Muito feliz de contar que foi lançado hoje a tarde a última edição do Cosmic Bulletin, editado pela revista @e_flux , na qual saiu uma versão do meu ensaio sobre Vladmir Komarov e a artefatualidade catastrófica. Agradeço a Hallie Ayres (@hall_yeah ) e Maya Tounta (@mayatounta ) pela maravilhosa edição do texto e das imagens, e recomendo a quem se interessar a perder um tempo nesse site, pois é um documento incrível sobre pensamentos radicais da imaginação cósmica.
O Cosmic Bulletin “busca propagar uma série de imaginários radicais informados por uma infinidade de sistemas de conhecimento e sustentados pela experimentação coletiva. O Instituto do Cosmos é um projeto de pesquisa coletivo iniciado por Arseny Zhilyaev e Anton Vidokle e o Boletim é a plataforma de publicação do Instituto”.
Agradeço demais meus amigues e amores que estão sempre dando aquela força pra gente pulverizar nossas coisas pelo mundo: a tradução foi do super @pedro_pneves e sem a leitura e longas conversas com @hermanocallou isso nao teria acontecido ❤️. Obrigada @tuca_de_oliveira e @ceciliacavalieri que me botaram pilha de enviar o texto e sempre à @cezar_bartholomeu e @gabriel__tupinamba que estiveram no princípio de tudo quando a pesquisa nasceu.
Esperançosa afinal, porque apesar de tudo foi possível, no brasil de 2020, não ser completamente sugada pelo encolhimento de nossa vida interior e dialogar com o mundo e o universo.
Essa versão em inglês é um pouco diferente daquela em português que está na @revista_rosa_ . Mas quem tiver dificuldade com a língua e ainda quiser ler a versão inglês, eu sempre recomendo a extensão do Google tradutor que traduz direto a página da web inteira. Dá pra quebrar um galho pra ler os outros textos.
Marli Matsumoto Arte Contemporânea tem o prazer de convidar para a abertura da exposição Largar os ossos, dos artistas Mayana Redin e João Loureiro, com texto crítico de Érica Burini, no próximo sábado, dia 23 de maio.
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A mostra reúne trabalhos que dialogam em termos de imagem, materialidade e transformação, propondo uma investigação sobre processos térmicos, estados físicos e a vitalidade dos objetos.
As obras reunidas na exposição partem de materiais cotidianos e aparentemente mundanos para produzir imagens e situações que oscilam entre representação e sistema. Frio, calor, fumaça, vapor, combustão e derretimento aparecem como índices de uma vida interior das coisas. Em vez de objetos estáticos, os trabalhos parecem emanar presença, como corpos animados por uma força vital invisível. A exposição organiza uma gramática da temperatura e do ambiente que investiga a morte como mudança de estado.
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@mayanaredin@joaoeloureiro@ericaburini
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Largar os ossos | Mayana Redin e João Loureiro
com texto crítico de Érica Burini
Abertura: sábado, 23 de maio, das 14h às 19h
até 18 de jul. de 2026
Ter. a sex., das 11h às 19h. Sáb., das 12h às 17h
Marli Matsumoto Arte Contemporânea
Rua João Alberto Moreira, 128, Vila Madalena
Obrigada a todo mundo que compareceu na 2a sessão do Cine-Tubo, “Sol Encanado”, no último sábado :)
A tela-escultura fica exposta até dia 11/04 no @surplus.metropole 👀🎞️🧨
Mais uma vez, obrigada @ericaburini e @lugardepala pela diversão ❤️
No próximo sábado, dia 21, às 20h pontualmente, haverá a segunda sessão do Cine-Tubo de Mayana Redin, apresentando Sol Encanado, na vitrine Surplus, no subsolo da Galeria Metrópole.
Vitrine Surplus – Galeria Metrópole
Subsolo
Av. São Luís, 187 - República, São Paulo
Cine-Tubo, de Mayana Redin
Texto de Érica Burini
21.03, sábado
Sessão 2: Sol Encanado às 20h
A artista Mayana Redin apresenta Cine-Tubo, uma escultura para ser assistida, na segunda edição da Vitrine Surplus. O trabalho é um circuito serpenteado por onde um caminho de fogo é encanado. A primeira de duas sessões, “Sonhos do Submundo”, ocorreu no dia 6 de março às 20h. Em breve: notícias sobre a segunda sessão do Cine-Tubo!
