O B.BOARD, liderado pelo amigo Carlos Busch me deu à responsabilidade e a honra de conduzir o debate com o Dr. Jorge Gerdau frente ao nosso board com 50 empresários de diferentes Estados do Brasil.
Ouvir o cliente e amigo Jorge Gerdau sobre cultura empresarial e a força do exemplo dos líderes, foi uma grande aula, muita rara e valiosa nesses tempos, que nos emocionou a todos.
Exemplo. Exemplo. Exemplo. É assim que são construídos os grande líderes que realmente operam grandes transformações.
Nesses tempos de egos mega inflados e muito empresário medíocre obcecado por ostentar para provar que é bom, Dr. Jorge Gerdau, se diferencia brutalmente.
Do alto da sabedoria dos seus 88 anos, de uma empresa global que fatura 70 BI e que prospera por 5 gerações, nos deu uma lição de sabedoria e de humildade - que só os grandes líderes possuem.
E eu, não falo isso de ouvir nos palcos, mas de ao longo de 15 anos, acompanhar de perto, na prática, com o exemplo de quem realmente é um grande líder - e que opera realmente uma grande transformação, há décadas.
Como consultor de posicionamento, eu tive a honra de comprovar isso planejando a Marca Gerdau, como também boa parte das marcas lideradas pelo Dr. Jorge, todas com alto impacto social, como:
Parceiros Voluntários;
MBC - Movimento Brasil Competitivo;
Agenda 20/20;
PGQP - Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade;
Bienal do Mercosul (onde fui VP por duas edições) e
Fundação e Museu IBERÊ Camargo, onde fui diretor por 4 anos e sou Conselheiro há 6 anos, num Conselho liderado por ele.
Liderança pela humildade. Pela transformação. Pelos valores. E pelo exemplo pessoal. Não tem forma mais poderosa de ensinar.
E somos todos muito gratos.
O B.BOARD com certeza saiu muito maior. Todos nós saímos. Obrigado @carlosbusch e toda equipe por esse evento transformador.
Obrigado Dr.Jorge pela generosidade de estar com a gente! Forte abraço a todos.
#bboard #desenvolvimentodeliderança #desenvolvimentopessoal #jorgegerdau #carlosbusch #branding #posicionamento #arthurbender
Descubra o poder do Branding
No episódio de hoje do O Conselho, temos uma mesa com especialistas de peso em suas respectivas áreas:
Arthur Bender @arthur.bender
Ana Couto @anacouto.ag
Sandro Serzedello @sandroserzedello
Neste episódio especial do nosso podcast, Flávio Augusto recebe um trio de especialistas em Branding: Arthur Bender, Ana Couto e Sandro Serzedello.
Juntos, eles mergulham nas nuances de construir e sustentar marcas que não apenas vendem, mas que deixam uma marca duradoura na mente dos consumidores.
Vamos explorar estratégias eficazes e discutir como uma marca forte pode ser o maior ativo de sua empresa.
#oprimorico#thiagonigro#oconselho#reels#podcast#flavioaugusto#geracaodevalor#branding#marketing
Os dois grandes patrimônios que a gente pode almejar na vida, na minha opinião, são conhecimento e relacionamento.
Conhecimento é aquele patrimônio que você leva anos construindo e que ninguém rouba de você.
Sabe por quê?
Porque a informação está disponível para todo mundo, mas a forma como você aprende e o que você absorve é só seu.
Fica com você e ninguém lhe tira.
Os relacionamentos seguem a mesma lógica.
Pois eles dependem das experiências que você proporciona e como você constrói pontes, mantém portas abertas e faz caminhos conjuntos.
E é isso que gera significado nas relações.
E o significado dos seus relacionamentos, assim como o seu conhecimento, são só seus. Ninguém lhe tira.
Por isso eu tenho tanto orgulho das relações que eu eu conquistei nos meus 40 anos de branding e 23 anos de Personal Branding.
