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kulumym–açu 🪁

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Nosso filme “As lavadeiras do Rio Acaraú transformam a embarcação em nave de condução” estará presente no @infinitafestival na SESSÃO 5 – LLANTHUPI MUNAKUY (SE AMAR NAS SOMBRAS), 12 de janeiro, às 19h, no @cinemadodragao . Estou alegre porque faz exatamente três anos das gravações de nosso curta. Essa nave de condução já se deslocou tanto, por tantas mostras e festivais nacionais, agora retorna a capital cearense dentro da programação de um festival lindo! No dia após a exibição, estarei participando do 4º SEMINÁRIO | DEBATE 3 – O FUTURO É AQUI: ESCREVIVÊNCIAS, ENCANTERIAS E FABULAÇÕES NA CONSTRUÇÃO POÉTICA DOS CINEMAS FEITOS POR NÓS, às 18h, no mesmo local citado acima. Deixo esses convites, apareçam.
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2 years ago
"As lavadeiras do Rio Acaraú transformam a embarcação em nave de condução" (2021) ainda é um processo reflexivo para mim. Se não fosse a confiança de todas as pessoas que fazem parte dessa realização, nem teriamos começado. Quero agradecer infinitamente a cada uma de vocês. Que esse novo ciclo desague em nós o destemor para acreditar em nossos sonhos e em nossas realizações. Ter feito parte da 5a Turma do Curso de Realização em Audiovisal da Vila das Artes me deixa ainda mais reflexivo. Hoje, 18 de março de 2022, nos formamos. Stills de @wesgrafia
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4 years ago
Teaser de "As lavadeiras do Rio Acaraú transformam a embarcação em nave de condução" (2021) doc experimental | 12min | colorido | digital | CE | 2021
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4 years ago
bom dia, espero que vocês estejam bem! escrevi, ao longo das últimas semanas, três novos textos lá no meu substack. “rio de areia” conta uma história de como o deserto do saara chega na floresta amazônica. “nada de ilha” versa sobre a solitude da escrita e “banho de chuva” é sobre esta manhã de sábado. espero que mergulhem! link ativo na bio.
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14 hours ago
Duas fotografias da nossa série “Marejos” agora fazem parte do acervo do Sesc Paraná. Muita alegria fazer parte disso com @peluzoi . A Exposição Prêmio Sesc de Arte reúne as obras vencedoras da primeira edição do prêmio, agora incorporadas ao acervo permanente do Sesc PR. • Quando? 13/05 a 11/07/26 • Onde? Sesc Centro | Rua José Loureiro, 578 • Entrada gratuita A abertura acontece no dia 13 de maio às 19h.
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12 days ago
Escrevi quatro novos textos lá no meu substack. Leiam, mergulhem. Em um dos textos falo de um fenômeno chamado de “maré negativa” que acontece em algumas fases de lua nova. Em outro falo sobre o Dia do Trabalhador, sempre mantendo a prosa poética e a ironia afiada. Também “espanto fantasmas” e volto aos meus 17 anos como na música de Mercedes Sosa. Link ativo na bio.
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13 days ago
boa noite! eu comecei a escrever textinhos na plataforma substack e gostaria de convidar vocês para a leitura. os três primeiros textos são “gagueira”, “bicicleta” e “nadar”. eles são curtinhos e neles revelo coisas sobre a infância e a juventude do coração. link ativo na bio.
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24 days ago
Fortaleza — 300 anos Hoje nossa cidade completa três séculos de história, um pouco menos se comparado aos 422 anos que a Barra do Ceará, como marco zero da história colônial do estado, documenta. O maior documento histórico que uma cidade pode ter é: seu povo. No meu filme “bruma marinha à costa de mil salinas” (2022), um smartfone singelo registra imagens de rotinas daqui. Hoje não comemoramos heróis, comemoramos o amor, o trabalho que dá viver por aqui e o envelhecimento. No ano que Fortaleza faz 300 anos, eu tenho 30. 10% de lida, 10% de teimosias — me sinto pagando um dízimo ao tempo. Hoje, trago alguns desses arquivos do filme para mostrar a vocês.
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1 month ago
Leitura IV: Capítulo 04, “abris” Poema de 5 de abril de 2015, livro “feicebuqui entrar” (2025). Registro de @ordinara
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1 month ago
Leitura III – Capítulo 03: Marços, livro “feicebuqui entrar”. Poema “ode a mario gomes”, datado de 16 de março de 2016, Fortaleza/CE. Mário Gomes (1947–2014) foi um poeta das ruas, corpo-trânsito da metamorfose do verbo.
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1 month ago
Em ocasião de “O peso do voo” (exposição “negro é um rio que navego em sonhos”, curadoria de ana aline furtado) a cerca de um ano atrás. Atualmente, tenho me interessado pelas formas abstratas que a cultura da arraia deixa como rastros pelas ruas da cidade – a forma esquelética de pipas mortas, imagens que lembram uma alegria de outrora agora enganchada nos fios dos postes a envelhecer. Tumulos de brinquedo para mortes de brinquedo. A linguagem da escultura como caminho natural para assentar os repertórios de mais de vinte anos fazendo arraias para mim mesmo ou para crianças e adolescentes, ensinando e sendo ensinado por esse gesto. Na foto, a obra “asas de anjo” – que fiz em homenagem a minha irmã @kaosmarya e sua inventividade ancestral e a toda população trans e travesti do Brasil. Fotografia de Fernanda Siebra
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2 months ago
🩷
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2 months ago