Diego Matos

@diegomatos

•Quem se desloca recebe, quem pede tem preferência (Gentil Cardoso) • • CE-SP | afeto e trabalho; imagem, palavra e som •
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No dia 16 de maio, sábado, das 11h às 16h, inauguramos, em nossa sede de São Paulo, “Arte em situação: Entretempos poéticos de ontem e hoje”, exposição coletiva curada por Diego Matos, que reúne obras dos artistas Amelia Toledo, Antonio Dias, Carlos Fajardo, Carmela Gross, Cildo Meireles, Claudio Tozzi, Gerty Saruê, José Resende, Luiz Paulo Baravelli, Rubens Gerchman, Sonia Andrade e Waltercio Caldas. “Estes são os nomes que compõem nossa mostra, iniciativa que se demonstra em permanente construção. Formamos um pequeno fio condutor de ordem poética que põe em contato trabalhos de ontem e hoje, expressando como pressupostos a experimentação e uma pulsão de vida. De modo geral, esses, essas e tanta gente mais fundamentaram os alicerces da experiência artística contemporânea brasileira. Mesmo se deixarmos de lado a questão geracional, já que começaram a atuar em contextos distintos, seja por idade ou formação, todos, em um certo sentido, experimentaram um senso de vanguarda e construíram um caminho experimental. Se, em parte, há o princípio da ideia e do método, por outro, há também o desejo pela experimentação e a lida com as coisas, das matérias e dos objetos do mundo.” DM. ___ img.: Carmela Gross. “Nós”, 2021, neon azul e estrutura metálica, 74 x 138 cm. Cortesia da artista e Galeria Vermelho. Foto: Edson Kumasaka
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9 days ago
• UMA VERTIGEM VISIONÁRIA - BRASIL: NUNCA MAIS (01) Memorial da Resistência de São Paulo, Associação Pinacoteca Arte e Cultura (APAC); No mesmo edifício da Estação Pinacoteca, lugar da antiga sede do Deops-SP; De 07/09/2024 a 27/07/2025. • Neste semestre inauguramos esta exposição histórica e política, documental e artística. Sob minha curadoria, a mostra traz uma extensa pesquisa e conteúdos traduzidos espacialmente, recontando a história invisibilizada da empreitada “Brasil: Nunca Mais”. Também, lança luz acerca de sua atualidade política, retomando-se seus valores de denúncia das arbitrariedades, dos crimes, das torturas e dos assassinatos; afrontas aos direitos humanos e à vida praticados pela ditadura civil-militar brasileira. • O título da exposição, toma emprestado uma passagem da canção “Nu com a minha música”, de Caetano Veloso, estabelecendo-se uma conexão poético-histórica: Vejo uma trilha clara pro meu Brasil, Apesar da dor Vertigem visionária que não carece de seguidor Nu com a minha música, afora isso somente amor Vislumbro certas coisas de onde estou • Imagens: 1. Identidade visual do @estudiopermitido @ritin ; 2. Cartaz com obra “Identidade Ignorada” (19974/2024) de Carlos Zílio; 3. Vebete/ Palavra-chave “Tortura”, uma das 25 definições dispostas pela exposição. Os mais variados conteúdos foram produzidos conjuntamente com a @laurarago__ ; 4. Vistas da mostra com a expografia de @salmeronch @gomaoficina ; 5. Obra “Nós somos os guardiões-mór da sagrada democracia nacional” (1967/2024) de @claudiotozzioficial , destruída pela Oban e refeita para a mostra; 6. @ritasipahi , militante política e advogada de presos políticos, minha conterrânea, diante da obra do artista e militante Alípio Freire na qual é retratada (ambos estavam em prisão política); 7. Simulação de como ficará o painel externo da Instituição com a identidade visual e a obra nova de @rafaelpagatini , “Este capítulo não foi concluído”; 8. Reportagem, página dupla, Folha de São Paulo, Ilustrada, 04/09/2024; 9. A identidade visual, a arquitetura da exposição e eu, modulor em vertigem. • Agradecimentos especiais: @lucasrcss @carofjna @anapato @laurarago__ @ritin @salmeronch
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1 year ago
