os garotin

@osgarotin

FORÇA DA JUVENTUDE 📀 pré-save ↓
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FORÇA DA JUVENTUDE | 14.05 01 hoje eu vou me dar bem 02 se joga - @bkttlapa e @amarinasena 03 baby não vá 04 deixa eu te encontrar - @maliavibes 05 soul brasileiro - @lenine e @hamiltondeholanda 06 força da juventude 07 falador - @2zdinizz 08 gimme just one night 09 calor e arrepio 10 não vá 11 fantástica 12 simples assim - @linikeroficial 13 uma noite só - @arthurverocai_ ____ fotógrafo @mateusaguiar direção criativa @totttal_ @hrmsmrd design @vncsmontr @rchvs stylist @camposroberta direção de arte @hugstex e @vitorroque make e cabelo @jazz_linhares @annesantanamaquiadora @dannicardosos
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10 days ago
nasceu o álbum FORÇA DA JUVENTUDE ❤️‍🔥✨!
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1 day ago
“Força da Juventude”, 2º disco de @osgarotin , promete seguir o legado da escola Tim Maia e se manter atemporal ✨😮‍💨 ➡️ Assista a entrevista completa de “RE-VERSO” através do nosso canal: /PODPAHRECORDS
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4 days ago
No clima do lançamento do álbum, fizemos um show no Leme para receber a loja da H&M que acabou que chegar aqui no Rio. H&M #HMBrasil #OlaRioHM #Publicidade
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6 days ago
CARTA ABERTA A @juliette
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8 days ago
Os Garotin se preparam para lançar “Força da Juventude”, segundo álbum de estúdio do trio. O projeto, que reúne 13 faixas, transitando entre o pop e a MPB, incorporando elementos de funk, samba e soul, sem perder o groove e a assinatura romântica que marca o som do trio, já é esperado com ansiedade pelos fãs. Em suas redes, o trio revelou a capa e contra-capa que reforça o conceito do disco trazendo nomes de diferentes gerações da música como Lenine, Hamilton de Holanda, Marina Sena, BK', Liniker e outros. Veja, com exclusividade, algumas fotos do backstage das participações. O lançamento será no 14 de maio, 21h. Quem tá ansioso ai também? Fotos: @matheusyashi
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8 days ago
gimme just one night & uma noite só - @tainancabral “Fazer essas pinturas/colagens me soou muito familiar com a forma que desenvolvo uma atmosfera para a pintura, que muitas vezes parte de uma imaginação sinestesica da música/sons e as sensações que ela desperta, para uma imagem. Em cores, formas e sinais de alguma realidade. Que ocorre nessa música e interlúdio.” Tainan Cabral Intelúdio, 2026 Tinta acrílica, spray, pastel oleoso sobre tela
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8 days ago
“simples assim - @marcos.damatta “Adoro a música ‘Simples assim’, ela é linda. Fala de alguém que está passando pelo luto de um término de relacionamento, da dificuldade em superar a separação. Eu vivi isso, então a música me diz muito. É muito bom não se sentir sozinho nessas horas, ter com quem contar. Então criei essa obra que se chama “Por nós”, uma pintura que fala sobre a amizade, sobre a importância das nossas redes de apoio para que a gente continue caminhando, mesmo quando a caminhada for dura. Para que a gente continue construindo nossos sonhos. Pensei em como isso teria sido importante em outros momentos da vida como infância e adolescência. Acredito que se as pessoas, principalmente meninos, tivessem nas amizades esses lugares de segurança para se expressarem, compartilharem suas questões sensíveis, sem o medo de bullying ou julgamentos, teríamos adultos com mais inteligência emocional, menos solitários e inseguros e mais pessoas capazes de lidar melhor com os momentos difíceis da vida, como uma separação, por exemplo, entendendo que alguns acontecimentos são parte do caminho, não o destino.” Marcos da Matta Por nós, 2026 Acrílica sobre tela
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8 days ago
fantástica - @emiajedudu “Ouvir essa música foi como me ver atravessando um rio por dentro. Um rio cheio de reflexos, onde cada brilho devolvia um pedaço de mim que eu ainda não tinha conseguido dizer. Fiquei ali, meio suspensa, reconhecendo sentimentos como quem reconhece o próprio rosto na água | todo amor tem um pouco de Narciso. Acho que Narciso ia à beira do rio todos os dias só pra tentar se reconhecer, com estranhamento e familiaridade ao mesmo tempo. Lembrei da piracema. Do esforço silencioso de subir contra a corrente, de insistir em um caminho que exige o corpo inteiro. O amor é isso! Existe uma beleza nisso que não é suave; é uma beleza que pulsa no cansaço, na repetição, na vontade de continuar mesmo quando a água pesa. Tem algo de instinto, de destino, de um chamado que vem de um lugar fundo demais para explicar. A arte é isso! Essa música me atravessou assim. Como quem nada contra tudo e ainda encontra sentido no movimento. Como se cada verso fosse uma tentativa de chegar a um lugar que talvez nem exista fora de mim, mas que ainda assim me chama. Fiquei com a sensação de que sentir também é esse deslocamento constante. Um ir que exige entrega, um voltar que nunca acontece igual. E, no meio disso, esse brilho breve - como luz batendo na superfície do rio - onde, por um instante, eu me vi inteira! Por amores que nos façam sentir inteiros. Tassila Custodes Nós - na piracema do meu olhar, 2026 acrilica sobre tela
