Em 1978, Jards Macalé promove uma festa antológica em casa, com convidados ilustres. Já clareando o dia, no ônibus de volta para o Leblon, Hélio Oiticica cria o esboço do penetrável Macaléia, uma obra em homenagem ao amigo.
O curta-metragem “Macaléia”, de Rejane Zilles, é exibido em conjunto com as sessões do documentário “Ave Sangria, A Banda Que Não Acabou”, de João Cintra e Mônica Lapa. Assista nesta quinta-feira (14), às 19h30, na sala Derby.
🎫 Ingressos disponíveis no link da bio. A bilheteria também está aberta 1 hora antes da sessão (sujeita à lotação de acordo com a venda online).
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Desde sua estreia no Festival do Rio, em 2023, MACALÉIA vem construindo uma trajetória marcante no circuito audiovisual brasileiro e internacional, levando adiante a potência artística de Jards Macalé e Hélio Oiticica. O curta passou por importantes festivais e mostras, como Curta Cinema, Festival Internacional de Curtas de São Paulo – Kinoforum, Festival de Cinema de Vitória, Sinedoque, Festival Guarnicê, Festival MIMO de Cinema, Inffinito Brazilian Film Festival, Mostra China-Brasil e o Alexandre Trauner Art/Film Festival, na Hungria.
Ao longo desse percurso, o filme recebeu importantes reconhecimentos, entre eles o Prêmio do Público de Melhor Filme do Panorama Carioca no Curta Cinema 2024, o Troféu Vitória de Melhor Filme pelo Júri Popular no Festival de Cinema de Vitória, o prêmio de Melhor Som no Festival Kinoarte 2025, além de menções honrosas no Festival de Vitória e no Festival Claro Curta! Documentários. O curta também foi finalista do Prêmio Grande Otelo 2024 na categoria Melhor Curta-Metragem.
Mesmo após alguns anos de seu lançamento, MACALÉIA segue em circulação, reafirmando sua força e alcançando novos públicos em festivais, mostras e exibições especiais pelo Brasil. Atualmente, o filme também está disponível para assistir no streaming pelo Doc Canal Brasil.
Macaléia
Direção: Rejane Zilles
Produção: REPRODUTORA e ZILLES PRODUÇÕES
Classificação: 16 anos
#macaleia #jardsmacale #Cinema
Essa entrevista, a última, virou documento.✨
Quando a MIAC recebeu Jards Macalé (@jardsmacale ) e Rejane Zilles (@rejanezilles ) em outubro de 2025, com o show Na trilha de Jards Macalé e o filme Macaléia na programação, a gente não sabia que seria uma das últimas vezes que ele estaria num palco.
Em outubro, a MIAC teve a sorte de ter Jards Macalé em Porto Alegre. no palco do Farol Santander, ele encenou Na trilha de Jards Macalé, uma viagem pelo cinema brasileiro conduzida pela cineasta e companheira Rejane Zilles. No mesmo período, Macaléia — filme de Rejane sobre a amizade entre Jards e Hélio Oiticica — foi exibido na Cinemateca Capitólio.
O compositor de Vapor Barato, parceiro de Gal Costa, Maria Bethânia e Hélio Oiticica, ator, instrumentista, inclassificável, foi um dos artistas mais livres que o Brasil já produziu.
Menos de dois meses depois, no dia 17 de novembro, ele partiu. 82 anos de vida, Nessa conversa gravada durante a MIAC, Jards e Rejane falam de arte, tempo e liberdade.
Ter ele na MIAC 2025 foi uma honra. Essa última entrevista dada por ele fica para nós como registro, legal e gratidão. ✨
Assista com calma. E obrigado, Jards.🤍
Episódio completo no nosso canal do YouTube! Link na bio👆🏾
Ficha técnica:
Entrevista: Carol Anchieta @carolanchieta
Fotografia: Afrovulto @afrovulto
Camera e edição: Janove @janove999
Assistente: Alisson Batista @fb_alisson
🎩✨Já imaginou um samba de breque à moda antiga com a participação de @jardsmacale e @marceloadnet0 ? Pois @marioadnet e @adnetchico realizaram esse encontro!