• CLAUDIO TOZZI/ NO LIMIAR DA IMAGEM — DA RETÍCULA À ARENA PÚBLICA • Acabou de sair do forno um dos trabalhos que desenvolvi em 2025, um livro monográfico conceitual sobre a obra e a trajetória do artista e amigo Claudio Tozzi (São Paulo, 1944) @claudiotozzioficial . Mais um pra conta! E hoje tenho o prazer de livro com cheiro de novo e sensação de alguma missão cumprida. • Com minha organização e autoria, o livro conta com o design gráfico primoroso da dupla @cldt.design que desenvolveram comigo a premissa da publicação. Obrigado @celsolongo @danieltrench e @daniel_banin pelo esmero, cuidado e parceria. A edição conta com a coordenação da querida @ewelybranco que embarcou junto na ideia e nos deu todo o apoio necessário. E, mais importante, um agradecimento ao amigo, professor e artista Claudio Tozzi. Sua monumental produção merece ser vista, revista e estudada. Este livro é apenas um fragmento de um universo que ajuda a contar a história da arte brasileira contemporânea. De imediato, a publicação subleva a condição eminentemente política do artista e de sua produção, além de sua correção ética enquanto artista e professor, desde seus anos iniciais de militância e resistência. • Sabendo da necessidade de se construir uma abordagem mais precisa e direcionada – além das limitações de tamanho, volume e orçamento – optamos por um cerne conceitual específico: a ideia de que a reticula é o elemento gerador e o estopim para a parábola poética do artista. Eu tinha em mente a importância de trazer como epicentro e signo central o objeto parafuso e as reflexões/ experimentações conceituais do artista produzidas nos anos 1970 e 1980 (e que seguem alimentando sua produção). Com isso, por meio da sugestão dos designers em concentramos algum esforço na composição gráfico-visual, a partir da reticula formadora da imagem, criarmos um caminho gráfico aberto para o trabalho. Assim, realizei toda a seleção de mais de 100 imagens e obras que compõem a publicação. • O lançamento ocorrerá em breve e farei o convite a todos, em fins de fevereiro/ início de março. Aguardem!A publicação é projeto do @institutoolgakos que tem lançado diversas publicações de artistas. •
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3 months ago
Com o Sesi é bom, pois é tudo com antecedência. Nos processos… que ainda temos dois meses de construção. Agenda que essa é no interior. Com @diegomatos
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4 days ago
• Arte em situação: Entretempos poéticos de ontem e hoje Abertura: sábado, 16 de maio de 2026, a partir das 11h. @galeriamarceloguarnieri A curadoria é assinada por mim mas é fruto de um convite/ diálogo e apoio total de Marcelo Guarnieri. • Trechos do meu texto abaixo. Nota introdutória: “Amelia Toledo (São Paulo, 1926 – 2017), Antonio Dias (Campina Grande, 1944 – 2018), Carlos Fajardo (São Paulo, 1941), Carmela Gross (São Paulo, 1946), Cildo Meireles (Rio de Janeiro, 1948), Claudio Tozzi (São Paulo, 1944), Gerty Saruê (Viena, 1930, no Brasil desde 1954), José Resende (São Paulo, 1945), Luiz Paulo Baravelli (Carapicuíba, 1942), Rubens Gerchman (Rio de Janeiro, 1942 – 2008), Sonia Andrade (Rio de Janeiro, 1935 – 2022) e Waltercio Caldas (Rio de Janeiro, 1946). Estes são os nomes que compõem nossa mostra, iniciativa que se demonstra em permanente construção. Formamos um pequeno fio condutor de ordem poética que põe em contato trabalhos de ontem e hoje, expressando como pressupostos a experimentação e uma pulsão de vida”. Uma premissa: “Por isso, a meu ver, é o trabalho de arte também enquanto “situação”. Há um quê de instabilidade, uma espécie de enunciado que pode deflagar tensões, respostas, humor e reflexões das mais variadas. Não à toa, o termo “Situação” foi recorrentemente utilizado para indicar o poderio cognitivo, semântico e político-social dos trabalhos de arte dessa geração amplificada: artistas que protagonizaram uma radicalização das práticas artísticas entre os anos 1960 e 1970. Se isolarmos a própria ideia de “situação”, podemos dizer de uma combinação de circunstâncias em um dado momento (tempo e lugar). É claro que vemos por aqui apenas uma de muitas janelas abertas para essa produção, caminhos para o entendimento da inteligência de cada trabalho”. • Imagens gerais do processo de montagem e, no final, o convite. •
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5 days ago
• Embarque, de fora para dentro; cena cidade circunscrita, de dentro para fora; especular, de fora para dentro ou de dentro para fora. Ou Rua num domingo - limousine pink ou caminhão do lixo - desembarque - embarque - Casa Bola - espaço sideral da casa - volta - desembarque - Faria Lima, SP. •