Clientes que viraram conselheiros, mentores, inspiração, referências, parceiros, mas acima de tudo, amigos e, as pequenas e grandes obras que fizemos juntos.
E isso não tem preço.
#sucesso #carreira #reputação #relacionamentos #marcapessoal #personalbranding #arthurbender
Talvez uma das maiores tragédias silenciosas da vida adulta seja a normalização do conformismo.
Eu encontro pessoas extremamente talentosas todos os dias. Pessoas inteligentes, preparadas, éticas, com valores sólidos, com potencial enorme. Mas que em algum momento aceitaram uma narrativa pronta sobre o que seria sucesso, estabilidade ou segurança. E sem perceber, começaram apenas a repetir ciclos. Crachá no peito. Reunião. Boleto. Cansaço. Sono. Recomeço.
E o que mais me chama atenção nessa história toda é a força escondida dentro da palavra “conformado”. Porque quando você se conforma, você aceita uma forma imposta. Você começa a acreditar que aquilo é o limite possível da sua trajetória. Que a vida é só aquilo. Que não existe alternativa. Que sonhar diferente virou ingenuidade.
Branding com B maiúsculo também é romper conformidades. É ter coragem de questionar os caminhos automáticos. É perceber que muitas vezes você não está cansado do trabalho. Você está cansado da ausência de significado. Da distância entre aquilo que você faz e aquilo que realmente acredita.
As marcas pessoais mais fortes não são construídas apenas por competência técnica. Elas nascem quando alguém decide não aceitar passivamente o personagem que o mundo escreveu pra ele.
Então talvez a pergunta mais desconfortável não seja “o que você faz da vida”.
Talvez seja: em que momento você começou a acreditar que não poderia ser mais do que isso?
#ArthurBender #PersonalBranding #Branding
Existe uma ingenuidade muito perigosa nas redes sociais: acreditar que reputações são destruídas apenas no momento da crise.
Na verdade, as crises só revelam aquilo que foi construído silenciosamente ao longo da trajetória. E eu penso muito nisso quando observo o mundo de hoje, essa sociedade completamente exposta, onde todo mundo vê todo mundo, julga todo mundo e acompanha tudo em tempo real. Uma sociedade envidraçada.
Basta uma palavra mal colocada, uma decisão equivocada, uma falha técnica, uma ruptura societária, um erro de julgamento ou um abalo financeiro pra que uma trajetória inteira seja colocada em xeque. Quanto maior a exposição, maior a vulnerabilidade. E isso vale pras empresas, pras lideranças e pras marcas pessoais.
É por isso que eu acredito tanto no conceito de reserva moral. Porque Branding com B maiúsculo não é apenas construção de imagem nos tempos fáceis. É construção de credibilidade suficiente pra sustentar a travessia dos tempos difíceis.
As marcas mais fortes não são aquelas que nunca erram. São aquelas que passaram anos acumulando coerência, consistência, relações verdadeiras e confiança. Porque quando a crise chega, o mercado não julga apenas o erro. O mercado compara o erro com a história inteira daquela marca.
Talvez a pergunta mais importante não seja “como proteger sua imagem numa crise”.
Talvez seja: que tipo de trajetória você está construindo agora pra que as pessoas decidam permanecer ao seu lado quando o inevitável acontecer?
#ArthurBender #PersonalBranding #Branding
Quando uma empresa não sabe exatamente o que representa, qualquer opinião vira disputa de poder.
Eu vejo organizações inteiras consumindo energia em reuniões intermináveis onde ninguém discute direção, percepção de valor ou posicionamento. A discussão gira em torno de quem vence a argumentação. Quem fala mais alto. Quem impõe sua visão. Quem consegue convencer o resto da mesa. E isso acontece porque falta uma ideia central capaz de alinhar as decisões.
Posicionamento não serve apenas pra comunicação externa. Essa talvez seja uma das maiores confusões sobre Branding com B maiúsculo. Posicionamento é bússola estratégica. É aquilo que reduz ruído interno, organiza prioridades e ajuda as pessoas a entenderem pra onde a marca está indo.