Composta por Chico Adnet, a faixa “De Aniceto ao Acetato (Indústria Fonográfica)” traz os irmãos Adnet assumindo os vocais e recebendo Marcelo e Macalé para dividir essa parceria. A música, que é um dos grandes destaques do álbum “Falso Antigo”, é uma crônica deliciosa sobre os tempos em que a indústria fonográfica ainda engatinhava, brincando com a malandragem dos compositores que vendiam seus sucessos aos grandes cantores de rádio.
O projeto todo segue esse clima: uma brincadeira genial com o passado da nossa música, trazendo faixas inéditas que soam como se sempre tivessem existido, com toda a estética e o charme da era do rádio. O disco traz também as participações de @robertasaoficial , @pedromirandaoficial , @monicasalmasooficial , @mosquitomqt e @pedropaulomalta .
📲 Ficou com vontade de embarcar nessa viagem sonora? O álbum “Falso Antigo” já está disponível em todas as plataformas de áudio (link na bio)!
#MarioAdnet #ChicoAdnet #MPB #BiscoitoFino #Acasadamúsicabrasileira
MACALÉIA disponível no DOC Canal Brasil! 🎬🍿
O DOC Canal Brasil (@doc.canalbrasil ) é o primeiro serviço de streaming (SVOD) do país dedicado exclusivamente ao gênero documental brasileiro. A plataforma consiste em um canal dentro do Prime Video, oferecendo um catálogo de cerca de 2 mil produções, entre filmes, séries, programas e MACALÉIA é um desses materiais!
Macaléia – no DOC Canal Brasil
Direção: Rejane Zilles
Produção: REPRODUTORA e ZILLES PRODUÇÕES
Classificação: 16 anos
Sinopse: A relação de amizade e parceria entre Hélio Oiticica e Jards Macalé, dois artistas anárquicos, com obras experimentais e inovadoras, que conviveram no Rio de Janeiro nos anos 1970, quando Hélio criou a “Macaléia” uma obra penetrável em homenagem ao amigo.
@macaleiadoc@jardsmacale@rejanezilles@reprodutorario@bielbortolini@canalbrasil@doc.canalbrasil
#Macaleia #DocCanalBrasil #Documentario
🎬 Cine Macalé – Viva Jards!: Na semana em que Jards Macalé completaria 83 anos, a Cinemateca do MAM celebra a potência desse artista fundamental das artes brasileiras com uma sessão especial dedicada à sua intensa relação com o cinema com exibições de filmes incluindo o curta MACALÉIA, de Rejane Zilles.
Músico, compositor e multiartista, Jards Macalé construiu uma trajetória marcada por encontros com o audiovisual — como ator, cantor ou compositor em filmes como O Amuleto de Ogum, de Nelson Pereira dos Santos, e Imagens do Inconsciente, de Leon Hirszman.
Um traço singular de sua filmografia é a presença marcante em obras de cineastas cariocas da geração dos anos 1990, como André Sampaio, Chico Serra, Daniel Caetano e Eryk Rocha — parcerias que inspiraram o espetáculo “Cine Macalé”, no qual o artista misturava show e projeção de trechos de filmes.
📍 SEXTA, 6 DE MARÇO, 18h30
Cine Macalé – Viva Jards!
Na programação:
🎥 Operação Morengueira (2005), de Chico Serra e Godô Quincas
🎥 Tira os óculos e recolhe o homem (2008), de André Sampaio – em 35mm
🎥 Macaléia (2024), de Rejane Zilles — com Jards Macalé e Hélio Oiticica
✨ Destaque para a exibição de Macaléia, com produção da REPRODUTORA, um encontro sensível e vibrante entre Macalé e Oiticica, que reafirma o artista como presença radical, poética e incontornável na cultura brasileira. Dirigido por sua esposa, Rejane Zilles.
Uma celebração à altura de um criador que fez da música e do cinema territórios de invenção e liberdade.
