@ritacarvana

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Millor Fernandes dá uma moedinha pro Super Homem/Hugo Carvana em 1971 na histórica Banda de Ipanema. Fundada por Albino Pinheiro, Ferdy Carneiro, Hugo Bidê, Darwin Brandão entre outros, tinha como lema a frase “Yolesman Crisbeles”, que não queria dizer nada mas instigava os agentes do DOPS que tinham certeza que eram subversivos. “A versão festiva da Academia Brasileira de Letras. Sem Sarney, que ninguém é de ferro e brincadeira tem hora” dizia Jaguar. Fotografia de David Drew Zingg, americano que largou família e carreira nos EUA e se estabeleceu em Ipanema em 1966. Charmoso, e grande contador de histórias, viveu os anos dourados de Ipanema e fez enorme sucesso por aqui, fotografou João Gilberto e Stan Getz. Fez as capas de discos de Gil e Caetano nos tempos áureos da Tropicália, fotografou a Passeata dos Cem Mil. Seu acervo está no @imoreirasalles , vale a visita.
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2 months ago
Uma semana no sul da Bahia com velhos e novos amigos. 1) Praia do Sargi, Serra Grande 2) Eu, Martha @martureba e Débora, as locais, conhecem os melhores points e as manhas pra chegar lá. 3) Barra do Rio Tijuipe, paraíso 4) Boiando no Tijuipe 5) Banho na lagoa cheia de vitórias regias, beira do mar. 6) Fruta de restinga 7) Martha e Raul 8) Golden Light em Itacaré 9) Eu, Martha e Miguel @miguelcapella , filhos do desbunde. Saravá @sarava_itacare alta gastronomia em Itacaré, Miguel e Branca arrasam. 10) Martha DtMF, sem querer 11) Eu e Martha num passado distante 12) Eu e Ramayana @ramayanavaz 13) Claudia, eu e Rama, passado distante 14) Escutando Rama 15) Com Jorge Amado em Ilhéus 16) Guardanapo no Vesúvio
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3 months ago
Adorei ver a foto que o Kleber Mendonça Filho publicou dele com meu pai e Sganzerla no Festival de Natal de 1988. Cinema e a vida pessoal sempre estiveram misturados lá em casa, a produtora do meu pai era no térreo e a gente morava em outro andar. Nem sempre curtimos esse amálgama mas depois de muita terapia estamos os 4 no mesmo meio. Tivemos muitos altos e baixos, na época dessa foto, por exemplo o cinema brasileiro estava em baixa e ao mesmo tempo ele tava ali sorrindo com o Kleber jovem crítico, imagino como ele deve ter curtido o festival assim como nunca deixou de participar de infinitos debates, discussões e encontros sobre o cinema brasileiro. Saudade de conversar sobre cinema como ele, imagino a felicidade dele com Agente Secreto com essa direção de atores maravilhosos de terceiro mundo que não tem vergonha de interpretar os personagens nem entrar e sair de quadro a qualquer momento. Gracias @kleber_mendonca_filho pela memória e carinho @helenaignez e @djinsganzerla familia amada companheira de cinema.