Quando isso não existe, cada departamento cria sua própria interpretação da empresa. O comercial acredita numa coisa. O marketing acredita em outra. A liderança fala uma linguagem. A cultura pratica outra completamente diferente. E aí começam as fricções silenciosas que drenam valor sem que ninguém perceba.
Marcas fortes não gastam energia tentando provar quem está certo o tempo inteiro. Elas concentram energia em construir coerência. Porque quando a direção é clara, muitas decisões deixam de ser debates emocionais e passam a ser escolhas estratégicas.
Talvez o problema da sua empresa não seja excesso de opinião.
Talvez seja ausência de significado compartilhado.
#ArthurBender #PersonalBranding #Branding
Minha indicação de livro da semana: Humanismo Extremo - O novo padrão de excelência no mundo dos negócios. Do provocativo e incrível, Tom Peters. Editora Buzz.
Tom Peters foi o cara que criou a ideia de sermos todos marcas pessoais num artigo na Revista Fast Company em 1997.
Marcou seu nome como o mais apaixonado defensor da excelência nos negócios. Ele tem dezessete best-sellers publicados em 63 países.
E quem ja leu Tom Peters sabe que ele escreve “gritando”, com emoção, com tensão exagerada. Textos fragmentados, grifos enormes, muita ironia, muita provocação. O que o faz único e reconhecido como genial. Eu adoro.
Espero que o provoque e inspire na sua busca por excelência no seu negócio ou na sua carreira.
#livrosqueinspiram #excelencia #personalbranding #arthurbender
Quando você depende daquela mudança pra sobreviver, a negociação nasce desequilibrada. Você entra numa reunião precisando. Você entra numa entrevista tentando convencer. Você entra no mercado pressionado pelo medo. E o medo quase sempre enfraquece as marcas pessoais, porque ele altera postura, discurso, percepção de valor e capacidade de escolha.
Por isso eu acredito tanto na construção antecipada da sua marca pessoal. Branding com B maiúsculo não deveria ser um movimento de emergência. Deveria ser um movimento de preparação. De fortalecimento de reputação, autoridade e relações antes da ruptura acontecer.
As marcas mais fortes não esperam o colapso pra construir relevância. Elas constroem reserva moral, percepção de valor e reconhecimento enquanto ainda estão em posição confortável. Porque isso muda completamente o jogo da negociação.
Talvez a grande pergunta não seja “o que você faria se precisasse mudar hoje”.
Talvez a pergunta correta seja: o que você está construindo agora pra não precisar decidir sua vida profissional no desespero amanhã?
#ArthurBender #PersonalBranding #BrandingNaPrática
Existe uma romantização perigosa no mundo dos negócios: a ideia de que crescer é suficiente.
Eu encontro empresários o tempo todo falando sobre faturamento, expansão, movimento, volume, agenda cheia. Mas muitas vezes, quando a gente aprofunda a conversa, descobre uma estrutura completamente fragilizada. Empresas vendendo muito e sobrevivendo mal. Marcas ocupando espaço e destruindo margem silenciosamente.
Porque lucro não é ganância. Lucro é oxigênio estratégico. É o que permite investir, suportar crises, contratar melhor, comunicar melhor, construir diferenciação e proteger a própria reputação. Sem isso, a empresa começa a operar no desespero. E empresas desesperadas tomam decisões ruins.
Ao mesmo tempo, caixa é sobrevivência imediata. É o que sustenta o presente enquanto a marca constrói o futuro. E muitas organizações confundem movimento com saúde. Confundem barulho com solidez. Confundem volume com valor.
Branding com B maiúsculo também exige inteligência financeira. Porque marcas fortes não são construídas apenas com slogans elegantes, campanhas bonitas ou posicionamentos sofisticados. Elas são construídas com consistência operacional, capacidade de sustentação e clareza estratégica.
Então talvez a pergunta mais importante não seja “quanto sua empresa vende”.
Talvez seja: quanto daquilo que você construiu realmente permanece de pé quando o mercado aperta?
