Mãe…
Hoje fazem 3 anos que você se foi.
Revendo fotos, revisitando momentos e memórias, me deparei com esse vídeo — e você estava presente ali, de alguma forma.
Em maio, estreei “Vida”, uma coreografia que criei meio por acaso e por muita insistência de
@amanda.orminda que dizia que eu precisava fazer algo para mim. Amizades que nos impulsionam a mudar o foco e nos colocar em primeiro lugar novamente são raras.
Na correria, dei esse nome e comecei a criar, sendo guiada pela música e pela história que eu tinha imaginado na minha cabeça. Qual não foi minha surpresa ao subir no palco e simplesmente esquecer a coreografia. Para minha surpresa, não me desesperei. Pelo contrário: num impulso que nem sei de onde veio, me lembrei de você, mãe.
Dali pra frente foi uma loucura — um “delírio” genuíno, se é que isso existe. Só existíamos eu, a música e, com toda certeza, você, de alguma forma… presente e dançando comigo.
Ali, numa mistura de sensações e emoções, eu dancei a minha vida. Eu dancei por você.
E, de certa forma… renasci mais uma vez.
Te amo, mãe. Obrigada por estar presente, mesmo em outro plano.