No #TBT de hoje um repost da @insta.act , o quarto vídeo da série “Ultraprocessados: ameaça à Saúde Pública”, que traz reflexões e análise de pesquisadores e especialistas sobre os impactos negativos desses produtos nocivos à sociedade brasileira.
No vídeo, falo sobre as corporações globais que produzem ultraprocessados, os benefícios fiscais recebidos por elas e a necessidade da aprovação de uma cesta básica saudável na Reforma Tributária.
Enfim doutor e debatendo um tema que me perturba desde que nasci, mas que se intensificou desde 2016, quando cheguei ao nível superior e progredi no trabalho.
Entre o sucesso e a lama, esse é o cotidiano da pessoa negra no mercado de trabalho brasileiro.
O cabelo crespo e a pele escura agem como feridas, chagas que marcam os diferentes. Essa diferença comprime o cérebro de pessoas negras e molda sua subjetividade.
Escrever essa tese foi uma forma de exercício de autonomia. Foi dar vazão ao grito que estava preso na garganta por muitos anos. Hoje a pedra de esú foi lançada.
Enfim, agradeço a todas as pessoas que de forma positiva cruzaram trajetória e contribuíram e contribuem para construção deste pesquisador e sua pesquisa.
Continuemos produzindo teorias das e para as massas e ocupando, para mudar, aqueles espaços que nos são negados pelo fato de sermos quem somos. Porque é da lama que vêm os diamantes!
Quando o sino bateu na igreja de Doum
Catirino diz que no toque do adahun
Meu destino brilhou na lança de Ogum menino
Foi meu primeiro baticum
Catirino diz que eu não era qualquer um
Que esse sino era o sinal de Olorum
Já pequenino eu não tinha medo algum
Quando via a covardia eu já fazia zum zum zum
Diz Catirino que isso não era comum
Se é guerreiro e paladino é mano do menino Ogum
Catirino cantou
Ogum riscou o seu destino
Não vai ser qualquer um
Vai ser guerreiro, Ogum menino
Menino rei Ogum
Catirino cantou
Ogum riscou o seu destino
Não vai ser qualquer um
Vai ser guerreiro, Ogum menino
Menino rei Ogum
Hoje o grupo finalizou a parte prática da disciplina de Saúde Coletiva III.
Que felicidade em contribuir com a formação de vocês que já são excelentes enfermeiras. A felicidade e o orgulho aumentam mais ainda em saber que vocês puderam ampliar a visão sobre o campo e passaram a considerar a Saúde da Família e a Saúde Coletiva como áreas de atuação.
Obrigado por contribuírem na minha formação docente… é uma satisfação imensa poder aprender enquanto ensino ✨
Oficina sobre Modelos de Gestão da Força de Trabalho do SUS com a equipe da Secretaria de Gestão do Trabalho e Educação na Saúde do Ministério da Saúde: identificando as vulnerabilidades para pensar políticas públicas efetivas!
Registros da aula inaugural da disciplina Racismo: determinante social do processo saúde-doença.
A mesa foi composta pelas convidadas mais que especiais: Taisa Machado, Carolina Silva e Thaissa Ferreira (representando o mandato da Vereadora Benny Briolly, que ficou presa no trânsito e não conseguiu chegar a tempo).
Agradecimento especial à Atlética que fez uma abertura com diferentes ritmos afro-brasileiros.
Ainda estou emocionado.
Nossa aula inaugural está chegando e vamos começar falando sobre a saúde das mulheres negras.
Aula aberta, só se inscrever ✨
A compreensão do processo saúde-doença pressupõe sua determinação pelas condições de vida, trabalho, acesso aos serviços de saúde, políticas públicas e pelas relações sociais e econômicas. No contexto brasileiro, marcado por desigualdades estruturais, raça e gênero constituem importantes marcadores de exclusão e produção de iniquidades em saúde.
O racismo e o sexismo operam como barreiras que impactam o acesso a direitos, resultando em piores condições de vida, menores oportunidades e desigualdades nos indicadores de saúde. Nesse cenário, mulheres negras vivenciam tais opressões de forma interseccional, acumulando desvantagens sociais, econômicas e sanitárias.
Em resposta, o Feminismo Negro se consolida como campo teórico e político de resistência e produção de conhecimento. Ainda assim, mulheres negras têm historicamente protagonizado importantes conquistas. Assim, destacamos a trajetória de Dona Ivone Lara por expressar esse protagonismo ao articular cuidado, cultura e luta, com atuação na enfermagem, no serviço social e na defesa de práticas inovadoras no campo da saúde mental.
Tbt de uma banca de trabalho de conclusão de residência com @flowphael
Esse ano estaremos como dupla de orientadores.
Por uma academia leve, ética e responsável.
No candomblé, o Odu Itá representa a reafirmação do compromisso que assumimos com nossos Orisás no momento da iniciação e a renovação do asé. É um tempo de profunda entrega, no qual buscamos nos sintonizar com aquilo que há de mais sagrado em nossa liturgia: os Orisás.
Esse é um momento que exige de nós dedicação, concentração e humildade. Por isso retornamos ao ronkó. Nesse retorno, tivemos a oportunidade de nos encontrar e, mais do que isso, de nos conhecer: cada um com sua história, seus gostos e suas manias, tão diferentes entre si, e talvez tenha sido justamente essa diversidade que fez com que tudo desse tão certo.
Somos irmãos de travessia, aqueles que, com carinho, se chamam de barco.
Expressamos nossa profunda gratidão a toda a nossa Egbe, na pessoa de Pai Vitor @ogunyande , por toda a dedicação, amor e entrega durante nossa função. Pai e família, recebam nossa gratidão e a bênção.
Mo nífẹ́ ẹbí mi