#ArthurBender #PersonalBranding #BrandingNaPrática
Quando alguém encontra a sua marca, existe uma expectativa implícita. Uma leitura sobre aquilo que você representa, sobre a forma como você age, entrega e se posiciona. E é exatamente aí que nasce a confiança. Não da promessa em si, mas da repetição consistente dessa promessa ao longo do tempo.
As marcas que constroem valor entendem isso com profundidade. Elas organizam todos os sinais na mesma direção. Comunicação, comportamento, experiência, liderança, discurso. Tudo opera de forma coerente. Porque, no Branding, coerência não é detalhe. É estrutura.
O problema começa quando os sinais entram em conflito. Quando a marca comunica uma coisa e pratica outra. Quando tenta ocupar territórios demais ao mesmo tempo. Nesse momento, o mercado perde clareza. E, quando a clareza desaparece, o valor começa a se dissolver silenciosamente.
Branding com B maiúsculo é a arte de reduzir ruído. É criar uma percepção tão consistente que as pessoas saibam exatamente o que esperar de você antes mesmo da experiência acontecer.
Agora observe com rigor: os sinais que a sua marca emite estão construindo confiança… ou estão gerando confusão?
Porque, no fim, não é a intensidade da comunicação que sustenta uma marca. É a coerência daquilo que ela repete.
#ArthurBender #PersonalBranding #BrandingNaPrática
Existe uma pergunta que antecede qualquer construção de marca relevante: o que faz você continuar quando ninguém está olhando?
Porque excelência exige energia. Exige repetição, disciplina, aprofundamento. E ninguém sustenta isso apenas por obrigação. As pessoas que realmente deixam marcas no mundo não estudam mais, se dedicam mais ou insistem mais porque alguém mandou. Elas fazem isso porque encontraram significado naquilo que escolheram construir.
É aí que muita gente se perde. Busca excelência sem antes encontrar conexão. Tenta construir performance sem entender propósito. E, sem significado, qualquer esforço vira peso. A motivação oscila, a consistência desaparece e o talento começa a depender de circunstâncias.
Branding com B maiúsculo nasce dessa combinação rara: significado, paixão e excelência operando juntos. Quando você encontra algo que faz sentido de verdade, a busca por evolução deixa de ser sacrifício e passa a ser expressão natural daquilo que você acredita.
E talvez a grande questão não seja sobre carreira, mercado ou posicionamento. Talvez a pergunta mais importante seja outra: você tem sido curioso o suficiente para entender quem você realmente é?
Porque, no fim, as marcas mais fortes não nascem apenas de competência. Elas nascem de pessoas que encontraram uma razão profunda para continuar evoluindo.
#ArthurBender #PersonalBranding #BrandingNaPrática
Existe um momento em que o sucesso começa a produzir um efeito perigoso: a sensação de invulnerabilidade.
Você acerta algumas vezes, constrói reputação, ganha reconhecimento. E, aos poucos, deixa de questionar as próprias decisões. O problema é que o ego cria uma distorção silenciosa: ele faz você acreditar que a sua percepção está sempre correta. E, quando isso acontece, a escuta diminui, a arrogância aumenta e o aprendizado desacelera.
As marcas que entram nesse ciclo começam a perder sensibilidade. Param de perceber sinais do mercado, ignoram mudanças de comportamento e passam a operar mais para defender a própria imagem do que para continuar evoluindo. E é exatamente nesse ponto que muitos tombos começam a ser construídos.
Branding com B maiúsculo exige uma postura diferente. Exige maturidade para sustentar autoridade sem perder humildade intelectual. Porque relevância não se mantém apenas com confiança. Ela se mantém com capacidade de revisão.
Agora observe com honestidade: você está usando a sua experiência para ampliar visão… ou para justificar certezas que já não deveriam ser absolutas?
Se essa pergunta gerar desconforto, talvez seja justamente aí que esteja a próxima evolução da sua marca.
#ArthurBender #PersonalBranding #BrandingNaPrática