Mais informações em @mam.rio@cinematecamam
#CineMacalé #VivaJards #Macaléia #CinematecadoMAM #CinemaBrasileiro
Hoje é dia de lembrar do grande Jards Macalé! Nascido em 3 de março de 1943, o cantor, compositor, multi-instrumentista e ator deixou uma marca indelével na cultura brasileira. Salve, Jards Macalé! 🎸
🎶 Gotham City | Jards Macalé e Capinam
📹 Acervo EBC/TVE-RJ | Programa “Eu sou o show” (1989)
Entre uma janela e outra, uma vida inteira. 🍃
Nessas duas fotografias feitas por Cafi, Jards Macalé aparece no mesmo gesto: o cigarro na mão, o olhar voltado para fora, o pensamento longe.
Em uma foto, o Macalé jovem, inquieto. Na outra, mais velho, atravessado pelo tempo, mas com o mesmo olhar atento para o mundo.
Amigos por muitos anos, Cafi acompanhou essas transformações de perto. As imagens dialogam entre si como eles dialogaram pela vida: com liberdade, afeto e permanência.
Hoje celebramos o aniversário de Macalé lembrando que algumas amizades também são arquivos vivos. 🖤✨
#jardsmacale #cafidigital #acervocafidigital
Seguimos celebrando você! ❤️
E hoje, mais do que nunca, nos conectamos com tudo o que deixou de mais bonito em vida: seu amor, seus amigos, seus parceiros na música, na trilha e em cada canção.
Para cada um de nós, Jards representa algum momento em que sua música nos atravessou, em que seu violão nos deslumbrou, em que seu canto nos marcou definitivamente. O professor é eterno ✨ 😎
Jards Macalé - Risque (Ary Barroso)
Trecho do programa MPB HISTÓRIAS, patrocinado pela Nova História da MPB, da Abril Cultural.
O vídeo completo você confere no valioso YouTube de Victor Diniz, que o Acervo recomenda que você se inscreva e siga.
Um dos gigantes da MPB, Jards Macalé se foi em 2025, mas deixou um legado na música brasileira e também em Natura Musical. ‘Besta Fera’, disco do artista carioca lançado com o apoio do Edital, completou 7 anos na semana passada.
Além de quebrar um hiato de mais de 20 anos sem inéditas, o álbum mostrou como Macalé sempre esteve conectado à vanguarda, tanto é que ele convidou diversos nomes da nova geração da música para se juntar a ele. Kiko Dinucci, Romulo Fróes, Ava Rocha e Tim Bernardes foram alguns deles.
‘Besta Fera’ percorre diferentes caminhos. Tem voz e violão, samba, bossa nova e sonoplastia experimental. Cantando sobre as dores e as belezas do nosso tempo, Jards Macalé nunca teve medo de guiar e se deixar ser guiado pela própria música.
Da estante Natura Musical para os seus ouvidos, já escutou ‘Besta Fera’? 🧡
#NosEncontramosNaMúsica
Esta semana vivemos uma noite emocionante em homenagem ao nosso professor, nosso mestre, nosso amigo, nosso amor, Jards Anet da Silva, Jards Macalé!
O palco do @teatroglauciogill recebeu seus músicos e parceiros para um tributo musical e um grande abraço coletivo dos amigos, celebrando a memória de Jards.
@fred_coelho_74 , seu biógrafo, escreveu um lindo texto que foi lido por @rejanezilles e deixamos aqui um trecho:
“Radical e amoroso, anarquista e bom filho, malandro e militar, moleque e professor. Jards nos deixou uma vida inteira de memórias e belezas, nos legou a tarefa de seguir tremulando a bandeira do amor, ordem e progresso. O faquir da dor comeu a farinha do desprezo, comeu a bossa, a fossa e as rosas, nos alertou que sempre há um morcego na porta principal, nos deu amores lindos e findos, nos transformou em pessoas melhores ao ouvirmos seu canto e suas canções.
Hoje, aqui, estão os que lhe fizeram sentir prazer em estar vivo. E vivo seguirá. Viva Jards Macalé hoje e sempre.”
Um agradecimento especial a todos os que participaram dessa homenagem e ao apoio da equipe do @teatroglauciogill .
Produção: @carla_yared_@caja_arquiteturacultural
Direção artística: @rejanezilles
📷 por @n.e.s.t.r.e.a
#EquipeJM