Recomendações Estante RADDAR: Marina Mello
No escritório, trabalhamos frequentemente com projetos cuja relação com as pré-existências é central. Nossa prática está entrelaçada com discussões diante das possíveis formas de adaptar o uso original de um edifício para um novo, de questionar a relação com o desperdício e o consumo de recursos atrelado às sucessivas demolições, e da importância da aproximação entre o passado e o presente.
Entre os livros que servem de base para nossa pesquisa, gostaria de indicar dois que aprofundaram nosso entendimento sobre o reuso adaptativo como prática que representa as formas complexas com as quais uma sociedade se relaciona com a passagem do tempo no ambiente construído.
1. “Adaptive Reuse” de #LilianeWong, Bie Plevoets
@bie_plevoets e Koenraad Van Cleempoel - expande o conceito para além de uma “gaveta” específica da prática arquitetônica, sendo, na verdade, uma abordagem intrínseca a ela, na medida em que todo bom projeto precisa se estabelecer a partir de uma relação bem construída com seu entorno, contexto, passado, e futuro.
2. “Transform” de Deborah Berke
@deborahberke @tenberke_architects reflete sobre como nossa atuação e escolhas podem transformar o ambiente construído, acrescentando novos significados e usos sem apagar os já existentes
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Among the books that form the foundation of our research, I would like to recommend two that have deepened our understanding of adaptive reuse as a practice representing the complex ways in which a society relates to the passage of time within the built environment.
1. “Adaptive Reuse” by #LilianeWong, Bie Plevoets
@bie_plevoets , and Koenraad Van Cleempoel — expands the concept beyond a specific “drawer” of architectural practice. It presents it instead as an intrinsic approach to design itself, since every good project must be grounded in a well-constructed relationship with its surroundings, context, past, and future.
2. “Transform” by Deborah Berke
@deborahberke @tenberke_architects — reflects on how our actions and choices can transform the built environment, adding new meanings and uses without erasing those that already exist.