A viagem à Amazônia foi aquele clichê (dos melhores) que nos surpreende e que pede que algo fique em nós na volta. O tempo é uma coisa a ser reparada, sentida e lembrada. 5 dias de navegação no Rio Negro, pesca ao amanhecer, encontro com a Samaúma, com tartarugas e jacarés e com o silêncio profundo daquele navegar com os reflexos e sons infinitos da floresta. Sensações que permanecem.
A imensidão de tudo é como um fator de confirmação da nossa própria grandiosidade. Afinal, cada micro impacto por lá, deixa suas marcas no macro.
Obrigado @expedicaokaterre@thesummerhunter (@germancarmona@rimoreno@drisetti ) e aos amigos desse grupo, que fizeram a expedição ser única em cada troca, brinde e risada.
📷 @_wendyandrade@gringomartins
Em tempos de descentralização das redes, bolhas de filtros e feeds algorítmicos, nossas micro-aldeiasglobais demandam confiança, transparência, mutualidade e claro, verdade.
Obrigado pelo espaço @clubedecriacao .
Texto completo: .br/ultimas/o-espaco-e-seu-631/
Sim, a gente é movido por emoções e precisamos criar não só histórias, mas processos, estratégias e métodos que as coloquem no centro. São elas que orientam a cultura, que nos conectam, nos movem e nos transformam.
O texto completo tá lá no @propmark e aqui no link: .br/opiniao/autenticidade-reciproca-e-emocao-contagiante-por-que-cultura-e-emocional/