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Ícaro Galvão

@icaroga

Fotografia experimental e técnicas mistas 📍Recife
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Sem título, da série “Vestígios em relação” 2025 Assemblage com fotografias de acervo, madeira de reaproveitamento, parafuso, porcas, arruelas e linha 15 x 10 x 8 cm
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12 days ago
N˚ // Ar-0408/A - ÍCARO GALVÃO Artista: Ícaro Galvão Título da obra: Sem título Técnica: Tecelagem com fotografias de acervo Medida: 3,5 x 4,5 cm Ano de produção: 2024 País: Brasil @icaroga #acervorotativo #studiumgenerale #art #contemporaryart
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1 month ago
Participo em Recife da Exposição inédita Toda vez que dou um passo o Mundo sai do Lugar realizada pelo Banco do Nordeste Cultural em parceria com a VIVA do Brasil. A mostra, um recorte da arte pernambucana, reúne obras de 44 artistas e será inaugurada no dia 4 de fevereiro, às 19 horas, na Galeria Janete Costa, Parque Dona Lindu. Com curadoria de Beth da Matta e Jacqueline Medeiros, a exposição nasce da potência, da pluralidade e da inventividade que caracterizam o cenário das artes visuais em Pernambuco. Através da produção de artistas de diferentes gerações, linguagens e poéticas e marca a estreia das atividades do BNB Cultural na capital pernambucana, reafirmando seu compromisso com o fomento à arte contemporânea. Alexandre Nóbrega, Alisson Nogueira, Amanda Melo da Mota, aoruaura, Bete Gouveia, Bozó, Bruno Vilela, Cacá Mousinho, Carlos Melo, Catarina Dee Jah, Christina Machado, Clara Moreira, Daniel Santiago, Danielly Guerra, Diogum, Elvira Freitas, Fefa Lins, Fernando Peres, Heitor Dutra, Ianah, Ícaro Galvão, Isabela Stampanoni, Iza do Amparo, Izidório Cavalcanti, José Patrício, José Paulo, Juliana Lapa, Juliana Notari, Marcela Dias, Marcelo Silveira, Marcio Almeida, Mitsy Queiroz, Oriana Duarte, Paulo Bruscky, Ramon Vietzer, Renato Valle, Rodrigo Braga, Rayana Rayo, Sebastião Pedrosa, Suzana Azevedo, Sergio Vasconcelos, Yuri Bruscky e Ziel Karapató. SERVIÇO: Exposição Toda vez que dou um passo o Mundo sai do Lugar Local: Galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu Data: 4 de fevereiro, 19 horas Visitação: De 05 de fevereiro a 26 de abril / Quarta a domingo das 11 às 20 horas Entrada gratuita
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3 months ago
A prática com cianotipia sempre gerou, no meu processo, uma quantidade significativa de refilamentos, aparas e testes de impressão — materiais normalmente destinados ao descarte. Como é comum em meu trabalho a coleta e apropriação de fragmentos, não fazia sentido ignorar esses resíduos. Há alguns anos venho guardando essas margens que ficaram de fora das imagens “principais”, incorporando-as a outros trabalhos e criando um movimento contínuo em que uma imagem entra na outra. Esses fragmentos passam pelos mesmos processos da imagem central: fotossensibilização, exposição à luz UV, revelação e tonalizações naturais. Porém, a esses materiais/partes da imagem é negado o interesse e participação na imagem “principal”. São o que ficou de fora, o que não era importante, o que sobrou. As margens às margens. Às margens, as margens. Desde 2022 venho deslocando essas partes para o centro da atenção, seja criando tecelagens com as tiras de papel, seja produzindo fotogramas que usam as aparas como objetos geradores de novas imagens. Com a intensificação da minha produção em 2024 e 2025, especialmente em projetos maiores como Encontros monumentais, acumulei uma quantidade ainda maior desses materiais, o que impulsionou essa pesquisa. O próprio fluxo de produção de outras séries gera mais aparas, mantendo vivo esse ciclo de retroalimentação. Em 2025 essa pesquisa tomou corpo. Venho me dedicando de forma contínua à criação desses fotogramas — que chamo de Feltros, pela maneira como as tiras se organizam como fibras prensadas — e de trabalhos tramados, que chamo de Tecelagens. Juntos, formam a Série Margens, dedicada a trazer para o centro aquilo que antes era margem, revelando o valor poético das bordas e do que resiste à eliminação.
