Casulo

@programa.casulo

Grupo de estudos em arte e ciência Coord @thatiane.mendes Escola de Design - CEDGEM | UEMG
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No dia 17 de dezembro (quarta), às 19h, abre na FUNARTE a exposição Quilts: paisagens internas, coordenada pela artista têxtil e pesquisadora Thatiane Mendes. A mostra propõe o têxtil como forma de autobiografia — onde linha, ponto, cor e textura carregam memórias, afetos, territórios e vestígios. São investigações que aproximam têxtil, escrita de si e ecologia, a partir de mapas, roupas, tecidos domésticos, bordados, crochês, fotografias e outros materiais. A exposição reúne um processo colaborativo desenvolvido ao longo de cinco meses com mulheres da Associação de Bordadeiras da Serra da Moeda. Além de obras de artistas convidados: Alê Rosiq, Alê Wakoo, A Tutu, Daniela Schneider, Douglas da Silva, Esther Farelos, Forg, Izabella Coelho, Lara do Valle, Lívia Limp, Rodrigo Mogiz, Bianca Fuppe, Bianca Poppi, Suzana Nature e Thiago Flores. Uma iniciativa do @programa.casulo Vem 💛
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Sem título Leandro Gabriel, 2010 Ferro.
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Sem título Leandro Gabriel, 2006 Ferro.
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Cobre Bruno Duque, 2025 Registros-performance sobre placa de cobre oxidada realizada na abertura da mostra O teor mineral.
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Rainha do minério Morgana Mafra, 2024 video-instalação e purpurina
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Cobre Bruno Duque, 2025 Placa de cobre oxidada
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Fossilífera I Ginna Jorge, 2025 Escultura - Cerâmica e madrepérola (3 queimas), bordado e poesia
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Cabaça, reservatório de memória Wel Soares, 2024 Aço, alumínio, resina e vidro soprado 168 x 54 x 74,5 cm A antiga cabaça cede lugar ao vidro. O mineral, fundido, torna-se transparente — mas não aberto. Curvas que contêm, sem revelar por completo. Entre o dentro e o fora, algo permanece guardado. Você já não é a mesma daquela época; suas paredes agora permitem a visão, que invade querendo entrar, mas não entra. Você reservará as memórias mais íntimas e delicadas, sendo o elo entre o passado e o presente. Seja a cápsula do tempo translúcida, como minha casa que flutua entre o chão e o ar.
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Artefato para ouvir o murmúrio das pedras IV Ginna Jorge, 2019-25 instalação sonora interativa, pedras e eletrônicos. Como interagir com a obra: 1: Olhe para o círculo de 13 pedras. Escolha uma para realizar sua dança-conversa. 2: Pegue o artefato sonoro (alto-falante com mic. ) e gire o botão para ligar o dispositivo. 3: De forma cuidadosa e suave, passe o microfone de contato (plaquinha metálica na ponta do cabo) sobre a superfície da pedra 4: Escute o som da pedra 5: Tente estabelecer uma dança-conversa em que o som é uma tradução das texturas das pedras emitido neste gesto. 6. Ao final, gire novamente o botão para desligar o dispositivo.
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Pedras náufragas (2016) Instalação com pedras graníticas coletadas in loco em Pedra Azul (MG); cianotipia; dimensões variáveis. Devolver à terra (2018) Videoperformance, 4k, 16'02" .:grão (Gabriela Sá + Ícaro Moreno) 📸: @icaromorenoramos
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Frankilina - carta 1 Thatiane Mendes e A Tutu, 2025 Crochês tingidos com minério de ferro, hastes de alumínio e gesso. A instalação Frankilina esta composta por fibras de algodão, alumínio, ferro e sais. As hastes de metal, dispostas em duas fileiras e em diferentes alturas, compõem uma topografia imaginada. Essas finas hastes, que sustentam tecidos tingidos com ferro e mordentados com sais minerais, lembram as nervuras que, segundo Davi Kopenawa, sustentam o céu. Uma delicada tarefa de sustentar — entre o invisível e o imanente — um corpo têxtil carregado de memória.
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E naquele momento, os espinhos se tornaram metal Wel Soares, 2024 Aço, alumínio e resina 229 x 57,5 x 57,5 cm Espinhos dobrados, sonhados em galhos de metal. O tacho aquece e transforma o mineral em corpo moldável. Entre aço, alumínio e resina, o gesto se sustenta. Ali, a infância permanece em suspensão. Matéria que já mudou — mas continua existindo.
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