Felipe Carnevalli De Brot

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Registros da união com essa pessoa maravilhosa que o universo me deu de presente. Obrigado por cada dia @carvalhu , te amo!
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7 months ago
Em fevereiro de 2025, lançamos o catálogo da exposição “Onde há fumaça: arte e emergência climática”, como atividade de encerramento dessa importante exposição, em cartaz no Museu do Ipiranga. Com o objetivo de registrar a pesquisa que deu origem à exposição e de ampliar o debate a um público mais amplo, o catálogo contou com textos inéditos de Guilherme Fagundes, Sandra Benites, Renzo Taddei, Matheus Ribs, Paula Lobato, José Augusto Pádua e Olinda Tupinambá. Ao reunir pensamentos de diversos contextos, cosmologias e campos do conhecimento, o livro buscou criar uma pequena bibliografia sobre a relação entre os museus, a arte contemporânea e a emergência climática. Realização @museudoipiranga Curadoria: @lagoeiro.v | @felipecdeb | @marcelarosenburg Organização: @lobatopaula | @felipecdeb | @lagoeiro.v | @marcelarosenburg Projeto gráfico: @cosmopoliticaseditoriais Fotografia: @ninoandresbiasizzo
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1 year ago
Fotos que recebemos da @db_producoes , da carol e dos queridos curadores @juli_gontijo , @jucaffe e @augustindetugny do processo de montagem da exposição de @celiatupinamba no @sescriopreto ❤️ vem aí!
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1 year ago
Segunda oficina editorial para professoras e professores Pataxoop na @aldeiamuamimatxi , em março de 2025, pelo projeto Saberes Indígenas na Escola (MEC/UFMG). O projeto fomenta a formação continuada de educadores indígenas que atuam na Educação Escolar Indígena, com um olhar especial para a produção de recursos didáticos e pedagógicos - mas não exclusivamente 🙂 Seguimos com a parceria entre o programa Saberes Indígenas na Escola, através da coordenação de @pmaya47 , e a @cosmopoliticaseditoriais , com a presença de @lobatopaula y @felipecdeb . 🏹 Agradecemos, mais uma vez, a toda aldeia que participou da oficina com entusiasmo, em especial, @kanatyo_pataxoop y @licapataxoop Os projetos editoriais e os desafios para a sua execução continuam firmes e fortes em 2025. Baytxeka 🍃🌿☘️
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1 year ago
Do alto da mata, os zumbidos, cada vez mais intensos, anunciavam a presença mítica dos Tatakox, povo-espírito-lagarta, que visitaram a Aldeia-Escola-Floresta Maxakali durante nossa oficina editorial com @cosmopoliticaseditoriais . Outubro de 2024.
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1 year ago
No início de novembro, inauguramos a exposição “Onde há fumaça: Arte e Emergência Climática” no Museu do Ipiranga. Combinando obras contemporâneas com parte do acervo histórico do Museu Paulista, a mostra questiona a forma como a degradação ambiental foi celebrada por pinturas e fotografias que ilustram o desenvolvimento do Brasil. Além das obras de arte, a exposição reúne pesquisas, objetos e práticas cotidianas de cientistas, ativistas e comunidades tradicionais, revelando a resistência do que ainda persiste, a potência do que se imagina e a esperança do que se constrói coletivamente. Como parte das atividades propostas pela exposição, Ana Roman, Gabriela Moulin, Jahzara Oná, Jará Guarani e Vanessa Soares, se reunirão em uma roda de conversa no Museu do Ipiranga para discutir a emergência climática a partir de diferentes perspectivas: históricas, culturais e científicas. O encontro acontece neste sábado, 7 de dezembro, a partir das 14h. — A exposição fica em cartaz no Museu do Ipiranga até o dia 28 de fevereiro de 2025, com visitação de terça a domingo, de 10h às 17h. Curadoria de Felipe Carnevalli, Marcela Rosenburg e Vitor Lagoeiro. A entrada é gratuita. 📸 de Hélio Nobre, José Rosael e Lana Costa #MuseuDoIpiranga #exposiçãotemporária #SãoPaulo #agendacultural #artecontemporânea
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1 year ago
A partir do próximo dia 5 de novembro você já pode visitar Onde há fumaça: Arte e emergência climática, no Museu do Ipiranga. Nesta exposição, colocamos o acervo de pinturas e fotografias do museu em diálogo com obras contemporâneas de artistas, pesquisadores e ativistas, explorando como a ocupação do território brasileiro contribuiu para a degradação ambiental que vivemos hoje. A exposição fica em cartaz até 28 de fevereiro de 2025 e a entrada é gratuita.
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1 year ago
Tá na hora, tá na hora D'eu remar minha canoa Santo Antônio vai no leme Cacuriá vai na proa Eu vou dar a despedida Como deu a jaçanã Não cantamos tudo hoje Deixo o resto pra amanhã
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1 year ago
Meu boi gemeu, se levantou Riscou a ponta no chão que o terreiro poeirou
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1 year ago
Cantar, só, não fazia mal, não era pecado. As estradas cantam. E ele achava muitas coisas bonitas, e tudo era mesmo bonito, como são todas as coisas, nos caminhos do sertão.
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2 years ago
Terra ardendo, sertão adentro
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2 years ago
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2 years ago