Nos últimos dias, nós - @cosmopoliticaseditoriais , @pmaya47 , @micropolis.br e @automaticaprodutora - demos início, oficialmente, à preparação da primeira exposição coletiva de @licapataxoop , que acontecerá no @centroculturalvalemaranhao no segundo semestre deste ano.
Estivemos no Maranhão para conhecer o centro cultural e sua equipe, e também na @aldeiamuamimatxi , onde prosseguimos com o trabalho curatorial a partir de conversas, de escuta da língua materna da terra e de reconhecimento da centralidade dos têhêys de pescaria de conhecimento nos processos de aprendizado da aldeia.
Aguardem que vem coisa boa por aí 🍃
Expografia para a mostra “O Jogo da Liberdade”
A exposição investiga a relação entre a capoeira e a história de Belo Horizonte, com foco nas décadas de 1960, 70 e 80. A curadoria é assinada pela historiadora Josemeire Alves Pereira, em parceria com Mestre 90 (Rudiney Ribeiro Carias), Mestre Boca (Walter Ernesto Ude Marques) e Mestre Pelota (Carlos Alberto de Souza).
No espaço expositivo, documentos, mapas, vídeos, fotografias, áudios e objetos revelam como a prática da capoeira se entrelaça à história da cidade de Belo Horizonte.
A exposição está em cartaz no Centro de Referência de Cultura Popular no Parque Lagoa do Nado, em BH.
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Arquitetura: Micrópolis + @pezzutiara
Colagens: @biapontoperdigao
Produção: @instituto_lumiar
Fotografia: @veronicamanevy
Expografia para ORIARÁ: arte e educação em movimento
Montada sobre uma carreta de 15 metros adaptada para receber obras de arte, a exposição reúne trabalhos de Edgar Kanaykõ Xakriabá, Aldeia Escola Floresta Maxakali, Froiid, Marcel Diogo, Dayane Tropicaos e Jorge dos Anjos.
A exposição está percorrendo o estado de Minas Gerais, e já passou por Belo Horizonte, Congonhas, Jaíba, Curvelo, Itabira, São Gonçalo do Rio Abaixo e Barão de Cocais.
A mostra propõe reflexões sobre oralidade, território, linguagem, tecnologias e o bem viver, a partir das heranças culturais afro-brasileiras e indígenas.
Fotografia: Carolina Faraco | @faracofotografia
Em fevereiro de 2025, lançamos o catálogo da exposição “Onde há fumaça: arte e emergência climática”, como atividade de encerramento dessa importante exposição, em cartaz no Museu do Ipiranga.
Com o objetivo de registrar a pesquisa que deu origem à exposição e de ampliar o debate a um público mais amplo, o catálogo contou com textos inéditos de Guilherme Fagundes, Sandra Benites, Renzo Taddei, Matheus Ribs, Paula Lobato, José Augusto Pádua e Olinda Tupinambá.
Ao reunir pensamentos de diversos contextos, cosmologias e campos do conhecimento, o livro buscou criar uma pequena bibliografia sobre a relação entre os museus, a arte contemporânea e a emergência climática.
Realização @museudoipiranga
Curadoria: @lagoeiro.v | @felipecdeb | @marcelarosenburg
Organização: @lobatopaula | @felipecdeb | @lagoeiro.v | @marcelarosenburg
Projeto gráfico: @cosmopoliticaseditoriais
Fotografia: @ninoandresbiasizzo
Erosões, garimpo, mineração, infraestruturas urbanas... Esses são alguns dos temas das obras apresentadas neste núcleo: a exploração do solo até sua exaustão e os resultados desastrosos e trágicos dessa prática. Em contraponto, são também apresentadas outras práticas de cuidado com a terra, que rompem com a lógica destrutiva e ajudam a promover a biodiversidade.
O núcleo “Força Geológica” mostra como a presença humana – principalmente branca e moderna – tem sido uma força poderosa, capaz de mudar radicalmente a paisagem e os regimes climáticos.
Não deixe de conferir este e outros núcleos da exposição temporária “Onde Há Fumaça” que se encerra na próxima semana, dia 4 de março.
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Curadoria de Felipe Carnevalli, Marcela Rosenburg e Vitor Lagoeiro. A entrada é gratuita.
📸 de Hélio Nobre e José Rosael.
#MuseuDoIpiranga #exposiçãotemporária #SãoPaulo #agendacultural #artecontemporânea
Cidade vs. Natureza: quem ganha essa disputa?
Esse núcleo da exposição traz imagens do crescimento urbano que transformou o solo paulistano em concreto, sufocando as águas, as matas, as montanhas e os bichos. A pavimentação, o tamponamento de rios e o avanço dos edifícios revelam um pensamento urbano que ignora a natureza, mas ela resiste! 🌿
Através das obras contemporâneas, destacamos essas resistências: matos, seres e modos de vida que persistem entre o asfalto e os arranha-céus. Além disso, enchentes e alagamentos revelam como a água, apesar das tentativas de controle, sempre encontra seu caminho de volta. 🌊
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A exposição “Onde Há Fumaça” fica em cartaz no Museu do Ipiranga até o dia 4 de março de 2025, com visitação de terça a domingo, de 10h às 17h. Curadoria de Felipe Carnevalli, Marcela Rosenburg e Vitor Lagoeiro. A entrada é gratuita.
📸 de Hélio Nobre e José Rosael.
