Nathan Braga

@braganathan

• Coord. do Programa Cultura - @sescoficiales • PhD em Arte e Cultura Contemporânea
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na @voguebrasil pelos olhos generosos de @robertaristow ao lado de gente finíssima ✨🤍
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8 months ago
Las obras de @braganathan que componen la serie “2 não são 1” están realizadas en cerámica, vidrio y latón, y están inspiradas en jarrones griegos que retrataban escenas y relaciones entre personas del mismo sexo, narrando casi siempre una historia de persecución y fuga, cortejo y diversión. • Las pinturas retratadas en esos vasos evidenciaban, a través de detalles iconográficos, la desconexión del juego erótico narrado, traduciendo a Eros como esa posibilidad imposible, como el amor a la falta, el deseo por lo ausente. Aquí, Nathan elige el choque material como una traducción erótica, una lectura plástica de la imposibilidad de convertirse ingenua y cristianamente en una sola carne, donde hilos de latón dorado tensan las cerámicas –agarradas, enrolladas o atadas– que, a su vez, descansan sobre bases de vidrio. Condenados a nunca convertirse en una sola cosa, habitando una zona fronteriza. La cerámica, que tampoco tiene fondo, tiene ese vacío imprecisamente llenado por el vidrio, lo que autoriza su designación como jarrón cuando se une, cosificando el mito de Zeus, que nos condenó a la búsqueda interminable de la plenitud. • 🖼 “Vaso I” (2024) Cerámica, vidrio y latón. 37,5 x 27 x 27,5 cm. Única 🖼 “Vaso III” (2024) Cerámica, vidrio y latón. 36 x 25 x 27 cm. Única 🖼 “Vaso V” (2024) Cerámica, vidrio y latón. 33 x 25 x 28 cm. Única • 📸Vicente de Mello • #artgallery #galeriadearte #artecontemporaneo #contemporaryart #galeriamadrid #carabanchel #OBcontemporary #NathanBraga #brasilianart #brasilianartist #ceramica #ceramics #escultura #sculpture
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1 year ago
bio: Nathan Braga (1994, RJ) nasceu e cresceu na Zona Norte do Rio de Janeiro. É Doutor em Arte e Cultura Contemporânea (PPGARTES-UERJ), Mestre em Artes pela mesma instituição, Especialista em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação (IFRJ), Bacharel e Licenciado em Artes Visuais (UERJ). Foi aluno intercambista de Belas Artes na Universidade de Salamanca (2017) - Espanha, tendo sido o segundo brasileiro a receber a Bolsa Iberoamericana do Santander para tal curso. Além disso, cursou Práticas Artísticas Contemporâneas da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (2015). Cursou também o Imersões Poéticas da Escola Sem Sítio (2018) e O processo criativo com Charles Watson (2018). Atualmente, trabalha como Coordenador de Cultura do SESC-ES. Antes, atuou como Diretor Educativo do Parque Cultural Casa do Goverandor, depois de ter feito parte da equipe educativa da 14ª Bienal do Mercosul como Assistente de Coordenação Educativa & Coordenador Editorial do Material Pedagógico. Seus trabalhos compõem acervos como o do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), Collegium Museum - Espanha, Museu de Arte do Rio (MAR), Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS) e Museu da Arte Brasileira FAAP (MAB-FAAP). Realizou exposições individuais na Galeria Mercedes Viegas no Rio de Janeiro/RJ (2025), no Paço Imperial do Rio de Janeiro/RJ (2024), Chão - São Luís/MA (2023), Casa de Cultura Mário Quintana - Porto Alegre/RS (2021), Galeria ECARTA - Porto Alegre/RS (2021), Museu de Arte de Blumenau/SC (2019) e Centro de Artes UFF - Rio de Janeiro/RJ (2019). Participou de inúmeras coletivas no Brasil e no exterior, como no Collegium Museum - Arévalo (2023), Ruby Cruel Gallery - Londres (2023), Bortolami Gallery - Nova York (2020), CCJF - Rio de Janeiro (2019), Galeria Gustavo Schnoor - Rio de Janeiro (2019), entre outros. Dentre as residências artísticas que realizou, estão a Residência Artística Pesquisa e Criação Chão, São Luís/MA (2023) e a Residência Artística FAAP - São Paulo/SP (2019).