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3 months ago
Está correndo abaixo assinado para preservar o painel “Pássaros” que Roberto Magalhães, 85 anos, pintou em 1985 em um prédio tombado, na esquina da Rua da Quitanda com a São José, no Centro do Rio, e que precisa ser urgentemente restaurado. Tenho maior orgulho da passagem do meu pai a frente da Funarj no primeiro governo do Brizola. O mural do Roberto Magalhães é parte do projeto “Arte nos Muros” que ele coordenou com Adriano de Aquino e que começou com o painel “Paisagem Urbana” de Ivan Freitas na parede cega lateral da Escola Nacional de Musica na Lapa, infelizmente em petição de miséria. Aloisio Carvão posteriormente fez o painel de 300 m² “Revoada de Balões”, na confluência das ruas Uruguaiana e Buenos Aires, infelizmente já apagado. Espero que o prefeito Eduardo Paes entenda a importância de preservar esse patrimônio que ja faz parte da identidade da cidade Assine o abaixo assinado -link na bio
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4 months ago
Estreia nesta sexta! O encontro transformador entre humanos e cães guias. Como o cão pode tornar-se cumplice de uma outra linguagem e como humano e animal juntos podem criar uma nova forma de estar no mundo.  Sobre um mundo com mais trocas, sobre inventar possíveis, sobre relações e laços que unem todos nós. Isso é o milagre da sintonia. #especiescompanheiras #milagredasintonia #curtametragem #sesc #caoguia
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5 months ago
Em 98 eu tinha quase 20 anos qdo assisti Ação entre Amigos (1998) do Beto Brant, filme que me marcou demais pq meu então namorado, que era filho de um ex guerrilheiro, estava comigo e passou mal na sessão. Décadas depois descobri que além de um grande cineasta Beto é um doce de pessoa. Nossos caminhos se cruzaram quando fiz o documentário sobre meu pai e usamos imagens arquivos do Pitanga (2016) Na época da pandemia eu estava muito conectada a causa da cannabis medicinal e tinha um projeto de documentário de doc sobre uso medicinal da cannabis através de uma perspectiva feminina mas estava num momento de estagnação na minha vida profissional (e pessoal). Vi que ele tinha feito um documentário retratando a cena no Uruguai, até então muito mais aberto a pesquisa, prescrição, cultivo. Fizemos uma live na página da Apepi que foi otima. Ele me contou que planejava fazer uma versão do La Planta no Brasil, estávamos no meio do governo Bolsonaro e o tema ainda era tabu. A Planta (2025) conta com uma série de depoimentos em diferentes perspectivas, de pacientes, médicos, cientistas e muito mais. Foi um enorme prazer fazer assistência de direção para o projeto e passar quase uma semana filmando com essa equipe amorosa e afiada. Dra @dracarolinanocetti que eu já seguia o trabalho de longe, brilhante, é codiretora. @yaelsteinercineecultura , produtora e aglutinadora, companheira de crochê, já viramos melhores amigas de infância, @renato.ciasca , @dukskobbi , Leo e todos que não vou conseguir marcar aqui, obrigado. O resultado está nos cinemas e chega em breve na plataforma Aquarius Dirigido por Beto Brant Produzido por Renato Ciasca, Yael Steiner e Eduardo El Kobbi Roteiro:  Carolina Nocetti e Beto Brant Fotografia: Leleco Maestrelli Operação de Câmera: Leleco Maestrelli e Dimitre Lucho Drone: Eduardo El Kobbi Som Direto: Renato Ciasca Montagem: Manga Campion Finalização de imagem: Dimitre Lucho Edição de som e Mixagem: Diego Techera
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7 months ago
Feliz que o documentário “Sem a Mida, não dá” vai ser exibido no Festival do Rio. Documentário investigativo que parte da foto que Walter Firmo fez do sambista Padeirinho em sua casa com sua companheira, a mangueirense Mida, citada no arquivo como mulher não identificada. Pedro Carvana @carvana e Raoni Seixas @raoniseixas foram atrás dessa história, encontram a família da Mida, o fotógrafo Walter Firmo e pesquisadores do MIS (onde a foto está guardada), nessa busca construimos uma reflexão sobre o apagamento e invisibilidade de pessoas pretas em arquivos e acervos. Preservação audiovisual de acervos é um tema que tenho explorado nos meus trabalhos como montadora de documentários de arquivo e na preservação do acervo do meu pai, feliz de ter contribuido para o projeto ⭐️As sessões abertas ao público já estão confirmadas (confira no PDF) e os ingressos estão à venda no /filme/as-dores-do-mundo-hyldon ⭐️Em todas elas, o curta será exibido antes do maravilhoso longa “As dores do mundo” sobre o músico Hyldon.