#MuseuDoIpiranga #exposiçãotemporária #SãoPaulo #agendacultural #artecontemporânea
Saiba como ganhar o catálogo da exposição “Onde há fumaça: arte e emergência climática” 👇🏻
No dia 8 de fevereiro, às 15h, acontece o evento de lançamento da publicação com uma palestra do historiador e professor Luiz Marques.
O catálogo amplia o debate da exposição, com textos de pesquisadores, artistas e curadores, que conectam arte, ciência e emergência climática.
📚Os curadores Vitor Lagoeiro, Marcela Rosenburg, Felipe Carnevalli também participam de uma conversa sobre o projeto curatorial e editorial.
Todos os presentes receberão um exemplar gratuitamente!
Marque na agenda:
🗓 8 de fevereiro, às 15h
📍Auditório do Museu do Ipiranga (próximo à bilheteria)
🎟 Entrada gratuita
✍🏻 Vagas limitadas! Inscreva-se gratuitamente pelo link na bio
Um núcleo que escancara como a obsessão moderna de dominar a natureza justificou a exploração dos animais. 🐾 Por meio de imagens de caça, posse, cercamento e animais transportando pessoas e cargas, as obras mostram como a ideia de superioridade humana sobre os outros seres tem levado à extinção silenciosa de muitas espécies – um dos primeiros sinais da crise climática.
Ao lado dessas visões, apresentamos momentos de resistência, com imagens de uma fauna imaginada e não subjugada pelo homem, o retorno de espécies a espaços sem a presença humana e o resgate de práticas indígenas que promovem uma convivência baseada no respeito e na cooperação entre humanos e não humanos.
Uma reflexão sobre novas formas de coexistir. Esse é o Núcleo Domesticação.
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A exposição fica em cartaz no Museu do Ipiranga até o dia 28 de fevereiro de 2025, com visitação de terça a domingo, de 10h às 17h. Curadoria de Felipe Carnevalli, Marcela Rosenburg e Vitor Lagoeiro. A entrada é gratuita.
📸 de Arnaldo Saldanha, Hélio Nobre e José Rosael.
#MuseuDoIpiranga #exposiçãotemporária #SãoPaulo #agendacultural #artecontemporânea #Coexistência
Você já parou pra pensar como a monocultura vai além do plantio? 🤔
Mais do que uma prática agrícola, ela transformou as paisagens brasileiras desde o período colonial, com a derrubada de florestas, o avanço dos latifúndios e a exploração de terras e trabalhadores. Este núcleo reflete como a monocultura estruturou a ocupação do território, perpetuando desigualdades sociais e a degradação ambiental até hoje.
Neste núcleo, obras históricas do Museu do Ipiranga revelam como esse modelo esgotou o solo e explorou a mão de obra. Já as produções contemporâneas denunciam os impactos dessa prática na atualidade e destacam práticas ancestrais de cultivo mais sustentáveis, essenciais para enfrentarmos a crise climática.
Nas próximas semanas, traremos também os outros núcleos da exposição “Onde Há Fumaça” conforme o trajeto feito a partir do momento da entrada da exposição.
📸 de Hélio Nobre e José Rosael.
#MuseuDoIpiranga #exposiçãotemporária #SãoPaulo #agendacultural #artecontemporânea
No início de novembro, inauguramos a exposição “Onde há fumaça: Arte e Emergência Climática” no Museu do Ipiranga. Combinando obras contemporâneas com parte do acervo histórico do Museu Paulista, a mostra questiona a forma como a degradação ambiental foi celebrada por pinturas e fotografias que ilustram o desenvolvimento do Brasil.
Além das obras de arte, a exposição reúne pesquisas, objetos e práticas cotidianas de cientistas, ativistas e comunidades tradicionais, revelando a resistência do que ainda persiste, a potência do que se imagina e a esperança do que se constrói coletivamente.
Como parte das atividades propostas pela exposição, Ana Roman, Gabriela Moulin, Jahzara Oná, Jará Guarani e Vanessa Soares, se reunirão em uma roda de conversa no Museu do Ipiranga para discutir a emergência climática a partir de diferentes perspectivas: históricas, culturais e científicas. O encontro acontece neste sábado, 7 de dezembro, a partir das 14h.
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A exposição fica em cartaz no Museu do Ipiranga até o dia 28 de fevereiro de 2025, com visitação de terça a domingo, de 10h às 17h. Curadoria de Felipe Carnevalli, Marcela Rosenburg e Vitor Lagoeiro. A entrada é gratuita.
📸 de Hélio Nobre, José Rosael e Lana Costa
#MuseuDoIpiranga #exposiçãotemporária #SãoPaulo #agendacultural #artecontemporânea
🕐✨É amanhã!✨
A partir desta terça-feira, o público pode visitar gratuitamente a exposição "Onde há fumaça: arte e emergência climática".
A curadoria é do grupo Micrópolis, formado por Felipe Carnevalli, Marcela Rosenburg e Vítor Lagoeiro.
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🗓 A partir de 5 de novembro
📍Sala de exposições temporárias, ala oeste do piso Jardim, no Museu do Ipiranga
💸Entrada gratuita para esta exposição
🕐Terça a domingo, das 10h às 17h (última entrada às 16h)
A partir do próximo dia 5 de novembro você já pode visitar Onde há fumaça: Arte e emergência climática, no Museu do Ipiranga.
Nesta exposição, colocamos o acervo de pinturas e fotografias do museu em diálogo com obras contemporâneas de artistas, pesquisadores e ativistas, explorando como a ocupação do território brasileiro contribuiu para a degradação ambiental que vivemos hoje.
A exposição fica em cartaz até 28 de fevereiro de 2025 e a entrada é gratuita.