Em 2026 o MACE regressa à ARCOlisboa com a RPAC!
Com um espaço dedicado e vários momentos ao longo da programação da feira, mostramos como a RPAC se distribui pelo território nacional, divulgando a arte contemporânea portuguesa, os seus artistas, coleções e equipamentos, e informando visitantes sobre os diferentes mecanismos criados para a dinamização desta rede: adesão, apoio a projetos, internacionalização, formação e divulgação.
📌De 28 a 31 de maio, na Cordoaria Nacional.
O MACE integra a RPAC desde 2023.
@Dgartes
ZAPPING: Televisão como Cultura e Contracultura é uma exposição dedicada à história dos programas culturais da RTP em Portugal e ao modo como a televisão foi sendo apropriada por artistas como veículo, medium e espaço de contracultura desde a década de 1950.
Organizado pelo Centro de Arte Oliva, o projeto desenvolve-se em quatro instituições e propõe uma leitura distribuída e complementar sobre a televisão enquanto fenómeno sociotécnico, cultural e político.
Obras de Ângela Ferreira
📌 Inaugurações
🗓️ 10 de janeiro, 15h, @caaa_guimaraes
🗓️ 17 de janeiro, 16h, @gnration
🗓️ 7 de fevereiro, 17h, @centroarteoliva
🗓️ 23 de maio, @macelvas
#Zapping #Televisão #ContraCultura
#ArteContemporânea #RPAC
ZAPPING: Televisão como Cultura e Contracultura é uma exposição dedicada à história dos programas culturais da RTP em Portugal e ao modo como a televisão foi sendo apropriada por artistas como veículo, medium e espaço de contracultura desde a década de 1950.
Organizado pelo Centro de Arte Oliva, o projeto desenvolve-se em quatro instituições e propõe uma leitura distribuída e complementar sobre a televisão enquanto fenómeno sociotécnico, cultural e político.
Obras de Ângela Ferreira
📌 Inaugurações
🗓️ 10 de janeiro, 15h, @caaa_guimaraes
🗓️ 17 de janeiro, 16h, @gnration
🗓️ 7 de fevereiro, 17h, @centroarteoliva
🗓️ 23 de maio, @macelvas
#Zapping #Televisão #ContraCultura
#ArteContemporânea #RPAC
🗓️ 22 mai | 21h | Museu de Arte Contemporânea de Elvas [MACE] (no âmbito do Dia do Autor Português)
21h - Visita Noturna Orientada pelo MACE
21h15 - Elocução de Maria Vicente
21h30 - Projeção do Filme
22h30 - Conversa aberta com Autores de Elvas
🎬 Entre o campo e a revolução, este documentário dá voz às mulheres rurais que foram protagonistas silenciosas da mudança. Através de testemunhos de agricultoras, cooperativistas e jornalistas, revela-se uma história de resistência, de luta pela emancipação e de construção de poder popular, num tempo em que falar — e agir — era, para muitas, um ato revolucionário.
🫴🏼 sessão patrocinadora por Elvisucata e em parceria com DINÂMIA'CET - Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território do Instituto Universitário de Lisboa e Autores De Elvas
🗓️ 22 mai | 21h | Museu de Arte Contemporânea de Elvas (no âmbito do Dia do Autor Português)
21h - Visita Noturna Orientada pelo MACE
21h15 - Elocução Maria Vicente
21h30 - Projeção do Filme
22h30 - Conversa aberta com Autores de Elvas
🎬 Entre o campo e a revolução, este documentário dá voz às mulheres rurais que foram protagonistas silenciosas da mudança. Através de testemunhos de agricultoras, cooperativistas e jornalistas, revela-se uma história de resistência, de luta pela emancipação e de construção de poder popular, num tempo em que falar — e agir — era, para muitas, um ato revolucionário.
🫴🏼 sessão patrocinadora por Elvisucata e em parceria com DINÂMIA'CET - Centro de Estudos sobre a Mudança Socioeconómica e o Território do Instituto Universitário de Lisboa e Autores de Elvas
MACE (ELVAS, PORTUGAL 🇵🇹) - Hoje trago uma proposta de visita à nova exposição do Museu de Arte Contemporânea de Elvas... .
Partimos de um rosto que por aproximação se transforma numa cidade bastante urbanizada 🏙️, passamos por olhares actuais e transversais sobre o tema da habitação ou o tema da guerra, através do olhar do artista internacional @vhils ...
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E recuamos no tempo mais de cinquenta anos ... Fotografias que nos mostram o primeiro 1º de Maio em liberdade, o fim da ditadura, o "25 de Abril", a guerra colonial, a descolonização...
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Com curadoria de @pmachado81 , esta exposição cruza gerações, permite reviver memórias, procura identidade(s) da nação e consolida expressões e problemas contemporâneos ...
📌Exposição a visitar até à segunda quinzena de Junho !
🔸Conhecem o MACE, em Elvas ???
🔸 Gostam de fotografia documental ???
🔸 Gostam de arte contemporânea ???
