Pra quem está chegando agora no perfil por conta do Arquivo Oculto da @lorelay_fox , do @cafecomcrime ou da @sarahsmaniotto , queria te apresentar meu livro-documentário “O Enigma de Akakor” lançado no início do ano.
Em breve vou lançar um clube de leitura gratuito de Akakor, quem se atreve a participar?
O livro faz uma busca pelo mistério que envolve o livro “A Crônica de Akakor” escrito pelo jornalista Karl Brugger em 1976 e que foi assassinado misteriosamente alguns anos depois.
Pra quem gosta de True Crime, documentários em primeira pessoa e História, é um prato cheio.
“O livro todo é uma farsa”, assim começa a matéria do @ifinotti na @folhadespaulo neste final de semana.
O Ivan fez um retrato preciso do que se trata “O Enigma de Akakor” — “um mergulho em um universo de picaretagem, mortes suspeitas e teorias da conspiração que atraíram aventureiros de todo o mundo para a Amazônia nos anos 70 – e que, de certa forma ecoam, até hoje, nesses tempos de fake news e negacionismo.
Com a matéria, além de autor e cineasta, ganhei uma profissão nova que não conhecia, a de aventureiro 😃
O link pra matéria está nos destaque e “O Enigma de Akakor” já está a venda on line ou nas livrarias.
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#livros #literaturabrasileiracontemporânea #literatura #documentario #bookgram #clubedolivro #akakor #mundoestranho #creeppasta #truecrime #geek
Um post nostálgico. Eu cresci obcecado por revistas e fanzines. Era a nossa internet da época. Era onde a gente via o que estava acontecendo no mundo. Passei a adolescência lendo a @revistasuper e quando cheguei na Editora Abril pro curso Abril de Jornalismo tudo que eu queria era fazer infográficos na Super.
Aos pouquinhos fui chegando. Guiado pelo @alchnunes fiz Mundo Estranho, Flashback (a super nostalgia criada pelo @adrianosilva29 , a Sapiens (a Super Cabeção), até chegar na redação da revista que eu sempre quis trabalhar.
E não termina aí, tempos depois, quando a Super completou 25 anos, me chamou para fazer o vídeo comemorativo e dois anos depois viria a financiar meu primeiro longa com distribuição nacional “Ilegal: a vida não espera”.
Quase vinte anos depois da minha passagem pela Super, agora renovada e cheia de gente bacana, a revista faz uma matéria alucinante sobre meu novo livro que acabou engatilhando um monte de memórias legais de um tempo repleto de descobertas e muitas aventuras. Essa é daquelas que a gente olha para trás e vê tanto de coisa que já fez na vida.
Na foto aí em cima a equipe da @revistasuper em 2006. Eu sou o do canto direito vestido de The Strokes.
Um salve pra toda a turma abriliana que passou por aqueles corredores do NEA nos anos 2000. Quem tava? 🙋
Há uns 7 anos atrás o @jbodanzky e o @nunogodolphim me convidaram pra desenvolver um projeto de documentário bem maluco que entrelaça “O Mundo Perdido”, do escritor britânico Arthur Conan Doyle e criador do Sherlock Holmes, e o Pico da Neblina, ponto mais alto do Brasil e lugar sagrado para o Povo Yanomami.
O livro inspirou Spilberg para criar Jurassic Park e uma geração de exploradores no mundo todo interessados em aventuras na Amazônia — inclusive O Enigma de Akakor.
Depois de muitas voltas, estamos prestes a começar as filmagens e fui eu pra Londres buscar as pistas desse quebra-cabeças. Elementar meu caro Watson!
Entre manuscritos originais de Doyle na British Library, sessões de chá no Langhan Hotel (preferido de Doyle) e caminhadas pela Baker Street, este é o começo de mais uma aventura com Jorge Bodanzky. Vamos nessa Em Busca do Mundo Perdido?
@embuscadomundoperdido.ofilme@daniellarice@fernandomitjans@beatrizpersona@buriti.filmes@hopscotch_films_uk@videofilmes_produtora@impossivel___
Desde que as minhas filhas nasceram e a gente fez o filme/campanha @brincaredireito , fiquei obcecado pela ideia do brincar livre para a formação de crianças mais felizes e cidadãs.
Acabou que vim até a Dinamarca pra pesquisar a história da Emília Erichsen, que é tataravó da Camila e da Stella (minhas filhas) e responsável pela criação do primeiro jardim de infância no Brasil. É, até meados do século XIX não existia o conceito de um espaço para pequenos no país.
Emília, que era pernambucana, casou com o navegador dinamarquês Conrad Erichsen e acabaram indo parar no Paraná. Lá, Emília lutou (e não foi lá muito fácil) pra convencer os homens e criar o primeira jardim de infância brasileiro.
O Brasil precisa de MUITO mais pras crianças pra sermos um país melhor pra todos e se a Dinamarca é considerada um dos lugares mais felizes do mundo não é por acaso. Não é por que aqui é a onde criaram o Lego e o Plus Plus, ou por ser a terra do Hans Cristian Anderson, criador de fábulas como o Patinho Feio e A Pequena Sereia, e sim porque eles aprendem a ser felizes com o que tem desde pequeno. Afinal, brincar é um direito fundamental e deve ser garantido a todos.
E aí, alguém interessado em financiar um documentário sobre a “Emília e seu Jardim de infância”? ;-)
Rapha Erichsen é co-criador da campanha e diretor do documentário Brincar é Direito.