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6 months ago
Abre dia 28/05 a exposição Paisagens em Travessia, na @caixaculturalsalvador A mostra reúne obras do acervo do MNBA (@museunacionaldebelasartes ), propondo a paisagem como uma construção cultural, atravessada pela percepção, pela estética, pela memória e pela intencionalidade humana. Participo dela ao lado de outros artistas que compõem o acervo do Museu. Curadoria de @danimatera29 e Daniel Barreto. ✨ —— Urnas I, II e III, 2024 Cerâmica e vidro Série Na ocasião de minha morte Acervo @museunacionaldebelasartes
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3 days ago
A relação conflituosa entre eu e você, entre sua partida e minha estada, tem sido o motor que move grande parte dos meus sentidos. Não tem um dia que não pense em você, porque você está em tudo que escolhi fazer e propor a esse mundo enquanto trabalho. E isso há de ser um sintoma. Quando não está explicitamente colocada, está nos métodos, no que sua falta me tirou ou me proporcionou, no caminho que percorri sem poder contar com você, com seu colo, sua voz, seu sorriso. E hoje, olhando suas fotos, imaginei como você seria se ainda estivesse aqui. Não me permito imaginar como seria minha vida com você, porque deu trabalho reinventar tudo, assumir o controle, as noites sozinho e as rédeas dessa vida que não parou pra te ver ir. Por isso o que eu me permito imaginar, criar, forjar... é a sua vida, é você. Quando você se foi, tudo o que sobrou pra eu me agarrar foi o que você foi para os outros. Dizem o tempo inteiro que eu me pareço contigo, que meu cabelo é igual ao teu, o formato do meu rosto, nossos olhos tristes... Tenho inventado você e a nossa relação com o passar do tempo. Quanto mais me aproximo da sua imagem, mais eu a nego, no mundo e em mim. Aceito me parecer contigo só se eu puder inventar você, recuperando a autonomia do invento-eu, que não é fácil de lidar, de construir, de aceitar. Gosto da tua imagem que me escapa, como teu colo que não esteve aqui, como tua voz que não esteve aqui, como teu sorriso que não esteve aqui. Não quero tua imagem, quero a ausência dela, quero o buraco que ela cavou em mim, os estilhaços. Feito à imagem e semelhança do vazio que você deixou. Obrigado por ter me dado a vida, meu desacordo com Deus, por ter te levado, virou um acordo eterno contigo, de te inventar em cada pedaço do que ainda pulsa nesse mundo, um pacto de vingança e de celebração. —— À tua imagem e semelhança, 2018 Naftalina, mármore e ferro 55 x 35 x 50cm
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7 days ago
É com muita alegria que compartilho minha chegada ao Sesc Espírito Santo como Coordenador de Cultura da Rede de Equipamentos do Estado. Assumo esse desafio em um ano simbólico, em que o Sesc completa 80 anos, reafirmando sua missão de ampliar o acesso à cultura por meio da interiorização e descentralização de suas ações. Chego para coordenar esse processo ao lado de um time dedicado, em um contexto de crescimento contínuo de investimentos e oportunidades, o que torna esse momento ainda mais inspirador. Agradeço imensamente a confiança no meu trabalho, a recepção calorosa e todo o cuidado que tenho recebido desde o primeiro dia. Animado com o que vem pela frente. ✨
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1 month ago
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1 month ago
Hoje escrevo um dos comunicados mais difíceis e, ao mesmo tempo, mais bonitos da minha trajetória profissional. Ao longo do mês, encerro meu ciclo como Diretor de Educação do Parque Cultural Casa do Governador, instituição que tive a honra de ajudar a construir, desde novembro de 2024. Assumir esse cargo aos 29 anos foi mais do que um desafio: foi um gesto de confiança que me atravessou profundamente. Confiança essa que procurei honrar todos os dias, com trabalho sério, escuta atenta, coragem para propor e, sobretudo, compromisso com o sentido público da cultura e da educação. Foram tempos intensos, de muito aprendizado, de construção coletiva, de ideias que ganharam