03 de outubro de 2025.
Entre corpos, vozes, memórias e projetos desenvolvidos, ocorreu, no @memorialdaamericalatina , o encontro A EDUCAÇÃO DAS ARTES ENTRE PORTUGAL E O NORTE DO BRASIL: EXPERIÊNCIAS DA BRANQUITUDE E DE CONTRACOLONIALIDADE, com as convidadas:
@clarissa.suzuki (UFAM) e @marcelapedersen , com mediação de @caiotododia .
De estudantes de graduação ao doutorado, ex-alunas do curso de especialização, reunides em afeto, escuta e resistência.
Um encontro entre margens - Brasil, Portugal, Amazônia e Porto - tecendo contracolonialidades com presença e potência.
Muito obrigado a todes que participaram, ao PPGARTES, à @rita.bredariolli e à equipe do Memorial!!
#Arte #Educação #contracolonialidade #branquitude #crítica #afetos #GMEPAE #ARTED #LIMHIAR #UFAM #UniversidadeDoPorto #PPGARTES #MemorialdaAmericaLatina #posgraduacão #InstitutodeArtes #UNESP #encontro #diálogo #decolonialidade #Amazonia #Porto #Brasil #Portugal
Instalação coletiva que produzimos no workshop que ministrei: “Entre ausências e presenças: tensionar um arquivo colonial”, como parte da incrível ✨Decolônia de Férias ✨ do @niba.up
✨ Oficina com Marcela Pedersen: Desconstruindo Arquivos Coloniais ✨
Junte-se a nós para um exercício coletivo de reflexão crítica sobre a Primeira Exposição Colonial Portuguesa (1934), realizada nos Jardins do Palácio de Cristal, Porto.
Neste workshop, vamos questionar como a branquitude constrói uma imagem de neutralidade e invisibilidade, ocupando o lugar de norma e autoridade — e como isso molda as narrativas históricas que nos são apresentadas.
A partir da análise dos arquivos e da relação simbólica entre a FBAUP e os Jardins do Palácio de Cristal, vamos investigar os legados coloniais presentes nas histórias que contamos e lembramos.
Para encerrar, construiremos juntos uma instalação coletiva que desconstrói e intervém nessas imagens e memórias — abrindo espaço para outras narrativas e possibilidades.
🗓️ Data: 9 JUL 13h-15h30
📍 Local: Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Inscrições através do link: https://forms.gle/Ns83Xnik4EAWAcJ86
#DecolôniaDoNIBA #EducaçãoAnticolonial #MemóriasColoniais #Branquitude #FBAUP #ArteEDescolonialidade #NarrativasPlural #OficinaColetiva
Representações da Branquitude: uma análise da cultura visual portuguesa
// formação de curta duração que ministrei com a @melina_mina_scheuermann
// @i2ads@fba.up
📷 Thiago Liberdade / i2ADS
[Formação de Curta Duração]
“Representações da Branquitude - uma análise da cultura visual portuguesa” dinamizado por Marcela Pedersen e Melina Scheuermann
19 FEV, 2025 | 16h – 19h
FBAUP (Pavilhão Carlos Ramos - Sala 201)
No nosso dia a dia, a branquitude aparece de forma onipresente: ela molda normas, organiza visualidades e estrutura relações, enquanto se apresenta como algo universal, neutro e não racializado. Embora esteja visível, a branquitude performa um movimento de “se invisibilizar” - especialmente para nós, pessoas brancas - ao se afirmar como padrão. Quando olhamos para imagens com corpos brancos de propagandas, monumentos, ilustrações em livros, peças de arte ou até mesmo manequins em lojas, raramente questionamos essas imagens sob uma lógica étnico-racial. Elas são assumidas como “naturais” e “normais”. Essa neutralidade e invisibilidade aparente é, no entanto, uma ferramenta de poder que alimenta uma desigualdade racial.
Então, como podemos ver a branquitude? Como ver aquilo que se pretende invisível? O que acontece se olharmos para imagens consideradas neutras ou universais sob uma perspectiva racial? Destinado a professores do ensino secundário e estudantes das áreas de educação, educação artística e artes visuais, este workshop propõe uma introdução ao conceito de branquitude e às suas representações visuais. Através da análise crítica de imagens da cultura visual portuguesa, vamos analisar os padrões de representação branca, considerando também os contextos de produção, circulação e recepção das imagens que reforçam a hegemonia branca.