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7 months ago
Hoje é o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência. Todos os avanços foram as custas de muita luta diária por saúde, estudo, viver a vida para além de estar vivo. A maior parte dos direitos das pessoas com deficiência existem apenas no papel, são muitas barreiras, físicas, atitudinais, pedagógicas que impedem que pessoas com deficiência possam viver plenamente com todas as características que a constituem. Direitos não são “privilégios”. Espero viver numa sociedade que realmente acolha todas as diversidades.
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7 months ago
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10 months ago
🎬✨ A Mac Comunicação vem apresentar com muita alegria o filme “O Capitão Bandeira contra o Dr. Moura Brasil” (1971), em versão restaurada em parceria com a Link Digital! Dirigido pelo incrível Antônio Calmon em seu primeiro longa-metragem, escrito com os saudosos Armando Costa e Hugo Carvana, o filme ganha nova vida através do dedicado trabalho de preservação realizado pela família Carvana, liderada por Martha Alencar. ✨ Sobre o filme: com fotografia exuberante de Affonso Beato, o longa é uma brilhante mistura de sátira política, experimentalismo e humor marginal, refletindo um Brasil inquieto sob a repressão da época. Cláudio Marzo protagoniza como Capitão Bandeira, atormentado por visões surrealistas, incluindo uma inesquecível Norma Bengell. Uma obra subversiva, criativa e essencial do nosso cinema. Estamos orgulhosos por resgatar esta obra esquecida de um diretor vivo, Antônio Calmon merece hoje todo nosso reconhecimento, tem uma trajetória diversificada no cinema até 1984, quando encerrou com Garota Dourada sua incursão pelo cinema e migrou para a televisão. Esta exibição especial acontece amanhã, domingo, dia 29, às 21h, no anexo do Museu da Inconfidência, como parte da programação do CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto, festival que celebra seus 20 anos valorizando a preservação audiovisual brasileira. Venham celebrar conosco esse reencontro com um clássico! #CinemaBrasileiro #cineop2025 #PreservaçãoAudiovisual #HugoCarvana #AntônioCalmon #MacComunicação
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10 months ago
Juntando os caquinhos pra escrever sobre o querido amigo e vizinho Victor Hugo que partiu antes da hora, deixando nós amigos órfãos da convivência com ele. Dos anos que trabalhamos juntos eu aproveitei muito a convivência no estudio, forjei meu olhar pra imagem acompanhando as longas horas que ele passava manipulando imagens, trabalhando num layout que algum cliente estava nervoso esperando pra receber. Nos dias de chuva ele chegava feliz, abria as janelas do studio no Horto pra sentir aquele ar de neblina que lembrava ele do RS. Eram os dias em que ele tirava os casacos mais bacanas do armário, estilo era com ele mesmo. Houve um tempo antes da internet 2.0 que, pra quem tinha sede de conhecimento como eu, cê tinha que colar nas pessoas certas e o VHC era uma dessas. Música, filmes, quadrinhos, livros “como assim você nunca leu On The Road?” e lá ia eu atrás do prejuízo. Deixou uma penca de amigos, dois filhos lindos e o seu grande orgulho, Nino, o neto que ele curtia muito, as vezes ouvia as vozes deles passando em frente ao meu prédio. Nessa fase solar conhecia todas as babás da região e fez exposição de fotos das crianças do parquinho. @danisanchez1 @marilia.milanez @leonardomarona
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1 year ago
Belo momento do cinema, lembrei de quando o Caetano e o Gil gravaram Cinema Novo, a gente vinha de um momento dificil quando Collor acabou com a Embrafilme, atividade praticamente parou. Eu digo “a gente” porque eu era criança, passamos muitas dificuldades lá em casa e cresci num lar de sonhadores como o da @oficialfernandatorres Altos e baixos mas nunca deixando de desejar se expressar, produzir. No mais, lindo ver o oficio de uma atriz de terceiro no melhor sentido da expressão, não tem medo do inproviso, de entrar e sair de quadro, com tantos predicados, que gosta do improviso e teve que se conter tanto pra fazer a Eunice. Muito gostoso acompanhar a química entre ela e @seltonmello e esse clima de Copa do Mundo .
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1 year ago