O show de despedida da tour “Mil Coisas Invisíveis” do Tim Bernardes, ontem, no BeFly Hall, foi uma catarse que há muito tempo eu não presenciava.
No palco, apenas o Tim, um piano, um violão e uma guitarra. Mas junto dele, na plateia, um mar de gente diversa, cantando, se emocionando e, o mais importante, transbordando felicidade. Daqueles momentos que dão um quentinho na alma da gente.
Falando do show, a performance do Tim é um espetáculo à parte. O que ele fez ali, ocupando todo o palco sozinho e conduzindo uma multidão de milhares de pessoas cantando cada música em uníssono, é de outro planeta. É o tipo de coisa que vemos acontecer com os gigantes do Brasil, como Milton, Chico, Caetano, Gil, Gal e Bethânia...
Não dá pra dizer que “a base vem forte” porque o Tim, definitivamente, já é titular no time principal da música brasileira. Seja pela história construída com O Terno ou pela brilhante carreira solo, não tenho dúvidas de que, daqui a alguns anos, vamos presenciar turnês esgotadas dele em estádios lotados.
E com certeza eu vou estar lá, de novo, fotografando.
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@timbernardes
| 15/05/26 - Belo Horizonte/MG
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@beflyhall
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@raphagarcia
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