MATHEUS EUZÉBIO
@benizyn e MARCELO MOUTINHO
@marcelo_moutinho são os organizadores de LABIRINTO ZONA NORTE, que começa na próxima terça-feira, 13 de maio, na Caixa Cultural RJ
@caixaculturalrj , com programação a partir das 17h30 (link na bio).
Coordenador do projeto LIVRO LABIRINTO, parceria da Caju com a Redes da Maré, MATHEUS EUZÉBIO trabalha na Biblioteca Lima Barreto, em Nova Holanda, Maré, e na mediação do Clube de Leitura Lima Barreto. Integrou a equipe de produção do projeto
@semanacaymmi , em 2022, e está implantando o Clube de Leitura da Casa Preta, também na Maré, direcionado para leituras afro confluentes.
MARCELO MOUTINHO é autor dos livros “Estrela de Madureira” (Record, 2024), "A lua na caixa d’água" (Malê, 2021), "Rua de dentro" (Record, 2020) e "Na dobra do dia" (Rocco, 2015), entre outros títulos. Com "Ferrugem" (Record, 2017), conquistou o Prêmio Clarice Lispector, da Fundação Biblioteca Nacional, como melhor livro de contos de 2017; e com “A lua na caixa d’água”, venceu o Prêmio Jabuti de melhor livro de crônicas de 2022.
#labirintozonanorte é um projeto de literatura. Nada mais natural, então, que nossa equipe também seja apresentada pelo que leu e por suas recomendações literárias.
📚 LÊ COMIGO?
MATHEUS EUZÉBIO indica: “‘O Quinze’”, de Rachel de Queiroz, que a autora escreveu quando tinha apenas 19 anos. Retrata com força e sensibilidade a seca de 1915 no Ceará, vivida de perto por Rachel. Acompanhamos Chico Bento e sua família na fuga da estiagem, em busca de dignidade, e é impossível não se emocionar com a jornada marcada pela dor, a fome e as perdas”.
MARCELO MOUTINHO recomenda “Rua dos Artistas e arredores", de Aldir Blanc: “A obra reúne textos veiculados no jornal ‘O Pasquim’ entre 1975 e 1978, trazendo duas marcas inconfundíveis do compositor que foi também escritor de mão cheia: o humor e a acidez”, diz ele. “Poucos criadores conseguiram, como Aldir, juntar tão harmonicamente o sublime e o chinfrim. Alcançar essa interseção desconcertante que me encantou como leitor - e como ouvinte - e que persigo, dia após dia, agora na condição de autor”.