A história dessa foto. Quando eu conheci a @marianachavesss há quase 14 anos atrás, eu azarava ela dizendo que ela era parecida com a modelo dinamarquesa Freja Beha Erichsen. E parece mesmo. Ela achava engraçado o boy saber quem era a Freja. Depois eu fui saber que a @stellasunaga e o povo da Triton, onde ela trampava na época, também chamava ela de Freja. Passou esse tempo todo pra gente ir até Copenhagen e eu pedir ela em casamento retroativo. E com uma proposta. Ela virar uma Erichsen também. Não por uma questão patriarcal mas pra gente poder fazer a piada de que a Freja do Educha também é Erichsen. E olha que a gente já tem duas Erichsenzinhas em casa. Será que ela aceita?
Te amo cariño @marianachavesss ❤️
Desde que comecei a fazer documentários entendi que os filmes por si só não eram suficientes para impactar as pessoas. Foi quando comecei a fazer campanhas de impacto social. Hoje em dia na @impossivel___ a gente faz campanhas sem nem mesmo fazer os filmes.
No ano passado fomos desafiados a criar uma campanha sobre Justiça Tributária do zero, um tema difícil que parecia mesmo ser um grande elefante. A gente acabou dando vida ao Enrico, esse elefante inconveniente, e levando ele para cima e para baixo. Fizemos vídeos, cartilhas, notas de 1 Bilhão, muitas ações de rua e acho que adicionamos uma fagulha a essa discussão que acabou pegando fogo.
Para contar essa história acabamos fazendo esse mini-documentário que mostra todo o caminho da campanha até a aprovação do PL1087 por unanimidade.
O filme completo está no meu canal Documentar e no da Oxfam Brasil na plataforma de vídeo que você conhece. O link está no stories.
Obrigado @oxfambrasil@inescoficial@ijfoficial@institutoperegum@plataformajustaorg@movimentosemterra pela oportunidade. Tem sido uma jornada e tanto. E seguimos porque esse elefante continua incomodando muita gente.
Obrigado também a super equipe Impossível @rodrigobraga@beatrizpersona@barbarapoerner@fefa_machado@marianachavesss@frangurgel@andrems2306@eloartuso@mautracco e ainda os @tiltrec@tiagoberbare_tilt@liviatats@loopcius_cole 😍
Este ano fui um dos jurados do @festivalcinecannabico de Buenos Aires e tive a chance assistir o que tem sido produzido de melhor no universo audiovisual enfumaçado.
Eu sempre digo que documentários devem ser a forma mais livre e experimental do cinema e com uma ajudinha da expansão da mente pode ficar ainda melhor.
Da Coreia a Austrália passando por Argentina e Brasil, os filmes estão demais mas o vencedor ganhou meu coração. Quero fazer um igual 😃
Os resultados saem do último dia de festival e da pra acompanhar on line pelo FICC.ar
Olha que legal. "O Enigma de Akakor" foi indicado ao @premioecosdaliteratura na categoria biografia de não ficção.
Se você curtiu o livro é quer dar uma força para o amigo aqui, pode votar no "voto popular" e dar um empurrãozinho para que Akakor chegue em mais gente.
O Link para votar está nos stories. Vai que ganha... 😮
@agenciariff@fariaesilvaeditora@altabooks
Já comprou seu presente de Natal? Presentear com livros é mó legal 😃 e ainda está com descontão na Amazon e o link tá na bio.
Se você já leu, pode ser uma ideia de presente.
Sérgio Rodrigues, Caetano Galindo, Ernesto Rodrigues, Luiz Eduardo Soares e Rapha Erichsen lançaram neste ano obras que abriram debates, revisitaram histórias e reviraram mitos. Da língua portuguesa às entranhas da TV brasileira, das disputas entre verdade e ficção às viradas tecnológicas que transformam a escrita, nossa não ficção brilhou forte em 2025.
✍️ Escrever é humano, de Sérgio Rodrigues (Companhia das Letras)
Em meio às revoluções da IA, Sérgio Rodrigues volta ao básico para lembrar que a escrita literária nasce do que nenhum algoritmo alcança: risco, descoberta, erro, autenticidade. Um livro sobre ofício, humanidade e sobre como a literatura se sustenta onde as máquinas não chegam.
📚 Na ponta da língua, de Caetano W. Galindo (Companhia das Letras)
Galindo confirma seu posto de grande intérprete da língua portuguesa ao destrinchar palavras, expressões e histórias escondidas no nosso vocabulário cotidiano. Com humor e clareza, ele transforma etimologia em prazer de leitura, e nos permite investigar o próprio idioma.
📺 A Globo: Concorrência (vol 2), de Ernesto Rodrigues (Autêntica)
Um mergulho nos bastidores da maior emissora do país entre 1985 e 1998: anos de redemocratização, avanços tecnológicos, guerras de audiência e transformações culturais. Ernesto mostra o impacto da TV nos grandes fatos do período e reconta a teledramaturgia, as polêmicas e as disputas que moldaram a televisão brasileira.
🌿 O enigma de Akakor, de Rapha Erichsen (Faria e Silva)
Investigação real, delírio amazônico, true crime e cultura pop se misturam nesta jornada atrás de uma fábula irresistível: cidades perdidas, desaparecimentos, impostores e grandes mistérios. Rapha Erichsen compõe um livro-documentário eletrizante, em que as fronteiras entre verdade e invenção se desfazem a cada página.
🔎Escolha sua distopia, de Luiz Eduardo Soares (Edições 70)
Treze textos que analisam as raízes do bolsonarismo, o punitivismo e as estruturas racistas e patriarcais que moldam o país sob a ótica de um pensador cuja trajetória, gestão pública e escrita sempre buscou desnaturalizar desigualdades sistêmicas.
#Retrospectiva2025 #RetrospectivaLiteraria