sem nome – Av. Brigadeiro Luís Antônio 3928, Jardim Paulista / SP
$ 15
↑ link na bio
@jjjulianar@frl_felipe@trchmnn@mario_delnunzio #bravaetc #silvertapeetc @marrrmorrrta
#Repost @korkut.tselinny
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On invitation of the II Korkut Sonic Arts Triennale in Almaty, the Resynthesising the Traditional artistic lab – an initiative of @ctmfestival and Stas Shärifullá – will be held at the Tselinny Center of Contemporary Culture in October 2025. Under the title »The Wind Howls« it will focus on aural traditions and the wind as both a powerful cultural symbol and physical element.
From 15–25 October six fellows selected via open call will be working together with co-hosts Medina Bazarğali and Bilawa Respati. At the lab’s core is the guiding metaphor of resynthesis – a processing method in computer music that analyzes sounds to extract their fundamental components – which aims to confront conservative views of culture as something frozen, solidified, and generally untouchable, thus resistant to any transformative practices.
Stay tuned for more info on public concerts and talks that will take place during the lab week. The lab takes place with kind support of @goetheinstitut_kasachstan