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3 months ago
Agora que o recesso tá chegando no finzinho, queria aproveitar para fazer uma retrospectiva de 2025. Foi um ano de muita dedicação, cheio de movimentações e sem dúvidas um ano de grande importância na minha trajetória. Foram duas exposições individuais (que em dado momento estiveram em cartaz simultaneamente), três exposições coletivas, duas entrevistas em revistas internacionais, uma feira de arte, ministrei duas oficinas, ilustrei um livro, produzi muito e estive rodeado de pessoas incríveis. Meu mais profundo obrigado a todo mundo que fez parte desse ano, que contribuiu, que me apoiou e que trabalhou junto em todos os projetos. 2026 vai ser ainda maior! No final do post tem alguns spoilers de trabalhos novos de uma pesquisa em andamento. -Exposição coletiva Impermanência da Paisagem, curadoria de @walterarcela e @__joanadarclimaa na @galeriacapibaribe -Exposição individual O que restou do tempo, curadoria de @__joanadarclimaa , na @arte_plural_galeria -Ministrei a oficina Tocar a Imagem: Materialidade e intervenções físicas na prática fotográfica -Entrevista para @assemblamagazine -Exposição coletiva AR, do @acervorotativo curadoria de @laerteramos no @institutoculturaldadinamarca -Exposição individual Encontros monumentais, com texto crítico de @__joanadarclimaa , na @torremalakoff -Ministrei a oficina Construindo paisagens -Entrevista para @aeonianmagazine -Participei pelo quarto ano consecutivo da @art__pe -Ilustrei o livro Encontros efêmeros de @lucassntn -Exposição coletiva Deriva, do grupo @pacontemporanea com curadoria de @claudiahmonteiro no @recipienteporongo
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4 months ago
Ondina dos Milagres 4, 2025 Madeira, tecelagem e cianotipia em papel 36,5 x 9,5 x 3 cm
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5 months ago
Ondina dos Milagres 3, 2025 Madeira, tecelagem e cianotipia em papel 32 x 6 x 3 cm
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5 months ago
Ondina dos Milagres 2, 2025 Madeira, tecelagem e cianotipia em papel 48 x 15 x 3 cm
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5 months ago
DERIVA - NO DESCONHECIDO, NOS ENCONTRAMOS, é a 1ª exposição coletiva dos pesquisadores do PAC (Pesquisa em Arte Contemporânea). Nesse post apresentamos o artista Ícaro Galvão: Ícaro Galvão (Recife, 1996) é artista visual e desenvolve seu trabalho em fotografia experimental e técnicas mistas. Sua produção investiga os modos como a memória e o esquecimento operam sobre imagens, superfícies e paisagens, atravessando temas como a passagem do tempo, a ação do humano e o desgaste das materialidades. Partindo de fotografias autorais e de acervo, Ícaro cria imagens que habitam a fricção entre presença e ausência, tratando o tempo como matéria e investigando os vestígios da experiência. Suas obras incorporam técnicas históricas, como a cianotipia, e atravessam práticas manuais como corte, colagem, costura, tonalização natural e assemblagem com materiais apropriados — madeira de reaproveitamento, metais oxidados, papéis envelhecidos. Essas intervenções são compreendidas como atos de escuta e resgate, que reencenam a fragilidade das imagens e revelam os rastros do tempo e da memória. Imagem: Ondina dos Milagres 4, 2025 Madeira, tecelagem e cianotipia em papel 36,5 x 9,5 x 3 cm Artistas participantes: Ana Alexandrino - @canadavish | @dispositivodebrioco Caco - @oicaco Diana Gondim - @dianagondim.art Durval Amorim - @durvalamorim Esther Ohana - @estherohana Felipe Caldas - @fcpcaldas Flavia Falcão - @_flavia_fal Ícaro Galvão - @icaroga Luciano Cian - @lucianocian Luiz Eduardo Kühner - @luiz_eduardo_kuhner Maria Queiroga - @mariaqueirogaruiz Naira Santana - @tecadraws Natália Gerschcovich - @natuvidro Patrícia Camara - @pattcamara Pilar Rodriguez - @pilar__rodriguez__ Tais Sarubi - @taissarubi Curadoria: Claudia Monteiro - @claudiahmonteiro Texto Curatorial: Juliana Veiga - @jufveiga Abertura Sábado 22/11 das 17h às 22h. Galeria Recipiente Porongo Rua Pinheiro Guimarães, 34 - Botafogo A exposição segue até 06/12/2025 De terça a quinta de 10h às 18h e sexta e sábado - sob agendamento.
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5 months ago
Algumas das imagens que vocês vão encontrar no livro Encontros efêmeros, de @lucassntn , que ilustrei usando fotografias impressas em cianotipia. No dia 22/11 às 14h, no @mamamrecife , teremos o lançamento do livro e uma roda de conversa. Uma oportunidade de falar mais sobre o livro, abordando o texto, as imagens e a diagramação. Além de mim e @lucassntn , teremos também presente @insideuniverse que fez a diagramação e @leitoralbino que fará a mediação da conversa. Espero vocês lá! Encontros efêmeros é um livro de fantasia que aborda questões sociais. Na história, navegando pelo Capibaribe, um barqueiro transporta seres mitológicos refugiados de um mundo que perdeu a magia. Entre rios e pontes, testemunhamos o colapso do mundo dos humanos. O Remador se pergunta: Recife sobreviverá sem seu encanto?
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6 months ago
Em “Ondina dos Milagres” (2025), Ícaro Galvão investiga as possibilidades poéticas e materiais da cianotipia úmida — técnica em que o papel é exposto à luz solar ainda umedecido, produzindo imagens manchadas, texturizadas e de caráter pictórico. Na obra, o artista utiliza sal grosso, espuma, vinagre e água oxigenada durante o processo de impressão, criando superfícies que remetem à fluidez da água e ao movimento das ondas. As imagens resultantes são cortadas e entrelaçadas em tecelagens, agora sustentadas por madeiras de reaproveitamento recolhidas nas ruas de Recife — fragmentos de uma antiga cadeira colonial. Ao reunir materiais de origens diversas, Ícaro propõe um corpo híbrido que evoca as ondinas, seres míticos das águas, e a memória da Praia dos Milagres, lugar de sua infância, onde o mar engoliu ruas, casas e móveis, transformando tudo em vestígio e reinvenção. #pacontemporanea #artpe
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6 months ago
foto de perfil nova em cianotipia + dump de outubro
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6 months ago