O Museu de Arte da Bahia recebeu, nos dias 7 e 8 de fevereiro, sua primeira Virada Cultural. Por mais de 30 horas, o museu permaneceu aberto em fluxo contínuo, reunindo públicos e experiências.
A DAND acompanhou esse momento a partir do registro de encontros e instantes, compondo um olhar sobre o que emerge quando o museu se reinventa e a acolhe outras formas de presença.
Nos dias 7 e 8 de fevereiro, o Museu de Arte da Bahia vive sua primeira Virada Cultural, com mais de 30 horas ininterruptas de atividades gratuitas. Às vésperas do Carnaval, o MAB acompanha o tempo da cidade e convida o público a atravessar a noite em outro ritmo de encontro.
Convidada por Pola Ribeiro, diretor do MAB, a DAND integra esse momento registrando gestos, presenças e encontros do evento. Participar desse instante histórico representa um compromisso com a documentação sensível da arte enquanto prática viva, capaz de preservar, tensionar e continuamente reinventar a história cultural da Bahia.
Criar não vem da urgência, vem da escuta. Registrar não é acumular, é reconhecer o instante que merece continuar existindo. DAND mora nesse fluxo energético, entre estar e lembrar, categorizando cada registro como algo vivo, constante e, ao mesmo tempo, definitivo.
Creating doesn’t come from urgency, it comes from listening. Recording isn’t about accumulation, it’s about recognizing the moment that deserves to keep existing. DAND lives in this energetic flow, between being and remembering, framing each record as something alive, constant and, at the same time, definitive.
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