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“O estopim de pólvora comunica um ponto a outro. Essa é a sua função. Uma expressão física das medidas de tempo e espaço, um meio de explodir coisas a uma distância segura. Destruição e auto-preservação. Aqui, o fim não se concretiza. A finalidade é o próprio caminho.
A maioria dos materiais exibidos é produzida de maneira industrial. Sem qualquer mão humana. Mas ao meio, se camuflam peças de cerâmica que imprimem digitais, texturas, e outras formas adquiridas pelo contato. Ela traz mais uma reflexão temporal. Da origem de cada um, do processo de produção, da escala.
Uma lacuna entre a forma e a função possibilita a proliferação do mito, na tentativa de cercar o fenômeno. Em zigue-zague, o labirinto-cobra remete aos desenhos da eficiência, da serpentina, da maior superfície de contato. Uma resposta operativa para outro problema. A maior distância entre dois pontos”.
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@surplus.metropole@mayanaredin
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Texto: @ericaburini
Imagens: @estudioemobra
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Vitrine Surplus - Galeria Metrópole, subsolo
Av. São Luís, 187 - República, São Paulo
📽️🧯Cine-Tubo // Sessão 1: “Sonhos do Submundo” na @surplus.metropole
Registro completo da sessão ocorrida em 6 de fevereiro de 2026
Texto curatorial: @ericaburini
Imagens: @estudioemobra
Obrigada a todos que assistiram!
Obrigada a todo mundo que veio na primeira sessão do Cine-Tubo, “Sonhos do Submundo”, dia 06/02 na @surplus.metropole !
Agradeço demais a @ericaburini e @lugardepala pela oportunidade e parceria na concretização do trabalho, ao @marcusdeusdedit pelo desenho técnico impecável do cine-tubo, ao @dacruzgn pelos primeiras conversas malucas e rascunhos do projeto, a @ericaburini pelas fritações infinitas sobre o fogo condensadas em um belo texto, ao @juan_da_mata pela montagem e instalação também impecáveis, ao Ivan Rogério, bombeiro da galeria metrópole, pela presença durante a sessão, a @faca_peluqueria pela hospedagem e amizade nas idas e vindas de sp, ao @hermanocallou pela consultoria em título de trabalho & empolgação nos pensamentos cinéticos, ao @estudioemobra pelo registro da sessão!
e a todos que embarcam e piram juntos nos sonhos dos submundos 🖤
Em breve mais infos sobre a próxima sessão!
Nessa sexta, dia 6, às 19h, haverá a abertura da segunda edição da vitrine Surplus, no subsolo da Galeria Metrópole.
Mayana Redin apresenta Cine-Tubo, uma escultura para ser assistida. O trabalho é um circuito serpenteado feito com com tubos de PVC por onde um caminho de fogo será encanado. O Cine-Tubo terá duas sessões, sendo a primeira “Sonhos do Submundo” exibida durante a abertura, às 20h.
“A ideia de organização da vida através de corredores tubulares não é só dos humanos. Mamíferos como toupeiras, esquilos-da-terra, marmotas, coelhos, texugos, cães-da-pradaria e tatus. Insetos como cupins e formigas. Aves como corujas-buraqueiras também constroem moradas assim. Entre os humanos, os nomes das peças reiteram a analogia entre corpo e máquina que organiza as sociedades ocidentais. Joelho, cotovelo, calcanhar. Conexão de uma parte com a outra. Canalização de fluxos, veias e artérias, ruas e avenidas, esteiras de montagem das fábricas, encanamentos que estruturam as cidades e seus fluxos de água, esgoto, energia e informação. Circuitos, sistemas.”
O texto que acompanha a intervenção é de Érica Burini.
📍 Vitrine Surplus – Galeria Metrópole, subsolo
Av. São Luís, 187 - República, São Paulo
📅 Abertura: sexta-feira, 6 de fevereiro, às 19h
🔥Sonhos do Submundo às 20h