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8 days ago
não vá - @colagemnegra “Em ‘Onde se encontra’ (2026), busco narrar uma história sobre o pós-término de um relacionamento. Neste momento de fim de ciclo, assim como na música ‘Não vá’ de Os Garotin, é um processo de dor e de aceitação, neste entendimento de rompimento e deste que parte para não retornar. É no colo de amizades femininas que há a possibilidade de reestruturar os sentimentos e a razão. Assim, a partir desta colagem, represento amigas trançando os cabelos, algo tão importante não apenas em quesitos estéticos para a população negra, mas também para fortalecimento de seu ori. Espadas de São Jorge sobrepõem as amigas, representando esta proteção contra o olhar do outro. Além deste material dourado que aspira ao redor destas espadas. Um pouco acima, há dois búzios que representam a ancestralidade como um caminho que se movimenta espiraladamente e protege estes corpos e suas histórias. Esta colagem, que se soma a outros materiais, estão dentro de uma fita cassete como quem guarda uma memória preciosa com carinho.” Alexia Ferreira Onde se encontra, 2026 colagem manual
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9 days ago
calor e arrepio - @amandanvnes “‘Calor e arrepio’ me tocou como uma lembrança. Quando escutei a faixa pela primeira vez, fui envolvida pela batida e levada a um lugar íntimo, reconhecível e coletivo: a paixão, esse instante em que o tempo voa e a gente nem vê. Criar essa arte foi também permitir algo que há tempos não acontecia na minha pesquisa e prática do dia-a-dia: falar de amor. Entre tantas urgências, lutas e denúncias que atravessam meu trabalho, percebi o quanto falar de amor também é fundamental, porque também é falar de bem viver. Poder viver um amor é um direito, mas mais do que isso, amar e ser amada, admirada, celebrada é uma força vital, que sustenta, que reanima, que devolve ao corpo uma sensação de potência. Assim, a obra nasceu como uma memória. Pra mim, uma memória específica da minha última paixão, mas que pode ser de qualquer pessoa, a lembrança de um encontro que fez bem, que foi leve, que expandiu. Na construção visual, pensei no estado de transe que a música sugere, esse momento em que estar com o outro desloca a realidade. O quarto deixa de ser apenas um espaço físico e se abre em paisagem, em paraíso. As paredes se dissolvem e dão lugar a elementos que evocam um cenário que, pra mim é esse paraíso: os açaízeiros, o calor do sol, a presença das vitórias-régias, o rio, Nazinha abençoando. Tudo coexistindo como extensão desse encontro. Belém do Pará faz muito calor, se me entendem. A cama se transforma em altar. Um espaço de devoção e celebração desse afeto. Porque há algo de sagrado na troca que acontece ali, no toque, no olhar, na entrega. A obra, então, busca provocar em quem vê esse mesmo deslocamento que, magistralmente fizeram Os Garotin, que ao olhar, também seja atravessado por gostosas e calorosas lembranças.” Amanda Nunes calor e arrepio, 2026 Acrílica sobre tela
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9 days ago
falador - @mariaismallia É interessante como as flexas retornam sempre com mais rastros. Quando recebi o convite para entrar no projeto fiquei imensamente feliz. Mas, receber a música ‘falador’ foi uma flexa no peito. Imersa nas palavras, na cadência e sobretudo nesse tempo aspiralado que a música nos apresenta. De uma generosidade falar das feridas do passado. Com um cesto cheio de frutas para ofertar aos olhos. Existe algo nessa letra que não fala de fé como espera, mas como movimento. Mesmo depois dos pesares algo se ergue e segue o percurso de seu destino. Meu processo nasce desse lugar: ritmado, desse cesto de sonhos e da permanência no cultivar o movimento. Trazer essas linhas para o corpo, palpável feito o chão. Não existe outro destino para quem é flexa senão afiar o tempo. Três figuras que sustentam, observam, colhem e continuam. Uma frase ficou em mim: “a fé é meu suporte” A fé enquanto base Enquanto tecnologia Do corpo Da cabeça Da palavra A fé enquanto Ouro Herança “Não tenho medo Eu faço a minha sorte” Esse trabalho me encontra nas palavras, no tempo oportuno de criar novos cenários para minha trajetória. Agradeço imensamente pelo convite e confiança. Que nossas flexas retornam pesadas e cheias de novas possibilidades. Maria Ismália Colheita, 2026 Acrílica sobre tela
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9 days ago