Taísa Machado

@chefonamermo

Chefe @afrofunkrio Dir. Artística @estudeofunkrj Ogun yè mo yè
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Lembro que ali em 2022 a @chefonamermo me deu um alô falando de um projeto de funk que tava sendo arquitetado ali pela @fundicaoprogresso e me explicou legal o que seria o @estudeofunkrj . Ai, ela falou de uma vaga. Incialmente eu achei que era pra indicar alguém 😂 Aí quando fui ver o @chimpanzesoueu já tava me puxando em reunião e eu ainda pude puxar um mlk bom pra somar cmg @garciaprod E na confiança da @vavadamasc0 Hoje já somos 3 bailes, 4 ciclos, 2 residências continuadas, Videoclipes, mixtape, Podcasts, documentários, djSets e com toda certeza ainda faltou coisa aqui na lista 😂 (confere lá no nosso canal) Nesses 4 anos de EOF tive a oportunidade de trocar com pelo menos 200 artistas, uns que eu já era amigo, outros que aproximei, outros que eu não conhecia. Profissionais sinistros de várias áreas (queria marcar todos vcs, mas não vai caber😂🙈💕) e empresas como @berro.inc @beatsoficial , @ambev @aliancafrancesabrasil @dinastiasabah E obviamente a @blacksideprodutora Nesse dump eu tentei reunir um pouco das fotos e de cortes de alguns produtos que lançamos💕 O bonde não para e inclusive corre lá no @estudeofunkrj que tem lançamento hoje 😂 Filmei issooo
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𝗔𝗠𝗕𝗨𝗦𝗛 𝗨𝗡𝗜𝗩𝗘𝗥𝗦𝗘 𝑳𝑰𝑽𝑰𝑵𝑮 𝑾𝑶𝑹𝑳𝑫 Funk often travels as pure sensation. Fast, loud, immediate. Easy to consume, easy to move to. But that version flattens something far more complex. Before it became exportable, funk was built inside Rio’s favelas as structure, as movement, as a way of understanding the city. The baile is not just a party, it’s a system. A space where sound, body, and territory collide, where celebration exists alongside violence, and where culture is produced in real time. Taísa Machado (@chefonamermo ) speaks from within that reality. As a dancer, researcher, and founder of Afrofunk Rio, her work frames funk as a form of knowledge, one that carries histories of race, gender, ancestry, and survival through the body itself. This conversation moves past the surface. Into the tension, the rhythm, and everything that refuses to be simplified. 💡This content is for educational purposes. Photography by Felipe Combo & Thaís Abreu
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🎶 Shakira não confirmou presença ainda no meu aniversário, mas olhem o time confirmado: @mauidefato @negodamoe @mocaprosasamba @chefonamermo & @he.lle_ @afrolai @yureidd @duhpovo E a futura senadora desse país Rio de Janeiro @instadabene !🇧🇷❤️‍🔥 Bora, que vai ser lindo! 🗓️03 de maio 🕑14h 📍Rua do Mercado, nº 23 — Centro do Rio (próximo à Praça XV) Retire seu ingresso gratuito no Sympla. Link na minha bio.
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Vai ter muito funk no meu aniversário sim 💥 E estaremos muito bem acompanhadas com as divas @chefonamermo e helle no comando do aquecimento afro funk. Brabas demais! PRE-PA-RA! 💥 🗓️03 de maio 🕑14h 📍Rua do Mercado, nº 23 — Centro do Rio (próximo à Praça XV) Retire seu ingresso gratuito no Sympla. Link na minha bio.