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19 days ago
• 20 anos separam dois filmes irmãos: “O Corte” (2005), de Costa-Gavras, e “A Única Saída” (2025), do coreano Park Chan-Wook, ambos adaptações em enredo do romance “The Ax”, de Donald Westlake. E retratam muito bem a mesma história em tempos distintos, paisagens distanciadas e com perspectivas sócio-culturais muito diferentes. Mas algo mordaz os unem: a presença predatória e perversa do capital com a medíocre e incivilizada cultura empresarial e corporativa. Com o recurso preciso da violência (quase) gratuita e o humor que nos resta no deserto que virou o real, os filmes põem em cheque a maior barbárie do mundo contemporâneo: o reinado absoluto do capitalismo tardio neoliberal e sua cultura da desigualdade, da meritocracia e do ideal de riqueza e bem-estar. Além, desfaz o mito do mérito tecnológico, da automação aos dispositivos materiais ou imateriais de distinção. Aqui, entendo dispositivo como recurso, algo definido por Agamben, há mais de vinte anos: dispositivos que seguem se proliferando e viram objetos de poder e informação, manipulação e orientação da vida. Se no primeiro mostra a moribunda Europa neoliberal em crise, o segundo apresenta o cenário desolador da promessa de ascensão do mundo asiático na economia global. • Da minha parte, gostei de ambos, mas sigo na preferência pelo primeiro; justamente por ser menos satírico, exagerado e/ou grotesco, algo muito comum na visualidade dos novos realizadores coreanos, tailandeses, etc. O cinema de Park segue bom, mas não com o mesmo fôlego e impacto de suas produções anteriores. Aliás, mesmo assim, merecia ter sido selecionado nas premiações comerciais da indústria. Foi estranhamente esquecido nos prêmios do início de ano. Vale muito ver. • (Curiosidade: Para quem lê créditos como eu, aparecem nomes da família Costa-Gavras nos créditos, só não sei o quanto teve de colaboração) •
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1 month ago
O curso ‘Passagens e histórias, tempos e aproximações na arte do Brasil’, ministrado pelo curador e pesquisador Diego Matos (@diegomatos ), apresenta um programa de natureza diversa e panorâmica, percorrendo diferentes momentos e perspectivas da arte brasileira produzida ao longo do século XX e neste novo quarto de século.  Ao longo de dezesseis encontros, o curso aborda desde a formação do ambiente moderno no país e o desenvolvimento do concretismo e do neoconcretismo até a constituição de instituições e circuitos artísticos, aproximando esse percurso de artistas contemporâneos e de debates que atravessam o programa da Galatea. O curso também oferecerá duas bolsas destinadas a estudantes universitários. Acompanhe o carrossel e saiba mais sobre os convidados que integram o programa de aulas.  Todas as inscrições devem ser feitas através do e-mail [email protected].  ‘Passagens e histórias, tempos e aproximações na arte do Brasil’  Encontros on-line e presenciais Quartas-feiras, de 18 de março a 1º de julho de 2026 Das 19h30 às 21h30  — The course ‘Passages and Histories, Times and Approaches in the Art of Brazil’, taught by curator and researcher Diego Matos (@diegomatos ), presents a diverse and panoramic program, exploring different moments and perspectives of Brazilian art produced throughout the 20th century and into this new quarter of the century. Across sixteen sessions, the course addresses topics ranging from the formation of the modern artistic environment in Brazil and the development of Concrete and Neo-Concrete art to the emergence of institutions and artistic circuits, bringing this trajectory into dialogue with contemporary artists and with debates that resonate with Galatea’s program. The course will also offer two scholarships for university students. Follow the carousel to learn more about the guest speakers who are part of the course program. All registrations must be made via email at [email protected]
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2 months ago