corpo, de projetos que me transformaram tanto quanto — espero — tenham transformado outras pessoas. Entre eles, destaco a criação da Escola Viva de Artes (EVA), um projeto que nasceu do desejo de afirmar a arte como espaço de encontro, experimentação e liberdade, e que deixo agora como um legado. A EVA foi pensada como uma escola livre, aberta a diferentes linguagens, saberes, corpos e trajetórias, onde o aprender e o criar caminham juntos, porque acredito profundamente na importância de espaços que formam sensivelmente. Cresci como profissional, mas, principalmente, como alguém que acredita ainda mais na potência dos encontros, dos territórios e das instituições vivas. Saio com a certeza de que dei o melhor de mim e com uma imensa gratidão por tudo o que vivi aqui: pelas equipes incríveis, pelas parcerias construídas, pelos desafios que me fortaleceram e pela oportunidade rara de ocupar um lugar de enorme responsabilidade tão cedo, ainda tão jovem. Levo comigo não apenas o que realizei, mas tudo o que me atravessou, tudo o que me realizou. Obrigado a todas e todos que fizeram parte desse capítulo e a esse Estado solar, que me recebeu de coração aberto e tem me tratado com tanto carinho. Não seria possível nomear aqui todas as pessoas que fizeram parte desse percurso, mas deixo meu agradecimento mais do que sincero a cada amigo e parceiro. Vocês todos foram fundamentais. Vida longa ao Parque, o lugar mais incrível que já tive a oportunidade de chamar de trabalho. Com amor, N.
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1 month ago
No próximo sábado, dia 11/04, teremos a grande felicidade de, finalmente, lançar o primeiro material educativo da Escola Viva de Artes (EVA). Um trabalho que assino a organização, coordenação editorial e pesquisa, mas feito por tantas gentes, com contribuições textuais e visuais de tirar o fôlego. Um ciclo lindo se encerra com esse marco e vou adorar ver e rever todos vocês, que há tempos me perguntam quando seria a distribuição gratuita dele. Chegou a hora. 🥹✨ Como se não bastasse, vamos inaugurar o Ciclo de Formação desse ano, com as brilhantes Gleyce Kelly Heitor e Michele Zgiet. Olha essa dupla! Ao longo do ano teremos mais 18 profissionais passando pelo Ciclo, que realizo a curadoria. Esse sábado é festa! Confirmem a presença no link da bio do Instagram do @parqueculturalcasadogovernador e venham. 🤍
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1 month ago
c/ @jorges_jh 🌠🤍
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1 month ago
Nathan Braga Âncora e Suportal, da série para levantar a cabeça do que aqui repousa,(2019) Inspirada nos apoios de cabeça do Egito Antigo, a série de Nathan retoma um objeto que acompanhava o corpo tanto em vida quanto na morte. Esses suportes eram utilizados no cotidiano e também como travesseiros fúnebres. Quando depositados nas tumbas eles faziam parte de um ritual que afirmava uma hierarquia entre mente e corpo. Sustentar a cabeça significava preservar aquilo que se entendia como superior à carne: garantir que o espírito permanecesse acima da matéria. Ao apoiar a cabeça do morto, o objeto simbolicamente assegurava que a passagem fosse feita de cabeça erguida. Atravessar para o outro mundo implicava manter a consciência elevada. Na antiguidade, objetos preciosos eram colocados junto aos mortos como expressão da crença na continuidade. Ao recriar essa forma ancestral em latão, metal de brilho dourado que remete ao ouro sem sê-lo, o artista introduz uma reflexão sobre valor e aparência. O objeto conserva a referência ao luxo funerário, mas evidencia que a permanência não está na matéria, e sim na ideia que a sustenta. Obra participante da exposição memento mori, na Casa Comadre, até 06/06.
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1 month ago
#tbt da conversa com o mestre @josecarlosvilar no @parqueculturalcasadogovernador no evento de entrega da sua obra Ondas para o acervo do Parque. foi um privilégio estar ao lado de um escultor desse calibre.
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1 month ago