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Rabiscada: A cena do passinho é foda. Nos bailes, a música é testada na pista. DJs experimentam novas batidas, MCs lançam seus sons e os dançarinos respondem com o corpo. É nesse diálogo direto entre som e movimento que o passinho ganha vida. O passinho e o funk seguem se consolidando como uma das forças criativas mais relevantes da cultura urbana brasileira. O funk nasce no Rio de Janeiro e se expande pelo país, desdobrando-se em diferentes beats, fluxos e estéticas, enquanto o passinho se reinventa em múltiplas formas, territórios e identidades. Nascido nos bailes, o passinho é fruto de uma construção coletiva. Um estilo orgânico, em constante transformação, que carrega a marca de quem cria, disputa e se expressa através do movimento. Neste episódio, o Brasil Suado junto com a Agência RUUA contam essa história de dentro, a partir de quem vive e sustenta o movimento, com pesquisa e condução de Amnah Asad. No palco do Red Bull Rabiscada, conversamos com quem está no front, dançarinos, DJs, produtores e coletivos que mantêm a cena em constante transformação. O funk, ao lado do carnaval, se firma como um dos grandes espetáculos da cultura brasileira, cria do Rio que se expandiu pelo Brasil e segue com potência para o mundo. Um episódio que documenta a força de um movimento que transforma vivência em linguagem e linguagem em expansão. Disponível em todas as plataformas. Link na bio ⚡️ * Neste episódio conversamos com @ayesca.art @severoidd @cellyidd @chefonamermo @ozcrias @pablinhofantastico @yurimisterpassista @diogogreguete @wbnegao @iasminturbininha @reis.dadanca @os_fabullosos @legacy_vf @julioccustodio 📹 @vidafodona realização @clavclavclav & @noix.co feat @agenciaruua
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Com muita música, Dj Sets, mistura do funk com a cultura Ballroom, passinho e geral se jogando daquele jeitão que a gente gosta, rolou a primeira #ESTUDEOFUNK Sessions. Um agradecimento a todo mundo que colou na casa e a nossa parceira, @beatsoficial que tá de mão dada com a gente fazendo acontecer! ESPERAMOS VOCÊS NA PRÓXIMA 🔥 📸 @berro.inc | @pauloaragonn #funk #BallRoom #djset
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Registros da aula inaugural da disciplina Racismo: determinante social do processo saúde-doença. A mesa foi composta pelas convidadas mais que especiais: Taisa Machado, Carolina Silva e Thaissa Ferreira (representando o mandato da Vereadora Benny Briolly, que ficou presa no trânsito e não conseguiu chegar a tempo). Agradecimento especial à Atlética que fez uma abertura com diferentes ritmos afro-brasileiros. Ainda estou emocionado.
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Meu convite pra vocês: Sexta-feira, dia 10/04/26, às 16h, eu vou mediar a Mesa Transformação Social através da Música durante a Primeira edição do Festival Conexões.Arte. Na mesa estarão Vanessa Damasco e Taísa Machado, do Projeto Estude o Funk! e Adilson Junior do Projeto Crespo Music do AfroReggae. O Festival Conexões.Arte reúne projetos sociais e culturais em programação gratuita no Teatro TotalEnergies - Sala Adolpho Bloch. De 09 a 12 de abril, sua programação variada inclui workshops, rodadas de negócios, feira solidária, exposições, espetáculos e mesas redondas. Confira a programação completa no site: .br/ ou no perfil @festivalconexoes.arte E vem trocar nesse papo com a gente! @estudeofunkrj @crespomusicbr @afroreggae @junayrj @chefonamermo @vavadamasc0 @teatrototalenergies #festivalconexões #transformaçãosocial
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Essa semana quem mandou o papo foi a @chefonamermo Rolou no nosso HUB criativo uma super aula de branding para artistas e nossa diretora artística, Taísa Machado deu só dica boa. Então, copia que vale nota tudinho que ela falou. #estudeofunk #funk #branding #cultura
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✨ Aula Inaugural chegando com um tema essencial para a saúde e para a sociedade! A disciplina propõe um debate potente: “Racismo: determinante social do processo saúde-doença”, trazendo como tema 🧡 “Sonho meu é viver com dignidade: mulheres negras, racismo e direito à saúde”. Será um momento de troca, reflexão e construção coletiva, com convidadas que atuam diretamente na luta por equidade, cuidado e direitos. 📅 06/04/26 ⏰ 16h às 19h 📍 Auditório da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa 📲 Inscrições pelo QR Code da imagem e link: https://forms.gle/E8Q2RW7DHr4Fy17Q6 Venha somar nesse diálogo necessário — porque falar de saúde também é falar de justiça, dignidade e transformação social. ✊🏾🧡
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Nossa aula inaugural está chegando e vamos começar falando sobre a saúde das mulheres negras. Aula aberta, só se inscrever ✨ A compreensão do processo saúde-doença pressupõe sua determinação pelas condições de vida, trabalho, acesso aos serviços de saúde, políticas públicas e pelas relações sociais e econômicas. No contexto brasileiro, marcado por desigualdades estruturais, raça e gênero constituem importantes marcadores de exclusão e produção de iniquidades em saúde. O racismo e o sexismo operam como barreiras que impactam o acesso a direitos, resultando em piores condições de vida, menores oportunidades e desigualdades nos indicadores de saúde. Nesse cenário, mulheres negras vivenciam tais opressões de forma interseccional, acumulando desvantagens sociais, econômicas e sanitárias. Em resposta, o Feminismo Negro se consolida como campo teórico e político de resistência e produção de conhecimento. Ainda assim, mulheres negras têm historicamente protagonizado importantes conquistas. Assim, destacamos a trajetória de Dona Ivone Lara por expressar esse protagonismo ao articular cuidado, cultura e luta, com atuação na enfermagem, no serviço social e na defesa de práticas inovadoras no campo da saúde mental.
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🚆 🍬 👑 🔥 ( Jogando com meus ídolos. 🥋) @estudeofunkrj 📸 : @berro.inc
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