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📸@1001percursos (fotos e texto)
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#travellersmonde #capture_portugal #portugalunlimited
#loveforever_hdr #hdr_mania_
A arte contemporânea, com a sua diversidade de linguagens, suportes e discursos, reflete profundamente as transformações sociais, políticas e culturais do mundo atual. Mais do que uma simples expressão estética, ela funciona como um espaço de questionamento, crítica e liberdade criativa. Nesse contexto, em Portugal, a importância do 25 de abril de 1974 — a Revolução dos Cravos — é incontornável para compreender o desenvolvimento e a vitalidade da produção artística contemporânea.
Antes da revolução, o país vivia sob uma ditadura que impunha censura e limitava a liberdade de expressão. A arte, como outras formas de manifestação cultural, era condicionada por regras rígidas e pelo controlo ideológico do Estado. Com o 25 de abril, deu-se uma rutura decisiva: a conquista da liberdade permitiu aos artistas explorar novos temas, experimentar diferentes meios e expressar opiniões sem medo de repressão.
A partir desse momento, a arte contemporânea portuguesa tornou-se mais aberta, plural e politicamente consciente. Muitos artistas passaram a abordar questões como identidade, memória, desigualdade social e os impactos da globalização. A liberdade conquistada não só ampliou os horizontes criativos, como também possibilitou o diálogo com correntes artísticas internacionais, inserindo Portugal num circuito cultural mais amplo.
Além disso, o 25 de abril continua a ser uma referência simbólica e temática na arte contemporânea. Diversas obras evocam a revolução, não apenas como um evento histórico, mas como um processo contínuo de construção democrática. A arte, nesse sentido, atua como guardiã da memória coletiva, lembrando às novas gerações o valor da liberdade e da participação cívica.
A arte contemporânea em Portugal não pode ser dissociada da conquista da democracia. O 25 de abril não apenas transformou o panorama político, como também abriu caminho para uma criação artística mais livre, crítica e inovadora. Ao revisitar esse momento histórico, a arte reafirma o seu papel essencial na reflexão sobre o passado e na construção de um futuro mais consciente e plural.
Programa Educativo Exposição Fotografia de Alfredo Cunha e Obras de Alexandre Farto Aka Vhils da Coleção António Cachola
Inscreve já a tua turma, até 24 maio.
Inscrições através do email:
[email protected]
“Entre Extremadura e Portugal: Arte, Literatura e Vínculos Culturales” é o tema central da edição 2025/2 da Revista de Estúdios Extremeños, apresentada este sábado, 11 de abril, no MACE - Museu de Arte Contemporânea de Elvas.
Criada há quase um século, em 1927, a publicação aborda temas históricos, literários e artísticos, tendo o apoio da Diputación de Badajoz, através do Centro de Estúdios Extremeños (CEEx).
A sessão abriu com intervenções do vice-presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha; de Ricardo Cabezas, concejal dó Ayuntamiento de Badajoz; e Sara Espina, Chefe de Secção do CEEx.
Seguiu-se uma conversa sobre a revista e a ligação social e cultural entre Portugal e a Extremadura, com as intervenções do colecionador António Cachola, Antonio Sáez, catedrático de Literaturas Ibéricas na Universidade de Évora; e Patrícia Machado, diretora do Museu de Arte Contemporânea de Elvas.
A sessão terminou com uma visita orientada à exposição “Fotografia de Alfredo Cunha” + “Obras de Alexandre Farto aka Vhils” da Coleção António Cachola, patente até 24 maio 2026
#contemporanea
#artecontemporânea
#macelvas
🔜28.março.2026- 15h30
A exposição de fotografia de Alfredo Cunha + Obras de Alexandre Farto (Vhils) da Coleção António Cachola convida o visitante a (re)visitar a história da revolução dos cravos de 1974, em Portugal, e suscita à reflexão critica sobre a efemeridade das cidades que crescem e se destroem constantemente. Alfredo Cunha é um nome incontornável do fotojornalismo português que captou algumas das imagens mais icónicas da revolução, incluindo o famoso retrato do Capitão Salgueiro Maia no Largo do Carmo e que, de igual forma, também realizou importantes reportagens fotográficas sobre o processo de descolonização em África durante o ano de 1975. As 37 fotografias expostas foram confiadas pelo Montepio Geral – Associação Mutualista ao Exército enquanto entidade depositária. O autor deixa assim um legado às gerações vindouras de um testemunho visual único da construção do direito à liberdade em Portugal. Cruzando a fotografia histórica com a arte urbana, o visitante depara-se com obras do artista visual Vhils, pertencentes à Coleção António Cachola, as quais suscitam reflexões simbólicas sobre a identidade, a vida no contexto urbano, a passagem do tempo e a relação de interdependência entre as pessoas e o meio envolvente. Nos detalhes dos rostos humanos criados através da remoção de camadas de materiais tais como o metal, a madeira e a esferovite, fica a perceção que mesmo em ambientes brutos e caóticos, existe humanidade e identidade. As portas simbolizam a passagem entre o público e o privado e o desgaste da madeira conta a história dos habitantes que por ali passaram. É atemporal que a arte e a liberdade são indissociáveis e vivem uma relação de (co)dependência!
Curadoria
Patricia Machado