• 20 anos hoje: “viajo porque preciso, volto porque te amo”. Ou seria o contrário: Viajo porque te amo, volto porque preciso? • 20 anos, 240 meses, 7.300 dias, 175.200 horas, 10.512.000 minutos, 630.720.000 segundos: tempo vivido em São Paulo. Em 46 anos de vida e num momento dos mais angustiantes e desafiadores nessa cidade, hoje SP vira o lugar mais longevo de morada. • 3 endereços, um mestrado, um doutorado, 4 instituições, mais de uma centena de freelas, algumas dezenas de curadorias assinadas, 4 namoros e outros tantos amores, algumas dezenas de amizades ganhas outras perdidas, algumas alegrias imensas, felicidades ordinárias, algumas tristezas profundas e decepções, uma depressão tratada e algumas crises de ansiedade, algumas crises de diverticulite, uma hipertensão, uma calvice, 5 copas do mundo, 10 bienais, 20 mostras de cinema, mais de uma centena de filmes vistos, mais de uma centena de shows assistidos, mais de uma centena de livros lidos, 5 eleições presidenciais, um golpe, 5 eleições municipais, muitos apagões de energia, um toque de recolher, três linhas de metrô novas, 2 assaltos à mão armada, um furto, entre um tanto de coisas mais. Só que o sentimento não muda: uma eterna ambiguidade difusa de amor e repulsa que é também de um pertencimento transitório mas atávico. Um puro contrassenso. Não sei se sou de cá ou de lá, de Fortaleza ou de SP. Com muito afeto e carinho, agradeço a todos que tornaram esse tempo mais acolhedor, divertido e cotidianamente interessante. • Esse post era pra ser acompanhado do disco “São Paulo Confessions”, do Suba. Infelizmente o streaming boicotou. Então escolhi uma da dupla Kruder & Dorfmeister, uma das mais tocadas no meu fone, em minhas andanças paulistanas. •
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2 months ago
• Ei, coisinha, 2026 já é um ano esquisito antes do fim do mundo? • (fotos por @caiocorreiamoreira )
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2 months ago
A Galatea tem o prazer de anunciar seu primeiro curso de Formação e Repertório em Arte: ‘Passagens e histórias, tempos e aproximações na arte do Brasil’, ministrado pelo curador e pesquisador Diego Matos. O programa propõe uma abordagem panorâmica da arte brasileira do século XX e deste novo quarto de século, traçando marcos temporais, políticos e estéticos, dentro da história da arte. Serão dezesseis aulas semanais, com encontros on-line e presenciais, às quartas-feiras, das 19h30 às 21h30, de 18 de março a 1º de julho de 2026. O curso é voltado ao público interessado em arte, a profissionais da área e àqueles próximos à programação da Galatea. Para isso, propõe-se um plano de aulas que dialogue com as exposições e artistas da galeria, sendo também uma plataforma de difusão. As aulas também contarão com a participação de convidados como Guilherme Wisnik, Pollyana Quintella, Tomás Toledo e uma visita ao ateliê da artista Carol Cordeiro, ampliando o debate acerca do circuito das artes, especialmente em São Paulo. Todas as inscrições devem ser feitas através do e-mail [email protected].  Esperamos vocês!  – Galatea is pleased to announce its first Formation and Repertoire in Art course: ‘Passages and Histories, Times and Approaches in Brazilian Art’, taught by curator and researcher Diego Matos. The program proposes a panoramic approach to Brazilian art of the 20th century and this new quarter of the century, tracing temporal, political, and aesthetic landmarks within the history of art. There will be sixteen weekly sessions, with both online and in-person meetings, on Wednesdays from 7:30 PM to 9:30 PM, from March 18 to July 1, 2026. The course is intended for those interested in art, for professionals in the field, and for audiences engaged with Galatea’s programming. The syllabus is designed to engage with the gallery’s exhibitions and artists, serving also as a platform for dissemination and exchange. Guest speakers including Guilherme Wisnik, Pollyana Quintella, Tomás Toledo, and a visit to artist Carolina Cordeiro’s studio will contribute to expanding the debate around the art circuit, particularly in São Paulo.
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2 months ago
• rasgo de domingo | natureza x construção •
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2 months ago