A formação é elegível para a acreditação de professores como Ação de Curta Duração.
Inscrições (vagas limitadas): https://shorturl.at/9HHcB ou link na bio do @i2ads
Formadoras: Marcela Pedersen (FBAUP/i2ADS) e Melina Scheuermann (FBAUP/i2ADS)
Incentivo: “Protocolo de Cooperação U.Porto — CGD”
#i2ADS #fbaup #caixa #caixageraldedespositos
Em outubro passado, o ping! apresentou mais um “Corpografias Reimaginadas”, o título do workshop orientado por Marcela Pedersen e Rafael Campos, desta vez dirigido a professores do ensino secundário.
Percorremos os Jardins do Palácio de Cristal e partilhamos o arquivo da Primeira Exposição Colonial Portuguesa, em locais como o jardim da entrada principal e o lago. Imaginamos o peso do Monumento ao Esforço do Colonizador que ali se ergueu no passado, e leu-se a carta escrita pela comunidade Bijagós.
No final, foi criada uma publicação, em formato fanzine, com os questionamentos e a desconstrução desse mesmo arquivo. Posicionamentos que hoje se consideram importantes, como os gestos reparativos, que nos indicam possibilidades de futuros mais justos, plurais e horizontais.
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Last October ping! presented another “Corpografias Reimaginadas”, the title of the workshop led by Marcela Pedersen and Rafael Campos, this time aimed at secondary school teachers.
We visited the gardens of Palácio de Cristal and shared the archive of the First Portuguese Colonial Exhibition in places such as the main entrance garden and the lake. We imagined the weight of the Monument to the Coloniser’s Effort that once stood there and read the letter written by the Bijagós community.
In the end, we created a publication in the form of a fanzine, questioning and deconstructing this very archive. These positions remain crucial today, as do the reparative actions that point to possibilities for a more just, plural and egalitarian future.
📷 Dinis Santos
✨ “Corpografias Reimaginadas: dialogar com/contra o arquivo da Primeira Exposição Colonial Portuguesa” ✨
Workshop de fanzines em parceria com o @rafa_omalungo para o Programa de Incursão à Galeria - ping! da @galeriamunicipaldoporto
📸 Dinis Santos
Workshop Corpografias Reimaginadas: dialogar com/contra o arquivo da 1ª Exposição Colonial Portuguesa - realizado por @marcelapedersen e Rafael Campos nos Jardins do Palácio de Cristal a convite da @galeriamunicipaldoporto .
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Corpografias podem ser cartografias com/do corpo nos/dos espaços. É um conceito criado para se estabelecerem conexões entre as escalas do corpo e da cidade, e que se podem manifestar em diversos formatos.
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Os Jardins do Palácio de Cristal revelam um espaço de memória que carrega marcas e reminiscências da história colonial portuguesa. Neste workshop, propomos analisar essa relação – espaço-memória - ao tensionar os nossos corpos com o arquivo da Primeira Exposição Colonial Portuguesa, com o objetivo de problematizar as presenças e ausências que permeiam tanto os Jardins do Palácio de Cristal, como o espaço público da cidade, estando em constante atualização de um pensamento colonial.
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Convidamos as participantes a compor Corpografias Reimaginadas através da elaboração de uma fanzine, incentivando uma reflexão sobre o passado e questionando gestos reparativos que imaginem possibilidades de futuros mais justos, plurais e horizontais.
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Agradecimentos especiais a @matilde_seabra_tw pelo convite, a @galante_pedro pelo auxilio na produção e a Dinis Santos pelos registros fotográficos.
Prática coletiva “Tecendo caminhos para uma educação artística antirracista e antidiscriminatória: um exercício para pensar uma formação docente”
10•Encontro em Práticas de Investigação em Educação Artística (EPRAE)
Abril 2024
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📸 Joel Fonseca, Manuel Brásio // EPRAE 2024