Eu não devia, mas vou furar a minha própria pauta, quebrar o meu próprio protocolo porque eu ainda não consegui absorver a CATARSE que foi esse show do Angra no Bangers Open Air ontem.
Muito antes de Metallica, Iron Maiden, Black Sabbath, Slayer e qualquer outra, o Angra foi, pasmem, a PRIMEIRA banda de metal que eu conheci. Um belo dia do ano de 2002, o
@gusfofao levou o CD “Hunters And Prey” pra tocar no recreio da escola e a minha cabeça explodiu no primeiro segundo de Live And Learn.
Dali pra frente, ainda em uma época em que a internet não era algo muito habitual, eu mergulhei de cabeça pra conhecer mais. Pouco tempo depois, eu assisti ao fatídico vídeo do “duelo” entre o
@felipeandreoli e o
@kikoloureiro no DVD Rebirth World Tour. Aí acabou a minha paz... era 8 horas por dia com o baixo no colo, tocando aquele CD duplo dezenas de vezes em looping. Ali eu decidi que seria, também, baixista.
Se eu fosse citar cada passagem do Angra pela minha vida, eu precisaria de umas 10 legendas dessa. Então vou me limitar a dizer que viver a noite de ontem em São Paulo foi alcançar o ápice de uma história que, só comigo, caminha há mais de 20 anos.
Não tive a honra de assistir ao Angra com o maestro André Matos, Mariutti e Confessori, mas pude ver (e, ontem, rever) a tal “formação clássica” voando no palco, junto com vários outros responsáveis por perpetuar o legado da banda, sendo os verdadeiros headliners que são e lotando plateias como sempre fizeram.
E se por acaso eles resolverem abrir novas datas para essa turnê em outros estados, com todos os integrantes presentes, não pense duas vezes e VÁ ASSISTIR.
Só posso agradecer ao Bangers por ter peitado essa ideia e, claro, ao Marcos Hermes por me proporcionar, mesmo que a trabalho, esse momento que eu jamais vou esquecer.
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@AngraOfficial |
@bangersopenair
| 26/04/26 - São Paulo/SP
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@memorialdaamericalatina
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@raphagarcia | MHermes Arts
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